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14 de agosto de 2020 | 01:53 am

ÁLVARO DIAS FICARIA COM ACM NETO NA BAHIA

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Álvaro Dias durante entrevista a Roberto de Souza, na Rádio Nacional

O senador Álvaro Dias disse em entrevista ao radialista Roberto de Souza, do Resenha da Cidade, que, por ele, o Podemos apoiaria ACM Neto na corrida ao Palácio de Ondina em vez de Rui Costa (PT).
– Tem que respeitar decisão local. Mas, se optasse, seria pelo Neto na Bahia. Sabemos separar as coisas – disse ele, fazendo a ressalva de entender a decisão tomada pelo diretório baiano e do deputado federal Bacelar.
O Podemos integra a base do governador Rui Costa e apoia a reeleição do petista. Álvaro Dias é, no Senado, dos adversários mais ferrenhos do PT.

RUI COSTA E O RISCO DO "JÁ GANHOU"

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Rui ficou em situação favorável com a desistência de Neto, mas os riscos…

Da Coluna Satélite, Correio24h
Líderes políticos e parlamentares aliados ao governador Rui Costa (PT) alertaram articuladores do Palácio de Ondina sobre os riscos do que classificam como “clima de vitória consumada” na base petista antes da campanha eleitoral. Em conversas reservadas, afirmaram à Satélite que, após a recusa do prefeito ACM Neto (DEM) em concorrer na sucessão estadual, uma onda de “já ganhou” foi formada a partir dos altos escalões do governo, relegando precipitadamente três variáves capazes de levar perigo a Rui: a alta rejeição do PT, o efeito da batalha presidencial na Bahia e o potencial de crescimento do ex-prefeito de Feira José Ronaldo (DEM).
MESMO FIGURINO
Aos interlocutores do governador, caciques da base do PT lembraram que Zé Ronaldo entra no jogo sem obrigação de ganhar, é hábil na costura política e tem apoio de um forte puxador de votos – ACM Neto. “Qualquer semelhança com o ex-governador Jaques Wagner quando ele venceu em 2006 não é mera coincidência”, resume um deputado governista.

RUI, OTTO E A SUCESSÃO ESTADUAL

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marco wense1Marco Wense

 

Se o alcaide soteropolitano não disputar a sucessão de Rui Costa, a candidatura do senador passa a ser uma exigência da cúpula nacional do PSD. ACM Neto apoiaria Otto em uma coligação envolvendo o DEM, PSDB, PMDB, PPS e alguns partidos de menor expressão.

 

 

O governador Rui Costa vem fazendo de tudo para tirar da cabeça do senador Otto Alencar qualquer pensamento em relação à sucessão de 2018.

Rui sabe que Otto mantém acesa a possibilidade de disputar o governo do Estado, principalmente depois do bom desempenho do PSD nas eleições municipais, conquistando 82 prefeituras. O PT foi quem mais perdeu, saiu de 93 para 39, uma redução de quase 60%.

“A gente vai decidir isso lá em março de 2018”, diz o presidente do PSD da Bahia quando questionado sobre sua possível candidatura. Finaliza dizendo que “a pretensão é continuar na aliança com o governador Rui Costa e com os aliados”.

O PSD passa a ser prioridade na mudança que o chefe do Executivo pretende fazer no alto escalão. O afilhado político de Otto, José Muniz Rebouças, deve assumir a secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur). O comando da Conder pode também ir para o Partido Social Democrático.

A nomeação para cargos sempre foi o melhor caminho para evitar a rebeldia dos parceiros do poder. A sabedoria popular costuma dizer que nada melhor do que uma “boquinha” para colocar cada um no seu devido lugar.

Vale ressaltar que a conjuntura política e a situação econômica, em ano eminentemente politico-eleitoral, podem fortalecer ou enfraquecer algumas candidaturas. Outro aspecto, considerado como explosivo, é o desenrolar da Operação Lava Jato. Os petistas, por exemplo, torcem para que ACM Neto apareça na delação da Odebrecht.

Outro detalhe, por enquanto restrito aos bastidores, longe dos holofotes e do povão de Deus, é que os governistas, pelo menos os mais lúcidos, sonham com ACM Neto candidato em 2018.

Se o alcaide soteropolitano não disputar a sucessão de Rui Costa, a candidatura do senador passa a ser uma exigência da cúpula nacional do PSD. ACM Neto apoiaria Otto em uma coligação envolvendo o DEM, PSDB, PMDB, PPS e alguns partidos de menor expressão.

ACM Neto só sairá candidato se enxergar alguma chance de ser eleito. Não vai arriscar deixar o Centro Administrativo de Salvador para ir atrás de uma aventura que lhe pode causar desgastes.

Rui Costa, candidatíssimo a um segundo mandato, está bem avaliado na capital. ACM Neto é prefeito só de Salvador, enquanto o petista é uma espécie de, digamos, “prefeito” de todas as cidades da Bahia.

Tem também o fator Lula. Se não barrarem a elegibilidade do ex-presidente, aí complica, o caldo engrossa. Sua popularidade volta à tona e, com ela, o poder da transferência do voto, principalmente no Nordeste e, mais especificamente, na Bahia.

Portanto, é bom torcer para que ACM Neto saia candidato a governador na eleição de 2018, sob pena de Otto Alencar disputar o comando do cobiçado Palácio de Ondina como o candidato da oposição ao petismo.

Não tenho a menor dúvida de que Otto Alencar é mais adversário para Rui Costa do que o democrata (ou demista) ACM Neto.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

RUI COSTA VISITA MAIS DE 300 CIDADES E VOLTA A FALAR EM VITÓRIA NO 1º TURNO

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Rui, ao centro, acompanhado de Otto Alencar em carreata em Lauro de Freitas.

Rui, ao centro, acompanhado de Otto Alencar em carreata em Lauro de Freitas.

Rui Costa (PT) diz que percorreu mais de 300 dos 417 municípios baianos na busca do voto na eleição a governador. Ele liderou carreata hoje pela manhã (4) em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador, e disse estar confiante em sua vitória no primeiro turno.
– Com uma recepção tão calorosa, nós só podemos sair daqui com a nossa confiança redobrada em uma vitória já neste primeiro turno – disse ao final da carreata no município.
No compromisso de hoje, a chapa majoritária estava completa, com Otto Alencar (senador) e João Leão (vice) ao lado do candidato petista. A chuva deu ainda mais um “tempero” à atividade. “A chuva não atrapalhou em nada, pelo contrário. É sol, é chuva, é o calor humano que importa e a vitória amanhã, no dia 5”, diz, entusiasmado.
Na mesma toada, Otto Alencar, candidato ao Senado, dizia, enquanto cumprimentava a todos: “Vamos ganhar a eleição em toda a Bahia”. Centenas de carros acompanharam Rui, Otto e Leão, desde a Praia de Ipitanga até o bairro Vida Nova.

MP INTIMA RUI COSTA APÓS CANDIDATO ALERTAR SOBRE CAIXA 2 NAS ELEIÇÕES

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Ladeado por ministra e Otto, Rui diz que não fala de caixa 2 em eleições (Foto Pimenta).

Ladeado por ministra e Otto, Rui diz que não fala de caixa 2 em eleições (Foto Marcos Souza/Pimenta).

O candidato ao governo baiano pelo PT, Rui Costa, disse em Ilhéus, neste final de semana, que foi intimado pelo Ministério Público Eleitoral, após ter chamado atenção e insinuar  existência de Caixa 2 na campanha deste ano. “Eu não acusei ninguém”, respondeu ao PIMENTA, completando que apenas apelava ao bom senso do eleitor.
Rui disse ter questionado, em entrevista à Rádio Metrópole (Salvador), na última quarta, se há candidato que tem três vezes mais placas, carros de som e tempo de TV do que o declarado nas parciais ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Não é função minha denunciar, fiscalizar. Minha função é ser candidato. Espero que todos [os candidatos] cumpram a lei. Para fiscalizá-los, existem as instituições”, completou.
“NÃO VOU ME INTIMIDAR”
Ao afirmar que foi intimado pelo MPE, Rui ironizou: “Fui intimado, mas, por enquanto, não passei em concurso do Ministério Público [para fiscalizar os candidatos]. Eu  não estou proibido de chamar a atenção [do eleitor para o caixa 2]. Se [o MPE] quis me intimidar, eu não vou me intimidar”.
O petista ainda repetiu que é bom observar candidatos que nunca pisaram os pés em determinada cidade e, apesar disso, obter 2 mil, 3 mil votos naquela localidade. Para ele, esta seria evidência de compra de votos.
Acompanhado do vice João Leão (PP), do candidato ao Senado Otto Alencar (PSD) e da ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campelo, Rui ainda abordou a necessidade de punição mais rigorosa para quem comete crime em financiamento de campanha.
Para ele, se o financiamento privado de campanha virar crime, deve-se também punir o político criminalmente. “Vai abrir estrada para quem quer fazer política de forma correta”. Poderia, para ele, haver um sistema misto, em que as empresas doaria o dinheiro a um fundo nacional com distribuição do dinheiro conforme critérios estabelecidos em lei.
E fez um alerta: – A continuar esse modelo, só vamos mudar o personagem. As campanhas estão cada dia mais caras.

SOUTO DIZ QUE SEGUIRÁ MODELO DE NETO

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Souto em comício ontem à noite em Itaparica (Foto Valter Pontes).

Souto em comício ontem à noite em Itaparica (Foto Valter Pontes).

Concorrendo pela quinta vez ao Palácio de Ondina, o ex-governador Paulo Souto disse que vai se inspirar na gestão do prefeito ACM Neto em Salvador para, se eleito, comandar a Bahia.
Para o candidato do DEM, o povo baiano está decepcionado e frustrado com o governo petista. Souto diz que a gestão de Wagner deixa como legado problemas na saúde, na segurança pública e na educação. Ontem à noite, Souto fez comício em Itaparica.
Segundo ele, o PT não foi capaz de dinamizar a Bahia e denuncia suposto caos nas contas estaduais.  “Muito pelo contrário. Botou o estado no buraco. Além do desequilíbrio financeiro que causou, não correspondeu na saúde, segurança e educação, os três setores que mais infelicitam as vidas dos baianos atualmente”.
Orientado por pesquisas de opinião, Souto decidiu colar o seu nome ao de ACM Neto também em seus eventos no interior do Estado. A avaliação é de que esta ação poderá segurar as intenções diante da crescida, nas pesquisas, do petista Rui Costa.

GEDDEL NEGA ROMPIMENTO COM O DEM

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Por meio do Twitter, o ex-ministro Geddel Vieira Lima negou que tenha rompido com o DEM. A negativa se deu em resposta a pergunta do PIMENTA no microblog.
A pergunta: rompeu ou não rompeu com o DEM?
A resposta do peemedebista:
– Não!

Pelo Twitter, Geddel nega rompimento.

Pelo Twitter, Geddel nega rompimento.

Mais cedo, o site Chocolate com Política havia noticiado que Geddel estava rompendo com o DEM de ACM Neto e Paulo Souto e montaria chapa com o PSC, tendo Eliel Santana como candidato ao Senado e o próprio peemedebista na cabeça da chapa, candidato ao Palácio de Ondina.
Como em política nem sempre o não quer dizer não, aguardemos até a próxima semana. É o prazo anunciado pelo próprio ACM Neto para o fim da novela.
Pelo sim, pelo não (ops!), hoje Geddel disse que estava feliz ao reunir em torno de si representantes de oito partidos de oposição.

NILO ALFINETA: "LEÃO JÁ É O GOVERNADOR"

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Pelo Twitter, Nilo alfineta o "apressado" João Leão.

Pelo Twitter, Nilo alfineta o “apressado” João Leão.

Racha na base governista.
Chamado para arbitrar a escolha do vice na chapa de Rui Costa (PT) a governador, Jaques Wagner decidiu pelo nome de João Leão (PP).
A escolha contrariou um dos pretendentes à vaga de vice, o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo (PDT).
Ontem, Nilo foi recebido para um café da manhã com o governador Jaques Wagner. O clima não foi dos melhores.
Nilo sonhava em ser candidato ao governo. Acabou aceitando o nome de Rui Costa na pretensão de ser o vice do petista. Não foi.
Por meio das redes sociais, o presidente da Assembleia Legislativa evidencia todo o seu descontentamento. Após afirmar que Wagner soube qual será a sua posição após o anúncio da escolha de João Leão, há pouco Nilo distribuiu alfinetada na “noiva”:
– Leão é o Governador. Anuncia que Botelho fica no Detran. anunciou o Plano de Governo e Pinheiro é o coordenador da campanha. Quer mais?
Embora a estocada nos progressistas seja de alguém ressentido pela escolha de Wagner, o PP demonstra, desde o início do ano, que não tem lá grande apreço pela liturgia do cargo de governador ou até pelo candidato ao Palácio de Ondina. Atravessa!
No início do ano, Mário Negromonte, que sonhava com a indicação a vice-governador, foi quem anunciou Jairo Carneiro como substituto de Eduardo Sales na Secretaria de Agricultura.
Quanto a Nilo, não será surpresa se o pedetista sair candidato ao governo, mas o deputado estadual já adiantou que disputará a reeleição.

WAGNER DIZ QUE NÃO É AUTORITÁRIO E REBATE CRÍTICAS À ESCOLHA DE RUI COSTA

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Wagner durante entrega das obras de reconstrução da BA-120 (Foto Pimenta).

Wagner durante entrega das obras de reconstrução da BA-120 (Foto Pimenta).

O governador Jaques Wagner rechaçou neste domingo em Barro Preto, no sul da Bahia, as críticas de que tenha imposto o nome do secretário da Casa Civil, Rui Costa, como o candidato do PT na sucessão estadual de 2014. “Nem considero [as críticas]”, disse ele ao responder pergunta do PIMENTA. O governador enfatizou que a escolha foi feita pelo diretório do partido em um acordo político.

– As pessoas falam o que querem. Eu tenho uma história de democrata reconhecida até pelos partidos de oposição. Então, não é com o meu partido que eu vou exercitar o autoritarismo – disse Wagner.

Wagner sofreu críticas internas quanto ao método de escolha do candidato ao governo, principalmente de Walter Pinheiro. O senador petista esperava ser o escolhido, apesar da preferência do gestor baiano pelo secretário da Casa Civil.

Ainda na entrevista, Wagner desconsiderou a tensão interna e atribuiu as críticas a setores da oposição. “Agora, tem gente da oposição que não queria que o PT resolvesse. É melhor ter quatro [nomes] do que ter um. Quando resolvemos, os caras reclamam porque não têm mais o que dizer”.

AUSÊNCIA DE PINHEIRO

O governador também amenizou a ausência de Pinheiro no evento que sacramentou o nome de Rui Costa. “Ele estava com compromisso agendado, mandou uma carta para lá [para o diretório], sem problema”.

O petista disse que agora é montar a chapa, que pode ter Marcelo Nilo na vice e Otto Alencar na disputa ao Senado. O PP ficaria com a presidência da Assembleia Legislativa e uma vaga no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) ou no Tribunal de Contas do Estado (TCE).

RUI DEIXARÁ GOVERNO ANTES DO PRAZO

O agora pré-candidato petista ao governo baiano disse em entrevista exclusiva ao PIMENTA que deverá deixar o cargo de secretário da Casa Civil antes do prazo de desincompatibilização. O limite é o próximo 5 de abril. Rui Costa pensa em retornar ao mandato de deputado federal e ter condições de estruturar a campanha. A data será definida em consenso com o governador e conselho político. A entrevista será publicada nesta terça (3).

WAGNER E A SUCESSÃO

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marco wense1Marco Wense

O governador não perdeu sua intuição política. Não é nenhum neófito, iniciante, marinheiro de primeira viagem, bobo e desorientado. Continua sendo o Jaques Wagner de carne e osso.

Não tenho nenhuma dúvida de que o nome do governismo para disputar o Palácio de Ondina vai sair do Partido dos Trabalhadores (PT). E nenhuma hesitação de que a escolha está entre Rui Costa e Walter Pinheiro.

Rui Costa é o chefe da Casa Civil. A seu favor o fato inquestionável de que é o candidato da preferência do governador Wagner. Do lado do senador Walter Pinheiro, as pesquisas de intenção de voto.

De fora mesmo, sem perspectiva, José Sérgio Gabrielli e Luiz Caetano, respectivamente secretário estadual de Planejamento e ex-prefeito de Camaçari.

Se não fosse o republicanismo do governador Wagner, reconhecido e enaltecido até pelos opositores, o martelo já teria sido batido: o candidato é Rui Costa e ponto final.

Na época do carlismo, sob a batuta de ACM, com o mandonismo a todo vapor, não teria nem discussão sobre a composição da chapa.

O desejo de ACM era uma ordem, o “manda quem pode, obedece quem tem juízo”.

Correligionários do senador Walter Pinheiro defendem as consultas populares como critério para a escolha do candidato, já que a diferença entre ele e Rui é considerável.

O governador Wagner até que concorda com a opinião de que a pesquisa pode ser um indicativo, mas faz a seguinte ressalva: “Não é para mim o critério preponderante.”

Os pretendentes da base aliada são dois: Marcelo Nilo (PDT) e a senadora Lídice da Mata (PSB). A pré-candidatura do pedetista tem a compreensão de Wagner e do PT.

O engraçado fica com Lídice. Ela quer o apoio de Wagner para o Palácio de Ondina fazendo campanha para Eduardo Campos (PSB) para o Palácio do Planalto.

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