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24 de junho de 2021 | 04:06 pm

FILHO É UM SER ESPECIAL

Tempo de leitura: 2 minutos

OzielOziel Aragão

O rebento chegou às 22h19min, há 30 dias, 08/02/2016, no Hospital Pediátrico Manoel Novaes, em Itabuna. Bernardo de Jesus Lima Aragão, filho que trouxe emoção de marejar os olhos e de me dar oportunidade de ver, presenciar, testemunhar o nascimento de mais um filho. Aos 41 anos, não esperava mais vivenciar tamanha felicidade, ainda mais registrar cada momento, do sair da barriga às mãos da médica Najla Gody, oportunidade que não tive antes com as minhas filhas.

Tenho agora quatro, na verdade, três filhas (Luiza, Monick e Isabelle) e Bernardo. Claro, ainda tenho um neto, Pietro, filho da mais velha, Monick. Alegria que sempre veio a cada dois anos, depois com oito anos de diferença. Quando chega, sempre pensamos: “e agora?” Contas, leite, fraldas, medicamentos, e quando começamos a pensar na escola daqui a 3 anos, caramba, a cabeça dá um nó. No fundo, gostamos de nos precipitar, jogar a toalha antes da luta, bem brasileiro.

Os filhos são dádivas de Deus, sempre chegam para trazer alegria, desafios, vitórias e, às vezes, não. Costumo dizer que filho é caro para quem cuida, para aquele que faz e lança no mundo para tentar a sorte, aí fica barato mesmo. Então 10 ou até mais, não fará diferença. Contudo, existem os pais e mães que lutam até o fim e depois tem um orgulho danado de dizer criei meus filhos todos, estão formados, graças a Deus.

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PIMENTA DO DIA

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Da leitora que assina como “Leidkeit”, em comentário à nota “PROJETO AUXILIA CRIANÇAS A TER RECONHECIMENTO DE PATERNIDADE”

Por favor, lembrem as mães de que criança não é brinquedo e elas precisam escolher melhor os pais para seus filhos, porque no frigir dos ovos, as crianças são usadas por mães e pais ignorantes. Mães, crianças e familiares das mães distraídas são quem mais sofrem. Eduquem as mulheres!

PROJETO AUXILIA CRIANÇAS A TER RECONHECIMENTO DE PATERNIDADE

Tempo de leitura: < 1 minuto

paiDa Agência Brasil
Milhares de crianças em todo o país passam por algum tipo de constrangimento por não terem o nome do pai na certidão de nascimento. Desde 1992, esse direito é garantido a todas as crianças pela Lei 8.560/92. Para a auxiliar a garantir o que diz a lei, foi iniciado nesta segunda-feira (4) um mutirão para o reconhecimento de paternidade promovido pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), em parceria com escolas públicas do Distrito Federal.
Mais de 1.800 mães foram notificadas para participar da iniciativa que termina na quarta-feira (6). De acordo com o titular da Promotoria de Defesa da Filiação (Profide), Leonora Brandão, as escolas disponibilizam as informações de crianças que estão nessa situação e a promotoria notifica para participar da iniciativa. “A Constituição garante que a paternidade deve ser exercida de forma responsável. O não reconhecimento da paternidade gera constrangimentos, principalmente no ambiente escolar,” diz Leonora.
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