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20 de fevereiro de 2020 | 08:35 am

RUI DEVE TROCAR SETE SECRETÁRIOS NA MINIRREFORMA QUE COMEÇA NESTE MÊS

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Rui deve iniciar reforma no final deste mês|| Foto Regina Bochicchio/ Agência A Tarde.

O governador Rui Costa (PT) disse, no domingo (11), enquanto curtia a festa no Campo Grande, que deve iniciar uma minirreforma em sua administração ainda este mês. Pelo menos sete secretários devem deixar o governo para concorrerem as eleições de outubro, razão pela qual Rui terá de trocar ou remanejar secretários, informa o A Tarde.
O prazo para candidatos deixarem cargos executivos é 6 de abril. “Vou começar no final de fevereiro algumas mudanças e até final de março faremos isso. Já estou fazendo o desenho que pode afetar outras secretarias. Ainda estou avaliando, faremos remanejamentos de secretarias, se necessário”, disse o governador.
CARGOS

Rui disse que não negociará cargos em sua administração com eventuais aliados que ficarem fora da chapa. O que deve ser negociado é o apoio as candidaturas à Câmara Federal.
“A acomodação não se dará por cargos, eu não vou fazer isso, não vou desarrumar o governo no último ano. E tenho que registrar que ninguém pediu. O que todo mundo vai querer é que quem não esteja na chapa tenha apoio extra para eleger deputados sobretudo da bancada federal”, disse o governador.
O motivo pelo qual os partidos querem apoio para cadeiras no legislativo federal diz respeito as novas regras eleitorais. Partidos com maior bancada federal terão mais recursos e tempo de tv nos próximos pleitos.
CHAPA

Rui disse que logo após o carnaval se reunirá com o conselho político e com cada partido da base individualmente – PSD, PP, PR, PC do B e PSB.

DETONANDO O NÚCLEO

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aldenes entrevistaO presidente da Câmara de Vereadores de Itabuna, Aldenes Meira, e o seu partido, o PCdoB, não economizam artilharia contra o “núcleo duro” do Governo Vane.
Ao fazer avaliação de 2014, Aldenes deixou implícito que não ficará barato o aperto sofrido. Criticou o fato do prefeito manter “secretários com superpoderes”. Os alvos: Oton Matos (controlador-geral), Marcos Cerqueira (Fazenda) e Silas Alves (chefe de Gabinete).
Se os dois lados não se entenderem, o Governo Vane terá acabado lá em 30 de novembro, quando o PCdoB conseguiu manter o controle da presidência da Câmara, enquanto os “Homens de Vane” decidiram apoiar o ex-presidente Ruy Machado – e se deram mal.

PC DO B CONTINUARÁ NO COMANDO DA SAÚDE, DIZ VANE

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A queda de Renan Araújo do cargo de secretário da Saúde de Itabuna não representará perda de poder do PCdoB na Pasta. O prefeito Claudevane Leite garantiu que caberá ao partido a indicação de um nome para a vaga.

Vane comandará a pasta, pessoalmente, enquanto o partido escolhe um nome. Ontem foi um dia de intensas reuniões entre PCdoB e o prefeito, mas os dois lados não decidiram pela queda de Renan. Para os comunistas, o secretário hoje exonerado continuaria à frente da Saúde. Ledo engano.

Razões para a queda de Renan Araújo vão desde a falta de ações pela melhoria na atenção básica ao rompimento do diálogo com setores importantes da sociedade, além do enfrentamento direto com o Conselho Municipal de Saúde. Este enfrentamento, aliás, tem menos de Renan e mais do PCdoB.

PC DO B DEU EMPURRÃOZINHO
Foi o partido quem comandou a operação para aprovar, a toque de caixa, lei que modifica a composição dos membros do Conselho Municipal de Saúde de Itabuna (CMSI). Um rascunho de projeto foi apresentado pelo vereador Jairo Araújo (PCdoB) na Câmara. Por fim, o presidente do Legislativo, Aldenes Meira, também do PCdoB, operou para que o projeto de lei fosse aprovado sem a participação do conselho, o que era uma exigência legal.

Ainda à frente da pasta, Renan Araújo bateu de frente com o médico Humberto Barreto, exonerado do cargo do Planejamento no início de junho. O sanitarista deixou o cargo após forte ataque do PCdoB. A exoneração de Humberto acelerou a queda de Renan.

O médico sanitarista havia trabalhado na formação da equipe de saúde e tinha completo diagnóstico da rede, mas os trabalhos não avançavam, em tese, por causa de disputas internas.

BOICOTE

Do lado do PCdoB, há desconfiança de que Renan foi boicotado por setores importantes do Governo. Uma das justificativas seria o atraso na reforma das unidades de saúde que deveriam ser entregues neste final de semana. O secretário também perdeu poderes quando o próprio Claudevane Leite indicou o responsável pelo financeiro da Pasta, há dois meses.

CONQUISTA: GUILHERME DIZ QUE É MAIS FÁCIL FECHAR COM PC DO B DO QUE COM PSB

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Guilherme: reeleição e alianças (Foto Matheus Pereira).

O prefeito de Vitória da Conquista, Guilherme Menezes (PT), pode se tornar o primeiro político local a gerir os destinos do município do sudoeste por quatro mandatos. De férias, Guiherme concedeu entrevista ao jornalista Giorlando Lima, editor do Notas da Bahia.
O gestor petista falou dos 20 anos de projeto político iniciado em 1992, da sua intenção de disputar novo mandato e das alianças eleitorais. Do arco de partidos que sustentam sua administração, Guilherme afirmou ao Notas da Bahia que acredita ser mais fácil – ou menos difícil! – fechar aliança ainda no primeiro turno com o PC do B, que tem feito muito barulho por lá, do que com o PSB da senadora Lídice da Mata.
Para o prefeito, o PCdoB “sinaliza de forma mais clara de que fica na aliança” e o PSB tem sido mais consistente na decisão de sair com candidato próprio. O editor do Notas da Bahia ainda observa que Guilherme pouco falou do PV. E é justamente o PV quem está no comando da cidade por esses dias, com o vice-prefeito Ricardo Marques. O prefeito está de férias e só retorna ao cargo no dia 27.
Confira a íntegra da entrevista no Notas da Bahia.

JOAQUIM BASTOS: "DIZEM QUE TEM MUITA COISA PARA CONSERTAR [NA PREFEITURA DE ILHÉUS]"

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Reitor em final de mandato na Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), o professor Joaquim Bastos está com um pé na política partidária e os olhos voltados para 2012.
Ele promete definir, até o dia 31, a qual partido irá filiar-se caso concorde em disputar a prefeitura de Ilhéus. Convites parecem não faltar. PDT, PMDB e PCdoB cortejam o reitor.
O reitor não esconde o espanto com os valores gastos numa campanha para prefeito em cidades do porte de Ilhéus. “Fico pasmo”, disse ao PIMENTA.
Joaquim está com 62 anos e em processo de aposentadoria como professor e a idade, segundo ele, também pesará na decisão. Confira a entrevista concedida ao blog.
PIMENTA – O senhor recebeu convites de pelo menos três partidos. Já se decidiu pela candidatura e por qual legenda sairá? 
JOAQUIM BASTOS – Eu tenho conversado sobre política há mais de seis anos e alguns partidos me convidaram para a eleição. Com o final do mandato de reitor e o processo de aposentadoria, agora eu posso pensar nisso.
Qual a legenda escolhida?
Tenho conversado com alguns partidos. O tipo de política que faço é política acadêmica, então, tenho discutido bastante. Até o final do mês eu defino a filiação. Ainda não tenho definição clara sobre qual partido. Tenho conversado para me familiarizar [com a política partidária].
O que o senhor analisa para definir pré-candidatura?
Estou vendo as possibilidades concretas, para realmente me envolver com a vida política da cidade e entender também como funciona um partido.
Com quem o senhor tem conversado?
As conversas se dão em Salvador, Brasília e Ilhéus, para ver se realmente tomo essa decisão na minha vida. Aos 62 anos, tenho que pensar se realmente quero quatro anos na prefeitura.

A gente vê cidades como Itabuna e Ilhéus captando menos dinheiro fora do que a Uesc. 

Existe ainda um temor do que pode vir pela frente, caso vença?
Dizem que vai ter muita coisa para consertar, para fazer. Aí tenho que analisar. A gente vê cidades como Itabuna e Ilhéus captando menos dinheiro fora do que a Uesc. Precisamos ver por que isso acontece. Enfim, tem muita coisa que a gente desconhece [da estrutura partidária e da prefeitura].
Mas não dá para adiantar para onde o senhor vai, politicamente falando?
Conversei com quatro partidos. Me chamaram pra conversar. Tô indo numa boa. Tenho mais três, quatro pessoas comigo, pessoas que têm noção mais aprofundada de política partidária e que vão me ajudar [na decisão].
As propostas de filiação partem mesmo de PDT, PCdoB e PMDB? Qual seria o quarto partido?
(risos) Semana passada, conversamos com um grupo de 12 pessoas, e ficamos em 14. Conversa muito interessante, mas por vezes fico pasmo quando falam em valores de uma campanha a prefeito.
Quanto?
A gente tá acostumado a fazer campanha para reitor com 30 mil reais.  O prefeito de Ilhéus mostrou o contracheque dia desses e daria R$ 600 mil, R$ 650 mil de salário em quatro anos. Eu não admitiria gastar metade disso em campanha. A única coisa que tenho para colocar na mesa é o meu currículo. Dinheiro, moeda, eu não tenho um centavo para colocar em política. Gastar aquilo que se ganha em 25 dias de pauleira…
Depois das conversas iniciais, já há sinalização clara sobre para onde ir?
Há partido que eu considero grande, mas temos outros de estrutura menor, porém, com capacidade de aglutinação. Tenho 37 anos de universidade, uma certa rodagem em relação a acomodar pessoas. Gosto de compartilhar trabalho, responsabilidade, mas também decisão. Ninguém consegue administrar Uesc sozinho. Prefeitura, então, nem sonhando. Mas teria que ter condição.

Não dá para nomear pensando em simpatia, mas eficiência produtiva.

E qual seria, além da capacidade de formar uma boa coligação?
Por exemplo, que não seja indicado apenas um nome para determinado cargo, mas vários. Não dá para nomear pensando em simpatia, mas eficiência produtiva.
O senhor conhece a realidade da prefeitura?
A gente sabe, conhece o orçamento, que é público. Dá para identificar alguns componentes de despesa, receita. Quanto a prefeitura arrecada com a taxa de iluminação? Quanto custa o serviço? Saber se a prefeitura está em dia, se permite retirar as três certidões [para firmar convênios, captar recursos]? Até dia 31, eu vou tomar minha decisão.

REITOR DA UESC PODE SER A NOVIDADE NA SUCESSÃO EM ILHÉUS

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O reitor da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Joaquim Bastos, tem convites de PMDB, PDT e PCdoB para disputar a prefeitura de Ilhéus em 2012.
Com exclusividade, o PIMENTA conversou com o reitor da Uesc há pouco. Joaquim afirma ter recebido convites de quatro partidos e antecipou que conversas se dão não apenas em solo ilheense, mas em Salvador e Brasília.
O reitor confirmou o interesse em ser candidato, mas antecipou que a decisão será tomada no dia 31 de agosto, quando então anunciaria a qual partido vai se filiar. “Terei mais um mês para definir, mas será neste dia”. O prazo de filiações para quem vai disputar eleição em 2012 termina em 30 de setembro, mas os partidos têm até 6 de outubro para entregar a relação de novos membros.
Professor da Uesc e próximo da aposentadoria, Joaquim avalia se disputar a prefeitura é algo que realmente queira aos 62 anos e tendo, caso eleito, mais quatro de vida pública. O PIMENTA publicará a íntegra da entrevista.
O reitor seria a novidade em um processo eleitoral em que velhas caras já se apresentaram, dentre elas o ex-prefeito Jabes Ribeiro.

OPOSIÇÃO DISCUTE 2012

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Representantes de oito partidos estão reunidos na sala de comissões da Câmara de Vereadores de Itabuna. Na pauta, as eleições de 2012.
O encontro tem a participação de nomes como Renato Costa (PMDB), Wenceslau Júnior e Luís Sena (PCdoB), Leninha (sem partido), Edson Dantas (PSB), Moacir Smith (PTB) e Ruy Porquinho (PRP).
Os partidos discutem cenários e propostas para a sucessão 2012.

QUEM DIRIA, HEIN?

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Marco Wense

Raimundo Vieira, sem dúvida o fernandista dos fernandistas, o fernandista-mor, é o grande responsável pelo namoro político entre os ex-prefeitos.

O ex-prefeito de Itabuna, Fernando Gomes de Oliveira, que já governou a cidade por quatro vezes, é a “noiva” mais cobiçada da sucessão de 2012.
O ex-patinho feio da política tupiniquim pode até escolher o noivo que achar mais interessante e atraente. Tem três opções: 1) Um magrinho de nariz alongado. 2) Um moreno com cabelos brancos. 3) Um jovem comunista.
E por falar na inusitada aproximação entre GS e FG, o aposentado marinheiro Raimundo Vieira tem uma difícil missão: uma audiência de Fernando Gomes com o governador Jaques Wagner.
Raimundo Vieira, sem dúvida o fernandista dos fernandistas, o fernandista-mor, é o grande responsável pelo namoro político entre os ex-prefeitos.

UFESBA

O vereador Wenceslau Júnior, do PCdoB, tem razão quando diz que a luta por uma universidade federal no sul da Bahia vem desde os tempos da política estudantil.
É óbvio que o parlamentar se refere a então Fespi, hoje Universidade Estadual de Santa Cruz, quando o edil participava do movimento pelo ensino público.
É bom lembrar que a turma do Partido Democrático Trabalhista, o PDT do saudoso Leonel Brizola, autor da famosa frase “A educação é a prioridade das prioridades”, também marcou presença em todas as reivindicações.
Na época, este modesto comentarista político, até hoje filiado ao PDT – meu primeiro e único partido –, exercia o cargo de presidente do Diretório Acadêmico de Direito, o DA de Direito.
Marco Wense é articulista da Contudo.

AS "PESQUISAS" E OS PREFEITURÁVEIS

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Marco Wense

Ninguém duvida que a primeira posição seja do PT, com o deputado Geraldo Simões ou Juçara Feitosa.

O disse-me-disse das pesquisas de intenção de voto, cada vez mais intenso na medida em que o ano eleitoral (2012) se aproxima, vai continuar.
Os boateiros de plantão, de todas as agremiações partidárias, a maioria remunerada pelos respectivos pré-candidatos a prefeito de Itabuna, não perdem tempo.
Todo fim de semana, começando na sexta-feira, tem, no mínimo, quatro pesquisas sobre a sucessão municipal: fulano na frente, beltrano logo atrás, cicrano em terceiro e deltrano como último colocado.
Não há nenhum problema com o fulano. Ninguém duvida que a primeira posição seja do PT, com o deputado Geraldo Simões ou Juçara Feitosa.
Outro ponto inquestionável é a diferença entre fulano e beltrano. Quando fulano é Geraldo Simões, beltrano fica mais distante. Quando é Juçara Feitosa, o segundo colocado fica mais perto.
O pessoal do prefeito Azevedo espalha que o chefe do Executivo é o beltrano. Discordando dos azevistas, a turma de Fernando Gomes diz que a segunda colocação é do ex-alcaide.
Os meninos do PCdoB, agora com o reforço do ex-petista e ex-geraldista Carlinhos Cardoso, apostam que um deles – Sena, Wenceslau ou Davidson Magalhães – é o beltrano.
Marilene Duarte (a Leninha da Autoescola), o vereador Claudevane Leite (o Vane do Renascer) e Roberto Barbosa (o Roberto Minas Aço) seriam os “deltranos” da sucessão municipal. Os últimos da fila.
Somente uma pesquisa séria, registrada na justiça eleitoral, realizada por uma empresa de reconhecida credibilidade, pode acabar com o disse-me-disse inerente ao processo político.
Marco Wense é articulista da Contudo.

A SUCESSÃO MUNICIPAL

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Marco Wense

Essa reação, externada de maneira incisiva, de que o PCdoB não é mais subserviente ao petismo, não quer mais o papel de coadjuvante, agrada também ao PSB e o PP.

As reações de Wenceslau Júnior, presidente do PCdoB de Itabuna, reafirmando candidatura própria na sucessão de 2012, têm provocado uma incontrolável euforia nos democratas (DEM).
Qualquer comentário de que o PCdoB não terá candidato, novamente apoiando o PT, é logo bombardeado pelos três prefeituráveis da legenda: Davidson Magalhães, Sena e Wenceslau.
Um racha na oposição, principalmente entre comunistas e petistas, é “a azeitona que faltava na empada do prefeito Azevedo”, costuma dizer um azevista de carteirinha.
Tem até correligionários com a opinião de que a reeleição de Azevedo depende mais da cisão oposicionista do que da realização de obras na periferia.
Essa reação, externada de maneira incisiva, de que o PCdoB não é mais subserviente ao petismo, não quer mais o papel de coadjuvante, agrada também ao PSB e o PP.
Com o PCdoB longe do PT, a indicação do candidato a vice na chapa encabeçada por Geraldo Simões seria disputada por socialistas e pepistas.  O empresário Roberto Barbosa, que preside o PP local, é um fortíssimo vice-prefeiturável.
O PT de Geraldo Simões não quer nem ouvir falar do médico Edson Dantas e do vereador Ricardo Bacelar como opções do PSB para uma composição na chapa majoritária.
Não é à toa que Ruy Machado, presidente da Câmara de Vereadores, trabalha para levar o colega Gerson Nascimento para o Partido Socialista Brasileiro.
Ruy Machado sabe que a coligação do PSB com o PT é favas contadas. A senadora Lídice da Mata, mandatária-mor do PSB, já decidiu que o partido deve apoiar o ex-prefeito Geraldo Simões.
De olho no segundo mandato, Ruy Machado, mesmo em outro partido, faria de tudo para emplacar o colega Gerson como vice de Geraldo. A contrapartida do edil seria o apoio a sua reeleição.
Para fazer frente ao ambicioso plano do presidente do Legislativo, alguns membros do diretório vão convidar o major Serpa para se filiar ao PSB, se tornando assim um vice-prefeiturável.
Pelo andar da carruagem, parece que o caminho da reconciliação entre petistas e comunistas é cada vez mais difícil. A tábua de salvação do PCdoB é o PMDB.
O PCdoB não pode lançar candidatura própria sem o imprescindível apoio do PMDB, sem o tempo que a legenda dispõe no horário eleitoral destinado aos partidos políticos.
Davidson Magalhães, por exemplo, não pode fazer uma campanha com alguns segundos na telinha. Uma campanha, digamos, enesiana, na base do “meu nome é Davidson”.
Marco Wense é articulista político.

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