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3 de junho de 2020 | 05:32 am

VANE: "ESTOU CONFORTÁVEL NO PRB"

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Por enquanto, Vane fica no PRB (Foto Pimenta).

Por enquanto, Vane fica no PRB (Foto Pimenta).

O prefeito Claudevane Leite quis dar um ponto final (ou de até breve) nas discussões sobre se vai ou não para o PT. Por meio de sua assessoria, Vane disse que está confortável no PRB e tem amigos no PT e em outros partidos:
– Estou confortável no PRB. Tenho amigos no PT, do qual fiz parte, como tenho no PCdoB, no PSD e em outros partidos, mas não está nos meus planos fazer qualquer mudança agora.
Por ora, Vane diz não pensar em mudar de legenda, pelo menos, pelos próximos seis meses. Ao mesmo tempo em que reafirma que fica no PRB, ainda dá pistas para qual legenda poderia ir. Se não o PT, para o PSD, do senador eleito Otto Alencar.
PCdoB é possibilidade remota por ser do arco de alianças e ter, no mesmo partido, o seu vice,Wenceslau Júnior, além do futuro suplente de deputado federal Davidson Magalhães.

CARNAVAL EM ITABUNA

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Caminhada Dilma 27.10.14 Foto www.pimenta.blog.br

Cerca de 11 mil pessoas fizeram “carnaval”, ontem, na Avenida do Cinquentenário, em Itabuna, para festejar a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT). Eleitores e políticos como o deputado federal Geraldo Simões, o vice-prefeito Wenceslau Júnior, o ex-vereador Luís Sena e o ex-presidente da Bahiagás e suplente de deputado Davidson Magalhães participaram da comemoração puxada por trio elétrico e a atração Minha Banda. A ausência notada foi a do prefeito de Itabuna, Claudevane Leite (PRB). Dilma venceu em Itabuna com 52,52% dos votos válidos.

"PORTAS DO PT ESTÃO ABERTAS PARA VANE"

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Everaldo diz que portas do PT estão abertas para retorno de Vane.

Everaldo diz que portas do PT estão abertas para retorno de Vane.

Everaldo Anunciação, presidente estadual do PT, confirmou o que este blog havia antecipado em junho. O partido escancarou as suas portas para o retorno do prefeito Claudevane Leite. “Essa definição, se vem ou não, vai ser muito pessoal, dele, de Vane. Ele foi vereador do PT, tem história de vida com o Renascer e possui plena identidade com o partido”, disse Everaldo em entrevista ao Difusora News, apresentado por Joel Filho e Ricardo Bacelar. “A hora que [ele] quiser retornar, as portas estão abertas”.
No entendimento de Everaldo, o PT pode ajudar muito Vane a “fazer uma coalizão pelo desenvolvimento de Itabuna”. No primeiro contato, o prefeito itabunense alertou que aquela era conversa, definição para depois da eleição de Rui Costa ao governo baiano.
Agora, as forças estão concentradas na reeleição de Dilma Rousseff à presidência da República. De acordo com Everaldo, Vane disse querer “virar o jogo para dar maioria a Dilma, para a gente garantir esses projetos [para Itabuna]”.
Everaldo, porém ressalta a necessidade de discussão interna, no PT municipal, “para não fraturar o partido, criar desarmonia”. O dirigente estadual diz que seu esforço e posicionamento pessoal é pelo retorno do prefeito ao partido. “Vane tem projeto coletivo”, acrescenta, concluindo que a conjuntura para 2016 dirá qual será o candidato da esquerda à prefeitura de Itabuna. No projeto eleitoral, Everaldo não deixou de citar um aliado antigo, o PCdoB.
Vane deixou o PT em 2011, após perceber que não teria espaço para disputar prévias e ser candidato a prefeito pelo partido. A legenda tinha como candidata posta a esposa do deputado federal Geraldo Simões, Juçara Feitosa. Vane filiou-se ao PRB e acabou eleito prefeito, superando o candidato à reeleição, Capitão Azevedo (DEM), enquanto Juçara terminou a disputa em terceiro lugar.

DIFICULDADES DE DILMA EM ITABUNA

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Dilma: dificuldades em Itabuna.

Dilma: dificuldades em Itabuna.

A campanha de Dilma Rousseff enfrenta problemas em Itabuna. Faltam carros de som e material de campanha, o que abre ainda mais espaço para o adversário. Parecendo alheios a tudo isso, alas do PT e aliados se desgastam em enfrentamentos.
Dentro do PT, grupos ligados a Geraldo Simões mantêm embates com a ala de Miralva Moitinho e do deputado Josias Gomes. Um quer provar que tem mais força que o outro.
De um lado, o grupo ligado à ex-presidente Miralva Moitinho reclama que o deputado federal Geraldo Simões tem programado atividades para o mesmo horário da majoritária – mas em locais diferentes. A leitura é que, por mais que se faça críticas, o PT itabunense é “geraldodependente”.
Do outro lado da peleja, geraldistas afirmam que a missão do grupo de Miralva é detonar o deputado não reeleito. A briga ainda tem outro componente, a foice do PCdoB, que engrossa, estrategicamente, o grupo de Miralva (leia-se Josias Gomes) nas críticas a Geraldo. Mais que isso, há resistência dos comunistas em irem às ruas com o 13 do PT, que é o número que quem vota em Dilma deve cravar nas urnas. Os comunistas preferem ir com a bandeira 65, número de legenda do PCdoB.
O “fogo amigo” consome o partido e afeta a campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff. Aecistas agradecem.

DAVIDSON: "PRECISAMOS REPACTUAR NOSSA ATUAÇÃO POLÍTICA NA REGIÃO”

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davidson - pimentaO comunista Davidson Magalhães não conseguiu se eleger deputado federal, mas avalia que os mais de 65 mil votos obtidos no dia 5 de outubro o credenciam a atuar como liderança no campo da esquerda no Sul da Bahia.
Nesta entrevista concedida ao PIMENTA, o ex-presidente da Bahiagás demonstra otimismo com a possibilidade de assumir uma cadeira na Câmara Federal, após a composição do governo Rui. Por enquanto, afirma que a prioridade é eleger Dilma Rousseff no segundo turno.
Sobre as sinalizações das urnas para Itabuna, onde Rui Costa perdeu, Davidson defende a reorganização das forças de esquerda em nome do “projeto maior”. Numa referência ao deputado federal petista Geraldo Simões, que não se reelegeu, o comunista diz que alguns líderes regionais precisam “calçar as sandálias da humildade”.
Leia abaixo os principais trechos:
PIMENTA – Como você analisa seu desempenho nas eleições?
Davidson Magalhães – Eu considero uma vitória, principalmente no contexto em que ocorreu esse processo eleitoral. Foi uma eleição bastante disputada, na qual houve uma queda de votos muito grande, e mais uma vez a região confirmou uma característica de pulverização de votos. Nós tivemos aqui muitos candidatos de fora sendo votados e isso reduziu muito a possibilidade de uma eleição concentrada. Terminou saindo do sul da Bahia, de novo, um único deputado federal eleito, o que é mais um prejuízo político para a região. Foi reduzido o número de deputados estaduais e não se ampliou o número de federais.
PIMENTA – Chegou-se a se ensaiar na cidade um movimento em defesa do voto regional…
DM – É um prejuízo porque ficam vários segmentos aqui fazendo o discurso do voto para fortalecer a região e na “hora H” esses mesmos segmentos, por interesses menos nobres, terminam contribuindo com a pulverização dos votos. Seguimos como uma região que tem uma pulverização de votos muito acentuada, o que termina por debilitar nossa representatividade política.
PIMENTA – Essa debilidade pode chegar ao ponto de comprometer projetos estruturantes sinalizados para o Sul da Bahia?
DM – Nossas duas principais cidades (Ilhéus e Itabuna) poderiam ter contribuído mais para o fortalecimento desse projeto regional, mas acabaram ficando extremamente prejudicadas. Nós poderíamos ter um desempenho melhor, o que teria como resultante uma maior consistência política, mas isso é algo que precisará ser superado. Como ganhamos o Governo do Estado, ele, que é o responsável por esses grandes investimentos, juntamente com o Governo Federal, deverá tratar desse problema. Inclusive, o sul da Bahia foi uma das regiões onde o governador eleito Rui Costa teve o menor desempenho, e isso exigirá uma atenção especial para permitir a retomada política da região.
PIMENTA – Como você vê essa vitória de Rui Costa no primeiro turno?
DM – Foi um demonstração definitiva do esgotamento do carlismo, que apostava suas penúltimas fichas no Paulo Souto e num desgaste do governo. Fizeram uma avaliação equivocada e mais uma vez perderam a eleição. Já são três eleições seguidas perdidas pelo carlismo e dessa vez o ACM Neto expôs sua condição de líder político e perdeu inclusive em Salvador. Ou seja, nós derrotamos a principal liderança da oposição e fizemos o senador, o que também demonstra um esgotamento do Geddel (Vieira Lima). A lição que nós tiramos é de que há uma avaliação positiva do governo Wagner e de um projeto em curso que está mudando a Bahia.
PIMENTA – Wagner sempre demonstrou acreditar na vitória de Rui…
DM – O governador sempre insistiu nisso nas reuniões com os partidos: vamos ganhar no primeiro turno. E a argumentação dele era muito sólida: “se comparar o que eles fizeram em 30 anos e o que fizemos em oito, nós damos um banho”. O povo soube ver e entender isso quando tivemos a oportunidade de expor os dados na campanha eleitoral. A diferença entre os dois governos de Paulo Souto e os dois de Wagner é abissal.
PIMENTA – Mas o Sul da Bahia e particularmente Itabuna indicaram não pensar da mesma forma.
DM – Em nossa região, é preciso “cair a ficha” para o que está acontecendo. Experimentaremos um desenvolvimento que tende a ser ampliado com a continuidade desse projeto político com Rui Costa. Isso vai permitir à região dar uma virada substancial a partir da implantação do Complexo Multimodal do Porto Sul.
PIMENTA – Já é possível apresentar um panorama de como ficará o tamanho das bases do governo e da oposição na Assembleia?
DM – As assembleias legislativas têm jogado um papel político muito pequeno na história brasileira, por isso eu acho que Rui não terá problema no relacionamento com o legislativo. Ficamos com a maioria da composição da Câmara Federal e acho que ganharemos a eleição presidencial, o que não põe em risco o projeto.
PIMENTA – Qual o tamanho do PCdoB após essas eleições?
DM – Nosso partido ampliou bastante o espaço político que ocupa na região. Em 2010, quando Wenceslau Júnior disputou o mandato de deputado estadual, teve 31.800 votos, e nós saímos agora com mais de 65 mil votos. É um saldo significativo, que indica uma acumulação de força política nesse período. A possibilidade inclusive de assumir o mandato é importante, já que essa lacuna que ficou na representação do sul Precisará ser preenchida. Nos governos estaduais, tradicionalmente, vários deputados são chamados para assumir cargos, tanto no governo federal quanto no estadual, e isso pode abrir um espaço de atuação política nossa na região.

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8 MIL CAMINHAM COM DAVIDSON E ALDENES

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Caminhada foi puxada pelos candidatos e o prefeito Claudevane Leite (foto Marcos Japu)

Caminhada foi puxada pelos candidatos e o prefeito Claudevane Leite (foto Marcos Japu)

Os candidatos a deputado federal Davidson Magalhães e a estadual Aldenes Meira, ambos do PCdoB, reuniram cerca de 8 mil pessoas em uma caminhada que parou Itabuna na tarde desta quinta-feira (2). A mobilização começou no Jardim do Ó, percorreu toda a Avenida do Cinquentenário e a Juracy Magalhães, terminando com um ato público na praça do bairro de Fátima.
O prefeito Claudevane Leite (Vane) acompanhou os candidatos ao longo da caminhada, que teve ainda a participação de um pequeno grupo de apoiadores do professor e sindicalista Rui Oliveira, também do PCdoB e candidato a deputado estadual.
No ato realizado no bairro de Fátima, Vane não deixou de mencionar a chapa majoritária e defendeu a continuidade. Segundo o prefeito, “2014 foi um ano histórico para Itabuna, por conta da instalação da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB)”. Ele também citou o anúncio da retomada das obras da barragem do Rio Colônia e afirmou que “os recursos para a duplicação da rodovia Ilhéus – Itabuna já estão assegurados”.
Evento empolgou a militância (foto Marcos Japu)

Evento empolgou a militância (foto Marcos Japu)

Davidson e Aldenes bateram na tecla da necessidade de fortalecer a representação sul-baiana na Assembleia e na Câmara Federal. Segundo os dois candidatos, a região já perdeu diversas oportunidades por ser “sub-representada”.
A caminhada chamou atenção pela quantidade de participantes, que superou de longe o número que em setembro compareceu a evento semelhante promovido pela chapa da oposição em Itabuna. Na mobilização oposicionista, mesmo com a presença dos candidatos a presidente, Aécio Neves, e ao governo do estado, Paulo Souto, o número de pessoas não chegou a 2 mil.

PC DO B AGITA A MILITÂNCIA

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Aldenes e Davidson querem contar com a força dos militantes na reta final (foto Marcos Japu)

Aldenes e Davidson querem contar com a força dos militantes na reta final (foto Marcos Japu)

Os candidatos do PCdoB a deputado federal e estadual, com base no sul da Bahia, preparam uma grande arrancada para esses últimos dias da campanha eleitoral. A estratégia de Davidson Magalhães (federal) e Aldenes Meira (estadual) será deflagrada nesta segunda-feira, dia 22, às 17 horas, com uma plenária no Grapiúna Tênis Clube, em Itabuna.
A intenção dos candidatos é envolver a militância, utilizando uma força de mobilização que os partidos à esquerda ainda possuem. A ordem dos comunistas é aproveitar todos os espaços e gastar sola de sapato para comemorar no dia 5 de outubro.

TVI ENTREVISTA CANDIDATOS A DEPUTADO

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Aldenes foi entrevistado hoje por Ramiro Aquino (foto Divulgação)

Aldenes foi entrevistado hoje por Ramiro Aquino (foto Divulgação)

A TV Itabuna realiza uma série de entrevistas com candidatos a deputado estadual com base no sul da Bahia. As conversas são conduzidas pelo jornalista Ramiro Aquino, no programa “Cidade Já”, transmitido ao vivo de segunda a sexta, às 7h3o da manhã (com reprise às 13h e às 18h30), também pela internet. O objetivo da emissora é concluir a bateria de entrevistas até o dia 21.
Nesta quinta-feira (18), o entrevistado foi o candidato a deputado estadual Aldenes Meira (PCdoB), que mais uma vez defendeu a necessidade de fortalecer a representação regional na Assembleia Legislativa.

DILMA E RUI UNEM PT E PCdoB EM ITABUNA

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Flávio Barreto (à esq.) e Wenceslau Júnior (centro) em atividade neste sábado, na Cinquentenário.

Flávio Barreto (à esq.) e Wenceslau Júnior (centro) em atividade neste sábado, na Cinquentenário.

As eleições à presidência e ao governo baiano, além da disputa ao Senado, levaram às ruas PT e PCdoB em Itabuna neste sábado (30). A novidade é que, depois das arestas de 2012, os dois partidos caminharam juntos na Cinquentenário em atividade “de última hora”.
Vice-prefeito de Itabuna e coordenador das campanhas proporcionais no sul da Bahia, Wenceslau Júnior, posou para fotos ao lado do presidente do PT itabunense, Flávio Barreto. Os dois partidos e legendas aliadas traçam estratégias para alavancar os nomes de Dilma Rousseff (presidente), Rui Costa (governador) e Otto Alencar (senador) em Itabuna, onde a campanha do ex-governador Paulo Souto (DEM) foi para as ruas bem mais cedo.
Apoiadores de candidaturas de Davidson, Aldenes, Geraldo e Thiago Simões nas ruas hoje.

Apoiadores de candidaturas de Davidson, Aldenes, Geraldo e Thiago Simões nas ruas hoje.

PÉ DE GUERRA NO CENTRO ADMINISTRATIVO

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Cleide Oliveira marcou reunião no quintal do PCdoB e enfrenta a zanga dos angelistas

O “bicho pegou” na manhã desta sexta-feira (22) no primeiro escalão do governo Claudevane Leite (PRB), prefeito de Itabuna.
No início da semana, o gestor municipal convocou os ocupantes de cargos comissionados para uma reunião, com o objetivo de reforçar o pedido de apoio aos candidatos de seu grupo político. O problema foi o local escolhido para o encontro.
A reunião, marcada para logo mais, às 14h30, ocorrerá no auditório do Sindicato dos Comerciários, terreno demarcado e comandado pelo PCdoB, um dos partidos da base, que tem na disputa dois candidatos: Aldenes Meira (deputado estadual) e Davidson Magalhães (deputado federal).
Como há divisões no grupo do prefeito, no qual há cabos eleitorais de outros candidatos, teve gente indo pra cima da secretária de Governo, Cleide Oliveira, justamente a pessoa que agendou a reunião dos comissionados e escolheu o local.
Segundo informações dos bastidores, o secretário da Fazenda, Marcos Cerqueira, e o controlador geral Otto Matos, ligados à deputada estadual Ângela Sousa (PSD) e ao federal Márcio Marinho (PRB), trabalham para vetar o encontro, caso seja mantido o Sindicato dos Comerciários como local de sua realização.
O clima é tenso na “cozinha” do prefeito.

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