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24 de fevereiro de 2020 | 08:13 pm

PDT OSCILA ENTRE DILMA E EDUARDO CAMPOS

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Do Blog do Josias
Dilma Rousseff joga na reforma ministerial de 2013 a sorte da coligação de 2014. A chance de perder aliados cresce na proporção direta da sua capacidade de colecionar desafetos. Sócio de médio porte do condomínio governista, o PDT já oscila entre Dilma e o neopresidenciável Eduardo Campos.
Presidente do PDT federal, Carlos Lupi tornou-se um governista de dois gumes. Negocia com Dilma ao mesmo tempo em que flerta com o PSB de Campos. Longe dos refletores, informa que, desatendido por uma, não deixará de considerar a hipótese de associar-se ao outro.
Para Dilma, o PDT está representado na Esplanada pelo deputado Brizola Neto, ministro do Trabalho. Expurgado dessa pasta na pseudofaxina de 2011, Lupi discorda. Alega que o neto de Leonel Brizola virou ministro por vontade de Dilma, não por indicação do partido. Quer manter o ministério. Mas com outro ministro.
Além da fisiologia de Lupi, um pedaço do PDT nutre simpatias por Eduardo Campos por razões menos inconfessáveis. Parte da legenda enxerga no governador pernambucano uma alternativa à hegemonia exercida por PT e PMDB.
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NILO REJEITA POSTO DE VICE

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Deputado pede passagem na corrida sucessória

O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Marcelo Nilo (PDT), concedeu entrevista nesta quinta-feira, 14, à Rádio Sociedade, e declarou que não existe a menor possibilidade dele aceitar o posto de candidato a vice numa chapa governista em 2014. A intenção do pedetista é ser o escolhido como postulante à sucessão de Jaques Wagner (PT).
“Não existe a menor possibilidade de eu ser vice, não é o meu estilo e não quero ser vice”, afirmou o deputado.
Nilo deixou claro que, apesar da disposição do PT de lançar um nome do partido à disputa, o PDT também trabalhará para se viabilizar no processo sucessório.
A briga promete.

VANE E O PC DO B

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marcowenseMarco Wense

O alimento da oposição vem do próprio governo, que deixa prevalecer a impressão de que as coisas estão acontecendo sem o conhecimento do prefeito. Coisas também esquisitas.

O prefeito de Itabuna, Claudevane Leite, ex-petista, hoje no PRB, partido controlado pela Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), reconhece a importância do PCdoB na sua eleição.
Desde o início da campanha, já como pré-candidato, Vane sabia que sua caminhada rumo ao cobiçado Centro Administrativo só teria êxito com o apoio da legenda comunista.
Não à toa que Vane descumpriu o acordo firmado na frente partidária, quando aceitou Wenceslau Júnior como vice em detrimento da professora Acácia Pinho (PDT).
Os acólitos de Vane não estão circunscritos aos camaradas, como se as lideranças de outras agremiações partidárias não tivessem nenhuma participação na sua vitória.
A opinião de que o governo Vane é dependente do PCdoB é, no mínimo, intempestiva. Tem como escopo criar um problema político que não existe.
Aliás, esse discurso de que o governo fica na “orfandade” se romper com o PCdoB é o preferido da oposição, aí representada pelo PT de Geraldo Simões.
É bom lembrar que Jaques Wagner já sinalizou que o prefeito Vane é um aliado. O republicanismo do governador não permite um puxão de orelha no ex-alcaide.
Vane não vai entrar no jogo dos adeptos do “quanto pior, melhor”. De um oposicionismo que torce por uma crise administrativa acompanhada com instabilidade política.
O alimento da oposição vem do próprio governo, que deixa prevalecer a impressão de que as coisas estão acontecendo sem o conhecimento do prefeito. Coisas também esquisitas.

MARCELO NILO DIZ QUE OTTO SERÁ CANDIDATO A GOVERNADOR

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Otto é candidato, segundo Marcelo Nilo.

Otto é candidato, segundo Marcelo Nilo.

O deputado estadual Marcelo Nilo (PDT), que busca o quarto mandato na Assembleia Legislativa, assim como uma vaga majoritária na sucessão estadual, surpreendeu ao destacar que apesar de o vice-governador e secretário de Infraestrutura Otto Alencar negar a intenção de concorrer em 2014, o presidente do PSD na Bahia estaria decidido a entrar na disputa.
“Óbvio que ele [Otto] será candidato. Ele tem uma estratégia diferente, não tenho a menor dúvida. Mas ele só será candidato se tiver apoio de Jaques Wagner”, enfatizou na segunda-feira (14/01), em entrevista à Rádio Metrópole.
Após a declaração, Nilo, cujo partido, inclusive, já oficializou a pretensão de entrar na disputa, resolveu minimizar o discurso quando questionado sobre a sua candidatura.
Segundo ele, da mesma forma que Otto, só será candidato a governador se puder contar com o apoio de Wagner. Otimismo, no entanto, não lhe falta. O pedetista assegurou que está “criando condições” para conseguir o apoio do petista.
Do IG Bahia/TB

O PT E A SUCESSÃO DE 2016

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Marco Wense

Para os geraldistas, o antigeraldismo está ansioso para participar do governo Vane. Conta com o aval de Miralva Moitinho, presidenta do diretório, e com o endosso do deputado federal Josias Gomes.

O prefeito eleito Claudevane Leite (PRB) nem tomou posse e já vem esse Marco Wense com seus devaneios sobre a sucessão municipal de 2016.

O caro leitor, independente de sua condição intelectual, de gostar ou não de política, tem todo o direito de achar que o comentário de hoje é ridículo, inoportuno e intempestivo.

Mas não é. Política é um processo de vários e interligados atos. E o primeiro ato importante do PT, visando o pleito de 2016, é a eleição para a presidência do partido.

Não é à toa que o deputado Geraldo Simões quer o comando da legenda para uma pessoa de sua inteira confiança, como a militante, companheira e esposa Juçara Feitosa.

Correligionários bem próximos do parlamentar são da opinião de que o PT só terá candidatura própria se o partido continuar sob o controle de Geraldo Simões.

Para os geraldistas, o antigeraldismo está ansioso para participar do governo Vane. Conta com o aval de Miralva Moitinho, presidenta do diretório, e com o endosso do deputado federal Josias Gomes.

Participar do governo do prefeito eleito é assumir o compromisso de apoiá-lo na sua natural pretensão de buscar o segundo mandato via instituto da reeleição.

O governador Jaques Wagner, cansado e ressabiado com três derrotas consecutivas, não criaria nenhum obstáculo para uma possível aproximação entre o PT e o governo Vane.

Portanto, caro leitor, não há devaneios e, muito menos, elucubrações no comentário de hoje. O processo sucessório de 2016 já começou, pelo menos no petismo de Itabuna.

COBRANÇA JUSTA

A executiva estadual do PDT, sob a batuta do gaúcho Alexandre Brust, cobra de Jaques Wagner mais espaços no governo. Espaço é sinônimo de cargos.

O PDT apoiou a reeleição do petista em 2010. A contrapartida foi proporcional ao fraco desempenho da legenda na eleição de 2008: oito prefeitos, alguns vice-prefeitos e poucos vereadores.

Agora, na sucessão de 2012, a legenda brizolista elegeu 43 chefes de Executivo, 31 vice-prefeitos e 373 vereadores. A cobrança faz sentido. É mais do que justa.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

REPUBLICANISMO FILOSÓFICO

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Marco Wense

Quando questionado sobre o deputado Marcelo Nilo, que quer continuar como presidente da Assembleia Legislativa pela quarta vez consecutiva, Wagner lançou mão de um republicanismo, digamos, filosófico.

O governador Jaques Wagner, em entrevista ao jornal A Tarde, admitiu o impacto das greves dos professores e da Polícia Militar nos resultados das eleições.

O governador disse o que muitos petistas queriam dizer, mas não tiveram coragem. Ou seja, que as greves contribuíram para a derrota de alguns candidatos da base aliada.

Wagner também declarou que é contra a eternização dos políticos no poder: “O político tem que ser profissional no sentido de ser competente, mas não pode ter na política um emprego”.

Quando questionado sobre o deputado Marcelo Nilo, que quer continuar como presidente da Assembleia Legislativa pela quarta vez consecutiva, Wagner lançou mão de um republicanismo, digamos, filosófico.

Para não atritar com Nilo, que é do PDT, partido da base aliada, Wagner respondeu que é contra a eternização filosoficamente falando. Que faz política e não filosofia. Uma saída politicamente perfeita.

MEDO DAS RUAS

Alguns deputados, por enquanto só federais, vêm defendendo o fim das carreatas, das caminhadas, da distribuição de santinhos, do corpo a corpo, dos palanques e de tudo que possa afastar o político do eleitor.

Os filhotes da ditadura, como diria Leonel Brizola, querem o retorno do famigerado colégio eleitoral e da indicação biônica para prefeitos e governadores.

Os inimigos da democracia, saudosistas do regime autoritário, têm nojo do contato físico com o eleitor. Querem distância do povão de Deus.

EXPRESSÕES LATINAS

Algumas expressões latinas são aterrorizantes para a maioria dos políticos, como, por exemplo, Voluntas sceleris e Vita anteacta, que significam, respectivamente, vontade de praticar o ato criminoso e vida pregressa.

Outras, no entanto, até que ajudam quando os políticos estão enroscados com a justiça. Quando o assunto é o mensalão, José Dirceu apela para a Probare oportet, non sufficit dicere (Dizer não é suficiente, é preciso provar).

Joaquim Barbosa, eminente ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), é ardoroso seguidor da expressão Dura Lex, sed Lex. A lei é dura, mas é lei.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

WAGNER, GERALDO E O PT

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Marco Wense 

A verdade é filha do tempo. E o tempo, como senhor da razão, vai mostrar que os seguidos erros de Geraldo Simões – alguns até infantis – podem levá-lo para o isolamento político.

O governador Jaques Wagner faz um esforço sobrenatural para entender o político Geraldo Simões. Fica mais abismado quando compara o Geraldo de ontem com o Geraldo de hoje.

O irreverente jornalista Eduardo Anunciação diria que o Geraldo Simões de priscas eras, na época de “minha pedinha”, é o oposto do Geraldo Simões de agora.

Anunciação, comentarista político do Diário Bahia, tem razão quando diz que GS “está precisando com urgentíssima-urgência perceber alguns episódios, alguns erros, alguns fatos, falhas”.

Wagner também não entende como é que Geraldo Simões consegue, concomitantemente, se atritar com as legendas da base aliada, suas respectivas lideranças e com os próprios companheiros.

Das agremiações partidárias de maior expressão, obviamente do cenário baiano, apenas o PSB e o PDT de Acácia Pinho acompanharam a então candidata Juçara Feitosa na última sucessão municipal.

O fato de Juçara ser a suplente da senadora Lídice da Mata, que é a comandante-mor do PSB, contribuiu para que petistas e socialistas ficassem no mesmo palanque.

O PSB, no entanto, assim como o PDT, ficou dividido entre as candidaturas de Juçara e Vane do Renascer. A ala histórica do brizolismo grapiúna decidiu pelo apoio ao candidato do PRB.

Vale ressaltar que Acácia Pinho foi protagonista de uma enxurrada de discursos contra o capitão Azevedo e Geraldo Simões. A neopedetista pregava o fim da “mesmice”, aí incluindo o ex-prefeito Fernando Gomes.

Ao romper com a frente partidária, que terminou optando por Wenceslau Júnior como vice de Vane, Acácia se aproximou do capitão Azevedo com o intuito de integrar a chapa majoritária.

O comando estadual do PDT daria o aval para a estranha aliança, já que todas as pesquisas de intenção de voto apontavam Azevedo em uma posição confortável. Sua reeleição era considerada como favas contadas.

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ROSEMBERG FILOSOFA

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Candidato à presidente da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) faz a chamada política de boa vizinhança com o atual presidente Marcelo Nilo (PT), que parte para o tetra.

Segundo Rosemberg, a candidatura não é contra Nilo, mas a favor da democracia. Diz que tanta reeleição é ruim até para quem é pretensamente beneficiado. “Quem fica numa posição muito tempo acaba se fragilizando. O poder dá musculatura, mas também consolida fragilidades”, filosofa o petista.

O problema, para ele, é convencer seus pares. Até mesmo dentro do PT a candidatura de Nilo tem simpatizantes.

O BALANÇO DOS PARTIDOS APÓS AS ELEIÇÕES NA BAHIA

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Em números absolutos, o Partido dos Trabalhadores sai vitorioso das eleições municipais de 2012 na Bahia. A sigla elegeu o maior número de prefeitos no estado, com vitória em 93 municípios. Presidido no estado pelo vice-governador Otto Alencar, o recém-criado PSD é o segundo colocado, com 73 prefeitos eleitos, seguido pelo PP, legenda do atual prefeito da capital baiana, João Henrique, com 52 gestores.

O DEM ocupa a 10ª posição no ranking de prefeituras conquistadas nas urnas este ano: foram nove – mesmo número alcançado pelo PSDB. Mas o Democratas derrotou o PT nos dois maiores colégios eleitorais do estado: Salvador, com ACM Neto e Feira de Santana, com José Ronaldo. Aliado do DEM na capital, o PMDB é o quarto colocado com 44 prefeituras, seguido de perto pelo PDT do presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, deputado Marcelo Nilo, que elegeu 43 gestores.

O PSB da senadora Lídice da Mata fez 28 prefeitos na Bahia e o PCdoB da vereadora e ex-candidata a vice-prefeita de Salvador Olívia Santana saiu vitorioso em 13 municípios. Informações do Bahia Notícias.

CONVENÇÃO DEFINE CHAPA GUIMA-JUNINHO

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Guima fala em novo modelo de gestão.

Claudionor Júnior, do PMN, será o candidato a vice-prefeito de Buerarema na chapa de Guima Barreto, do PDT. O nome foi confirmado em convenção realizada no final de semana e que atraiu mais de mil pessoas à Avenida Paulo Portela. Guima tentará a prefeitura da Velha Macuco pela segunda vez. A coligação terá, além de PDT e PMN, PMDB, PSC, PTB, PR e PSB.

A convenção também reuniu representantes do governo baiano, como Fernando Filgueiras, da CAR, e Paulo Roberto Reis, do Inema, além do empresariado, como Paulo César Ganem, da Associação Comercial de Buerarema. Guima diz que o povo quer a mudança em Buerarema e a coligação reúne partidos e forças suficientes para propor um novo modelo de governar.

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