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16 de maio de 2021 | 12:57 am

PETS E ANO NOVO, COMO LIDAR COM FOGOS DE ARTIFÍCIO

Tempo de leitura: 2 minutos

A água deve ficar sempre disponível, mas a alimentação deve ser retirada horas antes da queima de fogos, para que não haja complicações como torção gástrica e vômitos.

Hannah Thame || hannahthame@hotmail.com

É importante que os animais estejam identificados, se possível com coleiras com o nome e telefone do proprietário, para que, no caso de fuga, ele seja identificado e devolvido aos proprietários;

Se o proprietário for sair e precisar deixar o animal sozinho, é muito importante que o animal fique dentro da casa, em um compartimento com o cheiro do dono, um lugar onde ele possa se esconder, com as janelas e portas fechadas, luz ligada e, se possível, deixar alguns brinquedos e objetos que os animais gostem. É importante retirar objetos que possam ser derrubados no ambiente em que ele ficará, principalmente os objetos cortantes e de vidro;

Caso o dono fique em casa, ele pode também ficar próximo do animal e tentar chamar a atenção pra algo que seja bom ao animal, como um petisco ou brinquedo que goste, é importante que não se demonstre medo para o animal. O proprietário também pode fazer o que foi dito no caso de o animal ficar sozinho em casa;

A água deve ficar sempre disponível, mas a alimentação deve ser retirada horas antes da queima de fogos, para que não haja complicações como torção gástrica e vômitos;

Não deixar o animal preso em coleiras, pois dependendo da reação do animal, ele pode se machucar ou até mesmo se enforcar.

A técnica da amarração em tecido, muito difundida atualmente, pode funcionar, pois faz com que o animal se sinta abraçado. Mas é necessário executar a amarração com cautela, sempre com um pano macio e maleável, que o animal consiga se movimentar sem problemas.

É importante não deixar nenhuma ponta do pano pendurada para que não tenha a possibilidade de alguém ou o próprio animal pisar ou se prender em algo. Há vários tutoriais e cartazes na Internet que explicam como a amarração é feita, por onde deve passar e tudo mais. Lembrando que a técnica pode ajudar a amenizar o medo do animal, mas não vai fazer desaparecer esse medo.

Hannah Thame é médica veterinária e mestre em Ciência Animal com ênfase em Sanidade Animal pela Uesc e diretora do Centro de Especialidades Veterinárias em Vitória da Conquista.

TUTORES DE ANIMAIS DEVEM FICAR ATENTOS AO USO DE PRODUTOS DE LIMPEZA NO LAR

Tutores devem ter cuidados no uso de produtos de limpeza e higiene || Foto Fabio Rodrigues Pozzebom/AB
Tempo de leitura: 3 minutos

Neste momento em que o mundo enfrenta a pandemia da covid-19, a preocupação com a limpeza da residência para evitar a proliferação do vírus se intensificou. Os produtos utilizados são diversos, mas é preciso estar atento quando se tem um animal de estimação em casa.

No país, há pelo menos 141,6 milhões de animais de estimação nos lares. Desses, segundo o Instituto Pet Brasil, 55,1 milhões são cachorros e 24,7 milhões, gatos.

Há ainda as aves (40 milhões), peixes (19,4 milhões) e os répteis e pequenos mamíferos (2,4 milhões). Por isso, é necessário tomar cuidado, já que produtos tóxicos aos animais podem até causar a morte.

Segundo o médico veterinário e presidente da Comissão de Clínicos de Pequenos Animais do Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo (CRMV-SP), Márcio Mota, os produtos mais indicados para a limpeza geral da casa e a desinfecção são o hipoclorito de sódio diluído (na medida de uma parte para dez), detergente neutro ou uma solução de amônia quaternária, que pode ser encontrada em pet shops.

A terceira opção já é testada, sendo muito usada em clínicas, hospitais e consultórios veterinários, justamente por promover a limpeza sem oferecer riscos aos bichos.

“Todos esses produtos são efetivos contra o novo coronavírus. Com eles não se agride as patinhas, nem a pele. Temos que lembrar que os bichinhos deitam no chão e às vezes têm alguns problemas de pele por conta de produtos de limpeza. É preciso evitar os desinfetantes de modo geral e produtos muito fortes. E sempre lembrar de armazenar em um local onde o animal não alcance, porque o cheiro pode atrair os animais que podem até ingerir o líquido, resultando em intoxicação, gastrite ou uma lesão gastrointestinal severa, até com queimaduras”, explicou.

O tutor deve ainda ficar atento aos sinais de uma possível ingestão de algum produto. Segundo o médico veterinário, quando ocorre a ingestão, normalmente o pet começa a salivar bastante, alguns vomitam ou tem diarreia (ambos com sangue), o que sinaliza intoxicação.

Na pele podem ocorrer alergias, com uma coceira muito forte e áreas avermelhadas, além do incômodo, que o animalzinho demonstra lambendo ou ficando muito inquieto.

As manchas podem ser observadas principalmente na região da barriga, do ânus e patinhas, que incham. “Aí é sinal de que tem alguma coisa errada e precisa procurar um médico veterinário para examinar e medicar”, ensina.

PASSEIO NA RUA

Uma das preocupações dos tutores é com os passeios na rua, já que, apesar de não pegarem nem transmitirem o novo coronavírus para o ser humano, os animais podem carregar o vírus nas patas e nos pelos e levá-lo para dentro de casa. Por isso, Mota ressaltou que é preciso fazer a higiene do cachorro todas as vezes em que ele for levado à rua.

Nesse caso é importante nunca usar o álcool gel, nem o álcool 70º no animal, porque ambos podem causar queimadura nos coxins, parte inferior da pata, e que ficam em contato com o chão (conhecidos popularmente como almofadinhas).

“O que temos recomendado é a solução de hipoclorito de sódio a 0,1%, que pode ser manipulada em um spray para borrifar e limpar depois com um lencinho. Pode-se ainda pedir para manipular a solução de hipoclorito em um lencinho umedecido e aí passa no pelo, pata e na parte traseira onde ele senta. Pode-se ainda usar a clorexedina ou o detergente neutro. Se for lavado, sempre enxaguar e secar muito bem para não deixar resíduo do produto”, afirmou.

Para os banhos, Mota indicou que os tutores procurem fazer em casa, mas, se não for possível, sempre levar em locais de confiança, que estão seguindo à risca todas as regras de biossegurança preconizadas pelo CRMV, Ministério da Saúde e órgãos responsáveis.

“Atentar para que o profissional que está dando o banho esteja de luva e máscara. Para quem vai usar o táxi dog, verificar a higienização das gaiolinhas. Mesmo assim, vale a pena limpar as patinhas na volta do banho e tosa”, disse o médico veterinário.

GATOS

Mota lembrou ainda que os gatos que saem para a rua também precisam ser higienizados quando voltam para casa.

Segundo ele, o ideal seria não deixar os felinos saírem sozinhos para passear, mas se não houver alternativa, é preciso higienizá-los da mesma maneira que é feita com os cães.

“É um pouco mais difícil porque às vezes o gato é mais arredio. O melhor é mesmo não deixar sair nesse e em nenhum período, porque, a partir do momento em que domesticamos o animal e ele é da nossa casa, ele não deve ficar perambulando por aí para não pegar nenhuma doença de gato ou não trazer o coronavírus”.

CEV COMPLETA UM ANO E DIRIGENTES FALAM EM AMPLIAR SERVIÇOS

Os médicos Hannah e Alex comemoram um ano de CEV em Conquista
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Uma comemoração que reuniu veterinários, clientes e pets marcou o primeiro aniversário do Centro de Especialidades Veterinárias (CEV), em Vitória da Conquista. Eles foram recepcionados pelos diretores, os médicos veterinários Alex Gonçalves e Hannah Thame, que fizeram questão de agradecer pela receptividade do empreendimento em Conquista e região.

“Foi um ano de aprendizado e também de consolidação da CEV e a nossa meta é continuar focando na qualidade e na ampliação do atendimento, sempre fazendo com que os pets e seus proprietários sintam-se num ambiente de profissionalismo, mas também de amor”, disse doutor Alex.

A doutora Hannah destacou que a confiança dos clientes que trazem os animais à clínica, “com um tratamento de excelência e muito carinho, reforça a certeza de que estamos no caminho certo”. E afirma: “A expectativa é agregar novos serviços ao CEV, valorizando sempre o bem-estar dos animais. Somos muito gratos a Vitória da Conquista, que nos recebeu de braços abertos”, disse.

ATENDIMENTO E ESTRUTURA

Os clientes fizeram questão de destacar o atendimento do CEV. “Todos os animais que eu trouxe à clínica foram muito bem tratados. O ambiente é muito agradável, tanto para os pets como para seus proprietários”, disse Flávia Ribeiro Novaes. “O Dr. Alex e a Dra. Hannah são excelentes profissionais e a estrutura é muito boa. O CEV é nota dez”, afirma Tânia Falcão.

Entre os atendimentos oferecidos pelo Centro de Especialidades Veterinárias estão tratamento de felinos, fisioterapia e reabilitação animal, acupuntura, dermatologia, ultrassonografia e oftalmologia, além de atendimento clínico geral, consultas, vacinas e exames laboratoriais. O Centro de Especialidades Veterinárias fica localizado na Avenida Expedicionários, 668, bairro Recreio, próximo à Pracinha do Gil.

MÉDICA VETERINÁRIA ALERTA PARA CUIDADOS COM GATOS E CÃES NO VERÃO

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Hannah Thame chama a atenção para o cuidado com os pets no verão

O verão é uma época que exige muito cuidado com os cães e gatos. É uma estação que causa incômodo especialmente em animais com muitos pelos, que costumam sofrer com as altas temperaturas.

A médica veterinária Hannah Thame, do Centro de Especialidades Veterinárias em Vitória da Conquista, dá algumas dicas de cuidados com os pets na estação mais quente do ano.

Entre essas dicas estão manter a água que eles consomem sempre fresca, oferecer uma alimentação balanceada, usar protetores solares nos pets, não exagerar nos exercícios, mantê-los em locais bem ventilados, tosados ou escovados, dar banhos mais regulares e ficar atentos aos sinais de cansaço ou desconforto.

“Pets são pacotinhos de amor embrulhados em pelos e precisam ser tratados com amor e carinho, num ambiente saudável e acolhedor”, diz a veterinária.

ITABUNA ESPERA VACINAR 30 MIL ANIMAIS

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Gatos e cães com mais de 3 meses devem receber a vacina contra a raiva (foto Pedro Augusto)

Gatos e cães com mais de 3 meses devem receber a vacina contra a raiva (foto Pedro Augusto)

Começa amanhã (30) a primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação Antirrábica, que em Itabuna projeta imunizar 30 mil animais, entre cães e gatos. Para quem mora na zona urbana, a vacina estará disponível no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), no bairro Antique, e na Unidade de Saúde José Maria de Magalhães Neto (antigo Sesp), no Centro. O atendimento ocorre das 8 às 17 horas, de segunda a sexta-feira.

A cobertura na zona rural será feita por equipes volantes, que visitarão casas e fazendas. Segundo o veterinário Samir Hage, podem receber a vacina os cães e gatos a partir dos três meses de idade. No “Dia D de Combate à Raiva Animal” (16 de abril), a antirrábica estará disponível em todas as unidades de saúde do município, informa o secretário municipal da Saúde, Paulo Bicalho.

Em abril e maio, Itabuna também fará parte da campanha de vacinação contra a gripe influenza tipo A (H1N1), que começa a assustar a população de alguns estados. A cidade já enfrenta um surto de arboviroses relacionadas ao mosquito Aedes aegypti.

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