skip to Main Content
12 de abril de 2021 | 10:32 am

ITABUNA: RONALDÃO SERÁ O LÍDER DA BANCADA DO PL NA CÂMARA

Vereador Ronaldão com o presidente do PL de Itabuna, Fernando Netto
Tempo de leitura: < 1 minuto

O vereador Ronaldão assumiu hoje (18) a liderança da bancada do PL na Câmara de Itabuna. O comunicado foi feito pelo presidente do partido no município, Fernando Netto. “Ronaldão tem credibilidade, além de larga experiência legislativa, representa a identidade do Partido que é de independência em relação ao Governo Municipal”, disse Fernando.

Reforçando a postura de independência, Fernando diz que a bancada não irá barganhar cargos e buscar interesses pessoais. “Queremos o benefício da nossa cidade e do seu povo. O partido irá cumprir seu papel, contribuindo para os acertos, fiscalizando e cobrando os erros da gestão”, completou, afirmando que o posicionamento está alinhado com o presidente estadual da legenda, José Carlos Araújo.

Além do vereador Ronaldão, a bancada do PL é composta por Sivaldo Reis, vice-presidente da Casa, e Gilson da Oficina. O PL disputou a eleição majoritária municipal com o ex-prefeito Capitão Azevedo. AO PIMENTA, Netto diz que o posicionamento do partido é de independência em relação ao governo municipal e não de oposição, pois é preciso pensar em Itabuna.

ITABUNA: CAPITÃO AZEVEDO CONFIRMA ROBERTO MINAS AÇO NA VICE

Tempo de leitura: < 1 minuto

O pré-candidato a prefeito de Itabuna pelo PL, Capitão Azevedo (PL), confirmou o empresário Roberto Minas Aço (PP) como candidato a vice-prefeito em sua chapa na disputa pela prefeitura do município. O anúncio foi feito neste domingo (13).

Para Azevedo, a escolha de Minas Aço é uma aposta para o desenvolvimento da cidade, principalmente na geração de emprego e renda para toda população. “Nós temos que resgatar a liderança regional, fazendo alianças para agregar e para fazer com que o município se desenvolva, principalmente com foco na geração de emprego e renda pós-pandemia, onde iremos apresentar para a população um novo projeto, com uma equipe de governo capacitada e disposta a colocar nosso querido município nos trilhos do desenvolvimento por meio da minha experiência administrativa, e integrando o poder público ao privado”, afirmou.

Ainda segundo ele, o Progressistas foi fundamental para a formação da aliança em que disputará o pleito municipal. “Estamos construindo uma base forte para vencer as eleições e contamos muito com o apoio do PP estadual, principalmente do vice-governador João Leão, do secretário-geral do partido, Jabes Ribeiro, e do deputado Estadual Eduardo Salles, já que trouxeram muitos recursos para Itabuna e com certeza essa relação ainda renderá muitos frutos para o município”, finalizou Azevedo.

A convenção partidária para oficializar a candidatura de Capitão Azevedo está agendada para quarta-feira (16), das 14h às 17h, no Recanto dos Comerciários, na Rua Aurora, próximo à antiga feira do Bairro Conceição.

ITABUNA: EX-VEREADOR DEIXA O PT E FILIA-SE AO PL

Paulinho do INSS, de óculos, ao lado de Capitão Azevedo e Marcelo Cafuringa
Tempo de leitura: < 1 minuto

O ex-vereador Paulinho do INSS deixou o Partido dos Trabalhadores (PT) e filiou-se ao PL. Ontem (17), o vereador assinou a ficha de filiação ao novo partido no escritório de pré-campanha de Capitão Azevedo, também do PL, que disputará, pela terceira vez, a Prefeitura de Itabuna. O ato também reuniu o presidente do PL de Itabuna, Fernando Netto, e o vice, Edmilson Silva.

Paulinho do INSS foi vereador de Itabuna no período de 2013 a 2016. Disputou a reeleição, porém ficou como suplente da coligação que reelegeu o vereador Júnior Brandão, que também deixou o PT no início deste mês.

A CONVERSA DE FERNANDO GOMES COM RUI COSTA

Tempo de leitura: 3 minutos

Marco Wense

 

O governador vai tentar convencer Fernando de que o melhor caminho é um partido aliado do governo. Se o conselho não for seguido, o bom relacionamento com o neoaliado, que chegou até a colocar a estrela do PT do lado esquerdo do peito, tende a se esfriar.

 

O encontro do prefeito Fernando Gomes com o governador Rui Costa, tendo como pauta principal a sucessão de Itabuna, vem provocando uma avalanche de especulações e disse-me-disse.

A decisão do alcaide, que continua sem abrigo partidário, de disputar ou não à reeleição (ou o segundo mandato consecutivo) mexe com todo o pleito para o cobiçado comando do centro administrativo Firmino Alves.

Salta aos olhos, que não precisam ser do tamanho dos da coruja, que o processo sucessório com Fernando Gomes disputando o sexto mandato é um. Sem ele, outro completamente diferente.

As torcidas dos prefeituráveis caminham em sentidos opostos. Cito dois exemplos, sem dúvida os mais interessantes. O grupo de Mangabeira (PDT) quer Fernando como candidato. Já o do Capitão Azevedo (PL) reza todos os dias para que o atual gestor não tenha seu nome nas urnas eletrônicas.

Com Fernando na disputa, as chances do ex-prefeito Azevedo caem abruptamente. Ambos têm os mesmos redutos eleitorais, são políticos que pertencem ao campo do populismo. A polarização com Mangabeira é dada como favas contadas. O voto útil do antifernandismo vai ser direcionado para o pedetista.

Sem o experiente Fernando Gomes, Azevedo passa a ser o maior adversário de Mangabeira, que continua na frente nas pesquisas de intenções de voto e com um baixíssimo índice de rejeição, que, quando comparado aos de Fernando e Geraldo Simões, pré-candidato do PT, quase que não existe.

E a conversa de Fernando Gomes com Rui Costa? Eu diria que o chefe do Palácio de Ondina não anda nada satisfeito com a possibilidade do alcaide ir para uma legenda que não seja da base aliada, como o Republicanos do bispo e deputado federal Márcio Marinho, que apoia o governo soteropolitano de ACM Neto (DEM) e o prefeiturável Bruno Reis, também demista.

No evento que anunciou Bruno Reis como postulante do DEM à prefeitura de Salvador, Marinho afirmou, com todas as letras maiúsculas, que a legenda vai pleitear a vice do democrata. “O Republicanos faz parte da base do prefeito ACM Neto”, disse o parlamentar.

Ora, o governador, conversando com seus próprios botões, como diria o irreverente e polêmico jornalista Mino Carta, vai dizer mais ou menos assim: Fiz de tudo para alavancar a pré-candidatura dele (Fernando Gomes) e agora ele quer ir para uma legenda que me tem como adversário e que vai apoiar a candidatura de ACM Neto ao governo da Bahia na eleição de 2022.

Vale lembrar que Marinho, aqui em Itabuna representado por Lourival Vieira, presidente do diretório local, não cansa de dizer que quer distância do Partido dos Trabalhadores. O bispo da Igreja Universal é adepto fervoroso do “PT nunca mais”. Como não bastasse, já descartou qualquer tipo de aliança com Rui Costa.

O governador vai tentar convencer Fernando de que o melhor caminho é um partido aliado do governo. Se o conselho não for seguido, o bom relacionamento com o neoaliado, que chegou até a colocar a estrela do PT do lado esquerdo do peito, tende a se esfriar. Começam a aparecer as primeiras pulgas atrás das orelhas da autoridade máxima do Poder Executivo estadual.

No mais, esperar o resultado da conversa. Se eu fosse apostar, jogaria todas as fichas que Fernando Gomes não vai para o Republicano.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

A CONVERSA DE FERNANDO GOMES COM RUI COSTA

Tempo de leitura: 3 minutos

Marco Wense

 

 

O governador vai tentar convencer Fernando de que o melhor caminho é um partido aliado do governo. Se o conselho não for seguido, o bom relacionamento com o neoaliado, que chegou até a colocar a estrela do PT do lado esquerdo do peito, tende a se esfriar.

 

O encontro do prefeito Fernando Gomes com o governador Rui Costa, tendo como pauta principal a sucessão de Itabuna, vem provocando uma avalanche de especulações e disse-me-disse.

A decisão do alcaide, que continua sem abrigo partidário, de disputar ou não à reeleição (ou o segundo mandato consecutivo) mexe com todo o pleito para o cobiçado comando do centro administrativo Firmino Alves.

Salta aos olhos, que não precisam ser do tamanho dos da coruja, que o processo sucessório com Fernando Gomes disputando o sexto mandato é um. Sem ele, outro completamente diferente.

As torcidas dos prefeituráveis caminham em sentidos opostos. Cito dois exemplos, sem dúvida os mais interessantes. O grupo de Mangabeira (PDT) quer Fernando como candidato. Já o do Capitão Azevedo (PL) reza todos os dias para que o atual gestor não tenha seu nome nas urnas eletrônicas.

Com Fernando na disputa, as chances do ex-prefeito Azevedo caem abruptamente. Ambos têm os mesmos redutos eleitorais, são políticos que pertencem ao campo do populismo. A polarização com Mangabeira é dada como favas contadas. O voto útil do antifernandismo vai ser direcionado para o pedetista.

Sem o experiente Fernando Gomes, Azevedo passa a ser o maior adversário de Mangabeira, que continua na frente nas pesquisas de intenções de voto e com um baixíssimo índice de rejeição, que, quando comparado aos de Fernando e Geraldo Simões, pré-candidato do PT, quase que não existe.

E a conversa de Fernando Gomes com Rui Costa? Eu diria que o chefe do Palácio de Ondina não anda nada satisfeito com a possibilidade do alcaide ir para uma legenda que não seja da base aliada, como o Republicanos do bispo e deputado federal Márcio Marinho, que apoia o governo soteropolitano de ACM Neto (DEM) e o prefeiturável Bruno Reis, também demista.

No evento que anunciou Bruno Reis como postulante do DEM à prefeitura de Salvador, Marinho afirmou, com todas as letras maiúsculas, que a legenda vai pleitear a vice do democrata. “O Republicanos faz parte da base do prefeito ACM Neto”, disse o parlamentar.

Ora, o governador, conversando com seus próprios botões, como diria o irreverente e polêmico jornalista Mino Carta, vai dizer mais ou menos assim: Fiz de tudo para alavancar a pré-candidatura dele (Fernando Gomes) e agora ele quer ir para uma legenda que me tem como adversário e que vai apoiar a candidatura de ACM Neto ao governo da Bahia na eleição de 2022.

Vale lembrar que Marinho, aqui em Itabuna representado por Lourival Vieira, presidente do diretório local, não cansa de dizer que quer distância do Partido dos Trabalhadores. O bispo da Igreja Universal é adepto fervoroso do “PT nunca mais”. Como não bastasse, já descartou qualquer tipo de aliança com Rui Costa.

O governador vai tentar convencer Fernando de que o melhor caminho é um partido aliado do governo. Se o conselho não for seguido, o bom relacionamento com o neoaliado, que chegou até a colocar a estrela do PT do lado esquerdo do peito, tende a se esfriar. Começam a aparecer as primeiras pulgas atrás das orelhas da autoridade máxima do Poder Executivo estadual.

No mais, esperar o resultado da conversa. Se eu fosse apostar, jogaria todas as fichas que Fernando Gomes não vai para o Republicano.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

CAPITÃO AZEVEDO CONFIRMA FILIAÇÃO AO PL PARA DISPUTAR A PREFEITURA DE ITABUNA

Tempo de leitura: < 1 minuto

Edmilson Silva, presidente do PL de Itabuna, Capitão Azevedo e Fernando Netto, vice-presidente do PL

O ex-prefeito Capitão Azevedo confirmou ao PIMENTA a sua filiação ao PL para disputar a Prefeitura de Itabuna em 2020. Agora, só faltaria o ato festivo para selar o embarque no partido comandado pelo deputado federal José Carlos Araújo. Azevedo está em situação de empate técnico com outros dois dos postulantes à principal cadeira do Centro Administrativo Firmino Alves.

A ida para o PL (antigo PR) levaria Azevedo para a base do governador Rui Costa, apontado em pesquisa como o mais forte cabo eleitoral da disputa em 2020 no município. Mas ele sabe que o apoio no pleito já são “outros quinhentos”, isso por causa da proximidade do petista com o prefeito Fernando Gomes. Fernando, sem partido desde a saída do DEM, espera melhorar a avaliação para concorrer à reeleição. Está namorado o PP.

Na pesquisa Sócio Estatística feita no período de 28 a 1º de setembro, Azevedo é quem mais ameaça Mangabeira na disputa em Itabuna, conforme o retrato do momento. No cenário restrito a 5 candidatos, Dr. Mangabeira (PDT) aparece com 20,8% das intenções de voto à Prefeitura de Itabuna, Azevedo pontua com 19,2%, enquanto Augusto Castro (PSD) atinge 12,9%, Geraldo Simões (PT) alcança 6,1% e Dr. Eric Júnior (PP) tem 2,7% (reveja aqui).

MARINA E O PT DE ANTIGAMENTE

Tempo de leitura: 2 minutos

marco wense1Marco Wense

Tudo aquilo que a Marina não é mais, diria o jornalista Marcelo Coelho, agora não tão sobressaltado e atônito como antes, já que naquele tempo ainda se acreditava em “papai Noel”.

O jornalista Marcelo Coelho, em artigo na Folha de São Paulo, fevereiro de 2002, com o título “Tudo aquilo que o PT não é mais”, analisou o começo da derrocada ideológica do Partido dos Trabalhadores.

Na época, o PT flertava com o PL em troca de alguns minutos no horário eleitoral. O colunista dizia que “as negociações com os liberais são um caso de senilidade”. E, perplexo, perguntava: “Será que os petistas ficaram gagás?

Finaliza dizendo que “o PT buscava ser diferente, ser uma “novidade” na política brasileira: tratava-se de um partido com programa definido, com instâncias democráticas de decisão, com vocação de massas e níveis de moralidade acima da média. Podia-se concordar ou não com o PT, mas essas qualidades eram reconhecidas por todos.”

Marina, de olho no Palácio do Planalto, em uma decisão imperial, tomada em menos de 24 horas, se filia ao PSB. O PSB não é o PL, mas a condução do processo político continua o mesmo, na base do toma-lá-dá-cá sem nenhum tipo de constrangimento.

Aliados históricos estão deixando Marina e o projeto de criação da Rede Sustentabilidade, entre eles o ex-deputado federal Luciano Zica, um dos coordenadores da campanha presidencial da ambientalista em 2010.

Zica, como é mais conhecido, decepcionado, nitidamente irritado, em tom de desabafo, bracejando, disse: “Fiz papel de bobo tentando convencer possíveis aliados sobre a nova política. O PSB não tem métodos menos velhos que os outros.”

Em um eventual segundo turno, o DEM e o PSDB apoiariam Eduardo Campos contra Dilma Rousseff. No mesmo palanque, lado a lado, Marina, democratas, tucanos, toda bancada ruralista e o fundador do antigo PFL, o senhor Jorge Bornhaunsen, hoje eduardista de carteirinha.

Tudo aquilo que a Marina não é mais, diria o jornalista Marcelo Coelho, agora não tão sobressaltado e atônito como antes, já que naquele tempo ainda se acreditava em “papai Noel”.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

 

Back To Top