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4 de abril de 2020 | 07:09 pm

DIFERENÇA ENTRE DILMA E SERRA CAI 2 PONTOS

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Petista teria 55% dos votos válidos

O tracking diário do Vox Populi a ser divulgado nesta sexta, 1º, mostra que caiu em dois pontos a diferença entre a ex-ministra Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) na disputa pela presidência da República.
Dilma deslizou e saiu de 49% para 48% das intenções de voto. Serra oscilou positivamente de 26% para 27%. Marina manteve os 12% das últimas consultas diárias. O percentual de indecisos saiu de 8% para 9%. Brancos e nulos somam 4%.
A pesquisa tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais e não pega os efeitos do debate da Rede Globo, ontem à noite, pois foi concluída horas antes do confronto com os quatro principais presidenciáveis (às 20 horas).
Além dos três já citados, lá esteve Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), que não chega a pontuar no tracking do Vox Populi. Os dados são atualizados totalmente a cada 4 dias, sendo que o instituto ouve 500 eleitores diariamente. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob o número 27.428/10.

CORREÇÃO NO DATAFOLHA? – DILMA VAI A 47%; SERRA TEM 28% E MARINA 14%

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Dilma, Serra e Marina

A pesquisa Datafolha realizada na terça e quarta-feiras (28 e 29) mostram a candidata Dilma Rousseff (PT) com 47% das intenções de votos. Ela ganhou um ponto em relação à pesquisa da segunda-feira, 27.
José Serra (PSDB) manteve os 28%, assim como Marina Silva (PV) estabilizou em 14%. Dilma tem 52% dos votos válidos, conforme o instituto, ante 31% de Serra, 15% de Marina e 1% de Plínio de Arruda Sampaio (PSOL).
Para o instituto, a candidata petista conseguir estancar a sangria que vinha sofrendo nos últimos dias. O Datafolha ouviu 13.195 eleitores em 480 municípios nos últimos dois dias.
A margem de erro é de dois pontos percentuais. Isso quer dizer que a petista pode ter entre 50% e 54% dos votos válidos.
Desde quando foi divulgado o Datafolha de segunda-feira, 27, institutos como o Vox Populi mostravam números que contrariavam os percentuais atribuídos pelo instituto ligado à Folha. Tanto o Vox Populi como o Ibope apontavam Dilma eleita no primeiro turno. Também a pesquisa CNT/Sensus indicou vitória no primeiro turno.

EM SALVADOR, PLACAR É 57% A 17% PARA DILMA

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Petista teria 60% dos votos
contra 22% de Serra na BA

A pesquisa do Datafolha sobre a sucessão presidencial nas principais capitais brasileiras revela que Dilma Rousseff (PT) impôs uma vantagem de 40 pontos percentuais sobre José Serra (PSDB) em Salvador e só perderia, neste momento, em Curitiba (PR).
Na capital baiana, o placar está 57% a 17%. Marina Silva (PV) aparece com 10%. Plínio (PSOL) e Ivan Pinheiro (PCB) têm 1% cada um. Já na capital paranaense, o placar é 40% para Serra, 31% para Dilma e 15% para Marina. Dilma visita a Bahia, acompanhada de Lula, nessa quinta, 26. Faz comício em solo soteropolitano às 19 horas, na praça Castro Alves.
A vantagem da petista nas capitais é maior em Salvador e Recife (PE), onde o placar está 55% a 21%. No estado da Bahia, Dilma tem 60% das intenções de voto ante 22% de José Serra.
A pesquisa do Datafolha ouviu 10.948 eleitores em todo o Brasil e traz outro dado preocupante para o tucano José Serra: o governo do presidente Lula atingiu neste levantamento o seu recorde de aprovação. 79% consideram o governo ótimo ou bom, 17% regular e só 4% consideram a gestão petista ruim ou péssima.

PLÍNIO, O FRANCO ATIRADOR

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No debate morno da Rede Bandeirantes com os presidenciáveis, Plínio Arruda Sampaio (PSOL) se destaca pelas estocadas distribuídas contra os adversários – Marina Silva (PV), José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT).
Há pouco, antes de fazer pergunta a Dilma Rousseff, alfinetou Serra: “agora sei porque dizem que o Serra é hipocondríaco. Só fala em saúde”. Depois, disse que Marina parecia ela mesma a candidata do PT, por tanto defender o governo do presidente Lula.
Numa das réplicas à ex-ministra Dilma Rousseff, Plínio disse ter sido o autor do programa de Lula e acusou o governo atual de fazer menos reforma agrária do que o seu antecessor, o tucano Fernando Henrique Cardoso.

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