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27 de novembro de 2020 | 02:47 am

JORGE PORTUGAL, DA MASSA, DA BAHIA E DO MUNDO

Tempo de leitura: 2 minutos

Jorginho soube viver e interpretar a sociedade e suas angústias em tempos sombrios e duvidosos. Fez parte de uma massa, aquele “massa dos homens normais”.  Teve sensibilidade e sofrer ao falar da massa, “a massa que falo é a que passa fome, mãe…”. Deixa uma obra imortal. Faz parte de uma daqueles baianos humanos imortais. Luto e saudade.

André Curvello

Alguém escreveu que o céu de Santo Amaro da Purificação tinha uma estrela a mais hoje. Recebi tantas mensagens, li tantos textos que peço desculpas pela preguiça de não procurar o autor. Mas, tenho que discordar em parte, pois não foi apenas o céu da terra de Caetano que ganhou mais uma estrela; foi o céu da Bahia e do Brasil.

A chegada de Jorge Portugal é certeza de festa entre as estrelas no céu brasileiro. A mim, só resta agradecer a Deus a oportunidade de ter conhecido e convivido com uma bela figura humana: gente na máxima expressão da palavra.

São várias recordações recheadas de carinho e admiração que vão desde a um encontro fortuito em pleno centro antigo de Roma a várias reuniões na Secretaria de Comunicação do Estado muitos anos depois. Mas, permita-me, poeta, dizer que o mais fantástico momento foi nos bastidores do ensaio de Maria Bethânia, numa quinta-feira, véspera da inauguração da nova Concha Acústica. E você disse pra rainha: “Vai, agora é com você. Estamos realizando um sonho”. E Bethânia te respondeu: “A inauguração não é hoje. O sonho só será realizado amanhã”.

De tantas pessoas que vibraram, não me lembro de uma vibrar tanto com a nova Concha quanto Jorge Portugal. Um entusiasta da cultura, das aulas de Português, um amante de fazer amigos. Um poeta, um sonhador, um ser humano da democracia e da liberdade. Um daqueles caras especiais que sentem “a dor do menino-bezerro pisado no curral do mundo a penar… é a dor de nem poder chorar”.

Jorginho soube viver e interpretar a sociedade e suas angústias em tempos sombrios e duvidosos. Fez parte de uma massa, aquele “massa dos homens normais”.  Teve sensibilidade e sofrer ao falar da massa, “a massa que falo é a que passa fome, mãe…”. Deixa uma obra imortal. Faz parte de uma daqueles baianos humanos imortais. Luto e saudade.

André Curvello é secretário estadual de Comunicação e amigo de Jorge da Massa, da Bahia e do Mundo.

NA DINAMARCA, ESCRITORA AMANDA MARON LANÇA “UM POEMA PRA CADA DOR”

“Um poema pra cada dor” será lançado durante live neste final de semana
Tempo de leitura: 2 minutos

Um poema pra cada dor é o livro que será lançado na Dinamarca, neste final de semana, pela comunicóloga Amanda Maron. Ilheense de nascimento, formada em Comunicação Social pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) e com MBA em Marketing Digital, Amanda mora há quatro anos na Dinamarca, onde faz mestrado em Cognição e Comunicação, na Universidade de Copenhague.

A publicação é independente e pode ser adquirida pelo valor promocional de R$47,90 (frete incluído) até domingo, através de pedidos pelo email amandamaron@gmail.com. Numa live neste domingo (21), às 14 horas (horário de Brasília), a autora falará sobre a obra, com apresentação de poemas, todos musicados pela artista baiana Lígia Callaz. A transmissão ocorrerá pelo instagram da autora.

O prefácio do livro é assinado pelo professor Luiz Felipe Souza Coelho, Doutor em Física, professor do IF-URFJ, poeta e historiador. O professor escreve: “O fato é que açúcar dos sonhos corre nas veias da poeta, a menina que cria universos onde o infinito brilha no olhar. (Brilhará também no olhar do outro, do amor que talvez tenha sido em parte criado por ela mesma? Será relevante para um Deus saber se as criaturas do Mundo que criou o amam? Quem sabe?)”.

“Escrevi meu primeiro poema aos 13 anos. Nessa fase difícil, em que eu descobria o amor e suas dores, minha poesia era a minha forma de me curar. Esse livro é uma coletânea de dores e amores e amantes. E com minhas rimas eu divido com o público um pouco de mim”, destaca a autora. “Desde pequena, desde aqueles dias em que eu passava por fachadas dentro do carro e tentava ler todas elas em voz alta enquanto descobria o sentido das sílabas, desde os dias em que, nervosa para entender, tentava ler os artigos do meu pai no jornal, eu sonhava em palavras”, completa. Amanda é filha do jornalista Maurício Maron.

ESCRITA CRIATIVA

Paralelamente ao lançamento da obra, a comunicóloga também está apresentando o site da sua nova empresa de escrita criativa (www.amandamaron.com) na Dinamarca, com tradução em português e inglês. “Escrever é a minha paixão e eu faço disso o meu trabalho e o meu hobby. Criar essa empresa é a realização de finalmente trabalhar com aquilo que eu amo e não sentir que estou trabalhando”, define o novo projeto.

Com mais de cinco anos de experiência em escrita criativa, edição de livros, direito autoral, e mídias sociais, Amanda também é autora e vende títulos neste site. Em ‘Serviços’, você vai encontrar uma seleção de serviços de comunicação, revisão de textos, edição e criação de texto, assim como voiceover, narração, storytelling e outros.

FILME QUE RESGATA OBRA DE POETA ITABUNENSE FOI IGNORADO PELA FICC

Filme resgata obra de um dos maiores nomes da poesia grapiúna
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O poema Deram um Fuzil ao Menino, do poeta itabunense Firmino Rocha, foi escrito no período da II Grande Guerra, mas o drama exposto em seus versos permanece atual. Evoca uma reflexão humanista a respeito da dilaceração da infância pelos horrores presentes na contemporaneidade.

O projeto “Deram um Fuzil ao Menino: imaginário e violência”, contemplado pelo Edital Setorial de Audiovisual 2016, da Secretaria de Cultura da Bahia (Secult-BA), é o primeiro de sua categoria aprovado para o Território de Cultura do Litoral Sul. Ele tem apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia.

O filme parte da experiência lírica do poeta itabunense Firmino Rocha e aborda aspectos históricos da cultura cacaueira. Ainda não se encontra disponível na internet por estar inscrito em festivais que se encontram suspensos devido à pandemia.

SEM APOIO EM ITABUNA

Produzido por Sebáh Villas-Boas, o filme não obteve apoio do município para um projeto de exibição pública no Teatro Candinha Dórea. O projeto foi apresentado bem antes do período da pandemia e quando o professor Daniel Leão estava à frente da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc).

A exibição seria gratuita, com doação de 1 quilo de alimento não perecível. Não houve resposta da Ficc. Outra proposta, então, foi a utilização do Teatro Zélia Lessa, no centro de Itabuna. E o município negou-lhe o apoio, apesar da identidade grapiúna no projeto e o baixíssimo custo para o município. Da Redação com Ilhéus Comércio.

Enquanto a obra não vem a público, você pode entrar no clima ouvindo a sua trilha sonora.

OBRA DE EFSON LIMA, “TEXTOS PARTICULARES” SERÁ LANÇADO EM SALVADOR NA SEXTA (4)

Tempo de leitura: 2 minutos

Efson lançará Textos Particulares em sessão de autógrafos nesta sexta (4) || Foto Divulgação

Com sessão de autógrafos, o escritor, professor e advogado Efson Lima lançará a obra Textos Particulares na próxima sexta-feira (4), às 18h, na Livraria LDM, do Glauber Rocha, na Praça Castro Alves, em Salvador. O evento terá pocket show e recital de poemas do livro.

O livro Textos Particulares está sendo lançado pela Editora Cogito e conta com apresentação do doutorando em Ciência da Informação Bruno Almeida e prefácio do vice-presidente da Academia de Letras da Bahia (ALB), Nelson Cerqueira, além de posfácio do poeta Geraldo Lavigne de Lemos, da Academia de Letras de Ilhéus. O texto de orelha é do escritor e membro da ALB, Marcos Vinicius Rodrigues.

A OBRA

O livro tangencia a vida do autor, mas se engana quem o toma numa perspectiva individualista. Os poemas refletem o cotidiano das pessoas, da sociedade e das circunstâncias do nosso tempo e das questões que afligem o caminhar humano. São problemas concretos que o autor reclama solução e insiste em denunciar.

Os textos refletem as vivências do interior da Bahia, especialmente, das cidades de Itapé e Ilhéus, respectivamente, a cidade natal do autor e sua cidade adotiva, onde chegou aos 11 anos de idade. Ambas nutrem o sujeito e oferecem predicados. A civilização grapiúna, o chão de cacau e as vivências universitárias em Salvador são apresentados em poemas curtos, mas com certa intensidade.

O AUTOR

Doutor em Direito pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Efson Lima é mestre e graduado em Direito (UFBA), além de professor e coordenador geral da Pós-graduação, Pesquisa e Extensão da Faculdade 2 de Julho (F2J). Foi um dos criadores do Projeto Conviver e um dos membros organizadores, publicando seis livros. Três destes literários. Ele também é coordenador de Assistência Técnica e Inclusão Sócioprodutiva na Setre-BA, acompanhando os Centros Públicos de Economia Solidária (Cesol) do Estado da Bahia.

SERVIÇO
Lançamento do livro Textos Particulares
Quando: 4 de outubro de 2019, às 18h
Onde: Livraria Leitura LDM do Glauber Rocha – Praça Castro Alves
Valor do Livro: R$ 25,00

ITABUNA: ROBERTO MENDES E PORTUGAL LEVAM MÚSICA E POESIA AO ESCOLA CULTURAL

Tempo de leitura: 3 minutos
Jorge Portugal e Roberto Mendes apresentam O Violão e a Palavra no Modelo, em Itabuna

Jorge Portugal e Roberto Mendes apresentam O Violão e a Palavra no Modelo, em Itabuna

O Colégio Modelo de Itabuna, primeira Escola Cultural do programa Educar para Transformar, do Governo da Bahia, recebeu a aula-show “O Violão e a Palavra”, com a participação do secretário estadual de Cultura e professor de Língua Portuguesa e Literatura, Jorge Portugal, e o cantor e compositor baiano Roberto Mendes. Estudantes e pessoas da comunidade vivenciaram o encontro entre a música e a palavra, em que o violão se uniu à poesia para mostrar a força da arte e da comunicação.

O projeto Escolas Culturais tem o objetivo de fomentar ações que promovam experiências em cultura dentro das unidades da rede pública de ensino e a integração com a comunidade onde a escola está inserida. Nesse sentido, se adequou perfeitamente a apresentação do ‘Violão e a Palavra’, que foi a quarta edição do projeto criado há um ano pela Fundação Pedro Calmon (FPC), entidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado (Secult).

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JOSELITO REIS LANÇA “GRITO SEM ECO”

Tempo de leitura: 2 minutos
Joselito Reis lança livro de poesias

Joselito Reis lança livro de poesias

Com prefácio do professor Raimundo Galvão e apresentação do jornalista Nilson Andrade, ambos já não mais entre nós, o poeta e jornalista Joselito dos Reis lança o seu primeiro livro de pensamentos e poesias, Grito Sem Eco, nesta quinta (27), às 19h, no Centro de Cultura Adonias Filho, em Itabuna.

O livro conta com as participações dos jornalistas Rosi Barreto, Waldyr Montenegro, Odilon Pinto e Paulo Lima e da professora Zélia Possidônio, que também é poeta e atriz, aparecendo com uma reflexão e um grito existencial num mundo perdido pelo individualismo e pelo consumismo.

O poeta diz que o livro tem esse título – Grito Sem Eco, porque, no passado, cada pessoa no campo ouvia o eco do seu próprio grito transpirando nos vales e montanhas, “o que não acontece nos dias de hoje devido à poluição que impregnou nossas ruas ou até mesmo o nosso espaço sideral infestado de gadgets e equipamentos dos mais diversos”.

“Ao leitor, cabe adquirir o livro e descobrir muitos outros conceitos que transcendem aos limites de uma poesia lírica, romântica, social, sempre numa linguagem clara e direta, que perpassa de forma transversal o campo das metáforas, para, com certeza, sensibilizar mais ainda aqueles que buscam a essência das coisas e são sensíveis ao universo que nos cerca”, diz o jornalista e poeta.

APOIO

Com tiragem de mil exemplares, numa produção independente, o poeta que esperou 36 anos para lançá-lo, diz que a publicação do livro só foi possível devido à sensibilidade e à colaboração direta do empresário Delson Mesquita, da Editora e Gráfica Mesquita. Delson ofereceu o apoio decisivo e embarcou de cabeça no projeto editorial, cuidando dos detalhes e da arte final.

RUY PÓVOAS LANÇA “NOVOS DIZERES”

Tempo de leitura: < 1 minuto
Ruy Póvoas lança terceira obra, Novos dizeres.

Ruy Póvoas lança terceira obra, Novos dizeres.

Novos dizeres é o terceiro e novo livro do escritor grapiúna Ruy Póvoas. A obra, em formato de verbete, traz olhar íntimo sobre temas variados. Os pensamentos, experiências e vivências do autor se costuram entre um texto e outro, manifestando o desejo de uma reflexão dos problemas do dia a dia.

Publicado pela Editora da Uesc (Editus), Novos dizeres reúne 105 poemas nos quais o autor constrói uma narrativa da vida que permite ao leitor uma interpretação própria do que lhe é apresentado.

A intenção, revela Póvoas, não é mudar o mundo por meio de sua poesia, mas incentivar as pessoas a entender o universo da forma que ele é. Nas últimas páginas da obra, o escritor e professor expõe o dicionário do dicionário, explicando o significado das palavras que podem fugir à compreensão do leitor.

O livro Novos Dizeres está disponível na Livraria da Editus, localizada no Centro de Artes e Cultura Paulo Souto, na UESC. O título está disponível também na Livraria Papirus, em Ilhéus e na Banca do Shopping Jequitibá, em Itabuna.

Na internet, o leitor pode encontrar essa e outras publicações nos sites www.livrariacultura.com.br e www.bookpartners.com.br. Pedidos podem ser feitos pelo email vendas.editus@uesc.br ou pelo telefone (73) 3680-5240. Acompanhe todas as novidades da Editus no site www.uesc.br/editora ou pelo Facebook @editoradauesc.

POETISA LANÇA “BASEADO NA HISTÓRIA DE NÓS DOIS”

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Maria do Carmo Brito Lançamento Baseado na história de nós dois

Maria do Carmo lança obra no próximo dia 2.

A disputa pela terra entre agricultores e tupinambás em Buerarema, em 2013, não resultou apenas em convulsão social no pequeno município sul-baiano. A chegada de tropas da Força Nacional de Segurança inspirou a pedagoga e poetisa Maria do Carmo Brito a escrever Baseado na história de nós dois.

A obra será lançada em 2 de abril, no Clube Social de Buerarema, às 19h, e conta a relação de um soldado da tropa e uma professora de Buerarema. Carlos Souza chega ao município para participar das ações de paz no município, mas acaba se envolvendo com a bela Maria. “A obra é baseada em uma história real”, diz a poetisa.

A relação de encontros e desencontros do casal é contada em versos. Apesar de ser uma história real e uma das personagens ser chamada Maria – e a mesma ser professora -, a poetisa afirma que não se trata de obra autobiográfica. “Há essa busca na cidade. As pessoas querem saber de quem se trata”, afirma, de forma enigmática.

A opção de relatar a história em versos vem do amor de Maria do Carmo pela poesia e por Vinicius de Moraes. Nascida em Buerarema, viveu boa parte de sua história em Salvador, onde foi reconhecida pela sua veia poética e reverenciada por figuras como o ator Jackson Costa, que certa vez a chamou de menina de nome pequeno, mas gigante na poesia. No Colégio Manoel Devoto, já encantava declamando poesias próprias e de outros autores.

Baseado na história de nós dois será lançado em 2 de abril, mas já está disponível na internet. Os valores variam de R$ 14,90 (ebook, na Livraria Saraiva) a R$ 28,90 na versão impressa.

SERVIÇO
Lançamento do livro Baseado na história de nós dois (Editora Baraúna).
Quando: 2 de abril
Onde: Clube Social de Buerarema
Horário: 19 horas

A PALAVRA ATIRADA

Tempo de leitura: < 1 minuto

Mariana FerreiraMariana Ferreira

Quem disparou o tiro?
O tiro que nos cala, o tiro que nos para.
Quem disparou a palavra?
A palavra que ecoa, a palavra que alastra.
Quem do chão tirou teus pés?
O policial corrompido ou a poetisa da audácia?

Quem te desonra?
O silêncio violento ou o orgulho vão?
Quem em ti manda?
A tua consciência ou a tua obrigação?
Quem a ti salva?
Tua indignação ou tua ilusão?

De onde vem o zumbido?
Do toque recolhido, do policial acuado.
Quem é essa vítima?
Esse é o João, ontem foi o soldado.
Quem fez isso?
Não sei, juro, não foi meu palavreado!

Nas ruas, o governo tem parte;
Nestas linhas, nem te metas! Destas cuido eu!
Nos liberte, não nos cale;
Nos dê voz nesse breu.

Tens razão, alguém tem que falar!
Não tens razão, não queres enxergar.
Tens razão, nem de longe és igual!
Não tens razão, não viu o erro mau…

Não tens culpa, és vítima também;
Essa não é a guerra que a palavra contém;
Alivia a dor que tua alma tem;
Não foi pra você, foi pra quem não nos quer bem.

Mariana Ferreira é poetisa, jornalista e autora do documentário A contrapartida.

LUEDY TORNA-SE FENÔMENO NA INTERNET COM POESIA DAS MÃES

Tempo de leitura: 2 minutos
Poesia teve mais de 2 milhões de visualizações.

Poesia teve de Luedy (foto abaixo) mais de 2 milhões de visualizações.

Luedy se diz surpreso com sucesso de poema.

Viviane Cabral

O poeta itajuipense Marcos Luedy alcançou a surpreendente marca de mais de 2,3 milhões de visualizações, no Facebook, com um poema em homenagem ao Dia das Mães. Além das pessoas alcançadas, a poesia está sendo compartilhada por mais de 43 mil pessoas e comentada por um número aproximado de 22 mil leitores.

Os números continuam subindo. O autor tem uma página literária na internet – Marcos Luedy Poeta e Convidados – há menos de um ano e, publica semanalmente seus poemas em mais de 350 comunidades de letras do Brasil e do exterior. Lançou, recentemente, o livro O Silêncio e as Palavras e outros poemas, em Itajuípe, Itabuna e Salvador (Bahia).

Marcos Luedy se diz surpreso com o fenômeno. “Esperava uma boa quantidade de acessos, mas nunca nessa dimensão”. A administradora da Comunidade Literária Célia’s Célia, Célia Lino, de São Paulo, afirmou que “a qualidade poética do artista já é reconhecida no Brasil inteiro, então não me admirei com esse sucesso”. Ela garante que o poema também repercutiu bem nas comunidades brasileiras nos Estados Unidos e em vários países da Europa.

Cleusa Maria Gonzalez, de Florianópolis, destaca a importância do trabalho poético do autor como uma das grandes revelações da poesia nacional: “Aqui em Floripa temos um grupo de admiradores de Luedy já trabalhando na divulgação do seu trabalho”. O autor já está com seu segundo livro sendo editado para lançamento em setembro.

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