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29 de março de 2020 | 09:16 am

NÃO É FÁCIL SER “NOVO”

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Marco Wense

 

Nos bastidores da legenda, em conversas reservadas, o que se comenta é que haverá um novo comando do Novo em Itabuna, que Harrison não será mais o porta-voz da agremiação partidária.

 

O partido Novo de Itabuna não conseguiu empolgar uma considerável fatia do eleitorado ávido por um caminho diferente na política.

A legenda, sob a tutela nacional de João Amoêdo, ex-postulante à presidência da República, esperava muito mais da coordenação do partido em Itabuna. A meta de 150 filiados, condição para a formação do diretório municipal, não foi atingida.

Amoêdo deve ter ficado insatisfeito com a coordenação do partido em Itabuna, que tem na linha de frente Harrison Nobre, ex-filiado do PDT. A exigência não foi cumprida. “Conseguimos pouco mais de 120 filiados ativos, mas vamos continuar firmes tentando fazer o partido crescer no município”, disse Harrison, coordenador geral do núcleo de Itabuna.

Nos bastidores da legenda, em conversas reservadas, o que se comenta é que haverá um novo comando do Novo em Itabuna, que Harrison não será mais o porta-voz da agremiação partidária.

O partido não terá candidato a prefeito e nem a vereador, o que não deixa de ser um preocupante baque para a sigla. O apoio a um determinado prefeiturável não está descartado, desde que não seja nenhuma velha e empoeirada raposa que quer retornar ao centro administrativo Firmino Alves.

Muita gente séria, qualificada e honrada com respaldo para disputar a sucessão de 2020. Só tenho a lamentar o desfecho do Novo em Itabuna.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

BOLSONARO, POLÍTICA, ECONOMIA E IMPEACHMENT

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Marco Wense

 

 

Que situação, hein! Os senhores políticos, independente de ideologia, seja de esquerda, direita ou qualquer outro rótulo, adoram acordar o “monstro” do impeachment, que não consegue passar um bom tempo dormindo.

 

Torcer para que a economia possa apresentar bons resultados. É o que pode salvar o atabalhoado governo do presidente Jair Messias Bolsonaro. Do contrário, o nevoeiro pela frente, a incerteza e a instabilidade.

Quando a economia vai bem, os problemas no campo político, por mais graves que sejam, terminam sendo superados. Mas o coquetel com economia sem mostrar sinais de recuperação e imbróglio na seara política é preocupante. Esses dois ingredientes juntos terminam acordando o “monstro” do impeachment.

Deixando a economia de lado, cuja deflação não é vista com bons olhos pelos renomados economistas, vamos nos ater ao péssimo ambiente político, com o chefe do Palácio do Planalto brigando com seu próprio partido, o PSL, que de nanico passou a integrar o rol das maiores legendas do Congresso Nacional.

A permanência do presidente da República na sigla que o elegeu, que abraçou sua campanha quando todos achavam que sua candidatura era de brincadeirinha, ficou insustentável depois das declarações de desprezo pelo partido e sua liderança maior, Luciano Bivar.

Bivar, presidente nacional da sigla, ficou perplexo, sem os pés no chão, quando soube da fala de Bolsonaro, pedindo para que seus apoiadores esquecessem o PSL. Em tom de desabafo e revolta, Bivar disse que a declaração foi “terminal”, que Bolsonaro “já está afastado do partido”. E mais: “Não estamos em grêmio estudantil. Ele pode levar tudo do partido, só não pode levar a dignidade, o sentimento liberal que temos e o compromisso com o combate à corrupção”.

Esse pega-pega, Bolsonaro versus PSL, vai servir para apontar quem são os verdadeiros bolsonarianos. Quem for, tem que acompanhar o presidente na sua procura por outra agremiação partidária, mostrar que a fidelidade ao líder é intocável. Os senhores presidentes de comissões provisórias, sejam nos estados ou municípios, devem deixar imediatamente o comando do partido, sob pena de serem taxados de bolsonaristas de mentirinha ou oportunistas de plantão.

Que situação, hein! Os senhores políticos, independente de ideologia, seja de esquerda, direita ou qualquer outro rótulo, adoram acordar o “monstro” do impeachment, que não consegue passar um bom tempo dormindo.

Concluo fazendo uma pergunta: O que o “monstro” do impeachment diz quando é acordado pelo jogo do poder? Ora, ora, até as freiras do convento das Carmelitas sabem a resposta: “Esses políticos são chatos, não posso nem tirar uma soneca”. É realmente impressionante. Os políticos cavam o próprio buraco.

E quando penso que deixaram de eleger Ciro Gomes, a tristeza vem à tona. Ciro é, sem nenhuma dúvida, o político brasileiro mais preparado. O Brasil cada vez mais precisando de Ciro Gomes.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

O MBL E O GOVERNO BOLSONARO

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Marco Wense

 

 

Será que o MBL mudou de verdade? Para muitos, o movimento tenta se salvar diante de um eventual fracasso do bolsonarismo. Os meninos do MBL já começam a pavimentar a estrada que pode levá-los para a oposição. De bestas, não têm nada.

 

É preciso acabar com essa imbecilidade de que fulano é de esquerda porque faz crítica ao governo Bolsonaro. Que sicrano é de direita porque aponta pontos positivos na gestão bolsonariana.

Ora, pura bobagem inerente a quem faz política com o fígado, aos radicais de plantão. A maioria não enxerga um palmo à frente. São teimosos e de difícil diálogo. Carregam a intransigência e intolerância na alma.

A sabedoria popular diz que o mundo da muitas voltas. A política também. Como exemplo cito o Movimento Brasil Livre. O MBL vai fazer um evento com deputados do PT e PCdoB como palestrantes, respectivamente Arlindo Chinaglia, ex-presidente da Câmara de Deputados, e Orlando Silva, ex-presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE).

“É o primeiro passo desde que o movimento, que ficou conhecido por sua agressividade retórica contra adversários e imprensa e por nunca fugir de uma treta, anunciou a decisão de dar uma espécie de reset”, diz o jornalista Fábio Zanini, da Folha de São Paulo.

Para Zanini, “os seus líderes querem se diferenciar dos grupos alinhados ao presidente Jair Bolsonaro (que eles chamam ironicamente de “minions”) e pretendem ser uma direita crítica. Querem ter liberdade para comentar acusações de corrupção e pautas que enxergarem como sendo excessivamente conservadoras”.

Como sugestão, servindo até mesmo como teste, o MBL deveria começar sua mudança de postura, provando que agora é outro, pedindo ao senhor presidente da República que demita Marcelo Álvaro Antônio, ministro do Turismo. O seu subordinado é acusado de desviar dinheiro do esquema do laranjal do PSL de Minas para sua candidatura a deputado federal. O tão badalado e costumeiro caixa dois.

Será que o MBL mudou de verdade? Para muitos, o movimento tenta se salvar diante de um eventual fracasso do bolsonarismo. Os meninos do MBL já começam a pavimentar a estrada que pode levá-los para a oposição. De bestas, não têm nada.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

ALDENES QUER A CADEIRA DE FG

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Aldenes Meira será lançado pré-candidato a prefeito de Itabuna

Ex-presidente da Câmara e vereador em segundo mandato consecutivo, Aldenes Meira definiu que não disputará vaga no legislativo itabunense. “Não mais disputarei reeleição a vereador”, disse ele ao PIMENTA, observando que parte do seu grupo político já tem nomes para concorrer a uma das cadeiras na Câmara.

Aldenes deverá migrar do PCdoB para uma legenda da base aliada para disputar a sucessão do prefeito Fernando Gomes em 2020. Após namoro com o Podemos, o destino deverá ser mesmo o PSB, legenda com a qual conversava desde o ano passado.

ITAJUÍPE: MARCONE DIZ QUE VAI ANUNCIAR SÓ EM ABRIL SE DISPUTARÁ REELEIÇÃO

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Marcone Amaral, entre Rui Costa e secretário Vilas-Boas: anúncio só em abril

Marcone Amaral (PSD) disse que está reavaliando a decisão de não concorrer novamente ao cargo de prefeito de Itajuípe. O anúncio se disputará novo mandato será feito somente em abril próximo, segundo afirmou ao PIMENTA. “Tenho conversado muito com o pessoal. Estamos focados na gestão do município”, afirmou durante a solenidade de inauguração da Policlínica Regional de Saúde em Itabuna. “Eu falei que não iria [disputar a reeleição], mas a gente volta a falar sobre isso em 2020”.

Marcone disse que vai aproveitar o período para concluir a execução de emendas estaduais e federais. “Temos recebido muitas emendas dos nossos deputados Paulo Magalhães e Rosemberg Pinto. Então, tenho que focar na execução das emendas. Pensar em política só no ano que vem, a partir de abril. A gente ainda não tem um pensamento formado [quanto à reeleição ou até disputar a Prefeitura de Itabuna, como ventilado no PT]. Pensamento, agora, é fazer gestão”, afirmou.

Questionado sobre qual a tendência, ele evitou se aprofundar. “A gente tem que fazer as coisas acontecerem, saber se vai ter mais alguma coisa para frente. Temos muito que avaliar”. Para Marcone, a gestão deixa legados, como “obras de saneamento que eram esperadas há 50 anos pela população, reforma de escolas e unidades de saúde e a implementação de iluminação de LED em toda a cidade”. No núcleo mais próximo ao prefeito, a informação é de que ele deverá disputar novo mandato como prefeito de Itajuípe.

RUI DEFENDE O “LULA LIVRE” E AFIRMA QUE ATAQUES VÊM DE QUEM NÃO LEU ENTREVISTA

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Rui diz que defende o Lula Livre e vê ataques até de quem não leu entrevista

O governador Rui Costa usou as redes sociais, na manhã deste domingo (15), para se posicionar sobre a entrevista que concedeu à Veja, publicada neste fim de semana. No texto, intitulado “LULA LIVRE, SIM. Qual é mesmo a dúvida?”, o governador baiano relata que tem sido atacado por quem, segundo ele, nem leu a entrevista. “Quero manifestar minha indignação quanto à manipulação das minhas declarações”, afirmou Rui.

O governador também lembrou da última visita que fez ao presidente Lula, em Curitiba. “Se alguns não defendem o Lula Livre, não tem problema. O mais importante é salvar nosso País do desmonte”, disse o ex-presidente na oportunidade, de acordo com a publicação de Rui no Facebook. Abaixo, a íntegra do texto do governador baiano.

LULA LIVRE, SIM. Qual é mesmo a dúvida?

Quem conhece minha história de vida sabe que o motor que me levou à luta social e política foi o combate a qualquer tipo de injustiça, de discriminação, de preconceito, de exclusão social. Enfim, foi o desejo de uma sociedade justa, e de absoluto respeito aos direitos do ser humano.

Desde a entrevista à Veja tenho sido atacado por gente que sequer leu a revista. Democracia é respeitar o contrário, mas é preciso refletir sobre a verdade. Quero manifestar minha indignação quanto à manipulação das minhas declarações.

Na última visita que fiz ao Presidente Lula, em Curitiba, acompanhado do governador Wellington Dias, ele como grande Estadista que sempre foi, disse: “Vocês têm muito o que mostrar. Falem, mobilizem, ajudem a mobilizar a juventude a barrar o desmonte da Educação; ajudem a mobilizar os trabalhadores contra a retirada de direitos e o desemprego; ajudem a mobilizar os brasileiros pela soberania do nosso País. Se alguns não defendem o Lula Livre, não tem problema. O mais importante é salvar nosso País do desmonte. Nós vamos provar esta farsa que foi o meu julgamento”. Também ouvi dele neste dia: “Solidariedade é algo que não se impõe, é algo voluntário”.

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NO TABULEIRO DA SUCESSÃO EM ILHÉUS, ESQUENTAM AS ARTICULAÇÕES DE BASTIDORES

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Jerberson Josué

 

 

 

 

Em 2020, os 130 mil eleitores ilheense terão a certeza da disputa mais aberta da nossa história. Muitas são as possibilidades… inclusive para não mudar nada. Ou aparecer um nome arrasador como o doutor em 2016.

 

No tabuleiro da sucessão municipal de Ilhéus, esquentam as articulações de bastidores.

Há um grande número de pré-candidatos já sinalizados por seus respectivos partidos e outros, nem tem filiações, ou definições partidárias. E existem aqueles que nem grupos, ou liderança possuem e são pretendentes de seus próprios interesses e devaneios.

Ainda assim todos possuem direito de concorrer e merecem respeito. Afinal, depois de Bolsonaro, qualquer cidadão, ou cidadã pode surpreender e se eleger, contrariando todos prognósticos e avaliações de pesquisas de opinião pública.

Basta saber fazer as coisas acontecer e aproveitar as oportunidades.

Voltando a Ilhéus e aos ilheenses, segundo sondagens recentes, mais de 70% dos eleitores, não tem ou não querem saber, nem pensam em candidatos.

Isso deixa o jogo aberto e com muitas possibilidades em aberto.

Os mais experientes não ousam arriscar prognósticos sobre o resultado do pleito. Alguns apontam que no frigir dos ovos, só o prefeito e um seu opositor, polarizarão a disputa. Mas não há no panorama atual, a definição de quem seria esse desafio.

O prefeito segue atuando e se empenhando para reduzir a rejeição a que está submetida sua gestão e talvez esteja aí, seu maior obstáculo eleitoral.

As oposições seguem sem emplacar uma alternativa convergente.

Cada movimento de bastidores e avançar dos dias, resultam em possibilidades que vislumbram esperanças, ou desmotivam candidaturas proporcionais e majoritárias.

Um ator importante nesse tabuleiro, é o governador Rui Costa. Mas não está claro até onde e por quem ele pretende participar na eleição ilheense.

A aprovação de 80% e ausência de oposição em Ilhéus, deixam o governador em situação confortável.

Outro ator importante no jogo local é o ex-prefeito Jabes Ribeiro. Silencioso e calculista, raros foram os momentos em que o professor foi traído pela sorte nos últimos 40 anos de política em Ilhéus.

Até pra quem perder, o professor costuma escolher.

O calouro do pleito é o jovem Júnior Reis, que segue tentando ser a terceira via. Já ouço seu nome nas classes predominantes. A dúvida é se isto será uma tendência ou apenas um “balão de ensaio”! Essa trinca dá o norte até essa hora.

A noiva predileta para esses três grupos acima citados é o PT, que segue com o empresário Nilton Cruz, lutando e se esforçando para viabilizar sua candidatura. Os adversários do PT, querem ele ao lado para herdar a força da máquina estadual e influência do governador mais bem avaliado do Brasil.

Ao PT, resta saber qual caminho melhor lhe convém. Seguir no projeto Nilton Cruz e fazer uma boa bancada para Câmara Municipal, ou aliar-se ao que melhor lhe convier.

Na avaliação de especialistas, o apoio do PT é promissor e preponderante para quem quiser se eleger, ou reeleger!
Eu, como militante e pré-candidato a vereador, torço pelo projeto Nilton Cruz.

O jogo só está no início, no primeiro chute. Todavia, dezenas de pré-candidatos estão rodando, andando, conversando e articulando.

Em 2020, os 130 mil eleitores ilheense terão a certeza da disputa mais aberta da nossa história. Muitas são as possibilidades… inclusive para não mudar nada. Ou aparecer um nome arrasador como o doutor em 2016. Porém, entretanto, todavia, vida que segue…

Eu sou Jerberson Josué, um aprendiz na escola da vida.

APÓS SEGUNDA INTERNAÇÃO, JOÃO LEÃO RECEBE ALTA

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João Leão recebe alta após segunda internação em 10 dias || Foto Divulgação

Após três dias internado, o vice-governador João Leão recebeu alta na tarde desta sexta (16). É a segunda internação em dez dias do político que também comanda a Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia.

João Leão ficou internado, de acordo com a assessoria, para reavaliação do quadro de infecção urinária, motivo da internação por cinco dias na semana passada.

Ainda conforme a assessoria, o vice-governador passa bem e retornou para casa após a alta médica. Ele estava internado no Hospital Aliança, em Salvador.

OTTO NEGA ESTREMECIMENTO COM RUI E DIZ QUE AUGUSTO SERÁ CANDIDATO A PREFEITO

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Otto fala de relação com Rui e diz que Augusto será candidato a prefeito

O senador e presidente do PSD da Bahia, Otto Alencar, disse que o ex-deputado Augusto Castro será o candidato do partido à Prefeitura de Itabuna em 2020, independente do aval ou não do governador Rui Costa. “Ele será candidato pelo PSD e poderá ou não formar aliança com partidos [da base] do governo”, afirmou ao PIMENTA.

Otto Alencar ainda elogiou a postura política do de Augusto, recém-filiado ao PSD e novo aliado do governador Rui Costa. E reforçou que a audiência de Augusto com Rui Costa (entenda clicando aqui) depende apenas de um pedido do ex-deputado:

– Ele sempre está em contato comigo, mas nunca me falou para pedir audiência ao governador. Augusto tem muita personalidade, altivez, caráter. Veio para somar no PSD e sua candidatura [a prefeito de Itabuna] independe de aval ou apoio do governador – disse.

O senador baiano e presidente estadual do PSD diz, ainda, que, pela lógica político-partidária, o governador Rui Costa deverá adotar a neutralidade na eleição a prefeito de Itabuna em 2020. “Até porque, outros partidos aliados terão candidatos em Itabuna”, reforçou.

RELAÇÃO ESTREMECIDA COM RUI E O PT?

Otto também disse que a relação do PSD com o PT baiano e com o governador não foi abalada pelas críticas que ele fez à postura de PT, PCdoB e PSB na votação da reforma da Previdência em Brasília. “Nunca teve o menor estremecimento. Viajei com Rui duas vezes depois das minhas posições, que são sintonizadas com as dele”, disse ao ser questionado pelo PIMENTA. O PSD baiano na Câmara dos Deputados votou em bloco a favor da reforma, criticada pelo PT.

Ainda segundo Otto, a relação com Rui não poderia ser afetada por causa da reforma da Previdência. E explica: “Foi ele [Rui Costa] que nos colocou a pauta federativa. Por isso, defendemos junto ao Davi [Alcolumbre, presidente do Senado] e ao Rodrigo Maia [presidente da Câmara dos Deputados]”, completou.

A pauta federativa elenca sete propostas/condicionantes do PSD para apoiar a reforma, dentre as quais o fim da Lei Kandir, aprovação do Projeto de Lei 459/2017, que trata da securitização da dívida ativa de estados, Distrito Federal e municípios. “Essa pauta que ajuda a Bahia e os municípios baianos e brasileiros. O resto é intriga, lorota. Aliás, [é] o que faz o molho da política”.

ROSEMBERG PINTO INAUGURA ESCRITÓRIO POLÍTICO EM ITABUNA NESTA QUINTA

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Rosemberg Pinto inaugura escritório em Itabuna || Foto Mateus Pereira

O líder do Governo Rui Costa na Assembleia Legislativa e deputado estadual pelo PT, Rosemberg Pinto, inaugura escritório político em Itabuna, nesta quinta-feira (11), às 17h. O escritório funcionará na Rua Marculina Oliveira, 352, no Banco Raso, próximo à Prefeitura de Itabuna.

Rosemberg foi o deputado estadual mais votado no Território Litoral Sul. Cidadão itabunense, com o escritório o parlamentar aumenta presença em Itabuna e se torna ponte entre demandas do município com o governo baiano. O evento nesta quinta reunirá parlamentares e lideranças regionais.

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