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7 de abril de 2020 | 04:10 pm

DANIEL LEÃO É EXONERADO DA FICC; SECRETÁRIO NO GOVERNO VANE SERÁ O SUBSTITUTO

Trindade será o substituto de Daniel Leão na Ficc
Tempo de leitura: 2 minutos

Daniel Leão não é mais presidente da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC).  A exoneração, a pedido, foi publicada na edição eletrônica do Diário Oficial do Município, na segunda-feira (9).  Conforme adiantou o PIMENTA, no mês passado, o cargo será assumido por José Carlos Trindade, que foi secretário de Assistência Social no governo de Claudevane Leite (Vane), antecessor de Fernando Gomes. Ele já foi nomeado. A posse ocorre às 10h desta quarta (11), no Centro Administrativo Firmino Alves.

A entrada de José Trindade no governo de Fernando faz parte da estratégia para as eleições municipais deste ano.  Trindade é o presidente do Republicanos (ex-PRB) em Itabuna, partido que apoiará o candidato do grupo do prefeito, conforme acordo costurado recentemente.

Fernando Gomes sonha com a reeleição e até iniciou caminhada pelos bairros de Itabuna. Mas hoje, conforme decisões do Tribunal de Justiça da Bahia, está inelegível. Condenado por improbidade administrativa, ele teve os direitos políticos suspensos, por três anos, pelo juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública, Ulisses Maynard Salgado. No TJ-BA, o prefeito perdeu prazo para recurso. A nomeação de José Trindade para cargo foi publicada nesta terça-feira (10). Já posse deve correr nas próximas horas.

Exoneração de Daniel Leão já foi publicada. Veja em leia mais o decreto de nomeação de Trindade

Leia Mais

A CONVERSA DE FERNANDO GOMES COM RUI COSTA

Tempo de leitura: 3 minutos

Marco Wense

 

O governador vai tentar convencer Fernando de que o melhor caminho é um partido aliado do governo. Se o conselho não for seguido, o bom relacionamento com o neoaliado, que chegou até a colocar a estrela do PT do lado esquerdo do peito, tende a se esfriar.

 

O encontro do prefeito Fernando Gomes com o governador Rui Costa, tendo como pauta principal a sucessão de Itabuna, vem provocando uma avalanche de especulações e disse-me-disse.

A decisão do alcaide, que continua sem abrigo partidário, de disputar ou não à reeleição (ou o segundo mandato consecutivo) mexe com todo o pleito para o cobiçado comando do centro administrativo Firmino Alves.

Salta aos olhos, que não precisam ser do tamanho dos da coruja, que o processo sucessório com Fernando Gomes disputando o sexto mandato é um. Sem ele, outro completamente diferente.

As torcidas dos prefeituráveis caminham em sentidos opostos. Cito dois exemplos, sem dúvida os mais interessantes. O grupo de Mangabeira (PDT) quer Fernando como candidato. Já o do Capitão Azevedo (PL) reza todos os dias para que o atual gestor não tenha seu nome nas urnas eletrônicas.

Com Fernando na disputa, as chances do ex-prefeito Azevedo caem abruptamente. Ambos têm os mesmos redutos eleitorais, são políticos que pertencem ao campo do populismo. A polarização com Mangabeira é dada como favas contadas. O voto útil do antifernandismo vai ser direcionado para o pedetista.

Sem o experiente Fernando Gomes, Azevedo passa a ser o maior adversário de Mangabeira, que continua na frente nas pesquisas de intenções de voto e com um baixíssimo índice de rejeição, que, quando comparado aos de Fernando e Geraldo Simões, pré-candidato do PT, quase que não existe.

E a conversa de Fernando Gomes com Rui Costa? Eu diria que o chefe do Palácio de Ondina não anda nada satisfeito com a possibilidade do alcaide ir para uma legenda que não seja da base aliada, como o Republicanos do bispo e deputado federal Márcio Marinho, que apoia o governo soteropolitano de ACM Neto (DEM) e o prefeiturável Bruno Reis, também demista.

No evento que anunciou Bruno Reis como postulante do DEM à prefeitura de Salvador, Marinho afirmou, com todas as letras maiúsculas, que a legenda vai pleitear a vice do democrata. “O Republicanos faz parte da base do prefeito ACM Neto”, disse o parlamentar.

Ora, o governador, conversando com seus próprios botões, como diria o irreverente e polêmico jornalista Mino Carta, vai dizer mais ou menos assim: Fiz de tudo para alavancar a pré-candidatura dele (Fernando Gomes) e agora ele quer ir para uma legenda que me tem como adversário e que vai apoiar a candidatura de ACM Neto ao governo da Bahia na eleição de 2022.

Vale lembrar que Marinho, aqui em Itabuna representado por Lourival Vieira, presidente do diretório local, não cansa de dizer que quer distância do Partido dos Trabalhadores. O bispo da Igreja Universal é adepto fervoroso do “PT nunca mais”. Como não bastasse, já descartou qualquer tipo de aliança com Rui Costa.

O governador vai tentar convencer Fernando de que o melhor caminho é um partido aliado do governo. Se o conselho não for seguido, o bom relacionamento com o neoaliado, que chegou até a colocar a estrela do PT do lado esquerdo do peito, tende a se esfriar. Começam a aparecer as primeiras pulgas atrás das orelhas da autoridade máxima do Poder Executivo estadual.

No mais, esperar o resultado da conversa. Se eu fosse apostar, jogaria todas as fichas que Fernando Gomes não vai para o Republicano.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

A CONVERSA DE FERNANDO GOMES COM RUI COSTA

Tempo de leitura: 3 minutos

Marco Wense

 

 

O governador vai tentar convencer Fernando de que o melhor caminho é um partido aliado do governo. Se o conselho não for seguido, o bom relacionamento com o neoaliado, que chegou até a colocar a estrela do PT do lado esquerdo do peito, tende a se esfriar.

 

O encontro do prefeito Fernando Gomes com o governador Rui Costa, tendo como pauta principal a sucessão de Itabuna, vem provocando uma avalanche de especulações e disse-me-disse.

A decisão do alcaide, que continua sem abrigo partidário, de disputar ou não à reeleição (ou o segundo mandato consecutivo) mexe com todo o pleito para o cobiçado comando do centro administrativo Firmino Alves.

Salta aos olhos, que não precisam ser do tamanho dos da coruja, que o processo sucessório com Fernando Gomes disputando o sexto mandato é um. Sem ele, outro completamente diferente.

As torcidas dos prefeituráveis caminham em sentidos opostos. Cito dois exemplos, sem dúvida os mais interessantes. O grupo de Mangabeira (PDT) quer Fernando como candidato. Já o do Capitão Azevedo (PL) reza todos os dias para que o atual gestor não tenha seu nome nas urnas eletrônicas.

Com Fernando na disputa, as chances do ex-prefeito Azevedo caem abruptamente. Ambos têm os mesmos redutos eleitorais, são políticos que pertencem ao campo do populismo. A polarização com Mangabeira é dada como favas contadas. O voto útil do antifernandismo vai ser direcionado para o pedetista.

Sem o experiente Fernando Gomes, Azevedo passa a ser o maior adversário de Mangabeira, que continua na frente nas pesquisas de intenções de voto e com um baixíssimo índice de rejeição, que, quando comparado aos de Fernando e Geraldo Simões, pré-candidato do PT, quase que não existe.

E a conversa de Fernando Gomes com Rui Costa? Eu diria que o chefe do Palácio de Ondina não anda nada satisfeito com a possibilidade do alcaide ir para uma legenda que não seja da base aliada, como o Republicanos do bispo e deputado federal Márcio Marinho, que apoia o governo soteropolitano de ACM Neto (DEM) e o prefeiturável Bruno Reis, também demista.

No evento que anunciou Bruno Reis como postulante do DEM à prefeitura de Salvador, Marinho afirmou, com todas as letras maiúsculas, que a legenda vai pleitear a vice do democrata. “O Republicanos faz parte da base do prefeito ACM Neto”, disse o parlamentar.

Ora, o governador, conversando com seus próprios botões, como diria o irreverente e polêmico jornalista Mino Carta, vai dizer mais ou menos assim: Fiz de tudo para alavancar a pré-candidatura dele (Fernando Gomes) e agora ele quer ir para uma legenda que me tem como adversário e que vai apoiar a candidatura de ACM Neto ao governo da Bahia na eleição de 2022.

Vale lembrar que Marinho, aqui em Itabuna representado por Lourival Vieira, presidente do diretório local, não cansa de dizer que quer distância do Partido dos Trabalhadores. O bispo da Igreja Universal é adepto fervoroso do “PT nunca mais”. Como não bastasse, já descartou qualquer tipo de aliança com Rui Costa.

O governador vai tentar convencer Fernando de que o melhor caminho é um partido aliado do governo. Se o conselho não for seguido, o bom relacionamento com o neoaliado, que chegou até a colocar a estrela do PT do lado esquerdo do peito, tende a se esfriar. Começam a aparecer as primeiras pulgas atrás das orelhas da autoridade máxima do Poder Executivo estadual.

No mais, esperar o resultado da conversa. Se eu fosse apostar, jogaria todas as fichas que Fernando Gomes não vai para o Republicano.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

ÁLVARO DIAS ADMITE CONVERSA COM O DEM E REJEITA ALIANÇA COM PSDB E MDB

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Álvaro Dias (c) falou de projetos e de aliança com o DEM || Foto Jorge Bittencourt/Pimenta

O senador e presidenciável Álvaro Dias (Podemos) admitiu nesta sexta-feira (4), em Itabuna, no sul da Bahia, que existem conversas iniciais com o DEM sobre uma possível aliança nacional para disputar às eleições de outubro.  “O que há é um desejo de muitos de estabelecer uma convergência mais ao centro. Sempre surge essa discussão e partidos que podem buscar uma aliança, concentrando o apoio em determinado candidato. Mas essa é uma conversa muito incipiente”, disse ao PIMENTA.
Além do DEM, o senador acenou que pode conversar com o PRB. “Ainda estamos no campo da preliminar, porque temos que esperar algumas etapas e respeitar as candidaturas dos outros partidos. O Rodrigo Maia (DEM), Flávio Rocha (PRB) são pré-candidatos de partidos que estão muito próximos. Nós não somos obstáculos a um entendimento. Estamos dispostos a facilitar uma convergência, mas somente o tempo dirá”.
Álvaro Dias disse que a convenção do Podemos será dia 22 de julho e que até lá muita coisa é possível. O senador descartou qualquer chance de alianças com partidos como MDB e PSDB, e afirmou que, se eleito, irá enxugar a máquina pública e uma das primeiras medidas será reduzir o número de ministérios para 15, no máximo.
Ele veio ao sul da Bahia participar do 3º Encontro Regional do partido, que na Bahia conta com os deputados Bacelar (federal) e Jânio Natal (estadual). Além dos dois parlamentares, o evento contou com a participação da presidente nacional da sigla, a deputada federal Renata Abreu, vereadores, prefeitos e pré-candidatos a deputado, além do presidente do diretório municipal, Rafael Moreira.

TOM RIBEIRO FORA DA BRIGA

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Tom Ribeiro diz que o PRB precisa se reorganizar em Itabuna

Tom Ribeiro diz que o PRB precisa se reorganizar em Itabuna

O apresentador do Balanço Geral, da TV Cabrália, Tom Ribeiro, desistiu de disputar a Prefeitura de Itabuna. Na manhã de hoje (13), ele revelou ao PIMENTA que, depois de refletir bastante, optou por abortar a pré-candidatura.

O motivo legado por Ribeiro é a necessidade de reorganizar o PRB em Itabuna. Além de não ter se preparado para a disputa majoritária, a legenda também não trabalhou na montagem de uma chapa proporcional.

Bastante conhecido nos bairros de Itabuna, o âncora do Balanço Geral vinha pontuando bem nas pesquisas de intenção de voto.

OPERAÇÃO VASSOURAS

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vassouraFoi deflagrada na Prefeitura de Itabuna a Operação Vassouras, que consiste em aplicar a velha mandinga de colocar o utensílio de limpeza atrás da porta como sinal para mandar embora visitas indesejadas.

No caso da Prefeitura, não se trata exatamente de visitas, mas dos ocupantes de cargos comissionados que não comungam da decisão do prefeito Claudevane Leite (PRB) de apoiar o deputado federal Davidson Magalhães (PCdoB) como seu sucessor.

Segundo um comunista, a ordem é espalhar vassouras atrás das portas de diversos gabinetes do centro administrativo. Associada à mandinga, foi recomendada muita oração para fazer o prefeito cumprir a própria determinação de exonerar os rebeldes.

TOM RIBEIRO CONFIRMA PRÉ-CANDIDATURA

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Apresentador é a aposta do PRB na sucessão itabunense

Apresentador é a aposta do PRB na sucessão itabunense

Depois de oficializar apoio à pré-candidatura do deputado federal Davidson Magalhães (PCdoB), o prefeito de Itabuna, Claudevane Leite (PRB), entrou em rota de colisão com seu próprio partido.

Nesta sexta-feira (11), o apresentador da TV Cabrália, Tom Ribeiro, confirmou que é pré-candidato à sucessão pelo PRB. Ele foi convidado pela presidente estadual da sigla, a deputada Tia Eron, e aceitou o desafio de entrar na disputa.

A deputada teme ver sua legenda perder o comando de uma das maiores cidades da Bahia e decidiu jogar areia no piquenique de Vane com os comunistas. Dono de grande popularidade, graças à exposição no programa Balanço Geral, o apresentador é a aposta de Tia Eron e já aquece o discurso para a campanha.

Em entrevista concedida recentemente a um programa da rádio Jornal, Tom Ribeiro criticou o correligionário Vane, afirmando que ele não tem comando. Por tabela, alfinetou o PCdoB, que segundo ele controla a gestão por intermédio do vice Wenceslau Júnior.

Ribeiro se diz animado com pesquisas de consumo interno e aposta no crescimento de seu nome, inclusive com o apoio de alguns dos atuais secretários do governo municipal.

Em matéria de sucessão, o prefeito Vane demonstra total falta de harmonia com seu partido. Com o perdão pelo trocadilho, pode-se dizer que ele segue absolutamente fora do tom.

 

VANE PARA UM LADO, O PRB PARA O OUTRO

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Prefeito apoia pré-candidato do PCdoB, mas seu partido busca outros caminhos

Prefeito apoia pré-candidato do PCdoB, mas seu partido busca outros caminhos

Após a solicitação do prefeito de Itabuna para que os cargos de confiança sejam desocupados por aqueles que não apoiam a pré-candidatura do deputado federal Davidson Magalhães (PCdoB), aguarda-se com expectativa as próximas edições do Diário Oficial do Município.

Pelas movimentações de grande parte dos servidores indicados politicamente, haverá uma debandada geral. Curiosamente, a rejeição ao comunista se dá com maior força entre os aliados mais próximos do prefeito, e especialmente de seu partido, o PRB.

O Pastor Francisco Edes, que comanda a Secretaria de Assistência Social, é um que deverá pedir o boné para reassumir sua cadeira na Câmara de Vereadores. Francisco não só rejeita a candidatura de Davidson, como já tem mantido conversas com outros pré-candidatos. Por ele, o nome pode ser o do apresentador Tom Ribeiro, do professor Roberto José e até do deputado Augusto Castro. Seu cardápio só não inclui antepasto de cururu.

Não é de hoje que o prefeito tem enfrentado rebelião em sua cozinha. Há alguns meses, o vereador Manoel Júnior (PRB), suplente do Pastor Francisco, assinou requerimento para abertura de uma Comissão Especial de Inquérito com o objetivo de investigar um caso de plágio na produção do Plano Municipal de Saneamento. A CEI não vingou, mas por esse episódio Claudevane já teve uma ideia de que possui correligionários de comportamento pior que o dos adversários.

Possível pré-candidato pelo PRB, Tom Ribeiro tem feito críticas duras ao governo e acusado o prefeito de não saber comandar. “Existem erros na administração, pois o prefeito não tomou a iniciativa como deveria ter feito e a caneta ficou o tempo todo na mão do vice (Wenceslau Júnior, do PCdoB)”, dispara Ribeiro. Ou seja, com uma cajadada só, o apresentador bateu no “irmão” Claudevane e no comunista.

Alguns analistas acreditam que o apoio pessoal de Claudevane, em um governo sem coesão, é pouco significativo para Davidson. Aliás, a situação faz lembrar um episódio relado por Lira Neto na biografia do ex-presidente Getúlio Vargas, quando este venceu as eleições de 1950 com apoio do velho PSD. Detalhe: o PSD tinha candidato oficial, o mineiro Cristiano Machado, porém as alas mais influentes do partido eram ligadas a Getúlio.

Segundo Lira Neto, surgiu daí na política brasileira um novo sentido para o verbo “cristianizar”, quando uma legenda declara apoio formal a determinado candidato, enquanto na prática seus correligionários passam a trabalhar por outro. No caso de Davidson, não há sequer apoio da legenda, apenas do prefeito, mas ele corre o sério risco de ser “cristianizado”.

PRB DEFINE NOME DE TOM RIBEIRO PARA DISPUTAR PREFEITURA DE ITABUNA

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PRB define nome de Tom Ribeiro para disputar prefeitura de Itabuna.

PRB define nome de Tom Ribeiro para disputar prefeitura de Itabuna.

O PRB quebrou a resistência de Tom Ribeiro e o apresentador deverá ser candidato a prefeito de Itabuna. A presidente estadual da legenda, Tia Eron, disse ao comunicador que ele terá todo o apoio para a disputa. Para ela, conforme relato, “o tempo do PRB é outro”, nem tão difíceis (financeiramente) como em 2012.

A frase de efeito da deputada federal e dirigente do partido visou amolecer o coração de Tom diante de observações, do próprio apresentador, quanto às dificuldades enfrentadas pelo prefeito Vane do Renascer em 2012. Naquela eleição, o hoje prefeito Vane dependeu do PCdoB – financeiramente – para ser eleito, enquanto o PRB só oferecia a legenda.

A mensagem agora é outra. O partido quer mostrar que está levando o projeto de candidatura a sério – e está cacifado. Já ocorreram duas reuniões, em Salvador, para tratar do assunto. Tom, conforme avaliação interna, dispõe de grande visibilidade e carisma.

A visibilidade é garantida pelas aparições como apresentador do Balanço Geral, da TV Cabrália, que lidera audiência no horário das 12h às 13h45min, de segunda a sexta. Além do assédio de Tia Eron, o grupo do deputado estadual José de Arimatéia também tem trabalhado pela candidatura de Tom.

Procurado pelo Pimenta.blog, Tom evitou comentar sobre pré-candidatura. Apenas confirmou ter participado de reuniões, porém se negou a falar do conteúdo das mesmas. “Estamos conversando, sim. O prefeito Vane é do PRB e é natural esse desejo do partido [de novamente ter um candidato a prefeito]”.

A decisão do PRB estadual pela candidatura de Tom levou o pré-candidato a prefeito pelo PSDB, Augusto Castro, a procurar a legenda e também o apresentador, querendo-o como vice.

Em contato com o site, por meio de sua assessoria, a presidente do PRB baiano disse que a posição oficial do partido quanto às eleições de 2016 será divulgada “em momento oportuno”. A nota do blog foi publicada conforme relatos, mas a deputada, frisando não ter concedido entrevista, diz não ter falado das dificuldades de 2012 durante as reuniões, embora fonte presente às reuniões digam o contrário. Atualizado às 16h12min.

GERALDO, DAVIDSON E ROBERTO JOSÉ

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marco wense1Marco Wense

 

Dos quatros prefeituráveis de partidos que dão sustentação política ao governo estadual, o ex-alcaide é o grande favorito. Percentualmente, diria que Geraldo tem 90% de chance, Davidson 5%, Roberto José 4% e Leahy 1%.

 

Já estou ficando repetitivo quando digo que o PT de Geraldo Simões e o PCdoB de Davidson Magalhães vão caminhar juntos na sucessão do prefeito Claudevane Leite.

A união entre petistas e comunistas é uma questão de pura sobrevivência política. O cenário aponta uma dependência que tende a ficar cada vez mais escancarada.

Se a junção é considerada como favas contadas, então podemos dizer que o candidato do governismo será Geraldo Simões, com o PCdoB indicando o companheiro da chapa majoritária.

E Roberto José, que é do PSD do senador Otto Alencar, que é aliado do governador Rui Costa, como fica? Vai aceitar passivamente a fritura em torno da sua pré-candidatura?

Ora, até as freiras do Convento das Carmelitas sabem que o governador Rui Costa não medirá esforços para que a base aliada tenha um só candidato a prefeito.

Dos quatros prefeituráveis de partidos que dão sustentação política ao governo estadual – Geraldo Simões, Davidson Magalhães, Roberto José e Carlos Leahy, respectivamente PT, PCdoB, PSD e PSB –, o ex-alcaide é o grande favorito. Percentualmente, diria que Geraldo tem 90% de chance, Davidson 5%, Roberto José 4% e Leahy 1%.

É bom lembrar que a senadora Lídice da Mata, dirigente-mor do PSB, além de ter um bom relacionamento com o governador Rui Costa, comunga com a opinião de que qualquer cisão na base só faz ajudar a oposição.

Robertistas, obviamente os mais lúcidos e politizados, já defendem uma aproximação de Roberto José com o médico Antônio Mangabeira, pré-candidato pelo PDT do saudoso Leonel Brizola.

Muita coisa ainda vai acontecer na movediça areia da sucessão do prefeito Claudevane Leite (PRB).

GEDDEL EM ITABUNA

JuvenalMaynart CeplacAmanhã, sábado (28), o ex-ministro Geddel Vieira Lima e o mano Lúcio Vieira Lima, cotadíssimo para substituir Eduardo Cunha na presidência da Câmara dos Deputados, estarão em Itabuna para discutirem a sucessão do prefeito Claudevane Leite.

Serão recebidos pelo presidente do diretório do PMDB, Pedro Arnaldo, pelo médico Renato Borges da Costa, o pré-candidato Fernando Vita, o vereador Antônio Cavalcante e, principalmente, por Juvenal Maynart.

Digo principalmente, porque Geddel tem a oportunidade de parabenizar pessoalmente Maynart não só pelo bom trabalho realizado na Ceplac, quando superintendente do órgão, como na valorosa contribuição para a implantação da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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