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19 de fevereiro de 2020 | 04:02 pm

MUNICÍPIO BAIANO ATINGE R$ 3,6 BILHÕES E LIDERA RANKING NA PRODUÇÃO AGRÍCOLA

Tempo de leitura: 2 minutos

Produção agrícola faz de São Desidério um dos municípios miais ricos do País

Dados da Pesquisa Agrícola Municipal (PAM), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que São Desidério (BA), Sapezal (MT) e Sorriso (MT) são os municípios com o maior valor de produção agrícola do país. São os principais produtores de algodão herbáceo, soja, milho, entre outros grãos, e campeões de geração de riqueza no campo.

O órgão avaliou 38 culturas permanentes e 33 temporárias. Entre os 50 municípios com maior valor da produção agropecuária, 18 estão no Mato Grosso. O primeiro lugar do ranking pertence a São Desidério, no oeste da Bahia, com valor da produção de R$ 3,6 bilhões, em 2018. A alta foi de 54,4% em relação ao ano anterior. Metade desse valor foi gerada pela soja, correspondendo a 1,6 milhão de toneladas.

Na segunda posição de maior município produtor brasileiro está Sapezal, que fica a oeste de Mato Grosso, com R$ 3,3 bilhões (+28%). Além de produzir soja, girassol, feijão e arroz, seu principal produto é o algodão herbáceo, cujo valor da produção foi de R$ 1,8 bilhão, em 2018.

Sorriso, localizado ao norte de Mato Grosso, saiu da primeira posição, em 2017, para a terceira, em 2018. O valor da produção somou R$ 3,3 bilhões, em 2018. O principal produto desse município é a soja, cuja produção foi de 2,2 milhões de toneladas, gerando um valor da produção de R$ 2 bilhões.

Sorriso também é um importante produtor de milho, o primeiro do país, e de feijão. O estudo do IBGE representa uma importante fonte para acompanhamento das informações agropecuárias em nível municipal.

IBGE: PRODUÇÃO AGRÍCOLA NO NORDESTE CRESCERÁ 34,9% EM 2014

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Produção agrícola deverá ter alta de 34,9% em 2014 (Foto Tiago Queiroz/AE).

Produção agrícola deverá ter alta de 34,9% em 2014 (Foto Tiago Queiroz/AE).

Do Estadão
Após dois anos de prejuízos com a estiagem, a Região Nordeste deve ter um salto em 2014 de 34,9% na sua produção agrícola, em relação ao ano passado, segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de setembro, divulgado nesta quinta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A safra da Região Norte deve aumentar 9,2% no ano, enquanto a Região Centro-Oeste terá expansão de 4,3%. Na direção oposta, a Região Sul terá resultado 0,3% inferior ao de 2013. No Sudeste, a queda será de 12,5%, devido aos problemas com a seca. “Teve estiagem na Região Sudeste, que pegou um pouquinho de Goiás e Paraná”, explicou Mauro Andreazzi, gerente da Coordenação de Agropecuária do IBGE.
Este ano, o Centro-Oeste foi responsável por 81,8 milhões de toneladas do volume da produção nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas. O Sul respondeu por 72,8 milhões de toneladas; o Sudeste, por 17,3 milhões de toneladas; o Nordeste, por 16,1 milhões de toneladas; e o Norte, por 5,4 milhões de toneladas.
“No próximo levantamento já vamos começar a ter o prognóstico da safra para o ano que vem”, lembrou Andreazzi. O Mato Grosso foi o maior produtor nacional de grãos em 2014, com uma participação de 24,4% na safra nacional, seguido pelo Paraná (18,6%) e Rio Grande do Sul (15,8%).

DESCASO DA PREFEITURA COLOCA VIDAS EM RISCO

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Ferrugem detonou estrutura da ponte.

Os produtores rurais da região do Serrado e Ribeirão Seco não sabem a quem recorrer para que seja consertada a ponte de acesso às duas localidades. A ferrugem detonou a estrutura da ponte e somente veículos de grande porte conseguem transitar sem riscos de acidente fatal.

João Edvaldo Lima, porta-voz do grupo de produtores e moradores do Serrado e de Ribeirão Seco, diz que já procurou a prefeitura e mostrou a situação delicada da ponte e os riscos de acidente. Tábuas são afixadas na tentativa de facilitar o tráfego, mas não resistem porque a estrutura da ponte, de tão carcomida, cede por não suportar o peso dos veículos.

O caso foi levado ao secretário de Desenvolvimento Urbano, Fernando Vita. Edvaldo lembra que várias solicitações foram feitas à secretaria. “É um verdadeiro descaso para com os produtores e moradores da região. Nada foi feito na estrada nem na ponte”, reclama Edvaldo.

Vita e Azevedo, os insensíveis, fecham olhos para a grita dos produtores e moradores.

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