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24 de fevereiro de 2021 | 02:47 pm

E NÃO É QUE MÁRIO QUERIA “FUMAR” O TÊNIS DE GABEIRA

Tempo de leitura: 3 minutos

No meio de sua palestra, todas as questões que sempre defendeu foram postas, para delírio dos presentes. Num desses temas, como era de se esperar, a crescente utilização da maconha, não se restringindo ao “cigarrinho maldito”, como se referiam alguns, mas em diversas atividades econômicas.

Walmir Rosário || wallaw2008@outlook.com

Um dos melhores momentos vividos nesse Brasil foi a chamada luta pela redemocratização, com movimentos estourando por todo o país, com palestras, seminários, workshop ou os simples comícios. Desde a luta pelas eleições diretas, a Constituinte e a eleição de Tancredo Neves o Brasil só respirava política. Não se falava em outra coisa.

Políticos com mandato cruzavam os céus em aviões de carreira ou particulares em busca de apoio para suas propostas no Congresso Nacional ou para a formação de novos partidos políticos. Os sem mandatos também se viravam como podiam para “vender seu peixe”, inclusive “as novidades”, a exemplo dos cassados e exilados políticos que retornaram ao Brasil e buscavam mandatos, ou os já eleitos.

Convidado do Município de Ilhéus para vir à cidade participar de um fórum de debates, o deputado federal Fernando Gabeira se transformou, como sempre, numa atração à parte. Não tão somente pela sua história, mas, sobretudo pelas propostas inovadoras para a política brasileira, a exemplo do que sobe fazer, haja vista sua constante capacidade de transformação em relação ao presente e ao futuro.

Em Ilhéus, durante toda sua estada, sempre esteve cercado pela imprensa, inclusive a nacional, e não se fazia de rogado ao tratar dos mais diversos assuntos ligados à política e economia nacional internacional, analisando estruturas e conjunturas, construindo cenários futuros. E assim passou a ser o maior e mais importante personagem do evento, inibindo figuras importantes da vida política e econômica brasileira.

E não era para menos. Jornalista experiente, político defensor de questões consideradas controversas, polêmicas, verdadeiros tabus, o casamento homossexual, a descriminalização da maconha e profissionalização da prostituição, Gabeira tinha muito a falar por onde andava. Ainda mais quando a questão é sua história, a exemplo da militância política clandestina e as ações na luta armada durante o período da ditadura militar, quando participava do Movimento Revolucionário Oito de Outubro.

Membro fundador do Partido Verde (PV), Gabeira é um esquerdista histórico, tanto que alternou sua militância também no Partido dos Trabalhadores (PT) em diversas eleições. Por essas e outras, Gabeira tinha muito que contar e os jornalistas a perguntar. E esse assédio ficou mais evidenciado durante sua palestra no auditório do hotel em que também se hospedava, o Opaba.

No meio de sua palestra, todas as questões que sempre defendeu foram postas, para delírio dos presentes. Num desses temas, como era de se esperar, a crescente utilização da maconha, não se restringindo ao “cigarrinho maldito”, como se referiam alguns, mas em diversas atividades econômicas. O cânhamo passava a ser visto como commodity e não mais como um problema de polícia ou política social.

Tanto era assim, que uma das demonstrações feitas pelo deputado federal Fernando Gabeira era o seu próprio tênis, fabricado com cânhamo, nome vulgar da Cannabis sativa, arbusto que fornece as folhas para a produção do velho cigarrinho de maconha. E a plateia ficou ouriçada com o exemplo dado pelo deputado. A notícia, por certo, ganharia as manchetes dos rádios, jornais e televisões do mundo inteiro, como efetivamente ganhou.

Mas essa não era a preocupação de um expectador em especial, que não perdia um lance do deputado Gabeira, era o repórter fotográfico Mário de Queiroz, o conhecido Mário Bandeira, identificado como um dos usuários da maconha na sua versão enroladinha. Após os cliques de praxe, sempre buscando o melhor ângulo, Mário finalmente se aproxima de Gabeira e diz baixinho:

– Deputado, deputado, vamos subir ao seu apartamento para darmos uma fumada no seu tênis? – incentivou Mário de Queiroz.

Como era de se esperar, Gabeira respondeu com toda a tranquilidade:

– Olha, Mário, atualmente só uso maconha no tênis. Cânhamo, melhor dizendo – e seguiu respondendo as perguntas dos jornalistas.

Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado.

WALTER PINHEIRO NO PV – E NA BASE DE NETO

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Pinheiro pode se filiar ao PV, segundo Álvaro Dias.

Pinheiro pode se filiar ao PV, segundo Álvaro Dias.

Álvaro Dias concedeu entrevista à Gazeta do Povo e acabou por revelar para qual partido ele e um grupo de senadores devem ir. De acordo com o senador tucano, a tendência é que ele e colegas como Walter Pinheiro filiem-se ao PV.

Pinheiro foi eleito senador pelo PT baiano, mas mostra descontentamento com a legenda desde o final do primeiro Governo Lula – com o estouro do Mensalão – e quase deixa o partido para ingressar no Psol. Manteve-se no partido, por onde chegou ao Senado com o apoio do então governador Jaques Wagner e do presidente Lula.

Ainda na entrevista à publicação paranaense, Álvaro Dias revelou que o grupo de seis senadores pensa em construir uma alternativa à polarização PT-PSDB e ter um nome para disputar a presidência da República em 2018.

Até aqui, o senador Pinheiro evita falar em saída do PT. O Pimenta já tentou entrevistas para tratar deste tema com o senador, mas, por meio de sua assessoria, diz que esta não é uma preocupação do momento. Caso mantenha-se essa tendência de Pinheiro ingressar no PV, ele passará a fazer parte da base de apoio ao prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), com quem estaria conversando. Como se sabe, Neto já se lançou na disputa para 2018.

MANGABEIRA E O DISCURSO DO NOVO

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marco wense1Marco Wense

 

Mangabeira defende a formação de um bloco com o PSB, PPS, PV e Solidariedade (SD). Vai conversar com os prefeituráveis Carlos Leahy, Leninha Duarte e Alfredo Melo.

 

Algumas pessoas, entre elas alguns jornalistas, achando que o médico oncologista Antônio Mangabeira, pré-candidato pelo PDT, vem adotando um discurso duro em relação ao processo sucessório.

Alegam que Mangabeira erra quando descarta qualquer aproximação com os ex-gestores Fernando Gomes e Azevedo. O civil querendo ser prefeito pela quinta vez e o militar atrás do segundo mandato.

Ora, Mangabeira está no caminho certo. Quem prega mudança na política de Itabuna não pode ficar de convescote com políticos que representam a antítese do novo, que simbolizam a mesmice.

Se Mangabeira estivesse com outra postura, outro comportamento, essas mesmas pessoas iriam dizer que sua pré-candidatura é de mentirinha, que a intenção é ser vice.

“Não vou praticar a velha e carcomida política do toma-lá-dá-cá e nem me aproximar de quem eu acho que não serve mais para Itabuna”, diz o prefeiturável do PDT.

Mangabeira defende a formação de um bloco com o PSB, PPS, PV e Solidariedade (SD). Vai conversar com os prefeituráveis Carlos Leahy, Leninha Duarte e Alfredo Melo. “Não podemos ficar assistindo uma eventual polarização entre Fernando Gomes e Geraldo Simões”, finaliza.

PS: Além de médico, bacharel em direito e administrador de empresas, Mangabeira cursa engenharia civil e ambiental.

INFIDELIDADE

claudevane leiteCostumo dizer que o anzol da fidelidade partidária só consegue fisgar os peixes miúdos, sem dúvida os vereadores e dirigentes partidários. Quando o peixe é graúdo, o anzol entorta, o “peixão” escapole.

O prefeito Vane, só para citar um exemplo bem tupiniquim, desconsiderou a orientação do seu partido, o PRB, para apoiar o então candidato Paulo Souto. Vane ficou com o petista Rui Costa na última sucessão estadual.

Tudo caminha para que o chefe do Executivo venha novamente cometer infidelidade partidária na eleição municipal de 2016, se tornando um reincidente.

O PRB tende a ficar com a oposição, se juntando ao DEM, PSDB e PMDB. Se não for candidato ao segundo mandato, Vane vai apoiar o nome que o governador Rui Costa apontar.

Fica no ar a pertinente, provocativa e intrigante pergunta: os vanistas antipetistas, incluindo aí os evangélicos, seguiriam o prefeito no seu apoio ao candidato do PT?

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

COMISSÃO DO PV APOIA VANE E ISOLA GLEBÃO

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Comissão do PV isola Glebão e ratifica apoio a prefeito (Foto Divulgação).

Comissão do PV isola Glebão e ratifica apoio a prefeito (Foto Divulgação).

Do Bahia24horas

O vereador Glebão (PV) perdeu de vez o controle de seu partido em Itabuna. No Carnaval, o engenheiro Alfredo Melo fez uma articulação que alçou o advogado e arquiteto José Barbosa à presidência do diretório municipal do PV. O grupo também é composto pelo secretário de Esportes do município, Evans Maxwel.

O secretário foi indicado por Glebão após a vitória do prefeito Claudevane Leite em 2012, mas depois os correligionários romperam. Maxwel se manteve no governo por um compromisso pessoal do chefe do executivo, porém a relação com o padrinho ficou trincada.

Agora, o novo comando do PV opera para fortalecer o partido como integrante do governo e isolar Glebão. O prefeito até se comprometeu a ouvir mais a legenda sobre “as definições da administração e encaminhamentos políticos”.

O compartilhamento de definições sinaliza para o apoio do Partido Verde à reeleição do prefeito. Mas o que parece bastante remota é a possibilidade de Glebão pedir votos para reconduzir Claudevane Leite ao poder.

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DILMA RECEBE APOIO DE MEMBROS DO PSOL, PMDB, PTN E PV NA BAHIA

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Lídice da Mata discursa em evento pluripartidário em Salvador.

Lídice da Mata discursa em evento pluripartidário em Salvador.

A campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff na Bahia ganhou hoje, oficialmente, o apoio de parte do PSOL e do PV e de mais um prefeito do PMDB. O apoio foi ratificado em evento em um hotel de Salvador, quando a senadora Lídice da Mata (PSB) oficializou apoio a Dilma Rousseff.
O prefeito de Cairu,  Fernando Brito (PMDB), contrariou orientação de Geddel Vieira Lima, que está com Aécio, e fechou apoio a Dilma, no que foi seguido pelo prefeito Rodrigo de Dedé (PTN), de Esplanada. Outros apoios anunciados são de membros do PSOL, partido de Luciana Genro. Do PV, apoia Dilma o deputado estadual Marquinhos (PV).
A senadora Lídice da Mata disse que estará integralmente na campanha de Dilma neste segundo turno. “Vou participar integralmente da campanha e ou convidar o PSB da Bahia para esse mesmo movimento”, disse. Lídice, no entanto, fez questão de frisar que o seu partido terá relação de independência em relação do governo de Rui Costa, seu adversário nas urnas no último dia 5.
Rui agradeceu a senadora e novos apoiadores por terem preferido Dilma. “Essa é a melhor decisão para a Bahia e para o Nordeste. Lídice, vamos juntos construir uma estado cada vez melhor”

VEREADOR DO PV PEDE CABEÇA DE SECRETÁRIO… DO PV!

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Glebão e Maxwell: os "verdes" estão em pé de guerra

Glebão e Maxwell: os “verdes” estão em pé de guerra

Uma situação inusitada ocorreu na sessão desta quarta-feira, 12, na Câmara de Itabuna. O vereador Glebão, do PV, afirmou que não consegue ser recebido pelo secretário de Esportes do município, Ewans Maxwell. Detalhe, o secretário é do mesmo partido do vereador e até pouco tempo presidia o diretório municipal da legenda.

A afirmação do vereador levou a questionamento de seus pares. Ronaldo Geraldo, do DEM, indagou se o colega ainda pertencia ao PV, pois somente isso poderia justificar a falta de consideração do secretário. Acabou dando corda para um festival de lamentações do “verde”.

Glebão disse que Maxwell não foi indicado pelo PV, que inicialmente desejou assumir a pasta do Meio Ambiente, desde que uma reforma administrativa a desmembrasse da Secretaria da Agricultura.  “Elegemos Maxwell para a presidência do PV, mas ele não correspondeu às expectativas”, começou o vereador. Sobre a ocupação da Secretaria de Esportes, disse que foi fruto de vaidade pessoal do correligionário. “Não foi minha indicação”, esquivou-se.

Maxwell já foi destituído da presidência do PV e, para seu lugar, os membros da legenda escolheram Jonas Barbosa. Um integrante do partido resumiu a situação: “Maxwell ganhou a Secretaria em nome do PV, mas personalizou o cargo e não dialoga com o partido”.

A fritura é em fogo alto e, provavelmente, o prefeito terá que escolher. Ou fica com Ewans Maxwell ou com o apoio do Partido Verde.

CASTRAÇÃO DE CRIATIVIDADE

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No Face, vereador do PV se apresenta como autor de projeto da companheira de partido

Em Salvador, o vereador Marcell Moraes deve em pouco tempo deixar o PV e filiar-se ao “Ctrl C + Ctrl V”. Naturalmente, esta legenda não existe, mas a piada já pegou na capital, onde Moraes se tornou conhecido pelo hábito de pongar em projeto alheio.

Com a máquina de xerox operando em alta, o vereador já atribuiu “ao próprio si” a autoria de proposta do colega Cláudio Tinoco (DEM), de ampliar o programa “Domingo é Meia” para o sistema ferryboat. Ele também diz ser autor de um projeto na verdade do vereador Paulo Câmara (PSDB), que visa regulamentar a atuação dos flanelinhas em Salvador.

A última vítima do plagiador em série foi a vereadora Ana Rita Tavares, que é do PV, mesmo partido de Moraes. Ana Rita, identificada com a bandeira da defesa dos animais, é autora do primeiro Projeto de Indicação apresentado no legislativo soteropolitano em 2013, prevendo a implantação de uma Unidade Móvel de Castração, o “Castramóvel”. A matéria foi aprovada na sessão do dia 18 de junho.

Com o projeto já tramitando, Moraes protocolou outro com o mesmo objetivo, mas a duplicidade foi identificada pelo Setor de Análise e Pesquisa da Câmara e a ponga, obviamente, não pode ir adiante. Moraes, porém, não se dá por vencido e se apresenta nas redes sociais como autor do projeto apresentado por Ana Rita.

É um caso típico de castração criativa, neste caso combinada com deformação de conduta.

BETH WAGNER É EXPULSA DO PV

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Beth diz que se sente honrada com a expulsão

Beth diz que se sente honrada com a expulsão

Acusada de infidelidade partidária, a ex-diretora do IMA (antigo Instituto de Meio Ambiente da Bahia, hoje Inema), Beth Wagner, foi expulsa do Partido Verde. Mas saiu atirando.
Segundo nota do site Bahia Notícias, Beth diz estar honrada, pois não pretende se tornar uma “neo-carlista”. A referência é ao apoio da legenda ao atual prefeito de Salvador, ACM Neto.
A ex-verde, que pode ir para a Rede Sustentabilidade, partido em gestação pela ex-senadora Marina Silva, também criticou o posicionamento dos antigos correligionários com relação ao novo Código Florestal e disse que o PV se tornou um “partido de aluguel”. Segundo ela, por esse motivo a agremiação tem perdido quadros importantes. Desse grupo, ela citou o deputado federal Alfredo Sirkis, do Rio de Janeiro.
Para Beth Wagner, o PV não está em extinção, mas enfrenta uma crise de identidade que acomete outras legendas.

ALIADOS COADJUVANTES

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marco wense1Marco Wense

Sobre o imbróglio das nomeações de azevistas e fernandistas, é preciso que as lideranças do PRB, PPS, PSC, PV e PP se juntem no esclarecimento de que tais indicações não partiram exclusivamente de seus partidos.

O óbvio ululante é afirmar que o PCdoB é a mais forte legenda do governo Vane. Como é inquestionável que Davidson Magalhães, diretor-presidente da Bahiagás, é o “cara” do comunismo grapiúna.
Essa influência do PCdoB já era esperada. Sem os comunistas, a campanha do então candidato Vane ficaria no meio do caminho. O apoio político foi importante. O financeiro imprescindível.
Todo esse toma-lá-dá-cá é inerente ao processo político. Não é coisa específica do PCdoB. Todas as agremiações partidárias agem do mesmo modo. É regra.
PRB, PPS, PSC, PV e o PP deram suas contribuições, cada um dentro de seus limites e condições. Não são coadjuvantes, como andam dizendo alguns membros do PCdoB. São também protagonistas.
Sobre o imbróglio das nomeações de azevistas e fernandistas, é preciso que as lideranças do PRB, PPS, PSC, PV e PP se juntem no esclarecimento de que tais indicações não partiram exclusivamente de seus partidos.
Querem empurrar o ônus das esquisitas nomeações para os partidos “coadjuvantes”, deixando o PCdoB de fora e, por tabela, o camarada Davidson Magalhães, pré-candidato a deputado federal.
O RETORNO DE FG
O slogan da campanha já está pronto: “O povão de Deus com Fernando”.  É Fernando Gomes em plena campanha para a prefeitura de Itabuna na sucessão de Claudevane Leite.
Os fernandistas estão eufóricos. Acreditam em um cenário favorável na eleição de 2016, com duas candidaturas se bicando: Vane (reeleição) e Geraldo Simões atrás do terceiro mandato.
Maria Alice e Raimundo Vieira são os mais entusiasmados com o retorno do “grande chefe”. Alice comanda o diretório municipal do DEM.
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

PV DESEMBARCA NA CAMPANHA DE JABES

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Boa parte do PV ilheense anunciou apoio à candidatura a prefeito de Jabes Ribeiro (PP), hoje, abandonando a campanha de Professora Carmelita (PT). Segundo o presidente do partido, Robson Melo, 10 dos 12 candidatos a vereador decidiram apoiar Jabes.

Principal liderança verde em Ilhéus, Pastor Gilmar Bonfim é vai continuar no apoio à candidatura petista. Robson Melo disse que a mudança tem a ver conta o jogo tático do PV para se fortalecer em Ilhéus, onde tem, segundo o dirigente, 500 filiados.

CARLOS SODRÉ DIZ QUE ITAPÉ PRECISA DE GOVERNO HONESTO

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Sodré (c) diz que falta governo honesto em Itapé (Foto Pimenta).

O advogado e escritor Carlos Eduardo Sodré, 65 anos, disputará a prefeitura de Itapé, no sul da Bahia, após ter homologada candidatura pelo PHS. Ele terá como candidata a vice a professora Tilda Tammá (PV), na coligação que reúne também PCdoB e PSL.

Numa entrevista coletiva hoje à tarde em Itabuna, Sodré condenou as práticas políticas e a gestão de sua cidade natal. “É um absurdo o que se faz com Itapé e sua gente nos últimos 30 anos”, afirmou. Para o candidato, apesar de ter receita estimada em R$ 35 milhões anuais, não há obras e serviços, a educação e a saúde são precárias, crianças e jovens não têm perspectivas e o capital humano, a exemplo de professores com especialização e mestrado, atua em outros municípios.

Segundo Carlos Sodré, apesar de passar parte de sua vida em Itabuna e Salvador, não perdeu o vínculo afetivo com Itapé. “Volto com mais experiência. Sinto-me jovem para trabalhar por minha gente”. Segundo ele, o município precisa de governo honesto.

O prefeiturável criticou o que chama de “cortesia com dinheiro da prefeitura”, pagando “cestas básicas e cachaça” aos eleitores. O recurso público, disse, tem que ser empregado em oportunidades para população.

Para Sodré, “trancando a torneira do desperdício e o ralo da corrupção o dinheiro aparece e se poderá ter economia de R$ 450 mil por mês para investir”, concluiu. Ele enfrentará nas urnas o ex-prefeito Pedro Jackson Brandão, o Pedrão (PSB), e o delegado Humberto Mattos (PDT).

PT E PMDB JUNTOS NA LAPA

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Do Bahia Notícias
Os partidos PMDB, PT, PDT e PPS estarão juntos nas eleições de Bom Jesus da Lapa. A coligação, que descontentou os líderes peemedebistas na Bahia e o governador Jaques Wagner, foi selada em dois encontros.
Na primeira reunião, o presidente estadual do Partido dos Trabalhadores, Jonas Paulo, se reuniu com o atual prefeito Roberto Maia (PMDB) e com o vice e pré-candidato à sucessão Hildebrando Ferreira (PT). Na segunda, se juntaram ao grupo a executiva municipal do PDT e o pré-candidato pelo partido, Moisés Barbosa.
As articulações fazem a nova coligação sair na frente do deputado estadual Eures Ribeiro, que seria o candidato do governador Jaques Wagner estabelecido em aliança com o Partido Verde. Com relação ao postulante do PV, a base do governo já decidiu: não vai apoiá-lo na candidatura.
Curioso é o fato do PDT, partido que bancou a campanha de Ribeiro à Assembleia Legislativa, coligar-se com o PT. Na conjuntura, os irmãos peemedebistas Geddel e Lúcio Vieira Lima não estão satisfeitos com a sigla local, comandada pelos também irmãos Roberto e Arthur Maia. Eles teriam realizado a coligação sem consultar a direção do partido.

AS MULHERES

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Marco Wense

 Todas elas já mostraram que são competentes, seja na vida pública ou na iniciativa privada.

Que digam tudo das mulheres que pretendem disputar a prefeitura de Itabuna: que são vaidosas, se vestem mal, não tem carisma, densidade eleitoral ou qualquer coisa. Quem tem boca fala o que quer.
Mas não digam que essas mulheres não seriam boas prefeitas. Todas elas já mostraram que são competentes, seja na vida pública ou na iniciativa privada.
Juçara Feitosa fez um bom trabalho como secretaria de Desenvolvimento Social no então governo Geraldo Simões, com destaque para o programa Viva Maria.
A professora Acácia Pinho revolucionou a secretaria de Administração no governo Fernando Gomes, dando dignidade, respeito e autoestima ao servidor público.
A simpática Leninha Alcântara, com muita determinação, luta e perseverança, venceu todos os obstáculos inerentes ao campo empresarial.
Acácia Pinho, prefeiturável do PDT, vai ser a grata surpresa da sucessão municipal. A pedetista sonha todos os dias com o início dos debates entre os candidatos.

O PMDB NA FRENTE

A frente aí não diz respeito aos resultados das pesquisas eleitorais, que no momento apontam a petista Juçara Feitosa e o prefeito Azevedo nas primeiras posições.
O PMDB é o mais novo integrante da frente partidária formada pelo PDT, PCdoB, PRB, PV, PSC e o PP do também prefeiturável Roberto Barbosa, o Roberto Minas Aço.
Para onde for o PMDB, o PPS vai atrás. Mariana Alcântara, que é filha da neopeemedebista e pré-candidata Leninha, preside o diretório local da legenda.
Fora da frente, o PSB e o PSD do vice-governador Otto Alencar. Os dois partidos já decidiram pelo apoio ao candidato do PT, seja Geraldo Simões ou Juçara Feitosa.
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

CONQUISTA: GUILHERME DIZ QUE É MAIS FÁCIL FECHAR COM PC DO B DO QUE COM PSB

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Guilherme: reeleição e alianças (Foto Matheus Pereira).

O prefeito de Vitória da Conquista, Guilherme Menezes (PT), pode se tornar o primeiro político local a gerir os destinos do município do sudoeste por quatro mandatos. De férias, Guiherme concedeu entrevista ao jornalista Giorlando Lima, editor do Notas da Bahia.
O gestor petista falou dos 20 anos de projeto político iniciado em 1992, da sua intenção de disputar novo mandato e das alianças eleitorais. Do arco de partidos que sustentam sua administração, Guilherme afirmou ao Notas da Bahia que acredita ser mais fácil – ou menos difícil! – fechar aliança ainda no primeiro turno com o PC do B, que tem feito muito barulho por lá, do que com o PSB da senadora Lídice da Mata.
Para o prefeito, o PCdoB “sinaliza de forma mais clara de que fica na aliança” e o PSB tem sido mais consistente na decisão de sair com candidato próprio. O editor do Notas da Bahia ainda observa que Guilherme pouco falou do PV. E é justamente o PV quem está no comando da cidade por esses dias, com o vice-prefeito Ricardo Marques. O prefeito está de férias e só retorna ao cargo no dia 27.
Confira a íntegra da entrevista no Notas da Bahia.

VAL SE DESFILIA DO PV

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Radialista desembarca do Partido Verde após longa disputa com Alfredo Melo

O polêmico radialista Val Cabral, de Itabuna, não pertence mais às fileiras do Partido Verde. Ele entregou pedido de desfiliação nesta segunda-feira, 19, ao presidente do diretório municipal da sigla, Glaby Carvalho de Andrade, conhecido como “Glebão”.
Segundo Alfredo Melo, também do PV e arqui-inimigo do radialista, Val Cabral teria pedido desfiliação porque sabia que seria expulso. Melo afirma que o diretório estadual intimou o comunicador a explicar algumas atitudes recentes que ofenderiam a “cartilha verde”.
“Ele se antecipou, mas vamos defender que o processo continue para que esse rapaz seja considerado persona non grata no PV”, cutucou Alfredo Melo, que foi alvo de duras críticas do radialista no período em que presidiu a Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa).

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