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21 de fevereiro de 2020 | 09:22 am

SINTESI E SINDTAE COBRAM MAIS DIÁLOGO NO COSTA DO CACAU; GESTÃO REBATE

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Raimundo Santana cita itens cobrados da direção do Hospital

Dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi) e do Técnicos de Enfermagem e Auxiliares (Sindtae), Raimundo Santana e John Vitório, respectivamente, cobraram da direção do Hospital Regional Costa do Cacau, em Ilhéus, cumprimento de itens da convenção coletiva de trabalho. Santana e Vitória tiveram três reuniões com a direção do hospital estadual.

Dentre os itens apontados por Raimundo Santana e John Vitório, estão fardamento, vale transporte, instalação da Comissão Interna de Prevenção a Acidentes (Cipa) e a jornada de trabalho. Quanto a este último item, cobram a contratação de mais funcionários para evitar a sobrecarga de profissionais em enfermagem.

Segundo Santana, dos problemas apontados, o que mais aflige é a carga de trabalho dos funcionários da enfermagem. “Cada um desses profissionais deveria prestar assistência a 6 pacientes”, aponta, mas, observa, há situações em que cuidam até de 14 pacientes, “por falta de mais profissionais na escala de serviços”.

O dirigente do Sintesi disse ter solicitado a mediação do Ministério Público do Trabalho (MPT) para acelerar a contratação de mais profissionais e o cumprimento de outros itens da pauta apresentada ao Instituto Brasileiro de Desenvolvimento da Administração Hospitalar (IBDAH). A empresa substituiu, em janeiro, o Instituto Gerir na gestão do hospital.

OUTRO LADO

A direção do Hospital Regional Costa do Cacau informou que tem dialogado com o Sindtae, Sintesi “e demais órgãos que procuram a unidade”. As últimas reuniões, aponta, ocorreram no final de abril e, nesta sexta-feira (10), desta vez com o Conselho Regional de Enfermagem (Coren). Ainda conforme a gestão, “uma reunião será agendada para o final do mês”.

O QUE O PROVEDOR DA SANTA CASA NÃO DISSE

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raimundo santanaRaimundo Santana | jrssantana13@gmail.com

 

Ao propor manter o triênio e a produtividade apenas aos trabalhadores que hoje estão contratados, a Instituição busca baratear a mão de obra para, em um futuro próximo, demitir os trabalhadores hoje contratados.

Sobre a negociação coletiva 2017/2018 com a Santa Casa é imperativo registrar que a postura da comissão que representa a Santa Casa neste ano foi, desde o início, extremamente desrespeitosa, trazendo de volta à negociação pontos que já haviam sido objeto de consenso, para impedir que a negociação avançasse. Deixou claro o interesse em inviabilizar um entendimento no processo de negociação.

Estimulado pela publicidade do governo federal que entende ser possível convencer a população que a perda de direitos é boa, o provedor tenta convencer os trabalhadores da Santa Casa do mesmo absurdo. O que se vê é um processo de tentativa de barateamento da mão de obra, desprezando, assim, o valor do trabalho.

O objetivo da Santa Casa de Itabuna é claro. Ao propor manter o triênio e a produtividade, presentes nos salários dos trabalhadores há mais de 20 anos, apenas aos trabalhadores que hoje estão contratados, a Instituição busca baratear a mão de obra para, em um futuro próximo, demitir os trabalhadores hoje contratados, que, na opinião do Provedor, são caros, por uma mão de obra mais barata.

O SINTESI não vai admitir isso!

Essa história de crise da Santa Casa é uma alegação que não convence mais ninguém. Já foi dito por esse sindicato em mesa de negociação que a ação para estancar a crise, caso ela exista de fato, seria renegociar os valores dos contratos com os parceiros da Santa Casa, os que exploram os serviços lucrativos e são muito bem remunerados por eles. Retirar direitos de trabalhadores que recebem salários tão baixos não é a saída.

Raimundo Santana é dirigente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi).

SANTA CASA DE ITABUNA EM DESEQUILÍBRIO

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raimundo santanaRaimundo Santana | jrssantana13@gmail.com

 

A influência desses profissionais aumentou na instituição, passando por um processo de loteamento dos setores lucrativos da Santa Casa de Itabuna, onde os parceiros também são médicos. O referido modelo de gestão sofre críticas severas de toda a sociedade, principalmente pelos resultados que produziu.

 

 

Já faz algum tempo que a Confederação Nacional das Santas Casas recomendou que as instituições, em nível nacional, inserissem nos seus estatutos cláusula impeditiva para que médicos fossem provedores das instituições. Tal orientação se deve a experiências malsucedidas de médicos/provedores que não conseguem compreender as Santas Casas no todo, e sim os seus próprios interesses.

Pois bem! Há algum tempo, a Santa Casa de Itabuna rompeu com esta orientação, excluindo tal cláusula impeditiva, para eleger um médico provedor.

Desde então, a influência desses profissionais aumentou na instituição, passando por um processo de loteamento dos setores lucrativos da Santa Casa de Itabuna, onde os parceiros também são médicos. É importante que se diga que o referido modelo de gestão sofre críticas severas de toda a sociedade, principalmente pelos resultados que produziu.

Estes mesmos parceiros hoje ocupam cargos de decisão politica e gestão econômica da instituição, em uma confusão administrativa em que, às vezes, fica difícil se definir quando agem defendendo os interesses da Santa Casa, ou os interesses de suas empresas “parceiras”.

Esse fato tem criado dificuldades na condução da negociação coletiva, pois a estrutura administrativa da Santa Casa só consegue enxergar os interesses dos médicos, levando o atual provedor a fazer pouco caso do processo de negociação coletiva, na data base da categoria, impondo aos trabalhadores um processo de mobilização e enfrentamento a essa situação.

Raimundo Santana é dirigente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi).

ITABUNA: FUNCIONÁRIOS DA SANTA CASA ADEREM À GREVE GERAL

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Santa Casa de Itabuna emprega cerca de 1,8 mil funcionários (Foto Pimenta).

Santa Casa de Itabuna emprega cerca de 1,8 mil funcionários (Foto Pimenta).

Os funcionários da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna decidiram, durante assembleia, aderir à greve geral, programada para a próxima sexta (28). A Santa Casa mantém os hospitais Calixto Midlej Filho, São Lucas e Manoel Novaes. São cerca de 1,8 mil funcionários na instituição filantrópica itabunense.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna (Sintesi), Raimundo Santana, a paralisação, no entanto, será de duas horas, das 7h às 9h, para não afetar os serviços prestados nos três hospitais. Ainda segundo Raimundo, a provedoria da Santa Casa foi comunicada, oficialmente, da decisão.

SINDICALISTA COBRA VACINA CONTRA GRIPE PARA PROFISSIONAIS DA SAÚDE

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Santana cobra vacina para profissionais da saúde.

Santana cobra vacina para profissionais da saúde.

Os trabalhadores da área de saúde em Itabuna estão cobrando, do município, prioridade para vacinação contra a gripe H1N1. Raimundo Santana, presidente do Sintesi, disse a este blog que enviará ofício ao secretário de Saúde, Paulo Bicalho, para reforçar o apelo. O município recebeu duas cargas de vacina contra a gripe, mas o estoque zerou rapidamente.

“Os profissionais acabam se expondo ao risco de contrair o vírus, porque não estão imunizados e, conforme o Ministério da Saúde, os trabalhadores estão no grupo dos que são prioridade para serem vacinados”, ressalta Raimundo Santana.

Segundo o sindicalista, a preocupação é ainda maior entre funcionários de hospitais. “Hoje, tivemos a informação de que uma pessoa morreu com suspeita de H1N1 no Hospital de Base”, completa.

FUNCIONÁRIOS DA SANTA CASA ENTRAM EM GREVE NA SEGUNDA; MUNICÍPIO É DENUNCIADO

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Santana: denúncia contra o município.

Santana denuncia município.

Durante assembleia realizada ontem (21) à noite, os funcionários da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna decidiram entrar em greve na próxima segunda (25). A paralisação afetará o atendimento nos hospitais Calixto Midlej Filho, Manoel Novaes e São Lucas.

A instituição ainda não pagou o salário de dezembro dos mais de 1,7 mil funcionários. O atraso está relacionado ao não pagamento de dezembro por parte da Secretaria de Saúde de Itabuna.

MUNICÍPIO DENUNCIADO

Ontem, o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi) denunciou o município por ter recebido, do Ministério da Saúde, R$ 8 milhões – sendo R$ 2 milhões antecipados ainda em dezembro, mas ter atrasado o pagamento aos fornecedores da alta e média complexidade.

– Os prestadores de serviços esperavam que o pagamento das faturas também fosse antecipado. Entretanto, isso não ocorreu. Dia 15 de janeiro chegou mais R$ 6 milhões, completando o repasse dos serviços da média e alta complexidade, e apenas alguns valores pré-fixados foram pagos para as instituições – afirma Raimundo Santana, presidente do Sintesi.

Santana desconfia que parte do dinheiro tenha sido usado “indevidamente” pelo município. “Há prestadores sem receber, essa situação cria transtornos porque os trabalhadores não recebem salários e fornecedores não são pagos”.

No último final de semana, o secretário de Saúde de Itabuna, Paulo Bicalho, disse que a Pasta aguardava a sanção do orçamento de 2016 – o que ocorreu no último dia 20 – para iniciar o processo de pagamento aos fornecedores. O quadro demonstrativo de despesas do orçamento deste ano teria sido enviado com atraso da Câmara para a prefeitura.

PORTO: MPT MEDIARÁ ACORDO ENTRE SESAB, MONTE TABOR E DEMITIDOS DE HOSPITAL

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Santana: audiência no dia 25.

Santana: audiência no dia 25.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) marcou para o próximo dia 25, às 14h, a primeira reunião de mediação entre representantes dos trabalhadores do Hospital Luís Eduardo Magalhães, em Porto Seguro, a Monte Tabor e a Secretaria Estadual de Saúde (Sesab).

A Monte Tabor demitiu 500 funcionários terceirizados do hospital no final de agosto, mas ainda não pagou as rescisões. A audiência de conciliação será na sede regional do MPT, em Eunápolis.

De acordo com a direção do Sintesi, a Monte Tabor havia marcado a homologação das rescisões para 4 de setembro, o que não ocorreu. Os trabalhadores, de acordo com o presidente do Sintesi, Raimundo Santana, estão apreensivos com a possibilidade de não receber os direitos.

Os funcionários do hospital de Porto foram demitidos com o encerramento de contrato entre a Sesab e a Monte Tabor, que administrava o Luís Eduardo Magalhães. A empresa alega ainda não ter recebido repasse para quitar as rescisões e disse que o dinheiro está previsto em contrato.

Há críticas ao posicionamento da Sesab. A secretaria ainda não se pronunciou quanto ao drama dos mais de 500 demitidos, apesar do clima de apreensão.

MONTE TABOR NÃO PAGA RESCISÕES DE DEMITIDOS DE HOSPITAL EM PORTO SEGURO

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Após protestos por atrasos de salário, funcionários enfrentam mais problemas com a Monte Tabor (Foto Sintesi).

Após protestos por atrasos de salário, funcionários enfrentam mais problemas com a Monte Tabor (Foto Sintesi).

A empresa Monte Tabor ainda não homologou as rescisões de 500 funcionários demitidos do Hospital Luís Eduardo Magalhães, em Porto Seguro, gerando clima de apreensão. A empresa teve contrato rescindido com a Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) e deveria homologar as rescisões dos funcionários em 4 de setembro, o que não ocorreu até o momento.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi), Raimundo Santana, afirma que a entidade “acompanha com muita preocupação” a situação dos trabalhadores demitidos. A Monte Tabor mantinha contrato com a Sesab para administrar o hospital de Porto Seguro. O contrato foi encerrado em 31 de agosto.

A empresa informou ao sindicato, segundo Raimundo, que ainda não há data para efetivar as homologações e pagar as verbas rescisórias. Conforme a empresa, o pagamento “dependeria de repasses de recursos pelo Estado da Bahia, o que não foi feito” e não há previsão de quando deverá ocorrer. Os recursos, de acordo com alegação da empresa, estariam previstos em contrato.

MEDIAÇÃO DO MPT

O Sintesi buscou mediação do Ministério Público do Trabalho para que a Monte Tabor e o Estado resolvam a situação. Ainda segundo Raimundo, não é descartada uma ação coletiva para assegurar o pagamento das rescisões dos trabalhadores.

Os atingidos pela rescisão de contrato entre Sesab e Monte Tabor farão assembleia, na segunda (21), para definir cronograma de mobilizações e até decidir sobre ação judicial coletiva.

PRESIDENTE DO SINTESI DIZ QUE VANE PRECISA DE CORAGEM PARA DEVOLVER GESTÃO PLENA

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Hospital São Lucas suspenderá atendimento ao SUS dia 31.

Hospital São Lucas suspenderá atendimento ao SUS dia 31.

Santana: Vane precisa de coragem e atitude.

Santana: Vane precisa de coragem e atitude.

Raimundo Santana, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna (Sintesi), disse que o prefeito Claudevane Leite precisa ter “coragem e atitude” para devolver a gestão da média e alta complexidade da saúde ao governo baiano. Quanto mais o prefeito adiar a tomada de decisão, reforça Santana, maior será o déficit financeiro.
A crise no SUS levou ao fechamento do Hospital São Judas e, dia 31, será suspenso atendimento a pacientes da rede pública no São Lucas, da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna.
– O município não dará conta dessa dívida que, hoje, supera os R$ 18 milhões somente com a Santa Casa. Desde o início do ano já alertávamos para o quadro que se formava – observou Raimundo em entrevista ao PIMENTA.
Dos R$ 18 milhões da dívida com a Santa Casa, R$ 11,8 milhões são do período em que o município retomou a gestão plena, como observa o provedor da Santa Casa, Almir Alexandrino, em ofício ao prefeito Claudevane Leite e ao secretário da Saúde de Itabuna, Éric Ettinger, ex-provedor da instituição.
Um dos erros apontados pelo sindicalista e profissional em saúde é que o município negociou com o estado um teto financeiro de R$ 7.335.000,00. Enfrentando o Conselho Municipal de Saúde (CMS), o governo municipal ignorou observações dos membros da instância de controle social e negociou os termos do Comando Único com perda mensal superior a R$ 2 milhões. “A corda pode arrebentar do lado mais fraco, o da população e dos trabalhadores”, repete.
ESFACELAMENTO DA SAÚDE
Já em fevereiro, o presidente do Sintesi, em artigo no PIMENTA, observou a necessidade de um debate franco sobre os problemas oriundos do retorno da Plena.À época, disse Raimundo que o objetivo era evitar “o agravamento da situação, sob pena de assistirmos o esfacelamento da rede privada e filantrópica da prestação de serviços de saúde”.
A discussão não foi aprofundada nem os gestores municipais da Saúde deram a atenção necessária ao alerta. Somente neste segundo semestre, o município viu fechar as portas do único hospital psiquiátrico da região, o São Judas. Como noticiado mais cedo, o São Lucas suspenderá o atendimento a pacientes do SUS em 31 de dezembro.
O dirigente do Sintesi teme pelos efeitos da crise atual. Por enquanto, observa, a provedoria da Santa Casa não fala em demissões de funcionários com a suspensão do atendimento a pacientes do SUS no São Lucas. De acordo com ele, o hospital mantém em torno de cem funcionários. O São Lucas manterá atendimento a pacientes de planos de saúde privados.

ETTINGER: MUNICÍPIO TENTA EVITAR QUE
HOSPITAL SUSPENDA ATENDIMENTO PELO SUS

ERICOfício com o quadro caótico da rede de média e alta complexidade em Itabuna foi enviado ao governador Jaques Wagner e ao secretário estadual de Saúde, Washington Couto, segundo o Éric Ettinger, titular da Pasta da Saúde no município.
Com o gesto, o município tenta evitar a suspensão do atendimento a pacientes do SUS no São Lucas. O município quer que o governo baiano faça repasse mensal de R$ 802.872,00, além de R$ 15.275.527,96 retroativo a novembro do ano passado, quando Itabuna retomou o comando da média e alta complexidade após cinco anos.
“A liberação dos R$ 802 mil permitirá ao Município assegurar que o Hospital São Lucas mantenha os seus 77 leitos, o atendimento ao SUS funcionando”.
Ettinger crê que o “pagamento dos valores devidos ajudará, significativamente, na melhoria do atendimento de saúde aos itabunenses, o que é compromisso dos governos estadual municipal e um direito inquestionável da população”.

REFLEXÃO NECESSÁRIA

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raimundosantanaRaimundo Santana | jrssantana@hotmail.com

Esse partido tem um diretório eleito pela imensa maioria dos seus filiados, com mandato que dura até 2017, tem uma executiva e um presidente que precisam ser respeitados.

Fui surpreendido por algumas curiosidades contidas na matéria PT de Itabuna prepara retorno de nomes históricos. Confesso que não entendi alguns pontos. O que se pretende com a “recriação do PT”?
Ver companheiros que se afastaram retornando é sempre bom, mesmo porque alguns deles costumam dizer que lá fora não se encontra nada nem parecido com o PT. Daí afirmar que vão voltar para recriar o PT é muita pretensão.
Tem me incomodado muito, e não é de agora, a insistência de alguns petistas em se oferecer ao governo municipal ou então tentar atrair o prefeito de volta à legenda. Tal atitude beira a deselegância tendo, inclusive recentemente, obrigado o prefeito registrar em uma entrevista coletiva o seu desinteresse em abandonar o partido ao qual encontra-se filiado. O assédio chega a ser desrespeitoso para com o partido pelo qual o prefeito se elegeu.
O tema já foi alvo inclusive de deliberação do diretório local do PT, onde chegou-se à conclusão que era um absurdo que um partido como o PT – que governa o Brasil e a Bahia e já governou por duas vezes a cidade, tem uma bancada de dois vereadores e recentemente teve o candidato a deputado federal mais votado no município – apequene o seu papel institucional insistindo em se oferecer para um governo a qual não foi convidado.
Esse partido tem um diretório eleito pela imensa maioria dos seus filiados, com mandato que dura até 2017, tem uma executiva e um presidente que precisam ser respeitados. Se, em algum momento, o prefeito municipal entender que deve levar em conta o tamanho e a importância do PT no município e resolver estabelecer uma relação de diálogo e proximidade, será uma possibilidade avaliada nas instâncias partidárias competentes.
Raimundo Santana é vice-presidente do PT de Itabuna.

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