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9 de julho de 2020 | 03:12 pm

A ELEIÇÃO DE VANE

Tempo de leitura: 2 minutos

Marco Wense

Vane do Renascer foi eleito prefeito de Itabuna devido a vários fatores. O principal deles, o imprescindível, o “condicio sine qua non”, foi o rompimento político com o deputado Geraldo Simões.

Discordo da opinião de que Claudevane Leite, o Vane do Renascer (PRB), ganharia a eleição se saísse candidato a prefeito pelo PT de Geraldo Simões com Juçara Feitosa na vice.

A intransigência petista, não abrindo mão de uma chapa puro sangue, com PT e PT, provocaria uma cisão, ainda maior, nas intituladas forças de oposição ao governo Azevedo (DEM).

PCdoB, PDT, PPS e o PV formariam uma nova coligação, com Davidson Magalhães (ou Luís Sena) encabeçando a majoritária. A pedetista Acácia Pinho seria a candidata a vice-prefeita.

Não sei se essa formação encarnaria o novo, a tão desejada “mudança”. Mas representaria um chega-pra-lá no governismo e, principalmente, no geraldismo.

Essa divisão oposicionista, com comunistas de um lado e petistas do outro, aí incluindo Vane do Renascer, beneficiaria o projeto de reeleição do capitão Azevedo.

A disputa entre a oposição 1 e a oposição 2 seria mais acirrada. Em decorrência desse equilíbrio, o voto útil, responsável pela vitória de Vane, ficaria inibido.

A certeza, de ambos os lados, de que o seu candidato estaria na frente, afastaria o eleitor do voto útil. O candidato do DEM seria reeleito com a mesma quantidade de votos que obteve nessa sucessão.

Concluindo, diria que Vane do Renascer foi eleito prefeito de Itabuna devido a vários fatores. O principal deles, o imprescindível, o “condicio sine qua non”, foi o rompimento político com o deputado Geraldo Simões.

AUGUSTO CASTRO

Quando o assunto é a sucessão municipal de Itabuna, com o viés direcionado para 2016, o deputado estadual e prefeiturável Augusto Castro (PSDB) é o grande perdedor.

A não-reeleição do capitão Azevedo colocou um monte de areia branca na pré-candidatura do tucano, que tinha o apoio do chefe do Executivo como favas contadas.

O insucesso da vereadora Rose Castro, que é irmã do parlamentar, não conseguindo o segundo mandato, é café pequeno diante da derrota do candidato do DEM.

E mais: o capitão Azevedo, se não for alcançado pela Lei da Ficha Limpa, mantendo seus direitos políticos, será candidato a deputado estadual.

VEREADORES IRRESPONSÁVEIS

Não votam as contas do Executivo, não fazem nada e nada acontece. Apostando na impunidade, debocham da justiça e desdenham a lei orgânica do município.

Conversei com o bom advogado Carlos Sodré sobre a falta de uma exemplar punição para a omissão dos vereadores diante da votação das contas do prefeito.

Ficamos de ter uma segunda conversa. Mas adiantei que defendo a dissolução da Câmara com os suplentes tomando posse.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

PIMENTINHAS

Tempo de leitura: 3 minutos

Aquele lance macabro de outro dia, quando uma ruma de sindicalista invadiu o plenário da Câmara de Ilhéus com velas, caixão e cânticos fúnebres, assombrando centenas de velhinhas que estavam ali para receber homenagem dos vereadores, ilustra bem os tempos vividos pela política nesse eixo torto Ilhéus-Itabuna.
A falta de seriedade não poupa nem as vovós e é sabido que essa raça de políticos desalmados e vorazes só têm consideração mesmo pelo que lhes favorece a conta bancária, como se viu no caso dos dez fantasmas da mesma Câmara de Ilhéus. Um esquema que desviou R$ 83.700,00 dos cofres públicos em três meses.
Como se percebe, as coisas andam mesmo fúnebres no legislativo municipal, onde caixões e fantasmas formam congestionamento . E o que é mesmo de morte é ser denunciado pelo vereador Aldemir Almeida, conhecido por maquinar estranhas operações na rede pública de saúde e por ter sido um dos beneficiários do velho mensalinho de Valderico Reis, entre outras traquinagens.
O presidente Dinho Gás, com sua pinta de ingênuo, faz cara de paisagem de quem não está entendendo nada. E na porta da funerária – ou melhor, da Câmara – alguém abordou o vereador com uma pergunta capciosa: “vai se safar, Dinho?”
É a treva…
***
O vereador petista ilheense Paulo Carqueja, o outro caça-fantasmas da Câmara, é esperado há mais de três meses para assumir o comando da Secretaria Municipal da Saúde. Carqueja impôs a condição de receber a Secretaria organizada e em condições de prestar um bom serviço.
Talvez assuma o cargo em 2099…
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Após a mobilização do GAC (Grupo do Almoço Cevado), não teve jeito: a presidenta Dilma finalmente sentiu a poder de pressão itabunense e autorizou a instalação da Universidade Federal na cidade.
E quem deve colocar o assunto na pauta de sua próxima reunião é a Alambique (Academia de Letras, Arte, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias Etc). A questão agora é definir o local do campus, que a Alambique até aceita que seja na Ceplac…
Chiadeira mesmo vai ser se alguém sugerir a desativação do Katikero para que no lugar do boteco seja instalada a universidade…
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Anda sumida a vereadora Rose Castro, de Itabuna, que faz companhia a Clovis Loiola no ostracismo. Juntos, eles emplacaram sucessos nas sessões plenárias, como a famosa falta de “cloro” para que fosse votado um projeto (pérola de Loiola) e a pedrada de Rose que, numa discussão com outro vereador, disse que não entraria no “inquérito” da questão…
Com Rose e Loiola apagados, as páginas políticas perdem totalmente a graça.
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O presidente do PSDB de Itabuna, José Adervan, deverá ter as asas cortadas no toco. No ninho tucano, vigora a regra do “vale quanto pesa” e as aves eleitas não respeitam os cabelos brancos do dirigente.
Adervan, retado da vida, esperneia em papel-jornal. Mas vai acabar empastelado.
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Leitor deste blog não mostra espanto diante da possibilidade de união entre os ex-prefeitos Fernando Gomes e Geraldo Simões, que eram inimigos desde criancinha.
O atento e conformado internauta recorre à sabedoria popular: “É assim mesmo, meu amigo – Deus faz, o vento espalha e o diabo ajunta”…
***
Até a próxima!

JUDICIÁRIO EXTINGUE PROCESSO SOBRE ELEIÇÃO DE ROBERTO DE SOUZA

Tempo de leitura: < 1 minuto

Machado já experimenta o terno da posse, mas sua situação é incerta

Em resposta à ação movida pelos vereadores Ruy Machado (PRP) e Rose Castro (PR), contra a eleição do colega Roberto de Souza (também do PR) para a presidência da Mesa Diretora da Câmara de Itabuna, o judiciário “decidiu não decidir”.
O pronunciamento do titular da 2ª Vara Cível e Fazenda Pública dá conta de que, como houve uma segunda eleição, na qual Ruy Machado foi eleito presidente, ocorreu o que se chama em linguajar jurídico de perecimento do objeto. O entendimento é o de que, escolhido novo presidente, a eleição anterior estaria automaticamente anulada.
Machado comemora, mas esse pronunciamento não exclui a possibilidade de que outra ação, que venha a questionar a legalidade da eleição do próprio vereador do PRP, resulte em uma eventual anulação desta. Ou seja, a situação do presidente eleito é insegura.
O caso pode caminhar para o que a maioria considera mais coerente: uma terceira eleição.

LOIOLA PROCURA ADVOGADO DE ROSE CASTRO

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Loiola quer "salvo-conduto" para sair do PPS

A vereadora itabunense Rose Castro conseguiu recentemente o aval da justiça para deixar o PR, sem correr o risco de uma ação por infidelidade partidária. O advogado da política alegou que ela era discriminada dentro da própria legenda.
O argumento e a estratégia animaram o presidente da Câmara de Itabuna, Clóvis Loiola. Segundo o blog Políticos do Sul da Bahia, ele está interessado em utilizar-se do mesmo advogado da colega para escapulir do PPS.
Loiola tem uma relação complicada com a presidente do partido, Mariana Alcântara. Que piorou quando o vereador, sem autorização da legenda, decidiu apoiar a eleição do administrador Augusto Castro (PSDB), por sinal irmão da vereadora, para deputado estadual.

ROSE CASTRO CONSEGUE SAIR DO PR

Tempo de leitura: < 1 minuto

Alegando ter sido vítima de discriminação dentro de sua legenda – o Partido da República – a vereadora itabunense Rose Castro conseguiu autorização do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para desfiliar-se sem correr o risco da imputação de infidelidade partidária.
Os advogados da vereadora informaram ao TRE que ela, mesmo após oficializar pedido de registro de sua candidatura, em 7 de maio de 2008, teve o nome excluído da ata da convenção do PR, realizada em 30 de junho do mesmo ano. Na época, Rose Castro enfrentou forte oposição dos irmãos Roberto e Saulo Pontes de Souza, caciques do partido em Itabuna.
A vereadora já foi cortejada por outros partidos, a exemplo do PSDB, no qual está filiado o seu irmão Augusto Castro, candidato a deputado estadual. Mas ela ainda não confirmou se será mais uma tucana na Câmara de Itabuna, fazendo companhia a Solon Pinheiro.

AS GAFES DE ROSE

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Alguém precisa urgentemente dar uns conselhos à vereadora itabunense Rose Castro (PR). Totalmente “emplacada” com o mandato que exerce, a nobre política investiu-se de uma condição de autoridade suprema, o que lhe tem feito cometer gafes homéricas.
Uma dessas aconteceu no início da noite de ontem (dia 22), no gabinete do prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo. Estavam lá o secretário extraordinário da Indústria Naval e Portuária, Roberto Benjamin, o diretor-presidente da Sudic, Nilton Cruz, um pessoal da empresa Bahia Mineração e vários secretários do governo municipal. O encontro no gabinete serviu para uma exposição detalhada sobre o projeto Porto Sul.
No momento em que Benjamin abordava o assunto, com toda a sala em silêncio quase sepulcral, na maior atenção, eis que Rose escancara a porta e adentra à sala de maneira espalhafatosa, dando um altíssimo boa noite. Alguém brincou: “chegou atrasada, vereadora”. E ela rebateu na bucha: “não, cheguei a tempo!”.
Benjamin parou a apresentação e, meio atônito, perguntou educadamente o nome da ilustríssima personalidade. Ela imediatamente projetou-se sobre a mesa, estendendo a mão para o secretário e proclamando: “meu nome é Vereadora Rose Castro”.  Feita a apresentação, o representante do governo Wagner retomou a fala.
Nesse momento, alguém c0mentou, baixinho: “é a primeira vez que vejo uma mulher que já foi batizada com o nome de Vereadora”. Isso é que é emplacamento!

O “INQUÉRITO” DE ROSE CASTRO

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A vereadora Rose Castro (PR) quer porque quer tomar para si o título de “Magda” da Câmara Municipal de Itabuna, que por enquanto pertence com todas as honras ao presidente da casa, Clóvis Loiola de Freitas. Mas  do jeito que vai, é capaz de Rose superar o “mestre”.

Loiola já ganhou até mídia nacional (na coluna de humor de José Simão), ao trocar inadvertidamente quorum por cloro. Rose, na sessão desta quarta-feira (07), discutia com o colega Raimundo Pólvora (PPS), mas afirmava não estar interessada em entrar no “inquérito” da questão.

Tiveram que acalmar alguns vereadores, pois não era nada demais. A vereadora quis dizer “mérito”.

ROSE E ESPINHOS

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Coisas assim acontecem só na Câmara de Vereadores de Itabuna: Rose Castro (PR) presidiria a sessão em homenagem à mulher, programada para a noite desta quarta-feira, 10. Não apareceu em plenário.

Nos bastidores, a versão é que ela teria se desentendido com a sua homenageada, Margareth Brandão, da secretaria parlamentar da Câmara. Assim, desistiu de dar o ar da graça por lá.

(Talvez tenha sido a pressão alta, mas sabe-se que Rose Castro sacou um atestado médico de dois dias a ser apresentado à Mesa da Câmara…)

BALAS TROCADAS

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Já foram das melhores as relações entre o deputado federal Geraldo Simões (PT) e o vereador Roberto de Souza (PR). O que sobrou nos estúdios da rádio Jornal, ontem, durante a apresentação do programa Resenha da Cidade, foram ‘cápsulas’ do tiroteio verbal de ambos.

A certa altura, Roberto dizia a Geraldo que ele não tardaria ser chamado de “Geraldo Magalhães” (numa referência ao ex-senador ACM), tal a sua resistência ao nome do senador César Borges na chapa que tentará a reeleição do petista Jaques Wagner. E reforçou que os ventos hoje são outros.

O deputado não perdeu a viagem e lembrou que, se fosse da vontade de Roberto, Rose Castro não seria hoje vereadora pelo PR. O radialista e dirigente do partido ‘vetou’ o nome de Rose na convenção partidária. A algoz teve que ir à Justiça para sair candidata (e venceu nas urnas).

Enquanto Geraldo e Roberto promoviam o tiroteio verbal, abria a porta do estúdio o famoso Marcone Sarmento. Houve quem ficasse gelado com a visita.

TROVADOR “EXPLICA” COMENTÁRIO DO PREFEITO AZEVEDO

Tempo de leitura: < 1 minuto

Agulhão F. não gostou do comentário do prefeito Azevedo em relação à vereadora Rose Castro (“O que ela fez, não se faz” – veja aqui). Segundo o trovador, basta olhar os jornais para saber que a traição faz parte da lógica partidária. “Só quem não sabe disso é Azevedo, porque se faz de tolinho”, brinca:

Trair tem o mesmo jeito
que tem o verbo coçar,
e sabe bem o prefeito
que é bastante começar…
Começa e não para mais,
é só coçar uma vez,
por isso, se Rose fez
o que Rose fez… se faz!…
Traição, se bem conheço,
é o caminho da desgraça:
como se fosse cachaça,
só precisa de começo
pra atingir a embriaguez,
por isso, se Rose fez,
eu cá não a desmereço,
pois todo político faz…
Ainda inexperiente,
Rose tá “virando gente”
e vai fazer muito mais.!…
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