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10 de maio de 2021 | 07:36 pm

UMA NAÇÃO EM EBULIÇÃO

Tempo de leitura: 3 minutos

Esperamos que o estado de direito seja o norteador do ordenamento jurídico e político e que a democracia siga o seu curso, superando a falta da noção tão necessária para que sejamos de fato uma nação.

Rosivaldo Pinheiro || rpmvida@yahoo.com.br

O Brasil vive mais um momento efervescente não apenas pelas dificuldades impostas pela Covid-19, mas, também, pelas interferências provocadas pelo poder judiciário, que, aliás, passou a ser quem dita o ambiente desde a judicialização da política. O movimento foi iniciado em 2005, quando o presidente Lula buscava a sua reeleição.

A escalada do judiciário aconteceu sob um ambiente de letargia e, de certa forma, parceria do Congresso Nacional. Só que se agigantou e acabou criando um ambiente propício para chegar nos agentes políticos listados por setores do judiciário como adversários do sistema, à luz do combate à corrupção. O modus operandi culminou com a estruturação da Operação Lava Jato, comandada pelo ex-juiz Sérgio Moro, iniciada em 2014.

A estruturação da operação seguia uma pauta midiática: fases, performances, escutas ilegais, prisões e muito marketing, tudo em fina parceria com setores da grande mídia, além dos vazamentos seletivos anunciados sob grandes holofotes e plantões, retroalimentados em diversas emissoras. Uma massificação com um enredo hollywoodiano.

A operação parecia ser liderada por um herói, com prisões de figurões dos poderes político e econômico com claras participações em ilicitudes, e também de outros atores sem a necessária apresentação da materialidade do crime cometido. Entre idas, vindas, versões e notas de esclarecimento, aconteceu o fato de maior repercussão: a prisão do ex-presidente Lula.

O Brasil assistiu às oitivas em que o ex-presidente comparecia para ser interrogado pelo então juiz Moro e sempre se dizia inocente. A divisão do país só se acirrou e as urnas elevaram Bolsonaro ao posto de presidente. Já Moro, largou a magistratura para ser membro do novo governo como ministro da Justiça e Segurança Pública.

Mas surgiu algo inesperado: vazamentos de conversas privadas ocorridas entre Moro, integrantes da Lava Jato e membros do Ministério Público Federal foram divulgados pelo The Intercept Brasil. As conversas foram negadas pelos envolvidos e logo o ministro Moro ordenou a prisão dos responsáveis pelos vazamentos.

Foi montada a Operação Spoofing, que culminou com o encarceramento dos hackers responsáveis pela façanha. De lá para cá, muita coisa mudou e o ex-presidente Lula responde em liberdade, após cumprir pena de um ano e sete meses em regime fechado.

Diante dos fatos da Operação Spoofing, a defesa de Lula requereu ao Supremo Tribunal Federal acesso às mensagens e, após autorização, pediu a suspeição do ex-juiz Moro por parcialidade e motivação política. Com o avanço em favor do ex-presidente, o ministro do STF Edson Fachin adotou um remédio jurídico, fazendo valer a máxima popular “dá-se os anéis para não perder os dedos”.

Para livrar Moro e salvaguardar o que sobrou da operação Lava Jato, Fachin considerou a justiça de Curitiba incompetente para proceder o julgamento e, por consequência, devolveu os direitos políticos ao ex-presidente Lula. A ação de Fachin, embora pareça em favor de Lula, pode ter objetivado evitar a suspeição de Moro, provocando a anulação dos recursos da defesa do ex-presidente, na tentativa de forçar os seus arquivamentos por perda dos objetos.

A batalha jurídica e política parecem não ser encerradas de imediato, ao contrário, novos capítulos serão produzidos. Um deles foi iniciado nesta terça-feira (9) com a retomada do julgamento da suspeição do ex-juiz Moro, colocada em pauta pelo ministro do STF Gilmar Mendes. Aos brasileiros, restará ficar a postos, de olho no noticiário, principalmente porque o próximo ano é eleitoral e os desfechos dessas questões jurídicas influenciarão diretamente na composição das forças políticas que concorrerão no pleito. Esperamos que o estado de direito seja o norteador do ordenamento jurídico e político e que a democracia siga o seu curso, superando a falta da noção tão necessária para que sejamos de fato uma nação.

Rosivaldo Pinheiro é economista e especialista em Planejamento de Cidades (Uesc).

SECRETÁRIA SÔNIA FONTES CONHECE PROJETOS PRIORITÁRIOS DA EMASA

Sônia Fontes e Rosivaldo Pinheiro dialogam com Raymundo Filho sobre projetos
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A secretária de Planejamento de Itabuna, Sônia Fontes, e o subsecretário da Pasta, Rosivaldo Pinheiro, conheceram, nesta quarta (24), projetos prioritários da Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa), apresentados pelo presidente Raymundo Mendes Filho. Foram apresentados projetos já concluídos e os que se encontram em fase de conclusão.

Segundo a Emasa, os projetos que foram apresentados à secretária Sônia Fontes vão pautar o Planejamento Estratégico do Governo e definir o que pode ser viabilizado por meio de recursos do orçamento municipal e por captação de recursos externos. “A orientação do prefeito Augusto Castro é fazer uma peregrinação nos órgãos da Administração. Essa é uma conversa preliminar que objetiva ver o que cabe no Orçamento e o que pode ser captado através de emendas parlamentares e de outras fontes externas”, disse a secretária.

Para Raymundo Mendes, o encontro com a secretária e o subsecretário de Planejamento foi muito importante e proveitoso. “Esse contato serviu para apresentarmos as prioridades. Teremos um novo encontro no próximo dia 10, quando vamos apresentar as prioridades de forma detalhada para serem encaminhadas para a captação de recursos”, salienta Mendes.

PRIORIDADES

Segundo o presidente, nesse primeiro ano, a direção da Emasa está priorizando projetos relacionados à expansão do abastecimento de água, equação de débitos e combate ao desperdício e a ampliação da captação e tratamento do esgoto. “Já temos projetos finalizados e outros em fase final. Agora, estamos alinhando as prioridades com a secretária Sônia Fontes para viabilizar essas execuções”, destaca Mendes Filho.

Ao final do encontro Raymundo Mendes se comprometeu em buscar junto ao diretor-técnico, Bruno Mendonça, e ao diretor de Planejamento e Extensão, José Silva, a finalização e detalhamento de todos os projetos para serem repassados à Secretaria de Planejamento no próximo encontro.

REGIÃO CACAUEIRA: NOSSAS LUTAS E ANSEIOS

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A candidatura do prefeito de Itajuípe, Marcone Amaral, em chapa única, aponta uma melhoria no nível de compreensão do valor regional por parte dos prefeitos e prefeitas e traz esperança de superarmos as ilhas de poder que constituíram o nosso modelo de atuação política ao longo dos anos.

Rosivaldo Pinheiro

O Litoral Sul da Bahia vem, sistematicamente, sofrendo as consequências da falta de uma ação política coletiva. Essa tática de ação conjunta possibilitaria melhor dinâmica socioeconômica das cidades e regiões, sendo, portanto instrumento decisivo para o processo da construção de saídas aos problemas apresentados.

A região detém grande importância para a economia baiana. Historicamente, temos no cacau a nossa principal identidade. O produto já ditou o nosso modelo econômico e ainda é uma marca forte, geradora de riqueza. Mas, hoje, esse modelo não é mais essencialmente tocado por ele. Nosso perfil econômico encontrou outros nichos: turismo, comércio e serviços se integraram ao nosso portfólio, melhorando o nosso desempenho.

Se ao longo do tempo tivéssemos voz uníssona para cobrar do governo federal, a nossa região seria melhor escutada e as nossas múltiplas pautas ganhariam força, ajudando a destravar importantes ações, como os macro vetores de desenvolvimento, que já estariam em outras fases de implantação. O Porto Sul, a Ferrovia Oeste-Leste, a duplicação da BR-415 e o novo aeroporto possivelmente já seriam realidades.

Destaque-se que, nos últimos anos, a região ganhou uma maior atenção do governo do estado. Prova disso é que importantes obras foram realizadas e entregues nesse período. Essa atenção é oriunda do arco de alianças que chegou ao poder na Bahia a partir do governo de coalisão, tendo em Rui Costa, Jaques Wagner, Otto Alencar e João Leão seus principais expoentes, privilegiando, inclusive, a nossa região com a liderança do governo na Assembleia Legislativa da Bahia, representada pelo deputado Rosemberg Pinto, natural do Médio Sudoeste e que se transformou no principal interlocutor político da região cacaueira.

Nesta sexta-feira teremos a eleição da Amurc (Associação dos Municípios da Região Cacaueira da Bahia), que integra três territórios: Litoral Sul, Extremo Sul e Médio Sudoeste. A candidatura do prefeito de Itajuípe, Marcone Amaral, em chapa única, aponta uma melhoria no nível de compreensão do valor regional por parte dos prefeitos e prefeitas e traz a esperança de superarmos as ilhas de poder que constituíram o nosso modelo de atuação política ao longo dos anos. É preciso compreender que a luta municipalista e a configuração do valor dos territórios são componentes de grande impacto que impõem respeito aos governos centrais.

A frente ampla, pluripartidária, demonstra ser o caminho mais seguro para garantir uma luta política mais coesa e, por consequência, vitoriosa, em favor das providências necessárias para a superação dos nossos principais problemas. Estar alicerçada por uma instituição como a Amurc é também sinal de um novo momento da política regional, que é reflexo da chegada ao poder de novos nomes, e esse é um combustível que alimenta a nossa esperança.

Rosivaldo Pinheiro é economista e especialista em Planejamento de Cidades (Uesc)

SINCRONIA NO PLANEJAMENTO

Secretária de Planejamento, Sônia Fontes, e o diretor de Projetos da Pasta, Rosivaldo Pinheiro
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O início de cada governo é sempre motivo de muita preocupação para os servidores efetivos, principalmente em relação ao perfil dos quadros políticos que comandarão as secretarias. No primeiro escalão do Governo Augusto Castro, um exemplo positivo é a desenvoltura da nova secretária de Planejamento, Sônia Fontes.

Além da vasta experiência no setor público – foi secretária em Alagoinhas e em Santo Antônio de Jesus e deputada estadual por dois mandatos -, ela é arquiteta por formação, servidora efetiva da Prefeitura de Salvador e já presidiu a Conder.

Em Itabuna, soma-se à sua desenvoltura a reconhecida competência técnica e política do economista Rosivaldo Pinheiro, que é especialista em Planejamento e Gestão de cidades. Rosivaldo está na equipe como supervisor de Projetos e, avaliam servidores, já deu uma nova dinâmica ao setor nesses primeiros dias de governo.

Rosivaldo também já atuou como secretário municipal, na Agricultura, Indústria, Comércio e Turismo de Itabuna e de Administração e Finanças de Gandu, e já esteve vereador em Itabuna, além de ter comandado setores estratégicos de importantes empresas privadas e públicas.

Com o vasto conhecimento de Sônia no estado e o livre trânsito de Rosivaldo nos setores do município e da sociedade itabunense, quem trabalha na pasta vê a dupla bem sincronizada, em permanente circulação dentro e fora da Prefeitura, levantando ações para realizar pela cidade e justamente numa das secretarias estratégicas para o presente e o futuro do município.

A dupla já é considerada dos grandes acertos do prefeito Augusto Castro.

UMA NAÇÃO DIVIDIDA

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Sabemos que os estudantes que forem aprovados nesse certame não estarão iniciando as aulas presenciais e até mesmo remotas nesse primeiro quadrimestre, logo, deveria o Ministério da Educação tê-lo adiado, deixando-o para ser realizado logo após a aplicação da vacina e a diminuição da curva pandêmica.

Rosivaldo Pinheiro

Estamos num país dividido. Todos os temas acabam sendo politizados sob o manto ideológico que logo despenca à intolerância. Nenhum tema, por mais ou menos relevante ou obviedade que tenha, escapa a essa contaminação, dificultando que a própria sociedade encontre uma saída para os nossos graves problemas. Questões ligadas à pandemia jamais deveriam fazer parte dessa conjuntura, mas acabaram sendo o terreno mais fértil para esse comportamento e manifestação dos grupos antagônicos.

Primeiro, foi incorporado como tábua de salvação para o enfrentamento da covid o uso da cloroquina, atualmente rejeitada e retirada dos debates dos grupos pró-governo federal. Mas o Brasil possui estoque para abastecer as cidades brasileiras por 100 anos, segundo levantamento do portal Metrópoles. Atualmente, ganharam notoriedade as discussões em torno da necessidade da vacinação em massa, tendo clara resistência por parte de alguns segmentos que se deixam pautar pela corrente negacionista, tendo no presidente da República seu principal difusor.

A vacina CoronaVac passou a ser descredenciada e uma rede de informações contrárias sistematicamente socializada, tudo em função da sua origem chinesa e por ser ela divulgada e defendida pelo governador de São Paulo, João Dória, hoje claro desafeto do presidente Bolsonaro, já que eram parceiros políticos unidos pelo ódio ao PT até o segundo turno das eleições o presidenciais em 2018.

Brasileiros e brasileiras que nunca buscaram saber as origens das nossas vacinas (BCG, Poliomielite, Varíola, Sarampo, Gripe etc) passaram a se apropriar do discurso contrário ao seu uso como se fossem verdadeiros infectologistas, estudiosos da sua eficácia e das relações internacionais que cercam a geopolítica.

Os resultados dos testes feitos pelos cientistas do Instituto Butantã foram desmerecidos, e a margem de segurança e eficácia, desconsiderada, por entenderem, os seus detratores, que se trata de um subproduto, colocando a vacina quase como um placebo. Vejam que esses mesmos negacionistas não se opunham ao uso da cloroquina, mesmo após os cientistas comprovarem a sua ineficácia para covid, ficando claro que a manifestação desses grupos visa apenas dar voz à tese patrocinada pelo presidente da República.

Diante de todo esse desencontro de informações, o país já registra mais de 204 mil mortes e uma calamidade humanitária em Manaus, mas nada disso parece ganhar um olhar de maior análise por parte dos seguidores do negacionismo. Neste domingo teremos o Enem, que só será realizado pela falta de sensibilidade do MEC diante desse momento de extrema vulnerabilidade por que passamos no aspecto epidemiológico e, por consequência, os desdobramentos psicológicos por que passam as famílias e parte dos estudantes que farão a prova nessa primeira etapa.

Sabemos que os estudantes que forem aprovados nesse certame não estarão iniciando as aulas presenciais e até mesmo remotas nesse primeiro quadrimestre, logo, deveria o Ministério da Educação tê-lo adiado, deixando-o para ser realizado logo após a aplicação da vacina e a diminuição da curva pandêmica. Resta agora às famílias e aos participantes buscarem cumprir os protocolos necessários e mitigar os riscos das exposições e aglomerações nos locais de prova.

Que a nossa sociedade saia desse divisionismo nocivo à vida e que possamos respirar – literalmente. Para isso, que cheguem as doses das vacinas e a civilidade.

Rosivaldo Pinheiro é economista e especialista em Planejamento de Cidades.

ROSIVALDO PINHEIRO VOLTA AO AR NESTE SÁBADO, NA RÁDIO NACIONAL

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O programa Ponto de Vista volta ao ar neste sábado, às 10h, com Rosivaldo Pinheiro, pela Rádio Nacional 870 AM. O programa, que é conhecido por pautar a opinião pública em Itabuna e cidades vizinhas, estava fora do ar devido à legislação eleitoral.

Neste programa de retorno, Rosivaldo abordará as polêmicas que estão cercando as movimentações políticas em Itabuna com entrevistas exclusivas. “Os entrevistados serão conhecidos no sábado”, brincou o apresentador.

ZEM COSTA FECHA APOIO A ROSIVALDO PINHEIRO

Rosivaldo Pinheiro e o fundador do PSOL Zem Costa
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Um dos fundadores do Psol e ex-candidato a prefeito de Itabuna, Zem Costa anunciou apoio a Rosivaldo Pinheiro (PP) na disputa por vaga na Câmara de Vereadores de Itabuna. Zem escolheu o dia do aniversário de 205 anos de Ferradas, onde tem raízes, para fazer o anúncio.

“Rosivaldo é um cara bastante experiente, competente e tenho certeza que, quando alcançar a cadeira na Câmara, vai desenvolver diversos projetos, inclusive aqui para nossa comunidade”, enfatizou. Zem registrou o apoio a Rosivaldo em vídeo, que circula na internet. Funcionário público, Zem foi candidato a prefeito de Itabuna em 2012 e é um dos fundadores do PSOL no Brasil.

O candidato a vereador Rosivaldo Pinheiro enumerou qualidades de Zem e agradeceu a manifestação que circula em vídeo (veja aqui). “Receber o apoio de Zem nos 205 anos de Ferradas é de uma simbologia muito grande, porque aqui eu estudei na infância, no colégio Brasília Baraúna, joguei futebol no campo amador e tomei banho no Rio Cachoeira”, disse Rosivaldo.

Rosivaldo disse já ter atuado pela construção de um colégio estadual de Ensino Médio em Ferradas, em 2015, quando diretor de Planejamento do Município. A escola está assegurada pelo secretário da Educação do Estado, Jerônimo Rodrigues, durante entrevista a programa apresentado por Rosivaldo na Rádio Nacional, no início deste semestre.

GRUPO CHAVES ANUNCIA CONSTRUÇÃO DE SHOPPING CENTER EM ILHÉUS

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Neto anuncia parceria para construir shopping em Ilhéus

O diretor-presidente do Grupo Chaves, Manoel Chaves Neto, anunciou, há pouco, a construção de um shopping center em Ilhéus. De acordo com ele, o empreendimento está sendo pensando e tocado com um parceiro.

– Estamos trabalhando de forma dura e árdua pra fazer e lançar o Jequitibá Ilhéus – disse Chaves Neto durante live (transmissão ao vivo) com o economista e candidato a vereador de Itabuna Rosivaldo Pinheiro no Instagram.

Neto anunciou o projeto em Ilhéus durante “live” com Rosivaldo

Ainda durante a live, Neto abordou os números positivos do Shopping Jequitibá Itabuna após a reabertura da economia local. “A gente está com números positivos e muito acima das expectativas”, disse ele, observando que o shopping registrou crescimento de 11% nas vendas em setembro.

EM LIVE, CHAVES NETO FALA DE ECONOMIA E NOVIDADES DO SHOPPING JEQUITIBÁ

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Rosivaldo e Neto abordam perspectivas do shopping e da economia regional

Depois da grande repercussão da sua live com a presidente do Conselho Administrativo da rede de lojas Magazine Luiza, o economista Rosivaldo Pinheiro, candidato a vereador de Itabuna, bate um papo com o diretor presidente do Grupo Chaves e do Shopping Jequitibá, Manoel Chaves Neto, nesta quinta-feira (8), às 19h11min.

Durante a transmissão ao vivo pelo Instagram, Neto e Rosivaldo abordam as perspectivas para a economia regional e as novidades que estão sendo preparadas para este segundo semestre no Shopping Jequitibá.

Após a reabertura da economia, os shoppings começaram a retomar operações em todo o país. Centro de compras, lazer e serviços do sul da Bahia, o Jequitibá tem novidades como a abertura de empreendimentos como Santo Lolla e Churrascaria Angus. Uma das expectativas é o prazo de autorização da Prefeitura de Itabuna para reabertura das salas de cinema.

ITABUNA: PEDRO ARNALDO ANUNCIA APOIO AO CANDIDATO A VEREADOR ROSIVALDO PINHEIRO

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Rosivaldo Pinheiro obtém apoio de Pedro Arnaldo

Rosivaldo Pinheiro obteve, nesta sexta (2), mais um grande apoio na área educacional na disputa por uma vaga na Câmara de Vereadores de Itabuna. Agora, foi o advogado e empresário do setor educacional Pedro Arnaldo Martins. “Fechamos a primeira semana de campanha oficial com chave de ouro”, comemorou Rosivaldo, que é economista, especialista em Planejamento de Cidades e candidato a vereador de Itabuna pelo PP.

“Rosivaldo tem meu respeito e meu voto. Meus amigos e eu decidimos por Rosivaldo pela experiência política, pela seriedade e por formular projetos para nossa cidade e sociedade”, afirmou Pedro Arnaldo ao anunciar, oficialmente, seu apoio à candidatura a vereador de Rosivaldo.

Diversos educadores já declararam apoio a Rosivaldo Pinheiro por conhecerem a sua trajetória de mobilizações para realizar melhorias em Itabuna, dentre eles a diretora do Núcleo Territorial de Educação (NTE), Leninha Vila Nova. O candidato a vereador A educação tem sido um dos principais elos dessa corrente.

“A cada dia fica mais nítida a vontade do nosso povo em se unir para transformar Itabuna em suas mais urgentes necessidades e fazer nossa cidade avançar, se desenvolver. Para isso estou nessa árdua e gratificante missão de unir propósitos por Itabuna”, destacou Rosivaldo.

ITABUNA: ROSIVALDO PINHEIRO RECEBE O APOIO DE LENINHA VILA NOVA

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Rosivaldo recebe o apoio de Leninha Vila Nova, do NTE 5, na disputa por vaga na Câmara de Itabuna

A diretora do Núcleo Territorial de Educação Litoral Sul (NTE 05), Leninha Vila Nova, declarou apoio ao candidato a vereador de Itabuna Rosivaldo Pinheiro. Leninha ressaltou a história de vida de Rosivaldo vinculada à Educação e também enumerou a participação do economista e especialista em Planejamento de Cidades em demandas ligadas ao ensino médio e superior:

– Rosivaldo tem uma história engajada na construção de cidadania em Itabuna. Ele está ligado à luta pela estadualização da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), que antes era Fespi, participou do debate para a vinda da Universidade Federal do Sul da Bahia para Itabuna e abordou pessoalmente o nosso secretário estadual de Educação para que o governo do estado construa um colégio de nível médio em Ferradas.

Prédio antigo dos Juizados Especiais será sede da NTE-5

Recentemente, Rosivaldo também ajudou a articular a instalação da nova sede do NTE 05 no antigo prédio dos Juizados Especiais, ao lado do antigo Fórum Ruy Barbosa, que também está em obras e será transformado na reitoria da UFSB.

“Agradeço muito a Rosivaldo, sobretudo pelo companheirismo e respeito na minha chegada ao NTE 05 e por ter apadrinhado a nossa ida para a nova sede, que trará imensuráveis benefícios para nossa comunidade escolar do Território Litoral Sul. Estou junto com ele nessa jornada por acreditar que, na Câmara de Vereadores, ele poderá colaborar muito mais com a construção da educação de qualidade social que almejamos”, frisou Leninha.

DEFENDER O SUS É DEFENDER A VIDA

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Não podemos permitir a desestruturação desse nosso patrimônio, que neste mês completa 30 anos de muita luta. Precisamos fazer sua defesa permanentemente e avançarmos ainda mais na sua eficiência.

Rosivaldo Pinheiro || rpmvida@yahoo.com.br

O SUS é o maior sistema público de saúde do mundo, fruto de uma intensa luta que acabou garantida na Constituição Federal em 1988 e nas Leis 8.080 e 8.142, em 19 de setembro de 1990. Sua gestão é tripartite – de responsabilidade dos três níveis de poder: federal, estadual e municipal. Funciona em consonância com os princípios da universalização, equidade e integralidade.

Segundo informa o Conselho Federal de Medicina, 75% dos brasileiros dependem 100% do SUS, representando um custo total anual de R$ 103 bilhões para o tesouro nacional. Para fazermos um comparativo, os outros 25% dos brasileiros que usam plano de saúde gastam, por ano, R$ 90 bilhões, significando dizer que investem três vezes mais no cuidado com a saúde, se comparados aos usuários do Sistema Único.

É importante destacar que a nossa população está envelhecendo e já ultrapassa as 30 milhões de pessoas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e a população com 65 anos ou mais alcançará um contingente de mais de 55 milhões de pessoas em 2060.

É sabido por todos os brasileiros que as políticas de saúde passam por cotidianas dificuldades no tocante à redução dos recursos, em função da promulgação, no apagar das luzes de 2016, da Emenda Constitucional 95, que fixou teto de gastos para saúde, educação e segurança pública por 20 anos.

Mesmo diante desses ataques provocados pelo teto de gastos, desvios por corrupção, impactos provocados por gestores sem qualificação e compromisso com a missão desse poderoso sistema de saúde, sua face de humanidade foi demonstrada nessa pandemia do novo coronavírus, evitando que tivéssemos ainda mais mortes.

Os profissionais dos SUS deram a vida e se agigantaram, mostrando para todos o quão importante é o nosso SUS, especialmente para os mais vulneráveis economicamente, demonstrando toda a sua capacidade e importância na luta em defesa da vida, fazendo valer a máxima do artigo 196 da CF/88: “a saúde é um direito de todos e dever do estado”.

Portanto, defender o SUS é defender as nossas próprias vidas, garantindo assistência à saúde gratuita e de qualidade para um número cada vez maior de brasileiros que precisam dessa política pública comprovadamente essencial em nossas vidas. Não podemos permitir a desestruturação desse nosso patrimônio, que neste mês completa 30 anos de muita luta. Precisamos fazer sua defesa permanentemente e avançarmos ainda mais na sua eficiência.

Rosivaldo Pinheiro é economista e especialista em Planejamento de Cidades (Uesc).

FALTOU VOZ NA CÂMARA QUE ECOASSE PARA REDUZIR EFEITOS DA PANDEMIA, DIZ ROSIVALDO

Rosivaldo Pinheiro diz que conjunto da Câmara de Vereadores se perdeu no processo
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O jornalista Oziel Aragão realizou uma transmissão ao vivo (live) pelo Instagram, na última segunda-feira (24), com o pré-candidato a vereador de Itabuna pelo Progressistas (PP) Rosivaldo Pinheiro. Questionado se a Câmara de Vereadores poderia fazer mais nesse momento de pandemia, Rosivaldo disse que faltou no parlamento “uma voz que ecoasse” para reduzir os problemas gerados pela covid-19 na cidade.

“Um vereador pode fazer uma ação parlamentar tanto de fiscalização quanto de elevar o debate e buscar os atores importantes para resolver o problema. Por exemplo: nós tínhamos, enquanto Câmara, que ter uma ação coordenada para buscar o governo do estado, fazer as pressões necessárias também em cima do governo municipal e dos deputados federais, estes para irem para dentro do governo federal, para nesse arcabouço de forças conseguir combater o problema. Tem que elevar o discurso”.

HOSPITAL DE CAMPANHA

Dentre os exemplos citados por Rosivaldo como ações que faltaram ser praticadas pelos vereadores de Itabuna está a implantação de um hospital de campanha. “[A Câmara] tinha que ter gritado a respeito do hospital de campanha E também em relação aos testes. A metodologia é que a gente questiona. Existem alguns [vereadores] voluntariosos fazendo a fiscalização”, completou.

Ele, no entanto observa que não vale oposição por oposição. “Eu costumo dizer, e eu sou muito responsável com o que digo e sem medo de dizer o que penso, que a gente tem que fazer oposição propositiva, porque enquanto estivermos só discordando, estamos jogando palavras ao vento, buscando holofotes só para nós”, destacou, fazendo a ressalva de que não quer passar a impressão de estar usando a crítica em função da disputa eleitoral.

“O parlamento se esforça, mas peca na metodologia. Quando à população diz que não vê vereador, não vê Câmara, ela até vê, mas não percebe no seu cotidiano a voz altiva que ela elegeu. E, talvez por isso, haja o sentimento na população de que a Câmara falhou. Nesse momento de pandemia, não tem isso de oposição e situação não, o que tem é que atuar na defesa da vida, responsabilidade de todos”.

VILAS-BOAS NÃO VEIO A ITABUNA

Oziel Aragão questionou a Rosivaldo o que ele faria se fosse voz única de oposição na Câmara, caso ocupasse um cargo de vereador. “Se eu estivesse na Câmara de Itabuna hoje e fosse o único opositor, eu iria para a imprensa, iria pra os meios possíveis de comunicação, redes sociais, faria os apelos necessários e iria procurar, mesmo sendo oposição, ter um encontro com o prefeito da cidade, um encontro com deputados estaduais e federais que representam a região, o secretário de saúde, Fábio Vilas Boas, que está faltando vir a Itabuna”, disse.

Comparando as Câmaras eleitas nos últimos anos, o economista refletiu: “A gente renovou a Câmara em 2012, só ficando um reeleito. E como foi a Câmara de 2012? Alguém lembra? A Câmara de 2016, como os reeleitos se comportam? Eu me coloco como ponte porque é como ponte que a gente avança. Nesse tempo que eu estou na política eu tenho feito essas pontes e conversado com todos os setores”.

Rosivaldo também disse ter conversado com 80% dos pré-candidatos a prefeito de Itabuna em 2020 para, segundo ele, falar da necessidade de unidade. “Se eu e você na imprensa ou na luta política fazemos isso, as pessoas que estão no parlamento também têm que fazer. Senão só teremos reclamação e não teremos ação. Está posto esse desafio para Itabuna”.

VEREADORES “PERDIDOS”

Por fim, disse ver abnegados no legislativo, mas diz que o conjunto está perdido no processo político. “Ou seja, a metodologia eu questionaria se eu estivesse no parlamento, e conversaria para melhorar isso. E se você mexe na metodologia, você tem que mexer no conteúdo também”, concluiu o pré-candidato.

Na live, Rosivaldo ainda falou sobre gestão da saúde no contexto da pandemia e os problemas enfrentados pelo setor cultural no país. Clique aqui e confira a entrevista completa.

ITABUNA, 110 ANOS: POR UM NOVO PACTO SOCIAL

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Dentre os nossos atrasos históricos, torna-se cada vez mais necessário superar os passivos social, urbanístico e ambiental. Isso exige novos olhares, união de esforços e objetivos, modernização da máquina pública, definição de prioridades e atração de novos investimentos.

Rosivaldo Pinheiro || rpmvida@yahoo.com.br

Nossa cidade completa hoje 110 anos de emancipação política, trazendo consigo a marca do empreendedorismo e da ousadia em desbravar horizontes. Sua gênese se deu pelo trabalho de sergipanos que por aqui chegaram em 1867. Dois deles: Felix Severino do Amor Divino e José Firmino Alves. Antes, em 1857, surgia o arraial de nome Tabocas, ponto de apoio aos tropeiros que se dirigiam a Vitória da Conquista.

Nesses 110 anos de emancipação política, passamos por uma verdadeira transformação no aspecto urbano, tendo sua maior expansão no período da crise da vassoura-de-bruxa, agravada na década de 1990, quando chegaram milhares de trabalhadores expulsos do campo, em busca, no solo local, de uma alternativa para sobrevivência, impactando os serviços públicos e exigindo de toda a sociedade adaptação a essa nova realidade que se estabelecia.

Se, por um lado, essa expansão representou pressão sobre a zona urbana e os serviços públicos, fazendo aparecer a escassez de recursos para salvaguardar direitos constitucionais, por outro deu à cidade um aumento populacional e a motivação para que os seus atores principais, públicos e privados, passassem a compreender a necessidade de superação da crise imposta pelo modelo agropastoril exportador para um novo, no qual comércio e serviços ganharam nova dinâmica e foi dado início a uma embrionária industrialização.

Do lado público, nossa cidade tem tido, ao longo desse mais de um século, poucas inovações. Sua principal característica, politicamente falando, foi ser gerida de forma populista, perdendo, por diversas vezes, o protagonismo regional devido a essa postura administrativa. Isso impactou negativamente, inclusive, na busca por novas receitas e no equilíbrio fiscal do município.

Dentre os nossos atrasos históricos, torna-se cada vez mais necessário superar os passivos social, urbanístico e ambiental. Isso exige novos olhares, união de esforços e objetivos, modernização da máquina pública, definição de prioridades e atração de novos investimentos. Essas conquistas só serão factíveis se adotarmos mecanismos de gestão levando em consideração a incorporação de novas tecnologias e elaboração de projetos para financiamento dessas ações.

Precisamos agir para incrementar políticas reais e alterar o nosso perfil de desenvolvimento local. Tal sinergia exigirá, em doses cada vez maiores, um entrelace do setor público com os setores privados e toda a sociedade para, por meio dessa perspectiva, dotar a nossa cidade de condições melhores para a nossa convivência. Precisamos de um novo pacto social local.

Rosivaldo Pinheiro é economista, comunicador e especialista em Planejamento de Cidades.

LUIZA HELENA TRAJANO: UM EXEMPLO PARA PEQUENOS E GRANDES EMPREENDEDORES

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A live foi uma palestra, com doses de entusiasmo, chamada de responsabilidade, inovação, tradição, simpatia e respeito. A fala de Luiza nos faz sair do lugar comum e avançar. Luiza é sinônimo de trabalho, adjetivo e também filosofia de vida, como disse a ela na oportunidade.

Rosivaldo Pinheiro || rpmvida@yahoo.com.br

Como já disse anteriormente, estamos observando no Brasil as vísceras e veias expostas desta nação, uma verdadeira explosão de falta de estrutura e ação vieram à tona, impulsionadas pelo novo coronavírus. O vírus fez aumentar a lente de observação dos nossos problemas seculares que havíamos conseguido reduzir a partir da eleição de Fernando Henrique Cardoso, ganhando maior celeridade com o conjunto de políticas públicas implementado nos governos Lula e Dilma. Após o impeachment, tivemos um achatamento de curva, a da atenção social. E, agora, com a expansão da curva pandêmica, essas vulnerabilidades se mostraram ainda mais explícitas.

Tive a honra de entrevistar, na última terça-feira (13), a empresária Luiza Helena Trajano, responsável pelo comando da Magazine Luiza. Uma história de sucesso. É a maior empresa do segmento varejista nacional, que se iniciou com uma lojinha em Franca, interior de São Paulo, aberta por Luiza Helena Donato, tia da atual comandante.

Luiza nos contou que a empresa nasceu do espírito empreendedor da tia e que, inicialmente, ela só queria gerar emprego para a família. Hoje, a Magalu emprega mais de 40 mil funcionários, diretamente, e outros milhares de forma indireta, sendo a empresa de maior valor do setor no Brasil. O valor de mercado da Magalu é de R$ 110,7 bilhões (Ibovespa, maio de 2020).

O que mais me impressionou nesse papo empreendedor foi observar aquela mulher humana, sensível, compromissada com o país, com o trabalho e sabedora das suas qualidades e limitações. Mas, acima e apesar de tudo, com a alma e o coração imersos na humildade. Foi uma verdadeira aula de sabedoria e valor de cidadania. Apesar de ocupar um espaço de poder, algo que pode envaidecer muitos que não são pé no chão, não deixou aflorar o ego.

Concluo dizendo que a live – confira no vídeo abaixo –  foi uma palestra, com doses de entusiasmo, chamada de responsabilidade, inovação, tradição, simpatia e respeito. A fala de Luiza nos faz sair do lugar comum e avançar. Luiza é sinônimo de trabalho, adjetivo e também filosofia de vida, como disse a ela na oportunidade. E serve de inspiração para mulheres e homens que querem revolucionar os seus olhares e ações na construção de uma sociedade menos desigual, onde os nossos papéis sociais possam ser exercidos buscando construir pontes em prol de uma sociedade mais harmônica e feliz.

Rosivaldo Pinheiro é economista e especialista em Planejamento de Cidades (Uesc).

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