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1 de dezembro de 2020 | 02:17 am

RUY MACHADO REAPARECE NA CÂMARA

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ruy-machadoDesde que foi derrotado na disputa pela presidência da Mesa Diretora da Câmara de Itabuna, o vereador Ruy Machado (PTB) não aparecia na sede do legislativo. O retorno ocorreu ontem, vinte e três dias após a eleição.
Ruy, que está de licença médica, correu para a Câmara quando soube da adesão da bancada do Pros ao grupo do presidente Aldenes Meira (PCdoB). Ele ficou irado quando soube do discurso do vereador Carlos Coelho, que fazia parte de seu grupo e agora está ao lado do comunista.
O vereador do PTB não foi ao plenário, onde acontecia a votação do orçamento. No gabinete, recebeu a visita do colega Ronaldo Geraldo (Ronaldão), do DEM, que lhe cobrou o pagamento de R$ 2 mil, fruto de uma aposta em torno do resultado da eleição da Mesa.
Ruy se esquivou da dívida, alegando que houve fraude na eleição. Ele afirmou que só paga a aposta se perder no STF, até onde pretende chegar na tentativa de reverter sua derrota.

JUSTIÇA NEGA PEDIDO DE RUY MACHADO E MANTÉM RESULTADO DE ELEIÇÃO NA CÂMARA

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Aldenes é mantido na presidência da Câmara de Itabuna (Foto Pedro Augusto).

Aldenes é mantido na presidência da Câmara de Itabuna (Foto Pedro Augusto).

O juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública de Itabuna, Ulisses Maynard Salgado, manteve o resultado da eleição para a Mesa Diretora da Câmara de Vereadores. Derrotado na disputa pelo comando do legislativo itabunense, Ruy Miscócio Góes Machado (PTB) pedia a anulação da eleição em que Aldenes Meira (PCdoB) saiu vencedor por 12 a 9, em 30 de novembro.
O magistrado até suspendeu o resultado da eleição e a posse da mesa diretora, baseando-se no argumento de Machado. Segundo o petebista, as cédulas de votação haviam sido incineradas antes da recontagem de votos.
Cópias de áudio e vídeo da sessão foram apresentadas pela defesa de Aldenes. Após analisá-las, o Ulisses Salgado comprovou que a destruição das cédulas ocorreu somente após a recontagem.
– Há registro de que a incineração foi realizada e divulgada ao final da sessão, indicando que não foi prévia à impugnação e recontagem, com conhecimento de todos os presentes – anotou o juiz em sua decisão.
Aldenes Meira comemorou a decisão. “Jamais tive dúvida de que disputamos um pleito legítimo e sem qualquer mácula”. De licença médica desde a derrota eleitoral, Ruy Machado ainda não informou se pretende recorrer da decisão.

QUERIAM LUDIBRIAR A JUSTIÇA…

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Vista aérea do prédio onde funciona a Câmara de Itabuna (Foto José Nazal/Arquivo).

Vista aérea do prédio onde funciona a Câmara de Itabuna (Foto José Nazal/Arquivo).

O vereador Ruy Machado (PTB) entrou com ação na justiça para tentar anular a eleição na Câmara. O petebista foi derrotado por Aldenes Meira (PCdoB) por 12 a 9.
Ontem, o juiz Ulysses Salgado, da 1ª Vara da Fazenda Pública, suspendeu o resultado, baseando-se em um mandado de segurança impetrado pela defesa de Ruy. A defesa do candidato derrotado alegou que as cédulas de votação foram incineradas antes que houvesse a recontagem.
A alegação é falsa. O juiz só não foi induzido a erro, porque abriu espaço para Aldenes apresentar sua defesa. Vídeos em redes sociais mostram que a incineração ocorreu somente depois da recontagem.

PARA ALDENES, REAÇÃO DE RUY É "CHORO DE DERROTADO"

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Aldenes diz que é normal o choro de Ruy.

Aldenes diz que é normal o choro de Ruy.

Do Diário Bahia
Dois dias após ser reconduzido à presidência da Câmara de Vereadores de Itabuna, Aldenes Meira (PCdoB) diz que vê sem nenhuma surpresa as queixas do vereador Ruy Machado (PTB), que saiu derrotado da disputa pelo comando do legislativo. Por meio de seu advogado, Machado contesta a eleição, afirmando que possui uma suposta lista com as assinaturas de 12 vereadores que teriam votado nele. Ele também questiona a incineração das cédulas de votação.
As alegações de Machado são rebatidas pelo advogado Leonício Guimarães, procurador da Câmara. “A destruição das cédulas é um procedimento normal, para assegurar a observância do Regimento Interno da Câmara, que determina o sigilo do voto”, afirma Guimarães. Pela mesma razão, ele ressalta que qualquer declaração que explicite o voto do vereador é inválida perante o Regimento.
Guimarães diz ainda ser inverídica a alegação de que a incineração das cédulas ocorreu antes da proclamação do resultado, segundo afirmou o advogado do petebista. “Essa afirmação é totalmente inverídica, pois a destruição das cédulas se deu após a recontagem dos votos, solicitada por vereadores da chapa 1, e somente após a decretação oficial do resultado”, frisa.
O procurador observa ainda que o procedimento de incineração foi realizado pela Secretaria Parlamentar e perante vereadores das duas chapas. “Tudo foi feito de modo transparente e com registro por fotos e filmagem”, destaca.
Aldenes Meira, por sua vez, diz encarar com tranquilidade as contestações da chapa opositora. “É normal quem perdeu ficar procurando motivos para questionar a vitória do adversário, mas é preciso respeitar alguns limites, como a verdade e o bom senso”, alfineta o presidente. Ele afirma que não está preocupado com o “esperneio”, acreditando que “com o tempo, a tendência é de que quem perdeu se acostume e absorva a derrota”.

ALDENES DEFENDE VANE E DIZ QUE "SETORES DO GOVERNO" FORAM DERROTADOS

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Aldenes meira reeleito 2O presidente reeleito da Câmara Municipal de Itabuna, Aldenes Meira (PCdoB), avaliou que a sua vitória ontem (30) não representou derrota para o prefeito Claudevane Leite. “Sou da base aliada”, observa.
Apesar de afirmar que nem o prefeito nem o governo perderam, o vereador citou o controlador do município, Oton Matos, o secretário da Fazenda, Marcos Cerqueira, e o chefe de gabinete do prefeito, Silas Alves, como derrotados.
O trio, apoiado por José Trindade, secretário da Assistência Social, trabalhou para o adversário de Aldenes na disputa, Ruy Machado (PTB).
O vereador também disse o que foi importante para reverter o resultado ontem e citou prioridades para o novo mandato. Confira entrevista ao PIMENTA, ontem.
Confira
BLOG PIMENTA – A outra chapa expôs apoios e revelava ter 12 dos 21 votos. O que foi decisivo para que você revertesse o quadro e ganhasse a eleição?
ALDENES MEIRA – A chapa encabeçada por Ruy Machado bradava a todo tempo que tinha o apoio do prefeito Vane. Isso pressionava alguns vereadores. Porém, o prefeito ficou isento no processo. Tivemos conversas com Vane e em nenhum momento ele declarou apoio a nenhum dos candidatos. Ele sempre achou e em suas falas sempre diz que o legislativo deve ser independente.
PIMENTA – Mas, na prática, foi desta forma?
ALDENES – Claro que setores do governo apoiaram a minha chapa e outros apoiaram a chapa de Ruy. Foi até bom para o governo por ter gente nos dois lados.
PIMENTA – Como foi essa “divisão” de apoios?
ALDENES – Claramente, víamos que o controlador Oton Matos, o secretário Marquinhos [Marcos Cerqueira, da Fazenda], o chefe de Gabinete, Silas Alves, e o [secretário de Assistência Social, José] Trindade, tendiam para a chapa de Ruy. Mas, em contrapartida, Giorlando Lima e Wenceslau Júnior me apoiaram e Mariana Alcântara, em que pese o PPS estar na outra chapa, me ajudou, era simpática à nossa candidatura. Então, dentro do Executivo, houve isso. A nossa vitória é o que o legislativo quis, preferiu o nome da gente.
PIMENTA – O resultado foi visto como derrota do prefeito, porque a articulação do governo puxou votos para Ruy Machado. O senhor também entende assim?
ALDENES – Não. Se eu sou da base aliada, como é que foi uma derrota para o governo?
PIMENTA – Mas o núcleo político não trabalhou pelo seu nome.
ALDENES – É, mas houve articulação por mim. Tanto é que nós ganhamos. O meu partido também trabalhou para que ganhássemos, o meu partido é do governo. Então, não encaro como derrota do prefeito Vane nem do governo. Agora, sim, é uma derrota de setores do governo que trabalharam contra.

______________aldenes entrevista

Oton botou o bedelho dele, tirou vereadores do meu grupo para o outro, prometendo coisas. Acho que ele é o derrotado.

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PIMENTA – Quais setores?
ALDENES – Oton foi derrotado nesse processo, botou o bedelho dele, tirou vereadores do meu grupo para o outro, prometendo coisas. Acho que ele é o derrotado.
PIMENTA – E quanto ao PCdoB?
ALDENES – Discutimos qual o melhor caminho e, quando definimos que era o meu nome, o partido me deu apoio o tempo todo. O vereador Jairo [Araújo], que é presidente do meu partido, articulou para obtermos essa vitória.
PIMENTA – Quais as prioridades para o novo mandato?
ALDENES – Primeiramente, dar continuidade ao trabalho de transparência e isonomia e tratar o legislativo dentro do espírito republicano. No dia 9, abriremos envelopes com as propostas das empresas para realizar o concurso público. Outra prioridade é a construção da sede própria da Câmara. Vamos ao BNDES em busca de recursos para esta obra, já que o volume de repasse do duodécimo não comporta essa demanda. No mais, vamos continuar tocando o legislativo com independência e democracia.
PIMENTA – O prédio será construído mesmo na Princesa Isabel?
ALDENES – A gente terá que fazer estudo de local, mas, provavelmente, será o mesmo. A Secretaria de Meio Ambiente queria uma permuta de espaço para anexar ali a um suposto parque municipal. Estamos discutindo, mas, a priori, o espaço será aquele. Aí é conseguir o recursos para financiar a obra.

TIMES DEFINIDOS

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Rui Machado quando passava o trono para Aldenes, em 2013 (Foto Pimenta).

Rui Machado (de costas) abraça Aldenes em transmissão de cargo em 2013 (Foto Pimenta).

O novo presidente da Câmara de Vereadores de Itabuna será definido neste domingo (30), às 14h, no plenário da Casa. Ruy Machado (PTB) e Aldenes Meira (PCdoB) são os candidatos.
Ruy registrou candidatura no início do mês. Encabeça a chapa que tem como vice o veterano Carlito do Sarinha (PTN). O maior projeto dele é a construção do prédio da Câmara de Vereadores. O terreno foi adquirido em sua gestão à frente da mesa diretora (2011-2012) e a obra ficou na etapa de fundação. Além de Carlito, Ruy tem na chapa nomes como César Brandão (PPS) e Pastor Francisco (PRB).
Tentando a reeleição, Aldenes Meira registrou somente ontem a chapa. Vai à disputa tendo como companheiros o vice, José Silva (PSDB), Ailson Sousa (PRTB), Antônio Cavalcante (PMDB), Glaby Andrade, o Glebão (PV), e Ronaldo Geraldo, o Ronaldão (DEM).
Nos bastidores da Câmara, a aposta é que a chapa vencedora leva por um voto de diferença. O legislativo local tem 21 vereadores. Quem observa a cena política, acredita numa forcinha do grupo político do prefeito para Ruy Machado. Ele tem o apoio do líder do Governo na Câmara, César Brandão (PPS), e de um vereador do partido do prefeito – Pastor Francisco, do PRB.
Do outro lado, o presidente Aldenes Meira aposta em diálogo. Um dos apoiadores acredita em vitória do comunista com vantagem de dois votos, apesar de Ruy informar que tem 12 votos. Aldenes chega ao final do mandato sem escândalos e prometendo concurso público em eventual segundo mandato.
Se a disputa não tem favorito, claro é que, pelo menos nisso, a Câmara trabalha em um dia incomum, o domingo…

MARINA E O GOVERNO DILMA

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marco wense1Marco Wense

Marina seria o contraponto da oposição raivosa, que não respeita as regras do jogo democrático, que arquiteta um “terceiro turno”, que defende o retorno dos militares.

Quem tem crédito para criticar uma eventual “direitização” do governo Dilma é a ala do Partido dos Trabalhadores oxigenada pela ideologia como base da luta política.
Não é fácil para esse segmento do PT, defensor da agricultura familiar e da reforma agrária, aceitar uma Kátia Abreu como ministra da Agricultura e um Joaquim Levy como titular da Fazenda.
O governo assume o risco de perder o apoio de uma importante parcela do petismo, sem dúvida a mais fiel e aguerrida, como a do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, o MST.
Kátia Abreu é uma inconteste liderança dos agropecuaristas e pessoa de inteira confiança dos grandes latifundiários. Presidiu a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, que representa 27 federações estaduais, 2.142 sindicatos rurais e mais de um milhão de produtores sindicalizados.
Em relação a Joaquim Levy, a ala esquerdista do PT diz que é “símbolo do neoliberalismo”, que é isso e aquilo, que é pupilo de Armínio Fraga, e usa até o argumento de que o economista teria votado em Aécio Neves.
A troça do senador Aécio de que “Levy na Fazenda é como se um grande quadro da CIA fosse comandar a KGB” foi considerada infeliz, descabida e inoportuna até pelos tucanos.
A chacota do mineirinho, cada vez mais adepto do “quanto pior, melhor”, do circo pegando fogo, não foi digerida nem pelo próprio Levy, de quem Aécio se diz amigo de priscas eras. Mui amigo.
A presidente Dilma Rousseff tem o apoio incondicional do PT transigente, que faz concessões, defensor da composição de forças como requisito indispensável para governar. A tal da governabilidade.
Quando questionada sobre Joaquim Levy e Kátia Abreu, a ambientalista Marina Silva prefere a saída da diplomacia e, diplomaticamente, sai pela tangente.
A postura de Marina seria outra se sua posição fosse de neutralidade no segundo turno presidencial. Teria mais autoridade, mais legitimidade para contestar medidas conservadoras e a “direitização” do governo.
O apoio de Marina ao candidato Aécio Neves (PSDB) tirou dela a condição de líder de uma oposição respeitada, diferente da que esquece que a presidente Dilma foi democraticamente e constitucionalmente reeleita.
Marina seria o contraponto da oposição raivosa, que não respeita as regras do jogo democrático, que arquiteta um “terceiro turno”, que defende o retorno dos militares. Uma oposição inspirada no golpismo lacerdista: Se ganhar, não toma posse. Se tomar posse, não governa.
Marina Silva deixou de ser a protagonista do oposicionismo para ser a coadjuvante. Deixou de ser presidenciável para ser a vice de Aécio na sucessão de 2018.
ruy-machadoVANE E O LEGISLATIVO
Não existe o “tanto faz” na política. Tudo indica que o preferido do prefeito Claudevane Leite para a presidência da Câmara de Vereadores é Ruy Machado (PTB).
Nos corredores do Centro Administrativo, o comentário é de que a eleição de Ruy é o primeiro passo para enfraquecer o PCdoB. O atual presidente, o comunista Aldenes Meira, é candidato a um segundo mandato.
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

O PROBLEMA (DE RUY) ERA OUTRO

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ruy machadoA propósito de nota do almoço entre o prefeito de Itabuna e 19 dos 21 vereadores, fonte assegura ter sido outro o motivo da ausência do vereador Ruy Machado (PTB) no regabofe: o edil já não era bem visto pelos colegas de legislatura, que rejeitaram o seu nome na disputa pela presidência da Casa. Para completar, Ruy ainda deu declarações que desgastaram ainda mais a relação.
Numa dessas, ele afirmou que a nova Câmara estava no mesmo nível da última, pois tinha “16 Loyolas”, numa alusão ao ex-presidente que  responde a processos judiciais sob a acusação de corrupção.
Por fim, a mesma fonte diz que Ruy foi o único vereador que, assumidamente, indicou secretário para o governo (Lanns Almeida, da Agricultura). Mas essa é a parte mais controversa da história…

LONGE DA CÂMARA

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ruy-machadoRuy Machado (PTB) pode levar uma boa “mordida” nos seus vencimentos como vereador. Ele faltou a todas as sessões realizadas pela Câmara neste ano e justificou apenas uma das ausências. Na sessão de ontem, o presidente do legislativo, Aldenes Meira (PCdoB), observou que o atestado médico apresentado há dez dias pelo vereador venceu na terça, o que o obrigava a voltar ao batente na sessão de quarta.

FAÍSCA NA CÂMARA

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Não é das melhores a relação dos vereadores Joilson Rosa e Zé Silva com o colega Ruy Machado. Joilson e Silva sacaram duas lupas para analisar as pegadas de Machado na Casa.
Como sempre transitou bem em todos os grupos políticos da velha Tabocas, Ruy já avisou que reúne material farto para presentear Joilson, que trabalhou no Centro de Controle de Zoonoses, e Zé Silva, homem que trabalhou por muito tempo na Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa).
O início dos trabalhos legislativos ordinários na Câmara anda prometendo…

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