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16 de abril de 2021 | 11:02 am

BAHIA REGISTRA SALDO DE 18,9 MIL POSTOS DE TRABALHO EM FEVEREIRO, APONTA CAGED

Construção civil foi um dos setores com saldo positivo de emprego formal
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A Bahia registrou saldo de 18.993 postos de trabalho com carteira assinada em fevereiro. No mês passado, foram contabilizadas 60.982 contratações e 41.989 desligamentos. Os dados foram divulgados nesta terça-feira e são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia.

O secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro, informou que, na comparação com o total dos estados brasileiros e o Distrito Federal, a Bahia ocupou a 6ª posição em fevereiro, atrás apenas de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

“Vale destacar que a Bahia vem gerando saldo positivo na geração de emprego formal desde julho de 2020 e no acumulado deste ano de 2021 também lideramos a criação de novos postos de trabalho com carteira assinada no Nordeste, com saldo positivo de 33.281 postos, apesar do contexto sanitário mundial atípico, da pandemia da Covid-19”, explica Pinheiro.

RESULTADO POR SETORES

O saldo de fevereiro de 2021 ultrapassou também o resultado de janeiro, quando 15.049 postos de trabalho foram criados, sem as declarações fora do prazo. Todos os setores geraram postos no mês de fevereiro de 2021: Indústria geral (+4.276 postos), Informação, comunicação e outras atividades (+4.023 postos) e Comércio (+3.871 postos).

Outros setores com saldo positivo são da Construção (+2.813 postos), Administração pública (+1.954 postos), Alojamento e alimentação (+852 postos), Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (+522 postos), Transporte, armazenagem e correio (+396 postos), Outros serviços (+284 postos) e Serviços domésticos (+2 postos).

Avaliando-se os dados referentes aos saldos de empregos distribuídos no estado, em fevereiro de 2021, constata-se ganho de emprego na RMS e no interior. De forma mais precisa, foram criados 8.226 postos de trabalho na RMS no segundo mês do ano e, no interior, 10.767 posições celetistas foram geradas.

Quanto ao saldo de emprego acumulado no ano de 2021, enfatiza-se a abertura de postos de trabalho com carteira assinada na RMS (+12.163 postos) e a criação de posições celetistas no interior (+21.118 postos

EXPORTAÇÕES DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO ATINGEM 9,29 BILHÕES DE DÓLARES

Agronegócio brasileiro registra crescimento em março
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As exportações do agronegócio brasileiro de março não foram afetadas negativamente pela pandemia do novo coronavírus. As vendas externas foram de US$ 9,29 bilhões, com expansão de 13,3% em relação ao mesmo mês do ano anterior (US$ 8,20 bilhões), crescimento em valores absolutos de US$ 1,09 bilhão.

As exportações do agronegócio subiram em função do aumento da quantidade exportada (18,8%). Já o índice de preço dos produtos exportados caiu 4,7%, de acordo com a Balança Comercial do Agronegócio, elaborada pela Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

As importações do agronegócio alcançaram US$ 1,28 bilhão, em março deste ano (12,3%). Portanto, o saldo comercial da balança ficou em US$ 8 bilhões, com a participação do agro nas exportações totais brasileiras em 48,3%.

Os três produtos responsáveis pelo incremento das exportações do agronegócio foram soja em grão (US$ 3,98 bilhões), açúcar (US$ 441 milhões) e carne bovina in natura (US$ 555 milhões).

A CHINA É O PRINCIPAL COMPRADOR

De acordo com a SCRI, a participação da China nas exportações agropecuárias brasileiras passou de 34,2% (março/2019) para 41% (março/2020). As exportações de soja e carne bovina in natura ocorreram, principalmente, para esse país asiático.

As vendas de soja em grão para o mercado chinês subiram de 5,9 milhões de toneladas (US$ 2,10 bilhões) para 8,8 milhões de toneladas (US$ 3,02 bilhões).

A China foi mais uma vez o destaque nas aquisições de carnes, com US$ 451,45 milhões (+101,1%), praticamente, uma terça parte do valor total exportado pelo Brasil. Em março do ano passado as vendas foram de US$ 224,52.

PRODUÇÃO INDUSTRIAL BRASILEIRA INTERROMPE DOIS MESES SEGUIDOS DE QUEDA

Confiança da indústria recua 3,9 pontos em março || Foto Portal Brasil
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A produção industrial brasileira cresceu 0,9% em janeiro, em relação a dezembro, de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal, divulgada nesta terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado interrompeu dois meses de taxas negativas e é o melhor janeiro desde 2017, quando ficou em 1,1%. Na comparação com janeiro do ano passado, o setor teve queda de 0,9%, com recuo também no acumulado dos últimos 12 meses, de -1%.

Na comparação com dezembro, 17 dos 26 ramos industriais pesquisados e três das quatro grandes categorias econômicas apresentaram taxas positivas em janeiro. “Isso não ocorria desde abril do ano passado. Os resultados positivos ficaram concentrados em poucas áreas da indústria por oito meses seguidos em 2019”, destaca o gerente da pesquisa, André Macedo.

As principais influências positivas vieram de máquinas e equipamentos (11,5%), veículos automotores, reboques e carrocerias (4,0%), metalurgia (6,1%) e produtos alimentícios (1,6%), depois dos recuos registrados em dezembro. Coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (2,3%) avançaram pelo terceiro mês seguido.

Entre os oito ramos que reduziram a produção em janeiro, os desempenhos de maior importância para a média global foram registrados por impressão e reprodução de gravações (-54,7%) e indústrias extrativas (-3,1%), que teve o quinto mês consecutivo de queda na produção e acumulou perda de 8,9% desde então.

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