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26 de outubro de 2020 | 06:22 pm

GRUPO SÃO LUIZ INVESTIRÁ R$ 192 MILHÕES EM USINAS NO EXTREMO-SUL DA BAHIA

Grupo São Luiz anuncia investimentos de quase R$ 200 milhões no extremo-sul || Foto Divulgação
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As usinas Santa Cruz, em Santa Cruz Cabrália, e Santa Maria, em Medeiros Neto, pertencentes ao grupo São Luiz, vão investir R$ 192,4 milhões em ampliações nas unidades industriais e área agrícola para produção de etanol anidro e hidratado. O incremento na capacidade de produção dos produtos será de 86,5 mil m³/ano. Já no campo, a produção a mais de cana-de-açúcar será de 1,1 milhão de toneladas por ano.

Os protocolos de intenções foram assinados com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) na última semana e anunciados nesta quarta (26). “Eu acredito muito na agroindústria. A cultura da cana-de-açúcar tem gerado e vai gerar muito mais empregos no nosso estado. Hoje vemos duas usinas consolidadas ampliando seus projetos no extremo-sul”, afirma o vice-governador João Leão, secretário da pasta.

De acordo com Luiz Carlos Queiroga, diretor da usina Santa Maria, os investimentos nas usinas têm sido constantes. “A cultura da cana não existia nesta região, fomos pioneiros, hoje já está enraizado na Bahia. Esperamos continuar expandindo e atingir a capacidade total das usinas. No caso de Medeiros Neto, onde fica a Santa Maria, o município não tinha nenhuma indústria quando chegamos. O povo vivia de pecuária, sem nenhuma tecnologia, ninguém sabia o que era cana, nós que introduzimos a cultura”, conta.

Na usina Santa Maria, em Medeiros Neto, serão investidos R$ 67 milhões na unidade industrial e R$ 64 milhões no campo. Com a ampliação, a previsão é que a produção de etanol hidratado e anidro passe de 96 mil m³/ano para 160 mil m3/ano, onde serão mantidos os 225 empregos diretos e criados mais 60. No campo, a produção de cana-de-açúcar vai saltar de 1,2 milhão de toneladas para 2 milhões de toneladas ao ano. Os 1,8 mil empregos diretos serão mantidos e mais 700 serão gerados no período de safra.

Em Santa Cruz Cabrália, a produção de etanol vai dobrar na usina Santa Cruz, passando de 22,5 mil m³/ano para 45 mil m³/ano. Serão investidos R$ 15,6 milhões na unidade industrial, criados 45 empregos diretos e mantidos 131.

Na área agrícola, os investimentos serão de R$ 45,8 milhões e a produção de cana-de-açúcar também vai dobrar, saindo dos atuais 300 mil t/ano para 600 mil t/ano. No período de safra, além de manter os 900 empregos diretos, serão criados mais 370.

Leia Mais

PREFEITO DE SANTA CRUZ CABRÁLIA DISPENSA QUASE 400 CONTRATADOS

Prefeitura dispensa quase 400 trabalhadores
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Cerca de 400 trabalhadores tiveram os seus contratos rescindidos, nesta quarta-feira (8), pelo prefeito de Santa Cruz Cabrália, Agnelo Júnior. A dispensa de centenas de pais e mães de família, em plena epidemia do novo coronavírus, foi publicada no Diário Oficial do município do extremo-sul da Bahia.

O prefeito informou, via comunicado,  que seguiu recomendação do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), que teria orientado a rescisão de contrato de trabalhadores temporários que atuam em atividades que estão suspensas por causa da pandemia do novo coronavírus. Uma parte dos servidores temporários trabalhava nas escolas da rede municipal de ensino.

De acordo com o comunicado da Prefeitura de Santa Cruz Cabrália, os trabalhadores dispensados nesta quarta poderão ser recontratados quando os serviços voltarem a funcionar. O município de Santa Cruz Cabrália tem quatro casos confirmados do novo coronavírus.

UM POUCO DE HISTÓRIA (DE ZÉ E DE ITABUNA)

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Do site Museu da Pelada, extraímos esta narrativa de Zé Roberto Padilha. Década de 70, a glória no Flamengo, a despedida no Itabuna e a inauguração do eterno inconcluso Estádio Luiz Viana Filho em um pouco da história do jogador. Confira:

zé roberto padilhaO AEROPORTO DE ITABUNA

Zé Roberto Padilha

(…) não consegui esconder minhas lágrimas quando a cidade parou numa quarta-feira para assistir nosso primeiro treino. Tratava-se da principal atração do clube do cacau para o estadual da primeira divisão baiana de 1979.

 

 

 

Era um sábado ensolarado do mês de junho e o avião da Varig (lembram-se dela?) se aproximava do Aeroporto Luis Viana Filho, em Itabuna, Bahia, trazendo a delegação do CR Flamengo, que iria fazer um amistoso inaugurando o novo estádio do clube. E como se tratava de Flamengo, dava para ver da janelinha aquelas formiguinhas carregando suas bandeiras vermelho e preta em volta da pista. Estou falando de 1976, naquela época as pessoas recebiam os passageiros da Varig, Vasp e Transbrasil à beira da pista, não tinha aquela passarela suspensa, era olho no olho, emoção do torcedor na cara do jogador.

Nas últimas poltronas, após o sambinha do fundo homenageando nosso Merica para desespero das aeromoças, o filho daquela terra que chegara à Gávea ao lado do Dendê, eu e meu parceiro Toninho Baiano. Já jogador da seleção, Toninho, então assíduo do Charles de Gaulle, Orly, e aeroportos cheios de estilo como o de Roma e de Madrid, virou-se para mim e disparou:

– Já pensou, Zé, você chegando nesta “babinha” não mais para jogar, mas de mala, para ficar de vez por aqui.

Não concordei, nem discordei, apenas sorri. Meu silêncio foi de uma cumplicidade e arrogância do mesmo tamanho.

zé roberto padilha3
E descemos aquelas escadas anestesiados pela glória passageira como eterna fosse. Porque jogador de futebol vive seus 15 anos máximos de glória fora da realidade econômica do seu país e da sua família, ou vocês acham que o Gum (120 mil reais/mês), Henrique (160 mil reais/mês) limitados zagueiros do Fluminense, que ganham 4 vezes mais do que nosso mais alto magistrado, não seriam protagonistas, hoje, da mesma história? Perguntem a eles, no fundo do jatinho fretado do Flu, durante a Copa do Brasil, se eles fossem jogar contra o Asa e desembarcassem no aeroporto de Arapiraca não para o jogo de ida, mas para ficar por ali, ganhando salário normal, de um jogador trabalhador da segunda ou terceira divisão do nosso futebol?

Com a camisa do Flamengo

Com a camisa do Flamengo

A partida entre Flamengo x Itabuna levou 40 mil pessoas ao também estádio Luis Viana Filho no dia 25/01/76, poderoso nome de uma raposa política capaz de batizar aeroportos e estádios, e o placar foi de 5×0 pro nosso time (Luizinho, aos 8, Zico, 17 do 1º tempo, e Caio aos 24, 27 e 32 do 2º), e saímos dali nos braços queridos dos baianos, levando aquele diálogo de fundo de avião como uma norma taxativa da irrealidade em que vivíamos.

Daí fui para o Santa Cruz, em Recife, dois anos depois machuquei meu joelho, operei em uma época em que a medicina retirava todos os meniscos no lugar de isolar apenas sua parte lesionada, preservando aquele fundamental órgão de amortecimento, e acabei colocado em disponibilidade no mercado esportivo. Minha esposa estava grávida da nossa primeira filha, a Roberta, quando desembarquei de uma excursão à Arábia Saudita com o Santa Cruz, onde meu joelho não mais respondia aos apelos do meu pulmão para correr pelo campo todo. Sem ele, restou-me o currículo para atrair clubes ainda interessados. O primeiro foi o Bahia. Fui para Salvador realizar exames médicos e escolher apartamento. Ainda arrumava as malas quando um diretor do Santa Cruz me abordou com aquele velho chavão:

– Tenho duas notícias, uma boa e a outra ruim. Qual delas prefere?

A ruim era que o departamento médico do Bahia vetara minha contratação. A boa era que um clube baiano, diante da recusa do seu rival no estadual, pagava o mesmo preço. Sem exames médicos. Este clube o Itabuna FC.

Quando o avião me levou, três anos depois, de volta para aquele aeroporto, desta vez para ficar, com a mala cheia de vergonha e um pensamento no preconceituoso diálogo travado com o Toninho, não consegui esconder minhas lágrimas quando a cidade parou numa quarta-feira para assistir nosso primeiro treino. Tratava-se da principal atração do clube do cacau para o estadual da primeira divisão baiana de 1979 e no primeiro toque na bola senti meu joelho. E eles respeitaram minha saída cabisbaixa do treino, ajudaram na minha recuperação pelo SUS, incentivaram meu retorno e a manter, até o final do contrato, um salário digno de um trabalhador já então pai de família.

Naquele ano não foi apenas a Roberta que nasceu, mas uma lição definitiva de humildade explícita foi incorporada a vida da gente. Aquela “babinha” foi o lugar que me acolheu e desnudou o quanto são “bobinhos” os que se deixam seduzir pelo efêmero poder de ser um dia jogador de futebol do Flamengo.

A FOLHA DOS SEMIFINALISTAS DO NORDESTÃO

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Vitória tem maior folha do Nordestão (Foto Arquivo).

Vitória tem maior folha do Nordestão (Foto Arquivo).

O Vitória tem a maior folha salarial dos times semifinalistas da Copa do Nordeste 2017. O Rubro-Negro baiano desembolsa R$ 4,5 milhões mensais. O Sport Recife aparece em segundo, com R$ 4 milhões, segundo o NordestãoFC.

O Bahia gasta R$ 3,2 milhões. Outro time pernambucano na fase semifinal, o Santa Cruz tem despesa que chega a ser quase 10% do desembolsado pelo Vitória para pagar o plantel: R$ 480 mil ao mês.

AS CHANCES DA DUPLA BA-VI

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A vitória diante do Criciúma, ontem (20), aumentou as chances de o Bahia subir para a elite do futebol nacional, de acordo com cálculos de matemáticos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Hoje, a probabilidade do Esquadrão subir para a Série A 2016 é de 65,3%.

O Vitória, com 56 pontos – dois a mais que o Bahia, tem 92,3% de chances de retornar à elite. Situação melhor só a do Botafogo, líder da competição com 59 pontos. A probabilidade da Estrela Solitária subir foi cravada em 99,04% pelos matemáticos.

Os cálculos levam em conta fatores como pontuação e adversários. Quatro times sobem para a divisão de elite.

Chama a atenção que, dos 10 times com chances de subir para a Série A, cinco sejam do Nordeste, região que, atualmente, tem apenas o Sport Recife como representante na principal divisão do futebol nacional.

(Fonte UFMG)

(Arte A Tarde / futeFonte UFMG)

SANTA CRUZ: SECRETÁRIO DE AGRICULTURA CRITICA ADVERSÁRIOS

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Secretário diz que tem o apoio do prefeito Jackson Bomfim

Secretário diz que tem o apoio do prefeito Jackson Bomfim

O secretário de Agricultura de Santa Cruz da Vitoria, sul da Bahia, Luciano Almeida, vê ação de adversários políticos nas críticas à gestão do Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR) no município. Segundo ele, apesar dos ataques, o programa continuará a ser tocado por sua pasta em 2014.
Almeida diz que as ações de sua secretaria geram “incômodo”, mas afirma contar com o apoio do prefeito Jackson Bomfim. Segundo o secretário, sua prioridade, além do programa de moradias com recursos do governo federal, tem sido a intermediação de convênios com o Banco do Nordeste para financiamentos a pequenos agricultores.
Em 2013, a instituição liberou cerca de 350 mil reais para a agricultura familiar em Santa Cruz da Vitória. No final de janeiro deste, mais 70 mil reais foram autorizados para 40 pequenos produtores rurais.

O SECRETÁRIO QUE "SE ACHA" EM SANTA CRUZ DA VITÓRIA

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O prefeito de Santa Cruz da Vitória pode ser Jackson Bonfim pelo menos de direito, pois de fato quem manda e desmanda na cidade é o secretário municipal de Agricultura, Luciano Almeida. A última que ele aprontou pode resultar em prejuízo para 50 famílias, ameaçadas de perder a chance de serem contempladas no Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR).
Almeida começou a cadastrar famílias para inscrição no programa há três meses, mas o processo “travou”. Preocupado, o prefeito designou o servidor Francisco Olavo para cuidar dos cadastros, o que deixou o secretário indignado.
A reação de Almeida foi demonstrada quase na base da pancada, quando um técnico responsável pelo PNHR em Santa Cruz foi até o gabinete do secretário solicitar os documentos das famílias que já haviam sido cadastradas, a fim  de dar andamento ao trabalho. O coitado do técnico ouviu meia dúzia de desaforos, foi agarrado pelo braço e expulso da sala do prefeito… Ou melhor, do secretário!
Realmente, está difícil saber quem governa a cidade.

A FESTA DO BEIJO EM BANCO DO PEDRO

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Marta Almeida entrevista Gilvan Rodrigues na Festa do Beijo

Marta Almeida entrevista Gilvan Rodrigues na Festa do Beijo

Quem conhece o publicitário Gilvan Rodrigues sabe que ele é um cara inquieto, chegado a produzir novidades. Foi com esse espírito que em 1994, há 18 anos, ele movimentou o pacato distrito ilheense de Banco do Pedro com a Festa do Beijo.
Natural daquela “ilha” cercada de cacau e mata atlântica por todos os lados, Gilvan queria ver como a tranquila comunidade reagiria à ideia, inspirada em evento realizado naquela época em Santos, litoral de São Paulo. E como beijo é um negócio que faz sucesso em qualquer lugar, a festa, como se diz hoje, “bombou”. O casal  Pinheiro e Adriana ficou nada menos que duas horas de lábios colados, até que foi reconhecido como imbatível nessa estimulante modalidade esportiva.
Na foto, o então barbudo Gilvan é entrevistado pela repórter Marta Almeida, da TV Santa Cruz, à época de cabelos bem curtinhos. Uma relíquia que apareceu no baú do Pimenta.

TEMOR EM SANTA CRUZ

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Instalou-se um clima de suspense e medo em Santa Cruz da Vitória, cidade sul-baiana situada a 71 quilômetros de Itabuna. Segundo informações, uma “profissional do sexo” desembarcou naquela pacata comunidade, de apenas 6.700 habitantes, e vinha explorando com reconhecida e notória competência o negócio ao qual se dedica.
A atividade ia de vento em popa até que surgiu a notícia de que a mulher é HIV positivo e teria fugido de outra cidade após  ser acusada de infrigir o artigo 130 do Código Penal (“Expor alguém, por meio de relações sexuais ou qualquer ato libidinoso, a contágio de moléstia venérea, de que sabe ou deve saber que está conaminado”).
A informação deixou alguns preocupados e outros em pânico, além de colocar em alerta os gestores da saúde pública. O caso é grave…

A NOVA MUSA DO JORNALISMO REGIONAL

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Suzi: a número 1 dos blogueiros.

Suzi: a número 1 dos blogueiros.

Não se fala de outra coisa em Ilhéus. O jornalista Emílio Gusmão ainda está paralisado com a beleza estonteante da repórter Suzi Martins, da TV Santa Cruz. A nação blogueira de Ilhéus ainda não havia se dado conta da beleza da moça que enche os olhos de telespectadores, diariamente, na telinha.

O diretor e editor do Blog do Gusmão se defende e diz que usa parabólica e TV por assinatura, daí não ter se ligado na Santa Cruz (em Suzi, bem entendido!). Mas afirma que agora tem motivos para não desgrudar do canal. Gusmão levantou a lebre e os também blogueiros Guy Valério e Lucas Vitorino assentiram: a repórter é mesmo bela. Musa.

Ao não ser bem tratado pela direção do Colo Colo, no domingo, Gusmão, enfim, pôde perceber que existem lá suas vantagens quando, em vez de arquibancada, lhe oferecem apenas o alambrado do Mário Pessoa. Plim-plim!

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