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6 de junho de 2020 | 08:54 am

SE LIGA, GOVERNADOR

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violênciaA maioria das perguntas ao governador Jaques Wagner ontem, em Itabuna, era referente à segurança pública. Após a queda no número de homicídios no comparativo de 2012 e de 2013, a projeção é de que haja aumento considerável de assassinatos na principal economia do sul-baiano.
Enquanto, oficialmente, foram registrados 127 homicídios no ano passado, os organismos de segurança pública já registraram 101 assassinatos de janeiro até a semana passada. Mantida a média, a cidade pode assistir a uma nova matança, com 150 homicídios em 2014, colocando o município entre os mais violentos do país.
Ano passado, os serviços de inteligência da polícia funcionavam com maior eficiência e foram registradas grandes operações contra o tráfico de drogas. O ambiente ficou tão “propício” que uma terceira facção criminosa foi criada no município.

POLÍCIA PRENDE ACUSADO DE VÁRIOS ASSALTOS A ÔNIBUS EM ITABUNA

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Alberto foi preso ontem à noite, após assaltar ônibus próximo à Unime.

Alberto foi preso ontem à noite, após assaltar ônibus próximo à Unime.

A polícia militar prendeu, ontem à noite, Alberto Santos Ferreira, acusado de cometer vários assaltos a ônibus em Itabuna.
Alberto foi preso por volta das 21h30min, após assaltar um ônibus entre a Unime, na Avenida J.S Pinheiro, e o centro comercial. O assaltante levou R$ 72,15, além de um celular do cobrador.
A prisão foi efetuada por uma guarnição que estava na região do centro comercial, segundo o comando do 15ª Batalhão da PM. Alberto foi preso próximo ao Grapiúna Tênis Clube e acabou sendo reconhecido pela vítima. O assaltante disse que mora em Ubaitaba.
Os policiais da guarnição 1507 encaminharam o assaltante para o Complexo Policial. A Polícia Civil acessou os dados de Alberto.
O bandido, segundo a civil, tem as mesmas características de suspeito de cometer vários assaltos a ônibus na região do centro comercial, Nova Itabuna e Nova Ferradas.

MORTE DE CRIANÇA PROVOCA ATAQUES E CAOS EM AMARGOSA

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Carros destruídos em ataques (Marcello Dial/Site Voz da Bahia).

Carros destruídos em ataques (Marcello Dial/Site Voz da Bahia).

Do G1
Trinta motos, 18 carros e um ônibus foram incendiados durante a ação de um grupo de moradores na cidade de Amargosa, a 250 quilômetros de Salvador, na noite de quarta-feira (16). O grupo também invadiu a delegacia do município, roubou todas as armas, liberou os presos, destruiu e queimou o local, segundo informações da Polícia Militar na manhã desta quinta-feira (17). Os ataques ocorreram por causa da morte de uma menina de 1 ano, pela polícia, durante uma troca de tiros.
De acordo com o delegado titular da 4ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin/ Santo Antônio de Jesus), Paulo Roberto Guimarães, que gerencia a segurança na região, 16 presos foram libertados da carceragem, após a invasão dos moradores. Destes, dois já foram recapturados.
Segundo Guimarães, durante o conflito, a delegada, o juiz e o promotor de Amargosa se refugiaram em um hotel da cidade. O delegado afirmou que as autoridades se hospedaram no local por motivo de segurança, já que a sede da delegacia foi completamente destruída pelo grupo.
Segundo o coronel Aldemário Xavier, que atua no município, 18 pessoas foram ouvidas pela polícia e já liberadas. Xavier ainda informou que o caos estabelecido até a madrugada foi controlado na manhã desta quinta-feira (17).
O conflito começou quando dois policiais iniciaram uma perseguição a um assaltante de motos, que teria ligação com o tráfico de drogas. Durante a perseguição, o suposto criminoso invadiu a casa de uma família e, na tentativa de atingir o suspeito, um dos agentes acertou um tiro em uma criança, que acabou morrendo no local. Segundo a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), a suspeita é que o tiro tenha partido da arma de um policial civil.

RUI COSTA PROMETE AUMENTAR EFETIVO E DIZ QUE SOUTO SUCATEOU POLÍCIAS

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Rui faz promessa na área de segurança (Foto Arquivo).

Rui faz promessa na área de segurança (Foto Arquivo).

Durante reunião com lideranças políticas em Salvador, ontem, Rui Costa, pré-candidato petista ao governo baiano, comprometeu-se a ampliar o efetivo policial baiano de 32 mil para 40 mil homens e mulheres. A promessa foi feita ao anunciar medidas para a área de segurança que serão implantadas, caso eleito.
Rui disse que Wagner assumiu o estado, em 2007, com as polícias civil e militar sucateadas e policiais sem armamento ou colete balístico. E, acrescentou, policiais ficaram sem ter promoção por até 15 anos.
– Era o menor contingente da polícia, 26 mil, que Wagner elevou para 32 mil e eu vou chegar a 40 mil homens e mulheres, criando mais companhias especializadas e levando o Graer [Grupamento Aéreo da Polícia Militar da Bahia].

ALUNOS DA UNIME COBRAM MAIS SEGURANÇA

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Alunos da Unime Itabuna estão assustados com a onda de assaltos na área da instituição de ensino, na Avenida J.S. Pinheiro. O último deles ocorreu na entrada do campus I. Após roubar uma estudante, o bandido retornou e entrou armado no campus.
– Foi o maior desespero. Até os guardas [que estavam na guarita] saíram correndo – descreve um dos alunos.
Os alunos reclamam ronda policial e dizem que o mato toma conta do ponto de ônibus em frente ao campus I. “Não temos segurança, mas pagamos caro na mensalidade”.

TOQUE DE RECOLHER NO VALE DO SOL

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violenciaA denúncia é do site Política Virtual: traficantes impuseram toque de recolher à comunidade do Vale do Sol, na periferia de Itabuna. Comerciantes são obrigados a fechar no horário determinado pelos bandidos. Os “Donos do Pedaço” também definem quais músicas devem tocar em aniversários de moradores do bairro.
À lista de restrições ou proibições, mais essa: Mototáxis são proibidos de circular no Vale do Sol a partir das 18 horas. E se for de táxi, a luz interna deve permanecer ligada para que os traficantes identifiquem quem está dentro do veículo. É a (in) segurança pública!

REBELIÃO NO PRESÍDIO: DOIS MORREM E 37 FICAM FERIDOS

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Um rastro de destruição, 37 feridos e dois mortos foi o resultado do motim dos internos do presídio de Itabuna (veja matérias mais abaixo). A rebelião começou por volta das 5h da manhã. Os mortos foram identificados como Valdemir Santos e Marcos Cardoso Santos, segundo o Jornal das Sete, da Morena FM.
A Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap) ainda divulgará a lista de presos a serem transferidos para outros presídios. A maior parte dos 37 feridos foi encaminhada para o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem) e outros chegaram a receber atendimento em ambulâncias do Samu 192.

BANDIDOS EXPLODEM AGÊNCIA DO BB EM IBICUÍ

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Agência ficou totalmente destruída após ação de quadrilha.

Agência ficou totalmente destruída após ação de quadrilha.

Bandidos armados com fuzis, submetralhadoras e pistolas explodiram a agência do Banco do Brasil em Ibicuí, no sudoeste baiano, por volta das 2h20min da madrugada deste sábado (3). A explosão destruiu a agência e afetou construções num raio de 20 metros no entorno do imóvel.
Os bandidos chegaram em três carros, dentre eles uma Picape Nissan Frontier, e teriam utilizado um ônibus com funcionários da Azaleia. Os funcionários foram feitos reféns e o ônibus usado para fechar uma das vias de acesso à praça principal de Ibicuí, onde fica a agência e acontece o São João da cidade.
– Eles chegaram em grande número, todos de colete, fizeram o pessoal refém e detonaram a agência – informou um policial militar ao PIMENTA. De acordo com testemunhas, pelo menos dez assaltantes participaram da ação.
Policiais militares da 63ª Companhia Independente foram acionados e equipes da coordenação regional de polícia civil em Itapetinga já iniciaram as investigações nesta manhã de sábado. A agência do BB em Ibicuí é tradicional alvo dos bandidos no centro-sul baiano e chegou a ficar fechada nos últimos anos devido aos constantes assaltos, o último deles em meados do ano passado. Atualizado às 9h42min.

PARA DIRETOR, BRIGA ENTRE FACÇÕES CAUSOU REBELIÃO EM PRESÍDIO DE EUNÁPOLIS

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Rebelião resultou em seis mortes e sete feridos.

Rebelião resultou em seis mortes e sete feridos.

O diretor do presídio de Eunápolis, major Gilson Paixão informou em entrevista ao G1 nesta quarta-feira (30) que uma investigação foi aberta para identificar o motivo da rebelião ocorrida em uma das alas do presídio, na última segunda-feira (28). De acordo com o diretor, a suspeita é de que a rebelião tenha sido causada após uma briga entre facções rivais.
Dos seis mortos confirmados, quatro pertenciam à uma mesma facção de Porto Seguro, sendo dois condenados por estupro. De acordo com o diretor, a maioria das rebeliões ocorrem com o objetivo de reivindicar algo, e uma negociação é iniciada, porém no caso de Eunápolis, na tentativa de aproximação, a equipe do presídio foi recebida a pedradas.
Segundo o diretor, a rebelião ocorreu em uma ala que continha 341 presos. Serão transferidos 230 para três unidades diferentes, dentre eles os identificados como os líderes da rebelião. A demora na transferência acontece por falta de vagas causadas pela superlotação dos presídios no Brasil.
“Em momento nenhum eles negociaram. Quando nos aproximávamos eles jogavam pedras. Assim que a confusão começou eles já partiram pra o quebra-quebra. Não descartamos a possibilidade de a rebelião ter ocorrido por uma ordem de fora”, disse o diretor. Leia mais.

FAMILIARES IMPEDEM TRANSFERÊNCIA DE PRESOS EM EUNÁPOLIS

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Policiais ontem à tarde no controle da rebelião (Foto Cipe-Mata Atlântica).

Policiais ontem à tarde no controle da rebelião (Foto Cipe-Mata Atlântica).

Vinte internos do presídio de Eunápolis serão transferidos para conjuntos penais do sul da Bahia e de Salvador. A transferência deveria ocorrer nesta terça, mas um protesto de familiares de presos levou a polícia a adiar para amanhã o remanejamento.
A relação dos presos a serem transferidos foi divulgada hoje à tarde (29). Os parentes dos detentos atearam fogo em barricadas para impedir a transferência.
Os presos que serão levados para outro presídio são considerados os líderes da rebelião que destruiu o pavilhão A do conjunto penal inaugurado no final de 2012 pelo governo baiano.
Seis detentos foram mortos na rebelião de ontem (28). Acusados de homicídio e estupro, dentre outros crimes, eles foram arrancados de uma cela especial e lançados no meio do pátio do pavilhão. Na sequência, outros presos jogaram colchões e atearam fogo.
Os seis internos morreram carbonizados. Eles foram identificados como Geraldo Oliveira de Almeida, Glimarin Soriano dos Santos, Luzinê Araújo dos Santos, Melk Silva Souza, Sullivan Santos Marinho e Valdieiro Pereira Silva. Segundo a polícia, sete internos ficaram feridos no motim. Apenas dois deles continuam internados no Hospital Geral de Eunápolis, pois apresentam fraturas.

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