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21 de janeiro de 2021 | 04:52 pm

EX-JOGADOR DO ITABUNA E DO BOTAFOGO VIRA MORADOR DE RUA EM PORTUGAL

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Perivaldo perambulando pelas ruas de Portugal (Reprodução Blog do Thame/Globo).

Perivaldo perambulando pelas ruas de Portugal (Reprodução Blog do Thame).

Reportagem exibida ontem (17) pelo Fantástico, da Rede Globo, mostrou o drama do ex-jogador Perivaldo, revelado no juvenil do Itabuna e contratado pelo Bahia, de onde seguiu para o Botafogo do Rio e chegou a ser convocado para a Seleção Brasileira.

Perivaldo é hoje um morador de rua em Lisboa, Portugal e sobrevive vendendo roupas usadas que encontra no lixo.

Depois de sair do Botafogo e ter uma passagem fugaz pela Seleção, Perivaldo perambulou por times de segunda linha, andou pela Ásia e foi parar em Portugal.

À reportagem do Fantástico, Perivaldo revelou que ganhou muito dinheiro, chegou a ter carros e apartamentos de luxo, mas perdeu tudo. Disse que deseja voltar ao Brasil, mas não tem dinheiro para retornar.

Leia matéria completa no Blog do Thame

OS ESQUEMAS DE RICARDO TEIXEIRA

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Os esquemas de Ricardo Teixeira começam a pipocar (Foto Uol).

Os esquemas de Ricardo Teixeira começam a pipocar (Foto Uol).

Parte do dinheiro pago à CBF por times de todo o mundo como cachê para enfrentar a seleção não era depositada em contas no País, mas foi direcionada para empresas com sede nos Estados Unidos, registradas em nome de Sandro Rosell, atual presidente do Barcelona, ex-representante da Nike no Brasil e amigo pessoal de Ricardo Teixeira. A prática, segundo documentos e fontes consultados com exclusividade pelo ‘Estado’, teria marcado a gestão de Teixeira na CBF a partir de 2006.

Nos últimos anos, a realização de amistosos tem sido a principal fonte de entrada de recursos de federações de futebol. No caso do Brasil, o fato de ter sido campeão em 2002, vice em 1998 e único time pentacampeão do mundo permitiu que a CBF e seus agentes aumentassem o valor do cachê para atuar pelo mundo.

Do Gabão a Hong Kong, passando pela Estônia ou Zimbábue, a seleção percorreu o mundo cobrando pelo menos US$ 1 milhão por amistoso. O detentor do direito de organizar os jogos é, desde 2006, a ISE, empresa com sede nas Ilhas Cayman.

Mas, segundo pessoas envolvidas com o pagamento desses cachês, nem todo o dinheiro que saía das federações estrangeiras, direitos de imagem ou governos de outros países era enviado ao Brasil. O destino eram contas nos EUA.

Confira a íntegra no Estadão

SCOLARI NA SELEÇÃO BRASILEIRA

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Scolari substituirá Mano Menezes.

Dez anos após conquistar o pentacampeonato mundial, o técnico Luiz Felipe Scolari está de volta à seleção brasileira. Segundo a Folha apurou, o treinador será anunciado nesta quinta-feira, às 10h30, na sede da CBF, como substituto de Mano Menezes, demitido na última sexta.

Scolari venceu a disputa com o técnico do Fluminense, Abel Braga, que era o preferido do presidente da CBF, José Maria Marin. Antes de conversar com Scolari, o dirigente conversou com o atual técnico campeão brasileiro, mas não acertou a contratação.

Felipão já chegou a um acordo com a CBF. A única coisa pendente e que foi resolvida às 14h desta quarta-feira foi a definição do coordenador técnico da seleção principal, que vai substituir o cargo de diretor de seleções, extinto pela CBF após o pedido de demissão de Andres Sanchez: o ex-técnico Carlos Alberto Parreira ganhou a disputa sobre José Carlos Brunoro, diretor executivo do Audax e diretor da CBB (Confederação Brasileira de Basquete) e ex-diretor da Parmalat na época da parceria com o Palmeiras.

Leia mais na Folha

APÓS 23 ANOS, RICARDO TEIXEIRA LARGA O OSSO

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CBF resistiu a CPIs, mas caiu em novos tempos e clamor por sua renúncia (Sérgio Lima/Uol).

O longevo presidente Ricardo Teixeira finalmente largou o osso. Acaba de renunciar ao comando da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) após 23 anos de títulos, polêmicas e denúncias de corrupção. Ele também deixa o Comitê Organizador Local (COL) da Copa do Mundo 2014. Tanto a CBF como o COL serão agora comandados pelo presidente em exercício da confederação, José Maria Marin.
Na carta divulgada pela CBF, Teixeira diz que deixa a entidade “definitivamente” e “com a sensação de dever cumprido”. Ainda na missiva, o dirigente afirma que vai cuidar da saúde e da família… E bem longe do Brasil. Exatamente em Miami (EUA). Teixeira chegou à presidência da CBF em 1989 no rastro de prestígio e poder do ex-genro João Havelange, dono de negócios milionários e ex-presidente da Fifa, a entidade máxima do futebol.
No período em que esteve na CBF, viu a Seleção Brasileira faturar os títulos mundiais de 1994 e 2002, além de títulos regionais e três copas das Confederações (1997, 2005 e 2009). Uma conquista que em pouco se deve a Teixeira, mas que ele fatura foi a escolha do Brasil para sediar uma copa 64 anos depois – em 2014.

DERROTA DO BRASIL NA COPA AMÉRICA É LIÇÃO PARA 2014, DIZ FALCÃO

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Falcão fala de presente e futuro a Daniel Thame (Foto Blog do Thame).

De passagem pelo sul da Bahia, o ex-treinador do Internacional-RS, Paulo Roberto Falcão, disse que o fracasso do Brasil na Copa América logo na quarta de final serve de lição para a Copa 2014. A eliminação prematura, afirma, também serve de amadurecimento para talentos como Neymar e Paulo Henrique Ganso.
Falcão falou da demissão do comando do Inter (“treinador vive de resultados”), de um possível retorno de Kaká à Seleção Brasileira e também sobre o futuro profissional. Ele ainda não decidiu se volta a ser comentarista ou se aceita um possível convite para voltar a atuar como técnico.
Confira a entrevista exclusiva ao Blog do Thame

EX-ZAGUEIRO ALDAIR DE OLHO NA PREFEITURA DE ILHÉUS

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O ex-jogador de futebol Aldair, campeão mundial em 1994 pela Seleção Brasileira, pode entrar na política. Ilheense criado no Banco da Vitória, ele avalia a possibilidade de se candidatar ao comando do Palácio Paranaguá em 2012.

Aldair pretende seguir seus companheiros de seleção, Bebeto (deputado estadual) e Romário (deputado federal), vitoriosos nas urnas em 2010.

Familiares do “zagueirão” conversam com o PTN.

Do Blog do Gusmão

SOU GERAÇÃO RONALDO!

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Manuela Berbert

Não, ele não pode estar falando do mesmo Ronaldo que já me deu tantas alegrias, do mesmo Ronaldo que jogou quatro Copas do Mundo e conquistou duas, tornando-se o maior artilheiro de todos os Mundiais, com 15 gols

Confesso que me emocionei ao ver a coletiva de Ronaldo segunda-feira (14), ao meio-dia. Visivelmente abalado, ele não anunciou ali o fim de uma carreira, mas o fim da atividade que mais lhe dá prazer, o futebol. E por mais que tenha começado ainda na juventude, precisar abrir mão do que se gosta, aos 30 e poucos anos, é triste.

Não, eu não fiquei com pena de Ronaldo. Seria até hipocrisia de minha parte, diante da falta de perspectiva que assola milhares de brasileiros, sentir pena de alguém que já conquistou tanta coisa, especialmente financeira. Tenhamos bom senso: ser obrigado a parar vencido pelo próprio corpo, por seus próprios limites, é doloroso.

E ele falou de dor. De uma dor que sente dentro de sua casa, ao realizar tarefas simplórias, como subir degraus de uma escada. Acho que essa dor reflete na alma e no espírito competitivo de um jovem que se acostumou a realizar, a fazer acontecer, a tocar pro gol.

Foram 18 anos de uma carreira excepcional, fora do comum, com diversas glórias e muitas lesões, mas que não tiraram nem um pouco o brilho do que ele conquistou e do que mostrou nos campos de futebol do mundo afora. Dribles, arrancadas, gols, títulos e agora, no final de sua carreira, Ronaldo estava se acostumando a deixar com extrema genialidade seus companheiros na cara do gol.

Aí abro o Diário Bahia de hoje, terça-feira, e dou de cara com o artigo do jornalista Daniel Thame dizendo que, além de ter parado na hora errada, ele há muito tempo era apenas marketing. Chamou o Fenômeno de jogador descartável.

Não, ele não pode estar falando do mesmo Ronaldo que já me deu tantas alegrias, do mesmo Ronaldo que jogou quatro Copas do Mundo e conquistou duas, tornando-se o maior artilheiro de todos os Mundiais, com 15 gols. Ele não pode estar falando do jogador que venceu duas Copa América e uma Copa das Confederações. Foram 12 anos vestindo a amarelinha, Daniel, e ele é o segundo maior artilheiro da história da Seleção, perdendo apenas para Pelé.

Não, eu não vi Pelé jogar. E ontem, assistindo à coletiva, me orgulhei por fazer parte da GERAÇÃO RONALDO. Ao vê-lo se apresentar ali, acompanhado do filho mais velho e de Alex, fruto de um relacionamento de uma noite, lembrei que uma filha de Pelé faleceu de câncer clamando por um abraço do pai. É que eu sou dessas pessoas que precisam admirar o homem como ser humano, antes mesmo de admirá-lo como profissional. E Ronaldo, aqui pra nós, Daniel, até para se despedir foi um FENÔMENO!

Manuela Berbert é jornalista, estudante de Direito e colunista da Contudo.

NEYMAR E GANSO – FINALMENTE! – NA SELEÇÃO

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O novo treinador da Seleção Brasileira, Mano Menezes, atendeu a torcida e fez o que o ranzinza Dunga se negava: convocou a dupla santista Neymar e Paulo Henrique Ganso. O time da Vila Belmiro, aliás, mandou quatro para a seleção. Além da dupla considerada sensação, acrescentou Robinho e o também atacante André.
A convocação do selecionado que enfrentará os Estados Unidos, no dia 10, saiu nesta tarde. Muitos dos jogadores atuam no Brasil. Daqueles que jogaram na Copa 2010, só quatro foram chamados pelo novo treinador. A palavra de ordem é renovação. Confira a lista dos convocados clicando no “leia mais”.

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CBF DESMORALIZA A SELEÇÃO

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Ricardo Ribeiro | ricardoribeiro@pimentanamuqueca.com.br
A CBF agiu mal, ao anunciar precipitadamente e com alto nível de certeza a contratação de Muricy Ramalho para ser o novo técnico da Seleção. Diante de convite tão honroso, a questão do treinador com o Fluminense seria resolvida com uma mera comunicação, de maneira simples e fácil.
O anúncio do substituto de Dunga serviu até para a volta dos privilégios à Rede Globo, que teve direito a uma “exclusiva” com o presidente Ricardo Teixeira, decantando as razões que o levaram a escolher o Muricy.

Mano Menezes é o próximo alvo da CBF

Muita precicipitação, que acabou expondo à Seleção Brasleira ao ridículo de ser descartada. Muricy saiu da reunião, em um clube de golf no Rio de Janeiro, como o novo cabeça da comissão técnica. Sites e emissoras de TV comunicaram a contratação, sempre colocando o informe ao Fluminense como uma mera questão de consideraçã0. Não foi assim tão fácil.
Conforme a versão oficial, o Flu não liberou Muricy Ramalho e este parece não ter feito muita questão de ser liberado. Talvez tenha pensado nas cobranças, xingamentos, perda da tranquilidade e deu aquele arrependimento aos 45 do segundo tempo. Na prorrogação, o “rei” da CBF mirou na segunda alternativa: Mano Menezes, do Corinthians. Este ficou de consultar o clube, que não deverá se opor.
É o que se espera, mas bem que a CBF poderia ter evitado a vergonha de ver a Seleção esnobada. Bastaria discutir todas as questões com o Muricy Ramalho e o Flu antes de fazer um anúncio açodado.
Trapalhadas assim mostram que os problemas da Seleção sempre estiveram muito além de Dunga. À evidência, o buraco é mais em cima.

MURICY ESTÁ QUASE FECHADO COM A SELEÇÃO

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O técnico do Fluminense, Muricy Ramalho, reuniu-se com o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, e praticamente fechou com a entidade, para assumir a Seleção Brasileira.
Numa entrevista à ESPN Brasil, Muricy afirmou que falta apenas conversar com o Flu para assinar o contrato com a CBF.
O cargo de treinador da seleção está vago desde a desclassificação do Brasil na Copa do Mundo. Muricy, pelo visto, será o substituto do também ranzinza Dunga. O treinador do Flu tem no seu currículo um tricampeonato Brasileiro, pelo São Paulo.

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