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13 de maio de 2021 | 01:30 pm

MENINO DE 7 ANOS VENDE “GELADINHOS” PARA DOAR CESTAS BÁSICAS A FAMÍLIAS CARENTES

Samuel tomou iniciativa por ver muitas pessoas precisando de comida; “Oi, meu nome é Samuel. Deus abençoe sua vida”, diz o bilhete que acompanha as cestas doadas
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O pequeno Samuel Soares, de 7 anos, surpreendeu a família quando disse que queria vender “geladinhos” na cidade de Caetité, no sudoeste da Bahia. A ideia do garoto foi aceita pelos pais quando ele revelou o motivo: gastar o dinheiro das vendas com cestas básicas para famílias carentes.

“Eu vi muitas pessoas precisando de comida, precisando comer e eu fui lá e pedi para minha mãe fazer o geladinho e vender para poder doar”, disse o garoto.

Apesar da surpresa inicial, a ideia foi bem aceita pelos pais do garoto, o casal de fotógrafos Amilton Miranda e Simone Soares.

“Eu fiquei surpreso, porque eu não entendi. Eu fiquei perguntando a ele onde teve essa ideia, onde ele viu isso. ‘Não pai, eu só queria ajudar’. E eu achei interessante porque a gente aqui em casa nunca tinha feito uma ação dessa”, contou Amilton Miranda.

Segundo Simone Soares, o menino primeiro não contou qual era o motivo da inusitada venda dos geladinhos. Os pais, preocupados, disseram que ele não tinha idade para vender o lanche, mas Samuel não desistiu e convenceu a família a autorizá-lo.

Bilhetes escritos por Samuel acompanham cestas básicas

A criança fez bilhetes para acompanhar as cestas doadas. “Oi, eu sou Samuel, tenho 7 anos. Deus abençoe sua vida”, diz a frase dirigida às cinco famílias beneficiadas pela iniciativa.

Leia a reportagem completa de João Souza para o G1 BA.

A CORRENTE SOLIDÁRIA POR DONA MAURINA

Dona Maurina teve que deixar a casa onde morava após 60 anos
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Celina Santos

Uma mulher firme e, ao mesmo tempo, doce, que chega na próxima quarta-feira (10) aos 89 anos de vida. Para os moradores do Banco Raso, em Itabuna, dona Maurina dos Anjos Oliveira está no imaginário como aquela que costurou e lavou roupas para muitas famílias.

Mais recentemente, teve a imagem tornada pública, porque foi alvo de uma ação de despejo que lhe tirou a casa onde viveu por cerca de 60 anos e onde criou nove filhos. Aquele imóvel fora doado de forma verbal, como uma espécie de indenização trabalhista, ao marido dela, o saudoso seu Casé.

Esta jornalista que vos escreve traz a trajetória de dona Maurina neste Dia da Mulher, que transcorre em 08 de março. Dois dias antes do aniversário de 89 anos dela, hein? Em ligeiras palavras, é a história de uma figura feminina tão querida por onde passa.

Além disso, considero mais do que legítimo reiterar e – por que não dizer? – gritar a todos os ouvidos possíveis que essa personagem real foi injustiçada em plena pandemia. Um tempo que tanto motiva as mais diversas faces da vulnerabilidade de TODOS nós.

“VAKINHA” DE AMOR AO PRÓXIMO

Ao mesmo tempo, compartilhamos sobre um movimento de apoio nutrido entre família e amigos (braços tão fortes na construção das relações humanas).

Um conjunto de vozes que se levanta, inclusive no vasto espaço das redes sociais, para buscar apoio numa “vakinha” iniciada em janeiro, para contribuir com a compra de uma casa no bairro onde dona Maurina vive há décadas.

No link https://www.vakinha.com.br/vaquinha/idosa-de-itabuna-sonha-com-casa-propria é possível fazer parte desta corrente solidária.

EVENTOS PLANEJADOS

Outra frente planejada para reforçar o montante a ser adquirido com a citada vakinha é a realização de eventos virtuais, no esquema “drive-thru” ou para entrega em bairros vizinhos. É o caso de um leilão de tortas, feijoada, bazar, entre outras iniciativas possíveis neste momento norteado pelas medidas sanitárias.

Vale reiterar, ainda, que aqui se fala sobre uma construção coletiva de ideias frente à mais absoluta indignação ao ver uma adorável mulher ser despejada do seu lar. Junto a flores, frutas e um imenso manto de afeto testemunhado por todos que puderam frequentar aquele espaço.

PROJETO MÃOS AMIGAS ATENDE A MAIS DE 300 FAMÍLIAS

Rede de solidariedade criada pelo Fundação Gonçalves e Sampaio
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O Projeto Mãos Amigas, da Organização Social Fundação Gonçalves e Sampaio (FGS) fortaleceu a rede de solidariedade com a distribuição de alimentos a famílias em vulnerabilidade social em Itabuna, Itororó, Gandu, Camacan, Eunápolis e Caetité. São 300 famílias sendo assistidas pela organização social.

O ANO DO CANCELAMENTO

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O cancelamento do carnaval nos deu a oportunidade de refletirmos sobre nossas práticas, o barulho do trio elétrico foi naturalmente trocado pelo silêncio, o que possibilita escutarmos as vozes internas para quem sabe trocar o cancelamento de pessoas pelo acolhimento, nossa arrogância pela tolerância, mesmo com os que não toleram.

Marcos Cardoso

Certamente, 2021 será lembrado como o ano em que não teve carnaval. Para a geração daqui a trinta anos, será impossível imaginar, como foi o “País do Carnaval” cancelado, o Brasil sem a folia. Isto, se o mundo voltar para os velhos trilhos, anterior à pandemia da Covid-19.

A festa popular exportada da Europa, derivada do entrudo, ritual de jogar farinha, ovo e água, era uma forma prazerosa do adulto brincar e findava no primeiro dia da quaresma. Ao longo do tempo foi se modificando e adequando ao jeito brasileiro, junto com o futebol, para os críticos, o nosso “ópio”. Para alguns teóricos, a festa desvela também a nossa hierarquização social, na mesma medida em que os dias de folia eram o salvo-conduto, para a fantasia simbólica de ser quem não é no dia a dia, através da fantasia literal, digo a vestimenta, assim os menos favorecidos viravam reis e rainhas da folia ou o que a sua imaginação permitisse.

Nos últimos dias, a palavra cancelamento esteve em evidência, tanto pelo carnaval cancelado, quanto pelas situações ocorridas na casa mais vigiada do Brasil, a do Big Brother. Certamente, este foi o ponto de ebulição para as reflexões expostas.

O ineditismo do não carnaval, no ano em que o cancelamento em todas as suas versões ganhou protagonismo, o do carnaval foi compulsório, pelas autoridades, foi protocolar. Porque, antes disso, os agentes biológicos nos cancelaram, restando a alternativa de suspensão dos festejos.

Fevereiro sem carnaval mexe primeiro com a cadeia produtiva na sociedade de consumo, mas vai além, já que esta usina de alegria, simbolicamente incutida no imaginário dos brasileiros e vendida aos gringos que aqui aportam todo fevereiro, toca na alma de milhões que se alimentam durante doze meses desta expectativa é a data mais esperada do ano, cantada em verso e prosa.

Nossa identidade cultural foi construída em torno do carnaval e historicamente se consolidou como uma festa identitária, em que minorias sociais levantam suas bandeiras contra o racismo, machismo e por mais direitos como reivindica o movimento social LGBTQIA+.

Sim, o carnaval é palco de lutas sociais, mas é também a síntese de um povo cheio de mazelas que se permite extravasar alegria, tristeza e lascividade, já que a festa é da carne e na modernidade, que é líquida, as relações são fluídas.

Como ocorre também no programa Big Brother Brasil, muitos vivem esses dias intensamente, se comportam no público como se estivessem no privado. Famosos e anônimos, ricos e pobres, convivem no mesmo ambiente, todavia, com prazo de validade determinado, já que a folia dura em média quatro dias e na casa mais vigiada do Brasil, noventa.

As semelhanças vão além, tanto lá (BBB) como cá (carnaval), ambos exigem equilíbrio tantas vezes ignorados. São verdadeiras maratonas, seja em Salvador, ao som do axé, ou nos passos do frevo nas ladeira de Olinda, requerem condicionamento físico, como nas provas de líder da casa, em sua natureza são competições, vide Carnaval do Rio, com premiação em dinheiro para a escola de samba campeã ou o mais de um milhão de reais, para o vencedor do programa. Falar de BBB e carnaval é falar de narcisismo, sempre exaltado através dos corpos desnudos em exposição.

A edição BBB 21 coincidiu até mesmo no quesito cancelamento, o carnaval por motivos óbvios, para não propagação do corona vírus. No reality recheado de tretas, o “cancelar” pessoas (prática de boicote, deixar de seguir alguém nas redes sociais, para puni-la e fazer perder contratos de trabalhos) foi a pauta mais evidente desta temporada ainda em andamento.

Em que vozes tidas como progressistas, empoderadas, que são ou eram abraçadas pela militância antimachismo, racismo e GLBTfóbicas, deixaram aflorar seu lado perverso, potencializado pela exposição midiática, sobretudo por reproduzir o comportamento do opressor, justamente quem se coloca, fora da casa, na posição de protagonista na quebra das amarras.

Por fim, o cancelamento do carnaval nos deu a oportunidade de refletirmos sobre nossas práticas, o barulho do trio elétrico foi naturalmente trocado pelo silêncio, o que possibilita escutarmos as vozes internas para quem sabe trocar o cancelamento de pessoas pelo acolhimento, nossa arrogância pela tolerância, mesmo com os que não toleram. Talvez neste processo se colha um fruto saudável, a geração de consciência sobre a diversidade social.

Marcos Cardoso é técnico em Segurança Pública e graduando em Ciências Sociais (Uesc).

APÓS VENCER UNIMED NA JUSTIÇA, PACIENTE DOA INDENIZAÇÃO A ENTIDADES EM ITABUNA E ILHÉUS

Fernandes fez doações a entidades de Ilhéus e Itabuna, a exemplo do GACC
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Luiz Fernandes Ferreira precisou ir à Justiça para que a Unimed cobrisse custos de cirurgia robótica para retirada de tumor na próstata, no início deste semestre, no Hospital São Rafael, em Salvador. A técnica com a utilização de robô, por ser menos invasiva, foi determinada pela juíza Carla Rodrigues de Araújo, da 2ª Vara do Sistema de Juizados de Itabuna.

A Unimed cumpriu determinação e liberou a cirurgia, realizada com sucesso em 8 de julho passado. Fernandes se recupera bem. Mas a cooperativa médica se negava a pagar a indenização por danos morais, estipulada no valor de R$ 8 mil pela magistrada.

A Unimed recorreu da decisão em primeira instância. A Terceira Turma Recursal do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), em Salvador, negou provimento ao recurso da cooperativa médica, mantendo a indenização ao paciente.

Durante a batalha jurídica, o paciente disse que doaria a indenização, integralmente, a entidades assistenciais de Ilhéus e de Itabuna, caso vencesse a disputa.

Após receber a indenização, Fernandes cumpriu a promessa. As doações foram feitas ao Grupo de Apoio à Criança com Câncer do Sul da Bahia (GACC-Sul Bahia), Albergue Bezerra de Menezes, Associação de Apoio aos Portadores de Câncer, ONG Planeta dos Bichos, Abrigo São Francisco de Assis e Abrigo São Vicente de Paulo.

“A cirurgia e a recuperação têm sido um sucesso. A doação é para retribuir por tudo aquilo que tem acontecido de bom na minha vida”, disse, emocionado, Luiz Fernandes, exibindo os recibos de todas as doações feitas, totalizando R$ 8 mil.

ROTARY CLUB ITABUNA LANÇA CARURU DA AMIZADE

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A Casa da Amizade, formada por mulheres rotarianas, lançou o Caruru da Amizade. O caruru será no dia 12 de dezembro, das 11h30min às 13h, no Estacionamento da Praça Rio Cachoeira, área da Câmara de Vereadores, em formato de drive thru.

De acordo com a presidente da Casa da Amizade, Cheila Tatiana Santos, que apresentou as peças publicitárias da campanha durante o lançamento do projeto, a meta é vender mil unidades de quentinha de caruru.

Toda a renda da ação será revertida em cestas básicas doadas a famílias carentes do município, beneficiando comunidades que ainda serão selecionadas, mas que com certeza precisam desse gesto de amor. A venda de bilhetes que serão trocados cada um por uma quentinha de caruru durante o evento já teve início e cada um custa R$ 20,00.

O Caruru da Amizade será no mesmo período em que, tradicionalmente, é realizada a Quinta da Alegria, promovida pelo Rotary Club há 15 anos, sempre na primeira quinta-feira de dezembro, no Parque de Diversões, e tem apoio do PIMENTA. A renda da Quinta da Alegria é revertida para entidades da cidade que atendem crianças por meio da compra de materiais e donativos.

Segundo o presidente do Rotary Club Itabuna, Marcus Vinícius Rodrigues, a pandemia do coronavírus impossibilitou a realização da 16ª edição do projeto ainda em 2020, adiando o evento que possivelmente acontecerá no início de 2021. A organização aguarda liberação do funcionamento de alguns setores como os parques de diversões para agendar a data.

GESTO SOLIDÁRIO EMOCIONA PACIENTES EM TRATAMENTO CONTRA O CÂNCER EM ITABUNA

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A paciente Wilma corta o cabelo da amiga, a solidária Araci

O final de semana que passou foi diferente para pacientes que estavam no Centro de Radioterapia da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna. Dona Araci Alves Ferreira, de 61 anos, escolheu a sexta (16) para protagonizar um ato de apoio às mulheres que estão em tratamento quimioterápico e, como consequência, sofrem com a perda do cabelo.

Evangélica, dona Araci Alves chegou logo cedo à unidade, com sua Bíblia e acompanhada por um cabeleireiro. Mas não foi o profissional quem cortou a primeira mecha de cabelo de dona Araci. Ela escolheu Wilma Amaral dos Anjos, a amiga da família, para iniciar a tarefa.

Em tratamento contra um segundo tumor, Wilma Amaral é cunhada da filha da autora do lindo gesto de solidariedade. Essa é a segunda batalha de dona Wilma Amaral, que passou por sessões de quimioterapia e radioterapia para tratar um câncer de mama em 2017. Naquela época, dona Araci Alves decidiu dirigir-se a um salão de beleza e raspar a cabeça em apoio a amiga, mas não fez nenhum registro fotográfico. “Mas agora resolvi fazer diferente e filmar tudo”.

A FORÇA NO GESTO

Muito emocionada, dona Araci Alves esperou pacientemente que a amiga Wilma Amaral e outras três pacientes cortassem as mechas de cabelo. Em seguida, o cabeleireiro Robson Santos de Santana entrou em ação para raspar a cabeça da autora da ação de solidariedade e amor ao próximo, que mereceu muitos aplausos de quem estava na unidade.

Dona Araci, moradora do bairro de Fátima, em Itabuna, disse não ter o dom da cura, mas pode incentivar e apoiar. “Posso trazer uma palavra de apoio. Façam o tratamento corretamente, confie no Senhor, pois a última palavra quem dá é Deus. Essa é a mensagem que quero passar para todas as mulheres no mundo. Que elas se sintam abraçadas e apoiadas com essa humilde ação”, afirmou.

Dona Wilma Amaral reconheceu e agradeceu o ato de solidariedade da amiga. “Essa aqui é minha parceira. Em 2017 iniciei o tratamento de um câncer de mama, fiquei curada em 2018. Naquela oportunidade, ela raspou a cabeça junto comigo. Agora estou em tratamento do tumor no fígado e, Deus vai me curar, pois eu tenho fé”, disse.

Dona Araci e Wilma com amigas e o cabelereiro Robson

ATITUDE ELOGIADA

A ação de dona Araci Alves foi elogiada pelas pacientes do Centro de Radioterapia. Para dona Elaine Cristina Soares, a iniciativa de apoiar o tratamento da amiga é louvável e digno de aplausos. “É uma alerta para as mulheres que estão passando por isso (tratamento) não se preocupem tanto com a estética, mas com a saúde”.

A ação contou com apoio também de dona Cleunice Barbosa de Jesus, que está em tratamento desde 2016. “Peço a todas que estão nesta luta que não desistam. É um caminho difícil, mas com confiança em Deus, tudo dará certo”. Quem também elogiou a atitude foi Maria Zelia Santos de Jesus. Muito bonito esse gesto dela”. A atitude ocorre exatamente neste mês do “Outubro Rosa”, campanha que visa a conscientização e alerta sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama.

Segundo o médico radioncologista José Bandeira Neto, da Santa Casa,a queda de cabelo não ocorre nas sessões de radioterapia. A perda acontece durante a quimioterapia, tratamento a que boa parte dos pacientes com câncer é submetido.

ROTARY CLUB ITABUNA ENTREGA DONATIVOS AOS IDOSOS DO ABRIGO SÃO FRANCISCO DE ASSIS

Mulheres da Casa da Amizade fazem entrega de donativos no Abrigo São Francisco
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A Casa da Amizade do Rotary Club de Itabuna entregou 150 kits com cobertores e pares de meias para os velhinhos do Abrigo São Francisco de Assis, em Itabuna, nesta terça-feira (8). Ainda foram feitas doações de toalhas de banho, máscaras e protetores faciais, álcool em gel e sabão ecológico.

Os donativos são resultado de campanha lançada em agosto pelas senhoras que fazem parte da Casa da Amizade. A ação contou com o apoio de amigos e empresas, a exemplo da Trifil e Skala Tecidos.

Durante a entrega, que contou com a presença do presidente do Rotary Club de Itabuna, Marcus Vinícius Rodrigues, de membros do clube e da Casa da Amizade, a presidente Cheila Tatiana de Almeida Santos agradeceu aos idosos do Abrigo São Francisco de Assis por permiti-los praticar o gesto de amor e cuidado e aos demais envolvidos na ação.

– Neste momento de pandemia é importante ajudarmos as instituições que passam por dificuldades, então, agradeço às companheiras da Casa da Amizade por terem abraçado esta campanha, aos amigos e empresas que nos ajudaram a alcançar êxito além da meta prevista que era a doação apenas dos 150 cobertores – reconheceu.

CONLAR E POSTOS UNIVERSAL DOAM 500 KG DE ALIMENTOS EM LIVE SOLIDÁRIA

Quinhentos quilos de alimentos foram entregues para doação a artistas || Reprodução
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Os Postos Universal e a Conlar entregaram 500 quilos de alimentos à Prefeitura de Ilhéus. A doação será revertida para artistas locais e foi feita durante a Live Solidária. A classe artística está entre as mais atingidas pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

As cestas básicas foram entregues ao diretor de Esporte do Município, Danilo Rabat, para distribuição aos artistas. Comandados pelo empresário José Carlos Peixoto, os Postos Universal e a Conlar apoiam ações solidárias em benefício de pessoas afetadas pela pandemia do coronavírus. Danilo fez o agradecimento em vídeo (confira abaixo).

FACULDADE DOA 500 QUILOS DE ALIMENTOS A ARTISTAS ILHEENSES

Faculdade ilheense faz doação de 500 quilos de alimentos a artistas
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A Faculdade de Ilhéus fez a doação de 500 quilos de alimentos para aristas ilheenses que se encontram em situação de vulnerabilidade por causa do novo coronavírus (Covid-19). A entrega da doação de meia tonelada de alimentos foi feita na última quinta (2). A classe artística, impedida de fazer shows, é das mais afetadas, economicamente, pela covid-19.

A instituição de ensino superior fez a doação durante live de artistas de Ilhéus, no Dia da Cidade. A distribuição será feita pela Prefeitura. A faculdade também já fez doações para comunidades pobres, em maio, quando destinou 500 quilos de alimentos, numa parceria com o grupo Amigos Solidários. Foram beneficiadas famílias do Malhado, Conquista (Princesa Isabel e Rua do Mosquito), Nossa Senhora da Vitória e Banco da Vitória, além de Itariri e Novo Ilhéus.

A faculdade também cedeu ao município um túnel para desinfecção de profissionais de saúde que trabalham no Centro de Triagem da Covid-19 de Ilhéus, no Centro de Convenções. A cessão do equipamento, entregue em 13 de maio pelo diretor administrativo da instituição, Alan Frisso, valerá durante toda a pandemia.

OS PÉSSIMOS EXEMPLOS DOS POLÍTICOS, COMO SEMPRE

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Os que desconhecem as dificuldades do povo mais sofrido, agravadas com a terrível crise, compram equipamentos e medicamentos superfaturados e não tiveram o cuidado de agir na hora certa. Posaram de líder na campanha eleitoral prometendo resolver todos os problemas e, de quebra beijavam os mais velhos, tomavam nos braços as criancinhas. Tudo era o mais absurdo lero.

 

Walmir Rosário || wallaw2008@outlook.com

Nesses tempos ruins de infecção pelo Covid-19 a sociedade brasileira sem sendo questionada e estudada como nunca antes, principalmente em relação à solidariedade e torcida ideológica do vírus e de medicamentos. No centro da questão, como não poderia deixar de ser, estão os políticos – com e sem mandato – a imprensa e a chamada sociedade em geral.

Não sei se minha comparação é por demais absurda, mas é a que me vem à cabeça no momento, mas vou equiparar a plural sociedade brasileira como sendo a Arca de Noé, com representação de todos os bichos – o homem inclusive. Fosse hoje, passado o dilúvio, a arca aportaria sem algum sobrevivente e uma coleção de cadáveres de fazer brilhar os olhos de um pesquisador da biologia, sociologia, ou qualquer formação terminada em gia.

Não possuo tendências terroristas, apenas e com pesar observo as guerras fratricidas causadas pela divergência ideológica. Pasmem os senhores, na propagação do vírus o pau que bate em Chico é o mesmo que dá em Francisco, pois qualquer um poderá ser contaminado. Infectado, deveríamos torcer pela cura, vinda dos medicamentos existentes e que melhor possam debelar a doença.

Só que não. Isso me faz lembrar do saudoso e competente técnico Telé Santana na direção da Seleção Brasileira de Futebol. Todos reconheciam que foram escalados os melhores jogadores e cada um dos brasileiros queriam que jogassem os 11 do seu time ou sua preferência. Dadas os devidos descontos, pelo naquela época as brigas eram apenas discussões em mesas de bar e nos programas humorísticos: “Bota ponta, Telé!”.

Sim, mas os políticos, que foram eleitos por nós para nos representar dignamente, como entram nessa singela história? Misturaram as bolas e jogam em times diferentes daqueles que estavam quando os escolhemos. Trocaram de time, rasgaram as camisas que diziam se orgulhar. Os 513 deputados e 81 senadores não querem mais parlamentar e sim executar, criando uma nova torre de Babel.

A Constituição da República, a chamada Carta Cidadã, somente é consultada quando favorece a determinado grupo e as invasões de competência se tornaram fatos corriqueiros, iguais a partidas de futebol de várzea sem a presença do árbitro. Não se marca impedimento, não se respeita as quatro linhas, é permitido gol de mão e falta grave só quando o jogador atingido é diagnosticado – no mínimo – com morte cerebral.

Se aqui ainda estivesse, Stanislaw Ponte Preta (pseudônimo do jornalista Sérgio Porto) promoveria um Festival de Besteiras que Assola o País (Febeapá) por dia, com a devida abertura sonora com a música “samba do crioulo doido”, com o perdão dos politicamente corretos.

Solidariedade. Esta sempre é uma palavra na ponta da língua dos políticos quando têm em frente um microfone e uma câmera de TV, mas de difícil operacionalização, quem sabe causada pelas atribulações do dia a dia que levam ao esquecimento. É a mesma situação do “faça o que mando e não o que faço”, dito pelos poderosos com o ar de sabedoria e a empáfia que lhe é peculiar.

Basta uma simples análise – mesmo perfunctória – nos mapas com a incidência de infecção do Covid-19 para verificarmos se as ações e medidas tomadas pelos governos estão corretas. Mas não faz, se não fizemos o que deveríamos fazer, daqui pra frente poderemos elaborar programas e projetos inteligentes para dar um freio de arrumação no vírus. Quem morreu, morreu, agora é vida que se segue. Basta ficar em casa.

Ficar em casa, eis o grande dilema! Se o vírus é “democrático” e não escolhe quem infeccionar, a condição do infectado em sua residência não tem nada a ver com a tão propagada democracia. É de uma distância abissal a situação financeira do que ordena a imobilidade para oprimido que tenta sair às ruas em busca de trabalho ou de uma ajuda qualquer para remediar a fome de sua família.

Os que mandam prender um qualquer por falta de máscara é o mesmo que destila sua raiva nos microfones sem esse equipamento de segurança, mesmo sem cumprir a distância regulamentar estipulada pelo Ministério da Saúde. Os que proíbem a circulação são os mesmos que promovem festas noturnas em seus condomínios de luxo e que não respeitam as inúmeras queixas registradas nas delegacias de polícia.

Os que desconhecem as dificuldades do povo mais sofrido, agravadas com a terrível crise, compram equipamentos e medicamentos superfaturados e não tiveram o cuidado de agir na hora certa. Posaram de líder na campanha eleitoral prometendo resolver todos os problemas e, de quebra beijavam os mais velhos, tomavam nos braços as criancinhas. Tudo era o mais absurdo lero.

Como dizia o velho sanfoneiro Lua na música Vozes da Seca: “Mas doutô uma esmola a um homem qui é são/Ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão”.

Seca de líderes.

Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado.

AÇÃO SOLIDÁRIA ARRECADA 2,5 TONELADAS DE PRODUTOS PARA ONG ITABUNENSE

Produtos arrecadados durante o drive thru solidário em Itabuna
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Mais de duas e meia toneladas de alimentos, produtos de limpeza e vestuários foram arrecadadas em um drive thru solidário realizado em Itabuna, no sul da Bahia, pelo Grupo Ação Mãos Solidárias, neste sábado (23). Os donativos foram doados no estacionamento do Hospital Beira Rio, em frente à Praça Rio Cachoeira pelo grupo, que é formado por integrantes do Itabuna Moto Clube.

Segundo o grupo, os produtos arrecadados serão entregues à Fundação Ana Lúcia Andrade (FALA). Dirigida pelo médico-otorrinolaringologista Alberto Henrique Palma Andrade, a Fala é uma organização não-governamental que desenvolve ações sociais no sul da Bahia. A entidade é sediada na Avenida do Cinquentenário, ao lado da agência do Banco do Nordeste.

Criado há mais de vinte anos, o Itabuna Moto Clube é integrado por profissionais liberais e empresários que apreciam o motociclismo. A entidade tem objetivo de promover a união entre os motociclistas e prestar serviços sociais e filantrópicos às comunidades e pessoas carentes.

REDE DE SOLIDARIEDADE BENEFICIARÁ 300 FAMÍLIAS CARENTES; VEJA COMO PARTICIPAR

Rede de solidariedade beneficiará mais 300 famílias no sul da Bahia || Foto Reprodução
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Para atender famílias sem renda e sem alimentação na região sul da Bahia, a rede de Lojas Buriti montou rede de solidariedade com doações de alimentos e itens de higiene para. Da iniciativa, participam fornecedores, empresas parceiras, clientes e colaboradores.

A ideia da rede de solidariedade surgiu quando os diretores da empresa viabilizaram a compra e distribuição de cestas básicas e de outros itens necessários para famílias carentes e entidades assistenciais da região, quando foram compradas, inicialmente, 300 cestas – cerca de 3 toneladas de alimentos.

As cestas foram destinadas a projetos sociais da Igreja Matriz São José Itabuna, Mais Próximo (elaborado pela Cast Produções, Comunidade de Aurelino Leal – elaborado pelo digital influencer Juninho Espoliano – e instituições contempladas na live da Banda Trio da Huanna.

Agora, até o final do mês maio, a Buriti doará mais 300 cestas básicas, totalizando 600 unidades para dar início ao projeto UnirBA. “A nossa missão é ajudar as pessoas e instituições do sul da Bahia com a doação de alimentos, através da criação de uma rede do bem, formada por clientes, colaboradores e fornecedores. É hora de exercer a cidadania, temos que nos unir para mitigar o impacto dessa crise sobre a nossa região”, disse Luiz Ribeiro, presidente das Lojas Buriti.

As pessoas e empresas interessadas em ajudar podem fazer a doação no site: https://unirba.org/ e clicar em uma das cinco opções disponíveis de cestas básicas. Ao clicar, o doador será encaminhado para uma página do Mercado Pago e pode escolher as condições de pagamento (crédito, débito, boleto bancário ou pagamento em casa lotérica).

As empresas engajadas que já integram o projeto são a Trio da Huana, Art3, Cast Produções, Iquine, Incopisos, Produtos Padim e Kaio Oliveira.

FACULDADE DOA CESTAS BÁSICAS A 500 FAMÍLIAS POBRES DE ILHÉUS

Famílias pobres de várias comunidades receberão cestas básicas || Foto Divulgação
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A Faculdade de Ilhéus doou 500 cestas básicas para famílias pobres do município sul-baiano neste sábado (9). A destruição foi feita em parceria com os Amigos Solidários. Famílias dos bairros do Malhado, Princesa Isabel (Conquista), Nossa Senhora da Vitória, Rua do Mosquito e Banco da Vitória, além do Itariri e Novo Ilhéus, foram beneficiadas.

O cadastramento das famílias foi feito antecipadamente pela equipe do grupo Amigos Solidários, que tem se dedicado a ações de apoio social, a exemplo dos projetos Amor Sem Sim, Banho Solidário e Amigos da Praia, entre outras.

O diretor da Faculdade de Ilhéus, professor Almir Milanesi, explica que a distribuição de cestas básicas a famílias mais necessitadas e a entidades filantrópicas é uma ação que já integra as atividades de extensão, por meio da arrecadação de alimentos em campanhas junto à comunidade acadêmica e em eventos promovidos pela instituição.

– A doação de alimentos é extremamente importante neste momento delicado para muitas famílias, cujas regras de isolamento social geram vários sacrifícios. A gente quer proporcionar mais dignidade a essas pessoas que tanto precisam, porque o amor ao próximo não deve parar – disse o diretor da Faculdade de Ilhéus.

PACIENTE OBTÉM DOAÇÃO DE 20 MIL LITROS DE ÁGUA SANITÁRIA PARA DESINFECTAR RUAS DE ITABUNA

Vinte mil litros de água sanitária foram doados a Itabuna || Foto Divulgação
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Primeira vítima diagnosticada com o novo coronavírus (Covid-19) em Itabuna, Murillo Almeida viabilizou a doação de 20 mil litros de água sanitária para a desinfecção de ruas e avenidas do município sul-baiano. A doação foi feita pela QBoa. Com os 20 mil litros, poderão ser produzidos 400 mil litros da solução de limpeza utilizada na desinfecção das ruas.

Segundo Murillo Almeida, a empresa tem feito doações para várias cidades da Bahia. A partir do crescimento do número de infectados no sul do Estado, ele buscou a doação para o município. “Devido a tudo que eu passei e ao grande número de infectados na nossa região, eu consegui com a empresa essa doação”, disse.

Nos últimos dias, empresas realizaram doações junto a Prefeitura de Itabuna. Foram doados lavatórios públicos, máscaras e vários outros itens de proteção individual. Dentre as empresas que fizeram as doações, estão a FTC Itabuna, Faculdade Santo Agostinho, Pai Mendonça, Nestlé e Trifil.

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