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15 de agosto de 2020 | 05:05 pm

O ENFRAQUECIMENTO DO “LULA LIVRE”

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Marco Wense

 

 

O “Lula Livre” precisa de oxigênio, sob pena de definhar e desaparecer. Luiz Inácio Lula da Silva não merece essa indiferença dos “companheiros”.

 

 

O enfraquecimento do movimento “Lula Livre”, com a militância do PT acomodada, vem deixando o ex-presidente Lula muito chateado com os companheiros.

A deputada federal Gleisi Hoffmann, presidente nacional da legenda, não menciona, pelo menos em público, a tristeza de Lula, que já aceita a possibilidade da prisão domiciliar, o que exige uma mudança no seu comportamento diante da Justiça.

Pessoas mais próximas do ex-presidente, que o conhecem muito bem, não só política como pessoalmente, falam até de início de depressão.

Essa acomodação da militância é muito pior do que ficar preso, do que a falta de liberdade e a solidão do encarceramento. A decepção e a ingratidão são ingredientes perversos no processo político.

Parece que o Lulopetismo jogou a toalha, não acredita mais em uma reviravolta que coloque Lula solto e com os direitos políticos restabelecidos, podendo disputar a próxima sucessão presidencial.

Esqueceram as ruas, guardaram as bandeiras vermelhas. A impressão é que todos estão hibernados, esperando a ajuda Divina. A esperança, palavra tão usada nos discursos do PT, já não é citada como em priscas eras.

Como não bastasse a dureza dos mais de 365 dias na prisão, tem a frieza da militância e, principalmente, de algumas lideranças políticas, hoje preocupadas exclusivamente com seus interesses e sua sobrevivência política.

O “Lula Livre” precisa de oxigênio, sob pena de definhar e desaparecer. Luiz Inácio Lula da Silva não merece essa indiferença dos “companheiros”.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

QUE OS SENHORES DESÇAM DO PALANQUE

Tempo de leitura: 2 minutos

marco wense1Marco Wense

A vontade popular não pode ser ameaçada pelos que uivam por ditadura.

Antes de comentar o artigo de hoje, devo dizer que fui criticado por leitores contrários à minha declaração de voto na reeleição da presidente Dilma Rousseff.
Faço também um devido, oportuno e necessário esclarecimento: não sou da imprensa. Apenas um modesto e esforçado colaborador do Diário Bahia e do Blog PIMENTA.
Respeito quem acha que jornalista que escreve sobre política não deve dizer que vai votar em fulano ou sicrano, sob pena de perda de credibilidade.
Tenho outra opinião: prefiro o jornalista que tem lado, que defende sua posição com firmeza, sem tapeação e, principalmente, sem o deplorável e nojento puxa-saquismo.
Voltando ao comentário, confesso que cheguei a rascunhar sobre o que diria em uma eventual vitória de Aécio Neves (PSDB), já que o tucano, com mais de 70% das urnas apuradas, estava com cinco pontos percentuais na frente de Dilma.
Resolvi escrever um parágrafo – que seria o primeiro do artigo – que servisse tanto para Aécio como para Dilma, era só tirar do texto o nome do perdedor. Segue abaixo, literalmente.
“A eleição acabou. A vitória maior é da democracia, em que pese um processo eleitoral mais agressivo do que propositivo. Agora é descer do palanque e torcer para que (Aécio ou Dilma) faça um bom governo”.
Ledo engano. O palanque continua armado. Não querem aceitar o incontestável resultado das urnas. Apostam na instabilidade política e na desarrumação institucional. São adeptos do quanto pior, melhor.
O que se espera de todos é responsabilidade, respeito aos Poderes da República, ao Estado democrático de direito, ao povo brasileiro e a nossa Constituição.
Que os senhores desçam do palanque. Não há mais espaço para os golpistas de plantão. A vontade popular não pode ser ameaçada pelos que uivam por ditadura.
Dilma Rousseff foi democraticamente reeleita. Ponto final.
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

FICHA AINDA NÃO CAIU E AÉCIO PEDE RECONTAGEM DE VOTOS

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Aécio pede recontagem de votos (Foto Pimenta).

Aécio pede recontagem de votos (Foto Pimenta).

O PSDB entrou hoje (30) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com um pedido de auditoria especial do resultado da eleição presidencial. Em nota divulgada à imprensa, o partido diz que tem “absoluta confiança” de que o tribunal garantiu a segurança do pleito, mas pretende tranquilizar eleitores que levantaram, por meio das redes sociais, dúvidas em relação à lisura da apuração dos votos.
O PSDB pede que o TSE crie uma comissão formada por integrantes dos partidos políticos para fiscalizar todo o processo eleitoral, desde a captação até a totalização dos votos. O partido não usa o termo recontagem dos votos, mas auditoria.
O resultado oficial das eleições para a Presidência da República foi proclamado pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Dias Toffoli, na terça-feira (28). A candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff, obteve 51,64% dos votos válidos e Aécio Neves, do PSDB, recebeu 48,36%.
Com a homologação do resultado, Dilma poderá ser diplomada pela Justiça Eleitoral. A data ainda não foi definida pelo TSE, mas a diplomação tem de ocorrer até 19 de dezembro, prazo estipulado pela Lei Eleitoral. Com informações da Agência Brasil.

ELEIÇÕES 2014: OAB REPUDIA DISCRIMINAÇÃO AOS NORDESTINOS; VEJA COMO DENUNCIAR

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Marcus Vinicius Furtado...

Marcus Vinicius Furtado, presidente nacional da OAB (Foto Divulgação).

A OAB repudiou nesta segunda-feira (27) as manifestações de discriminação contra nordestinos após a eleição presidencial ocorrida no domingo (26).
– O Brasil é uma nação plural, tolerante e respeitosa. Essas manifestações preconceituosas contra nordestinos advêm de uma minoria e merece ser repudiada pela sociedade brasileira – afirmou o presidente nacional da Ordem, Marcus Vinicius Furtado Coêlho.
As redes sociais foram invadidas por comentários preconceituosos e racistas após a reeleição da presidente Dilma Rousseff. A OAB, como voz constitucional do cidadão, repudia de forma veemente essas manifestações, contrárias ao conceito exposto na Carta Maior da construção de uma sociedade justa, solidária e fraterna.
O cidadão que se sentir ofendido ou que testemunhe atos de preconceito pode entrar com uma representação no Ministério Público Federal. O procedimento pode ser feito pela internet, neste link.

WAGNER: DILMA TERÁ GOVERNO "AINDA MELHOR"

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Do Brasil 247
Linha de frente na campanha e futuro homem forte do próximo mandato da presidente Dilma Rousseff, o governador Jaques Wagner (PT) usou seu perfil no Twitter para comemorar a vitória após apuração das urnas na noite deste domingo (26). “O povo brasileiro escolheu, mais uma vez, continuar no caminho que está transformando a vida de milhões de pessoas”.
Wagner disse também que o próximo governo da petista será melhor do que o atual e aproveitou para destacar futuro promissor para o governador eleito da Bahia, seu correligionário Rui Costa.
“Dilma terá um segundo governo ainda melhor, com mais futuro, mais realizações e esperança para os brasileiros e, com Rui, vai trazer grandes projetos para a Bahia”.

Para Wagner, Dilma terá governo ainda melhor (Foto Roberto Stucket Filho).

Para Wagner, Dilma terá governo ainda melhor (Foto Roberto Stucket Filho).

REELEITA, DILMA DEFENDE DIÁLOGO E REFORMA POLÍTICA

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Dilma e Lula comemoram vitória eleitoral (Foto Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil).

Dilma e Lula comemoram vitória eleitoral (Foto Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil).

Da Agência Brasil
A presidenta reeleita Dilma Rousseff falou em união e reformas em seu primeiro discurso após o resultado das urnas. Em Brasília, Dilma negou que o país esteja dividido e pediu paz entre todos. “Conclamo, sem exceção, todas as brasileiras e brasileiros a nos unirmos em favor de nossa pátria, de nosso país, do nosso povo. Não creio que essas eleições tenham dividido o país. Entendo que elas tenham mobilizado ideias e emoções, às vezes contraditórias, mas movidas por um sentimento comum: a busca por um futuro melhor para o Brasil”, disse.
A presidenta disse também que entendeu o recado das urnas sobre a necessidade de mudanças. “O caminho é muito claro. Algumas palavras e temas dominaram essa campanha. A palavra mais repetida, mais falada, foi mudança. O tema mais amplamente convocado foi reforma. Sei que estou sendo reconduzida para ser a presidenta que irá fazer as grandes mudanças que a sociedade precisa”, disse.
Segundo a presidenta, a primeira reforma que ela buscará será a política. Dilma disse que vai procurar o Congresso Nacional para conversar, assim como movimentos da sociedade civil. Ela voltou a insistir na necessidade de um plebiscito para “dar força e legitimar” a reforma.
“Entre as reformas, a primeira e mais importante deve ser a reforma política. Deflagrar essa reforma, que é de responsabilidade do Congresso, deve mobilizar a sociedade por meio de um plebiscito, de uma consulta popular. Somente com um plebiscito nós vamos encontrar a força e a legitimidade para levar adiante este tema. Quero discutir isso com o novo Congresso eleito. Quero discutir igualmente com os movimentos sociais e as forças da sociedade civil.”
Em seguida, Dilma voltou a prometer empenho no combate à corrupção. “Terei um compromisso rigoroso com o combate à corrupção, fortalecendo os mecanismos de controle e propondo mudanças na legislação para acabar com a impunidade, que é a protetora da corrupção”, disse Dilma.
Na área econômica, a presidenta disse que vai promover “com urgência” ações localizadas na economia para a recuperação do ritmo de crescimento com a manutenção de empregos e da renda dos trabalhadores. O combate à inflação também será uma prioridade, segundo ela. “Vou estimular, o mais rápido possível, o diálogo e a parceria com todos os setores produtivos do país”, disse. Por fim, Dilma disse que hoje está “muito mais forte, mais serena e mais madura” para a tarefa que lhe foi delegada.

DILMA RESSALTA GERAÇÃO DE EMPREGOS E DEFENDE DEBATE

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Dilma disputa reeleição na condição de favorita (Foto Arquivo Net)

Dilma disputa reeleição na condição de favorita (Foto Arquivo Net)

Da Agência Brasil
A candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff destacou o crescimento do nível de empregos nos últimos 12 anos no país e disse que esta é uma prioridade de seu governo, como foi no governo Lula.
“Saiu hoje (ontem) a Pesquisa Metropolitana do Emprego, do IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística], que aponta aumento o emprego. O desemprego foi reduzido para 4,9% – é o menor da série histórica para setembro”, disse a candidata. Ela acrescentou que o Brasil é o pais com a menor taxa de desemprego, “o que é muito importante, porque não é isso que ocorre no mundo”.
De acordo com Dilma, o Brasil é um dos países com menor taxa de desemprego do mundo, com acumulado nos últimos quatro anos de 5,78 milhões de postos de trabalho criados e aumento de 1,5% no rendimento médio real do trabalho, conforme dados da Pesquisa Metropolitana do Emprego.
“O aumento do salário e a redução do desemprego são as duas principais conquistas do meu governo e do [governo do] presidente Lula. Nesse período [2003-2014], enquanto o mundo desempregou 60 milhões de trabalhadores, criamos 20 milhões de postos de trabalho. Na crise, fala-se da perda de 100 milhões de postos de trabalho; nesse período, criamos 12 milhões de postos”, disse a candidata.
Segundo Dilma, os direitos trabalhistas também foram ampliados no período, com iniciativas como a PEC (proposta de emenda à Constituição) das Domésticas, a que garantiu a herança para famílias de taxistas e a que garante o pagamento do adicional de periculosidade para mototaxistas e motofretistas e o aumento do aviso prévio de 30 para 90 dias.
Sobre os ânimos acirrados entre os militantes do PT e do PSDB na reta final da campanha eleitoral, Dilma pediu tranquilidade e que o debate seja feito apenas no campo das ideias. “É uma eleição bastante disputada. Gostaria que isso [confronto] não ocorresse. No final, o clima fica mais quente, mas, desde que fique no campo das ideias, isso é democracia”, enfatizou a candidata, que disse não ter visto, nas manifestações de que participou atitudes de agressão. “Eu vi muito mais uma atitude de festa, de comemoração.”
Sobre denúncias de que beneficiários do Bolsa Família receberam mensagens de celular informando que, caso seu adversário Aécio Neves, do PSDB, vença as eleições, o benefício seria cortado, Dilma disse que não sabia. Ela afirmou, porém, que se isso tiver sido feito por alguém de dentro do governo, o responsável será identificado.
“Estamos em um momento pré-eleitoral, em uma situação extremamente conflituada”, acrescentou Dilma, dizendo que tem escutado coisas “estarrecedoras” sobre ela e pessoas de sua família. “Então, vamos ver direitinho de onde vem [o boato], quem fez e como é que fez, porque boato é o que não está faltando por aí”, concluiu.

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EMPREGO, SALÁRIO E UNIVERSIDADES EXPLICAM SUCESSO DE DILMA NO NORDESTE

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Ato com Dilma em Petrolina reuniu cerca de 30 mil pessoas, segundo PM (Foto Ichiro Guerra)

Ato com Dilma em Petrolina reuniu cerca de 30 mil pessoas, segundo PM (Foto Ichiro Guerra)

Reportagem de Carlos Madeiro e Wellington Ramalhoso para o UOL
Dilma disputa reeleição (Foto Fabio Pozzebom/ABr).

Dilma disputa reeleição (Foto Fabio Pozzebom/ABr).

Resumir a vitória esmagadora da candidata à reeleição Dilma Rosseff (PT) no Nordeste no primeiro turno ao pagamento do Bolsa Família seria minimizar os avanços em várias áreas obtidos da região neste século.
No primeiro turno, a petista teve uma vantagem de 12,2 milhões de votos sobre o tucano na região. Aécio foi o mais votado no Sul, no Sudeste e no Centro-Oeste, mas na soma do país ainda ficou com 8,3 milhões de votos a menos do que a candidata à reeleição, o que mostra a importância do Nordeste na definição do resultado.
As duas pesquisas divulgadas pelo Datafolha nesta semana confirmam o favoritismo da presidente na região no 2º turno. O levantamento mostra que o Nordeste apresenta o maior desequilíbrio entre os candidatos nas intenções de voto. Dilma alcança a marca de 70% dos votos válidos enquanto Aécio não passa de 30%.
Em relação à primeira pesquisa feita pelo Datafolha no segundo turno, entre os dias 8 e 9 de outubro, a vantagem da presidente na região cresceu oito pontos percentuais.
Assim como em 2010, a discussão sobre o “voto nordestino” voltou a ser alvo de críticas nas redes sociais. Logo após a confirmação da vitória de Dilma no primeiro turno, uma série de internautas lançou ataques aos nordestinos na internet.
Além disso, uma declaração do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ao UOL colocou mais lenha na fogueira. “O PT está fincado nos menos informados, que coincide de ser os mais pobres. Não é porque são pobres que apoiam o PT, é porque são menos informados”, afirmou.
Para especialistas consultados pelo UOL, os votos são reflexo do pujante crescimento econômico, das obras e do triplo de estudantes do ensino superior na região.
Segundo o Banco Central, a economia nordestina cresceu 2,55% no segundo trimestre de 2014. Nenhuma região consegue resultado tão expressivo e a tanto tempo seguido. Pela medição do IBGE, a economia do Brasil encolheu 0,6% de abril a junho.
O crescimento da economia pode ser explicado pelos ganhos econômicos da região.
Segundo a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), entre 2001 e 2012, o nordestino teve o maior ganho de renda entre todas as regiões, o que fez com a participação da base da pirâmide social caísse 66% para 45% –ou seja, mais de 20 milhões de pessoas deixaram a pobreza.
Um dos dados que explicam esse ingresso na classe média é a geração de empregos com carteira assinada. Em 2002, 4,8 milhões de nordestinos tinham emprego formal. No final do ano passado, eram 8,9 milhões.
Segundo o Carvalho, o Bolsa Família não é que sustenta a maioria dos nordestino, já que existem menos beneficiários que pessoas que recebem Previdência ou emprego formal –que pagam valores bem maiores.
“O Nordeste possui 17 milhões de famílias. Atualmente, são 8,9 milhões de trabalhadores com carteira assinada, 8,7 milhões de previdenciários e 7 milhões de famílias cobertas pelo programa Bolsa Família. Ou seja, a renda, ainda que mínima, chega praticamente a todos os domicílios”, explica o professor de Economia da Ufal (Universidade Federal de Alagoas), Cícero Péricles Carvalho. Confira íntegra da matéria

DATAFOLHA: 46% DEIXARIAM DE VOTAR NO DOMINGO SE NÃO FOSSEM OBRIGADOS

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eleições 2014Se o voto não fosse obrigatório no Brasil, 46% dos eleitores do país não iriam votar no próximo domingo, e 53% compareceriam às urnas. Quanto mais baixa a escolaridade do eleitor, menor sua disposição para votar: entre os eleitores com ensino fundamental, 46% iriam votar se não houvesse obrigatoriedade; entre aqueles que estudaram até o ensino médio, o índice sobe para 52%; e entre os que estudaram até o ensino superior, alcança 68%. Entre os eleitores de Dilma, 58% iriam votar se o voto não fosse obrigatório, índice similar ao registrado entre os eleitores de Aécio (56%).
A fatia do eleitorado que não votaria se não houvesse obrigatoriedade alcançou 57% em maio deste ano, e desde então vem caindo. Em julho, recuou para 54%; no final de agosto, foi a 50%; e agora, com a proximidade da eleição, fica em 47%.
A obrigatoriedade do voto tem o apoio, atualmente, de 40% dos eleitores brasileiros. A maioria (55%) é contrária, 4% são indiferentes, e 1% não tem opinião sobre o tema. Na comparação com levantamento realizado no final de agosto, o apoio à obrigatoriedade ficou igual (40%) e posição contrária teve oscilação negativa (era de 56%). Informações do Datafolha.

VOX POPULI CONFIRMA DATAFOLHA E MOSTRA DILMA COM 52% E AÉCIO, 48%

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Pesquisa feita pelo instituto de consultoria Vox Populi, a pedido do grupo Record, mostra empate técnico entre o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, e a candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT). Segundo o levantamento, Dilma aparece com 46% das intenções de voto e Aécio com 43%. Votos brancos e nulos somam 5% e indecisos, 5%.
No levantamento anterior, Dilma tinha 45% dos eleitores consultados e Aécio, de 44%.
Considerados os votos válidos, excluindo-se os votos brancos, nulos e indecisos, mesmo procedimento utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial, Dilma tem 52% e Aécio, 48%. Configurando também empate técnico.
Dilma Rousseff se sai melhor entre os eleitores das regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste. Aécio lidera no Sul e no Sudeste.
Quanto à avaliação de governo, 43% consideram o governo de Dilma bom ou ótimo; 36%, regular; e, 21%, ruim ou péssimo.
O Vox Populi ouviu 2 mil eleitores no sábado (18) e no domingo (19), em 147 cidades. O nível de confiança é 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01136/2014. Informações da Agência Brasil.

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