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14 de julho de 2020 | 07:35 am

THIAGO GUEDES ASSUME INSTITUTO CABRUCA

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Thiago Guedes assume o Instituto Cabruca || Foto Lucas França

O engenheiro agrônomo Thiago Guedes Viana tomou posse como novo presidente do Instituto Cabruca. A nomeação foi celebrada pela diretoria da entidade que avaliou o nome de Guedes para ocupar a presidência da instituição. O Instituto Cabruca completou 10 anos.

O novo presidente atua há nove anos no terceiro setor e se destaca na coordenação de programas e projetos de Sustentabilidade e Desenvolvimento Territorial. O novo gestor recebe a tarefa de modernizar e fortalecer as parcerias com instituições e buscar cooperações sinérgicas em meio ambiente e melhoria das condições de vida da população.

Ao tomar posse, Thiago Guedes ressaltou o compromisso em trabalhar “com responsabilidade, constância e desafio dinâmico diante do cenário atual”, onde emerge a pauta do desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação para o desenvolvimento da região cacaueira. “Estamos planejando inúmeras estratégias para o desenvolvimento de novos talentos profissionais, startups, criação de aplicativos mobile na área ambiental e agropecuária, dentre outras propostas para os próximos anos”, assegurou Thiago.

UFSB INAUGURA CENTRO DE FORMAÇÃO AGROFLORESTAL

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Juvenal, ao lado do reitor da UFSB, Naomar Monteiro: "está surgindo um novo paradigma para o desenvolvimento da região"

Juvenal, ao lado do reitor da UFSB, Naomar Monteiro: “está surgindo um novo paradigma para o desenvolvimento da região”

A Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) inaugura na quarta-feira (03), às 14h30, na Ceplac, o Centro de Formação em Ciências e Tecnologias Agroflorestais. A instituição anuncia o equipamento como resultado de uma parceria cada vez mais estreita com o órgão do Ministério da Agricultura.

De acordo com a UFSB, a missão do centro será capacitar profissionais de ciências agrárias com uma visão tecnológica e de sustentabilidade. Um dos objetivos é aproximar a academia dos produtores, o que inclui programas de residência em propriedades rurais da região.

– Através da construção de parceria com o Centro de Pesquisas do Cacau (Cepec), espera-se uma rápida expansão de atividades de pesquisa na região, abrindo a possibilidade de colocar o Centro de Formação em Ciências e Tecnologias Agroflorestais como um centro de excelência nacional e internacional – prevê Daniel Piotto, decano do Centro de Formação.

Para o ex-superintendente da Ceplac, Juvenal Maynart, que incentivou o casamento com a UFSB, a relação entre as duas instituições vai permitir um novo paradigma para o desenvolvimento do Sul da Bahia. “A cacauicultura com sustentabilidade, planejamento e com projetos de recuperação das bacias hidrográficas é o desafio para a saída da longa noite de 30 anos de crise”, acredita Maynart.

 

TPI TRAZ MÚSICA, TEATRO E DEBATE EM JULHO

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Banda Verbo & Juízo é uma das atrações de julho da Tenda do TPI.

Banda Verbo & Juízo é uma das atrações de julho da Tenda do TPI.

A Tenda Teatro Popular de Ilhéus, espaço cultural localizado na Avenida Soares Lopes, divulgou a sua programação para o mês de julho. Ao todo, serão 13 dias de eventos, que variam desde debates a show musicais. A programação tem início já neste sábado (2), às 16h, com o Café na Ágora, que traz o professor Antônio Moreno para debater sobre a construção do autoconhecimento.

Ainda neste mês, a Tenda apresenta o Festival da Música Independente, com as bandas Verbo&Juízo (Salvador), A Unidade (Salvador) e Crime Organizado (Ilhéus), no dia 9, além do Improviso, Oxente!, que vai discutir a “Gestão pública sustentável e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, todas as terças-feiras, sempre às 19h.

Para quem gosta de uma boa comédia, o grupo Teatro Popular de Ilhéus sobe ao palco no dia 28, com Medida Por Medida, peça inspirada na obra de William Shakespeare e dirigida por Romualdo Lisboa.

A programação completa com mais detalhes pode ser conferida no site www.teatropopulardeilheus.com.br, ou ainda através do aplicativo “Tenda Teatro Popular de Ilhéus”, disponível para download gratuito no Google Play Store.

ACESSIBILIDADE: O ESPAÇO URBANO E SEUS CONFLITOS

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rpmRosivaldo Pinheiro | rpmvida@yahoo.com.br

 

A Conferência das Cidades deste ano, inclusive, propõe o imenso desafio de melhorar a qualidade de vida atual e possibilitar avanços consistentes para não se comprometer a sustentabilidade futura.

 

As cidades também são conhecidas como “espaços de conflitos”, tamanhas são as necessidades de atendimento a diversas expectativas dos seus residentes. Dentro desse cenário existem agravantes, um deles é que a instalação dos equipamentos físicos (fixos) atende aos interesses dos investidores públicos e privados e não à necessidade primária dos que buscam o atendimento das suas pautas reivindicatórias, gerando uma série de impactos à vida dos munícipes. A mutação da realidade após a instalação das novas construções impacta no direcionamento do fluxo – indivíduos, produtos, ideias e tudo que se move.

A alteração do espaço urbano visa atenuar os conflitos oriundos dos movimentos organizados em prol de influenciar na organização da cidade, tendo em vista a contemplação dos seus anseios, e isso exige do poder público uma série de investimentos. À medida que há uma evolução da sociedade no aspecto do conhecimento dos seus direitos, há uma intensificação dos debates, influenciando diretamente na forma de organização da cidade.

A Conferência das Cidades deste ano, inclusive, propõe o imenso desafio de melhorar a qualidade de vida atual e possibilitar avanços consistentes para não se comprometer a sustentabilidade futura. O tema da conferência das cidades esse ano atende ao objetivo de compreensão das funções das cidades: Função Social da Cidade e da Propriedade; Cidades Inclusivas, Participativas e Socialmente Justas.

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UMA RICA REGIÃO RICA

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Ricardo RibeiroRicardo Ribeiro | ricardorib.adv@gmail.com
 

É inegável que a região mudou seus paradigmas, depois de muito chorar pela vassoura espalhada.

 
O sociólogo Selem Rashid Asmar costuma definir o sul da Bahia como “uma pobre região rica”. Paradoxo constatado ainda no tempo em que o cacau sustentava praticamente sozinho a economia desta ponta do território baiano. A riqueza então existente estava concentrada nas mãos de poucos, o que explica a interessante definição rashidiana.
Pensamento semelhante é externado pelo professor Alessandro Fernandes, economista e pró-reitor de Extensão da Universidade Estadual de Santa Cruz. Segundo ele, há 40 anos a região era considerada próspera em função do bom momento da cacauicultura. No entanto, afirma o professor, os indicadores sociais de hoje são melhores que os daquela época, o que à primeira vista é difícil de compreender.
Como se sabe, houve uma praga chamada vassoura-de-bruxa no meio do caminho, que destruiu lavouras, expulsou 250 mil trabalhadores do campo, desvalorizou terras. Em cidades como Ilhéus e Itabuna, assistiu-se ao crescimento de favelas, ampliação da miséria, surgimento de contingentes sem perspectiva.
Acontece que, além do estrago, a vassoura deixou como legado uma região que se reinventou. Da monocultura de cacau, para a diversidade produtiva e a fabricação de chocolate; da riqueza nas mãos de poucos, para uma melhor distribuição da terra, com o fortalecimento da agricultura familiar. Hoje, existem novas políticas públicas que ajudam a fixar o homem no campo.
É inegável que a região mudou seus paradigmas, depois de muito chorar pela vassoura espalhada. Presenciei recentemente, na arena virtual, um debate de temperatura elevada sobre a questão, com o nosso amigo Gerson Marques defendendo a melindrosa tese de que a vassoura-de-bruxa foi boa para o sul da Bahia. Entendi o argumento como uma defesa da mudança de mentalidade em uma região até então presa a um modelo produtivo atrasado.
Não chegaria a classificar a vassoura como algo positivo para a região, pois o preço foi demasiadamente alto, principalmente para os milhares de desempregados e suas famílias, ainda hoje atingidos pelas consequências da praga em múltiplas formas. A aplaudida mudança de paradigmas, que ocorreu “pela dor”, nada mais é do que uma reação necessária de uma região que chegou ao fundo do poço, mas tem plenas condições de se recuperar em novas bases, e seguir em frente.
Nosso desejo é de que esta venha a ser, futuramente, uma “rica região rica”. E os caminhos estão traçados para que assim seja.
Ricardo Ribeiro é advogado e editor do BA24Horas.

ENGENHEIRO DESENVOLVE CASA 100% SUSTENTÁVEL

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Alfredo aciona conversor de energia (Foto BA24h).

Alfredo aciona conversor de energia (Foto BA24h).

O engenheiro civil Alfredo Melo leva a sério a palavra “sustentabilidade”. Isso tanto é verdade que ele transformou sua residência, em Itabuna – BA, em um exemplo prático da famosa Lei de Lavoisier, aquela segundo a qual, em versão reduzida, “nada se perde, tudo se transforma”.
Na casa do engenheiro, existe sistema de captação de energia solar, o lixo orgânico vira adubo e a água de chuva é aproveitada. Tudo, segundo Melo, foi pensado para reduzir ao mínimo o consumo e ajudar na preservação do meio ambiente.
Ao todo, o imóvel tem cerca de dez itens relacionados à sustentabilidade. Entre eles, está o uso de madeira de demolição em parte da estrutura do telhado e a utilização da luz do sol para o aquecimento da água dos chuveiros. Da água da chuva que é captada, o excedente vai para a piscina semiolímpica de uma escola de natação da vizinhança.
Confira vídeo no BA24horas

FRANÇA SUGERE PAGAR A QUEM USAR BIKE

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Ideia é que trabalhadores troquem meio de transporte poluente por bicicleta (Ciclo Vivo).

Ideia é que trabalhadores troquem meio de transporte poluente por bicicleta (Ciclo Vivo).

Do Ciclo Vivo e El Pais
Os franceses poderão receber uma quantia em dinheiro se elegerem as bicicletas como principal meio de locomoção. A proposta é um incentivo ao uso do transporte alternativo no trajeto casa – trabalho.
Impensável no Brasil, a medida voltada aos trabalhadores da França pode oferecer 21 centavos de euro por cada quilômetro percorrido. O valor seria passado pelas empresas, que, em troca, receberiam isenções fiscais.
A ideia é que o governo invista 20 milhões de euros e poupe mais de cinco bilhões na área de saúde. A aposta é seguida do Plano Nacional da Bicicleta, que permite que os ciclistas circulem na contramão em determinadas vias e interpretem alguns semáforos vermelhos como amarelo.
Além disso, há projetos em desenvolvimento para financiar a construção de estacionamentos de bicicletas em zonas estratégicas, ou aumentando a segurança para evitar roubos. A única reclamação dos ciclistas é quanto à adesão das empresas, que, além de não ser obrigatória, será limitada pelo investimento do governo.

FESTIVAL MOVIMENTA SERRA GRANDE

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folheto_festival_conduru 1Teve início nesta quarta-feira (30) e prossegue até este sábado, em Serra Grande, o Festival Conduru. A ação é um desdobramento da “1ª Semana do Pesc – um  exercício de gestão participativa no Parque Estadual Serra do Conduru”, realizada em 2012.

Na abertura do festival, que reúne várias manifestações culturais, houve apresentação do Circo da Lula e Sílvia Matos, Kirimurê e do grupo Chorinho Brasil.

Hoje, a partir das 18h30, na praça de Serra Grande, a programação inclui Levada da Serra, Ira & Maciel, Pão Francês e dança contemporânea com o coreógrafo Carlos Ramirez. Para esta sexta-feira, com início às 18 horas, a agenda será aberta com encenação da peça O Casamento Suspeitoso, inspirada na literatura de cordel, e segue com mostra de vídeos e apresentação do Ubiratan Quinteto.

No sábado, último dia do festival, as atrações serão capoeira e samba de roda com o Barracão Angola e apresentações de Afro Raiz, Grupo Vaidade e do Mou Brasil Quarteto.

Segundo os organizadores, o festival tem, entre outros objetivos, dar visibilidade às atividades socioeconômicas, culturais e ambientais desenvolvidas na unidades de conservação do minicorredor ecológico Serra do Conduru-Boa Esperança.

MANDIOCA NA COPA DO MUNDO

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Ministro Aldo Rebelo participou do evento que discutiu a cadeia produtiva da mandioca (foto Divulgação)

Ministro Aldo Rebelo participou do evento que discutiu a cadeia produtiva da mandioca (foto Divulgação)

Uma mesa redonda instalada nesta quinta-feira (24), no XV Congresso Brasileiro de Mandioca, em Salvador, discutiu a utilização de produtos biodegradáveis feitos com a resina da mandioca, durante a Copa do Mundo de 2014. A discussão da proposta, que foi apresentada ao ministro dos Esportes Aldo Rebelo, reuniu o secretário da Agricultura em exercício, Jairo Carneiro; o titular da Secretaria Estadual da Copa (Secopa), Ney Campelo, e representantes da indústria de plásticos ecológicos.

Ângelo Vicente, da empresa Biomater Bioplásticos do Brasil, disse que é viável, para a Copa de 2014, a fabricação de copos, sacolas, pratos e outros itens a partir da resina extraída da mandioca. Além do apelo ambiental, a opção pode produzir um impacto social, com a valorização de uma cadeia produtiva formada basicamente pela agricultura familiar. Ainda segundo Vicente, o fabrico desse plástico biodegradável demanda um consumo de energia inferior ao exigido pela indústria convencional.

No que se refere à Natureza, o argumento é imbatível. Enquanto o plástico feito com resina de mandioca leva cerca de seis meses para se decompor, o produto comum pode ficar até 400 anos no meio ambiente.

FEIRA DE PRODUTOS AGROFLORESTAIS

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Em paralelo ao IX Congresso Brasileiro de Sistemas Agroflorestais, começa nesta segunda-feira, 14, no Centro de Convenções de Ilhéus, a primeira edição da Flora Bahia – Feira Ecosolidária de Produtos Agroflorestais. Ela irá reunir organizações da agricultura familiar dos Territórios de Identidade do Litoral Sul, Baixo Sul, Médio Rio de Contas, Extremo Sul, Costa do Descobrimento e do Conselho da Indicação Geográfica Cacau Sul da Bahia.

Segundo a organização, os expositores convidados são reconhecidos por produzir de acordo com os princípios da economia solidária e do respeito ao meio ambiente. A programação incluirá exposição de produtos agroflorestais, apresentações culturais, shows, entre outras atividades.

A Flora Bahia é promovida pelo Instituto Cabruca, com apoio da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esportes da Bahia (Setre).

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