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5 de março de 2021 | 09:53 pm

PIMENTA DO DIA

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Comentário do leitor Sérgio Oliveira à nota do assalto a um ônibus da Rota que fazia a linha Itabuna-Salobrinho(Uesc), ontem.

Pouco antes desse horário do assalto, relatado no post, eu passei pelo Posto Policial (TOR), retornando da Uesc, de carro, após ter ministrado aulas, e pensei comigo mesmo: Por que o Posto Policial está fechado, em plena tarde, parecendo até mesmo estar desativado?
Se o referido Posto estivesse em atividade, talvez facilitasse a prisão dos assaltantes, ou mesmo teria inibido a ação dos mesmos!
A falta de Segurança Pública no nosso estado, definitivamente, passa por falta de inteligência – e de estratégia!
A “ousadia” dos bandidos passa pela ausência do estado!

PIMENTA DO DIA

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Comentário do leitor que se identifica como Zelão ao post “Lata velha – e sem documento“, sobre irregularidades e (falta de) qualidade no transporte público:

Se é imprestável para transportar a população, os ônibus servem de “cofres” aos empresários do ramo e aos governantes, que abastecem as suas contas de campanha e ainda levam um “por fora” durante o mandato, a título de “renovação da concessão”.

LATA VELHA – E SEM DOCUMENTO

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O levantamento que a Prefeitura de Itabuna realizou em toda a frota do transporte urbano identificou vários ônibus circulando – veja só! – sem documentos. A Secretaria de Transporte e Trânsito deu 60 dias para regularização dos ônibus.
O prazo venceu no último dia 23.
O mesmo levantamento, aliás, identificou que mais da metade da frota em Itabuna estava sucateada ou com tempo de uso superior a 11 anos.

FISSURA NAS DISCUSSÕES DO METRÔ (INACABADO)

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Costa diz que proposta do município inviabiliza metrô.

Costa diz que proposta do município inviabiliza metrô.

Surgiu a primeira fissura na relação Governo Baiano e a Prefeitura de Salvador no período ACM Neto. Ontem, o secretário de Transporte de Salvador, José Carlos Aleluia, se posicionou contra a proposta do governo baiano de criar linhas alimentadoras do (interminável) metrô da capital baiana.
O secretário estadual da Casa Civil, Rui Costa, defende a cobrança de tarif de R$ 0,95 nas linhas alimentadoras, enquanto a Prefeitura quer a cobrança de R$ 1,40. E defende sistema integrado, sem a necessidade de linhas especiais de ônibus para o metrô. Para adotar o modelo de linhas alimentadoras, o Estado precisa de autorização do município, que resiste à ideia.
Rui Costa, por meio da assessoria da Casa Civil, diz que o modelo alimentador proposta pelo governo baiano assegura tarifa mais barata. Para ele, a proposta do município de “cobrar R$ 1,40 pela tarifa de ônibus alimentador e acrescentar a passagem do metrô no bolso da população inviabiliza o sistema”. E acrescenta: “Na nossa proposta, a passagem (do ônibus alimentador) sairia por R$ 0,95”.
Costa diz que é falsa a polêmica de que o usuário do ônibus vai subsidiar o metrô. “Ao contrário, o preço das tarifas será subsidiado pelo governo e o povo vai ter o modelo mais barato, economizando R$ 0,50 por viagem”. Para Aleluia, esse cálculo fará com que 70% dos usários subsidiem o metrô.

DE QUE LADO ESTÃO O PREFEITO E O SECRETÁRIO?

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Capitão Azevedo (DEM) se omite. As empresas agradecem.

O itabunense enfrenta o caos no transporte público há duas semanas sem que o prefeito Capitão Azevedo (DEM) e o secretário de Transporte e Trânsito, Wesley Melo, movam uma palha para sanar o problema. Os rodoviários dizem que as empresas forçaram a categoria a um locaute para tentar aumentar o preço da passagem. São Miguel e Expresso Cachoeira, que detêm as concessões do sistema, são acusadas de ampliar a jornada diária para 7h20min, quando a justiça determinaria 7 horas.

Na voz do diretor da São Miguel, João Duarte, o patronato diz que a greve iniciada há duas semanas e em plena eleição dos rodoviários (a diretoria tentou manter-se à frente do sindicato, mas perdeu) não teria sentido, pois a decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT 5ª da Região) não estipula limite de jornada, mas cita a possibilidade de ser 7 horas.

João Duarte se posicionou em coletiva à imprensa na semana passada. Ao citar que a greve é sem sentido, o empresário “instigou” ainda mais os rodoviários. Se antes estes permitiam 60% da frota em circulação também fora dos horários de picos, depois da fala de Duarte o caldo engrossou: são apenas 40% dos ônibus nos horários de menor movimento. Está um “Deus nos acuda” para os 40 mil usuários do sistema que, não esqueçamos, é precário.

Diante da guerra dos donos das empresas e dos rodoviários, não se tem notícia de que o secretário de Transporte e Trânsito, Wesley Mello, tenha sentado à mesa com as duas partes para negociar. Nem mesmo o prefeito Capitão Azevedo. A postura do Governo Municipal é descabida e apenas favorece as empresas e prejudica os usuários do sistema. Quanto mais dias parados, mais força as empresas terão para cobrar a fatura. Ou seja, aumento de passagem.

Se antes a conta pedida pelas empresas era de aumento de tarifa para R$ 2,69, agora fala-se em R$ 2,75. O prefeito Capitão Azevedo e o seu secretário de Transporte e Trânsito podem deixar o governo no dia 31 de dezembro com a pecha de que, ao se omitirem nesta guerra, operaram em favor das empresas para que a passagem cheguasse a R$ 2,50.

Não se admite a postura dos dois representantes do povo – pelo menos, são representantes até o dia 31 do próximo mês e assim devem agir. Por enquanto, atuam como se estivessem fazendo o jogo das empresas – e deixando o pepino para o próximo gestor. Não custa lembrar: Quem manda no sistema de transporte é o município – e a ele as empresas respondem.

TARIFA DE ÔNIBUS A R$ 2,00 É POSSÍVEL

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Transporte alternativo cobra R$ 2,00 de tarifa e tem lucro (Foto Pimenta).

Os donos das empresas de ônibus em Itabuna (São Miguel e Expresso Cachoeira) pressionam a Prefeitura. Querem novo reajuste. Agora para R$ 2,67. A tarifa no município custa R$ 2,20 e está entre as mais caras do país.

Desde segunda, 12, quando as empresas forçaram rodoviários a cruzar os braços, os itabunenses estão circulando em ônibus alternativos pagando tarifa de R$ 2,00 em trechos como Centro Comercial-Ferradas.

A foto acima não deixa dúvidas!

A PREFEITURA NÃO FISCALIZA

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Atos de vandalismo são condenáveis, mas a destruição de um ônibus da empresa São Miguel que serve à linha Centro de Itabuna-Vila de Itamaracá poderia ser evitada. 
Bastava que a prefeitura de Itabuna, por meio da Secretaria de Transporte e Trânsito (Settran), fizesse sua parte, fiscalizando – de verdade – o serviço prestado no município. 
Técnicos da Settrans afirmam a este blog que as empresas sabem antes mesmo que os servidores municipais quando vai ocorrer alguma “incerta” nas garagens.
A São Miguel vinha operando há vários dias sem reserva técnica em Itabuna. Essa reserva deve ser de, no mínimo, 10% da frota circulante. Ou seja, se a empresa opera com 40 veículos, pelo menos outros 4 devem ficar na reserva para substituições em casos de quebras e outros infortúnios, a exemplo de… destruição de ônibus.
Com a palavra, o secretário Wesley Melo e o prefeito Capitão Azevedo.

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