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3 de agosto de 2020 | 11:51 am

ACUSADO DE GOLPE, ITABUNENSE LEVA VIDA DE LUXO E SE APRESENTA COMO ARTISTA EM DUBAI

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Danilo Santana vira artista em Dubai

Com prisão decretada pela justiça e respondendo a processos que investigam um golpe superior a R$ 200 milhões em vítimas de todo o Brasil e de vários países, o itabunense Danilo Santana, da D9, vive uma vida de luxo em Dubai, nos Emirados Árabes.Ele foi destaque numa reportagem do Fantástico, da TV Globo, neste domingo (24).

Danilo Santana mora em uma mansão e tem carros de luxo. Acusado de ser líder do maior esquema de pirâmide financeira do Brasil nos últimos anos, o itabunense declarou que decidiu investir na carreira artística. Agora, Santana se apresenta como compositor e cantor nos Emirados Árabes. Ele contou, inclusive, que pretende fazer shows no Brasil.

Danilo Santana foi denunciado pelo Ministério Público da Bahia e no Rio Grande do Sul, onde pelo menos outras 23 pessoas também foram indiciadas por organização criminosa, crime contra economia popular, lavagem de dinheiro e estelionato.De acordo com promotor de Justiça Sérgio Cunha de Aguiar Filho, o esquema de pirâmide era chefiado pelo itabunense.

Na ação movida pelo Ministério Público da Bahia, entre os acusados de envolvimento do golpe milionário estão a mulher de Danilo Santana, irmão e sogra. Santana chegou a ser detido nos Emirados Árabes, mas acabou foi liberado. Numa operação em Itabuna, a polícia apreendeu cerca de R$ 1 milhão.

Danilo é acusado de criar a D9 Clube de Empreendedores para disfarçar a natureza do negócio fraudulento. Segundo o Ministério Público, ele simulava uma operação de marketing multinível, vinculando o negócio e o constante ingresso de novos investidores à suposta venda de cursos de trading esportivo. O acusado nega o crime.

NEYMAR É FLAGRADO NO CARNAVAL DE SALVADOR COM CANTORA DE IPIAÚ

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Neymar é flagrado com Rafaela Porto em Salvador

O jogador Neymar, do PSG, foi flagrado, na madrugada desta sábado (2), num camarote em Salvador, no maior “clima de azaração” com a cantora Rafaela Porto, de 19 anos, que nasceu em Ipiaú, no sul da Bahia, mas atualmente mora em Fortaleza (CE). A cantora baiana se tornou mais conhecida ao participar da última edição The Voice Brasil, da TV Globo.

Rafaela Porto não foi muito longe no programa, sendo eliminada na fase de batalhas. A cantora e Neymar estariam juntos desde o início do ano. Por causa de uma lesão grave, o atleta não vem atuando pelo time Francês e não foi convocado, na quinta-feira (28), pelo técnico Tite para os próximos amistosos da Seleção Brasileira.

A DRAMATURGIA DE ANINHA

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Adroaldo Almeida | adroaldoalmeida@hotmail.com
 
 

O certo é que a crítica “republicana” de Aninha não se interessa pela atuação dos atores e diretores a quem o PT combate. Pelo visto, nem com duas batidas de Molière ela acertaria o fim do espetáculo dos vampirões que tomaram o país.

 
Vez por outra Aninha Franco tenta falar sobre política em seus artigos, mas o que sempre sai é um arremedo de crítica monotemática, repetidamente contra o PT e seus dirigentes, como agora nesse burlesco “A dramaturgia de Jaques Wagner”. Ao que parece, Aninha, a escritora e dramaturga, acha que pertence a uma categoria que chegou ao Planeta para atacar os que pensam diferente dela, inclusive em questões de estética, arquitetura e decoração de interiores. Preconceituosa e enviesada, sugere que a esquerda deve morar para sempre na Cabana do Pai Tomás.
Outro desencontro da personagem política de Aninha é se valer de um jornal, o Correio da Bahia, notório adversário e inimigo imperdoável de Wagner por ter infligido a maior e mais humilhante derrota aos seus proprietários em 2006. Assim fica fácil. Isso é sabujice do pior teatro serviçal.
Neste Brasil véi sem fronteira, muita gente faz teatro como Aninha; alguns, inclusive, a favor dos poderosos; outros, na trincheira da vanguarda contra o atraso; porém há aqueles que não são nem uma coisa nem outra, mas personagens de si mesmos, e escrevem repetitivos monólogos enfadonhos que adormecem a plateia.
Agora, tudo indica, suponho, que Aninha premiada roteirista, não entende patavina de cinema. Pois quando Geddel apareceu chorando diante de um juiz federal em cadeia nacional do JN da TV Globo, Aninha nada falou. Nem, tampouco, quando Rocha Loures foi flagrado correndo, numa cena de perseguição à noite pelas ruas do Rio de Janeiro. Também se calou quando um avião, pertencente ao Senador Perrela, foi filmado pousando no Espírito Santo com meia tonelada de cocaína pura. Ou, quem sabe, ela não aprecie as produções de “terrir” (o terror cômico dos filmes B).
Quem sabe?
O certo é que a crítica “republicana” de Aninha não se interessa pela atuação dos atores e diretores a quem o PT combate. Pelo visto, nem com duas batidas de Molière ela acertaria o fim do espetáculo dos vampirões que tomaram o país.
Adroaldo Almeida é advogado e ex-prefeito de Itororó.

ILHA DE BOIPEBA SERÁ CENÁRIO DE NOVELA DA GLOBO

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Ilha de Boipeba, em Cairu, será cenário de novela De volta para casa, da Globo || Divulgação

Protagonista, Emílio Dantas interpretará cantor de axé

Cairu, no baixo-sul do Estado, é o sétimo município baiano a se tornar locação para novelas da TV Globo. Dois anos após a exibição de Velho Chico, que teve a Bahia como destaque, o estado volta a ser representado agora pela Ilha de Boipeba, um dos destinos mais bonitos e procurados do Brasil.
A ilha será locação da próxima novela das 21h, De volta para casa, de João Emanuel Carneiro. A nova trama substituirá O outro lado do paraíso e terá como protagonista o ator Emílio Dias, que interpretará um cantor baiano de axé. De volta para casa deverá ir ao ar no segundo semestre.
Conhecida como o local indicado para pessoas que querem essencialmente contato com a natureza, paz e tranquilidade; dona de paisagens extasiantes acompanhadas de sol, mar, rio e praia.
Boipeba fica localizada a aproximadamente a 100 km de Salvador por via marítima e 356 km por via terrestre. A ilha tem cerca de 4 mil habitantes. Seu ponto forte é a simplicidade da pequena vila de pescadores e o aconchego da população local que dá o charme a ilha.
AS BELEZAS DE BOIPEBA
Boipeba tem muito para ser explorado, na telinha o público pode desfrutar das piscinas naturais formadas por recifes de corais, passeio de canoa dentro do mangue, trilhas ecológicas em uma faixa da Mata Atlântica, praias quase desertas, além da possibilidade de banho no rio ou no mar.
O Rio do Inferno separa Boipeba da Ilha de Tinharé. Porém o lugar mais parece um paraíso, onde só se ouve o barulho da água doce que calmamente se encontra com o mar. O final de tarde, ali, é palco de um espetáculo imperdível da natureza: o pôr do sol com uma fantástica mistura de cores e encanto.
Composta por floresta densa da Mata Atlântica, restinga, dunas, extensos manguezais e praias paradisíacas com coqueirais e recifes de grande valor ecológico e paisagístico a ilha possui ainda recifes de corais que se estendem pela costa e tornam as praias abrigadas das ondas e correntes.
A flora e fauna são ricas de uma grande variedade de corais, algas, peixes, moluscos, ouriços, estrelas e outros. Além disso, pode-se constatar a existência de tartarugas marinhas na região, as quais desovam em diversas praias da ilha.
NOVELAS QUE UTILIZARAM BAHIA COMO CENÁRIO
Velho Chico (2016): cenas em Cachoeira e São Francisco do Conde
O Canto da Sereia (2012): cenas em Salvador
Porto dos Milagres (2001): cenas em Canavieiras
Renascer (1993): cenas em Ilhéus
Tieta (1989): cenas em Mangue Seco
Gabriela (1975): cenas em Ilhéus

MORRE JORNALISTA SANDRA MOREYRA

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Sandra Moreyra faleceu vítima de câncer no mediastino (Foto Brasil247).

Sandra Moreyra faleceu vítima de câncer no mediastino (Foto Brasil247).

Morreu hoje (10) à tarde, no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, a jornalista Sandra Moreyra, da TV Globo, considerada uma das principais repórteres da emissora carioca. Sandra não resistiu a um câncer no mediastino, região próxima do esôfago, contra o qual lutava há sete anos, de acordo com informações da Central Globo de Comunicação (CGCOM).

Carioca, Sandra Maria Moreyra tinha 61 anos. O avô, o escritor Álvaro Moreyra, membro da Academia Brasileira de Letras, dirigiu importantes revistas nos anos 1950, entre elas Fon-Fon eParatodos. Seu pai, Sandro Moreyra, fez história como um dos mais importantes cronistas esportivos do jornalismo brasileiro. Sua mãe, Lea de Barros Pinto, era professora. Sandra era irmã da também jornalista e diretora da GloboNews, Eugenia Moreyra.

Ainda estudante de jornalismo, Sandra Moreyra fez estágio, em 1975, no Departamento de Pesquisa do extinto Jornal do Brasil. “Em 1976, me formei e fui contratada para a reportagem geral do JB. Era superdivertido”, informou a repórter ao Memória Globo, em 2000.

Depois, trabalhou na TV Aratu, em Salvador (BA), afiliada da Globo, na TV Bandeirantes e na TV Manchete. Ingressou na TV Globo em 1984, como repórter em Minas Gerais, onde cobriu a eleição e a morte de Tancredo Neves, primeiro presidente civil eleito após a ditadura militar.

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UNIVERSO PARALELO

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A TELEVISÃO E SUA LINGUAGEM RASTEIRA

Ousarme Citoaian
Do jeito que a coisa anda, terminaremos nos comunicando por sinais de fumaça. Escrever (ou falar) de acordo com o que a norma preceitua virou coisa arcaica, sem graça e de difícil entendimento. E a mídia (façamos aqui um mea culpa) tem muito a ver com isso, sobretudo a tevê, que defende como princípio uma linguagem cada vez mais rasteira, cooptando, lentamente, a sociedade: os folhetins (a que chamam novela), antes considerados “produto para domésticas analfabetas”, hoje são matéria de teses de doutoramento nas universidades (e quem empregar a frase aspeada será tido como preconceituoso e politicamente incorreto). São ásperos os tempos.

ANTÔNIO MARIA, A FRASE PARA A HISTÓRIA

O processo de erosão intelectual é bem antigo. Sérgio Porto (o Stanislaw Ponte Preta) nos conta esta: Antônio Maria (cronista, compositor, narrador de futebol, roteirista e apresentador de programas de rádio e televisão), foi solicitado por Péricles do Amaral, então diretor da TV Rio, a copidescar uma matéria. A ideia era tornar o texto mais simples, ao alcance do público menos escolarizado. O trabalho do autor de Ninguém me ama não satisfez o chefe, pois este achava que o texto ainda poderia ser mais simples. O bom Maria refez a tarefa, porém, ao entregar a nova adaptação, produziu uma frase para a história: “Pior do que isto eu não sei fazer”.

DE COMO TORNAR PERPÉTUA A IGNORÂNCIA

A tevê, em seu objetivo de atingir as camadas medianas da população, derrapa tanto em linguagem quanto em conteúdo. A linguagem (seja na tevê seja na literatura de ficção, por exemplo) precisa ser simples, sem ser indigente. Nunca é demais repetir que a simplicidade é uma qualidade do estilo. Portanto, ser simples, sem ser rasteiro, não é defeito, é virtude. Já a questão do conteúdo é mais difícil: William Bonner, editor do Jornal Nacional, comparou o telespectador médio a alguém simplório como o personagem Homer Simpson, “incapaz de entender notícias complexas” – daí o JN só divulgar o “simples”. Este, sim, é um argumento destinado a perpetuar a ignorância.

PROVA DE DESRESPEITO AO LEITOR/OUVINTE

Costumo dizer que jornalistas detêm, basicamente, o mesmo saber. Eles se diferenciam na ética, no comportamento moral e na (in) dependência com que atuam – mas se equivalem em domínio da linguagem (ou não são jornalistas, são enganadores). Todos eles sabem o que é sujeito e predicado, estudaram e apreenderam noções de concordância, regência e acentuação (se não estão seguros sobre o emprego do hífen, não os culpemos – afinal de contas, ninguém sabe usar esse sinalzinho nefasto, depois do último Acordo Ortográfico). Por que erram tanto? – perguntaria a leitora ingênua (ainda há leitoras ingênuas?), a quem eu diria: erram por falta de cuidado, desleixo e conseqüente desrespeito ao leitor/ouvinte.

CUIDADO COM O REBANHO BOVINO NAS RUAS

Em dias recuados, na aventura de assistir a um noticiário de tevê, dei de cara com uma reportagem do Extremo Sul da Bahia, alardeando o progresso econômico daquela região. Lá pras tantas, o repórter destacou que, além da agricultura, existe em Teixeira de Freitas um notável crescimento da pecuária. E saiu-me com esta pérola: “Tanto é assim que a cidade já possui o quarto rebanho bovino do estado”. Pálido de espanto, pensei no inferno que seria a cidade conviver com tantas vacas, bois, bezerros e touros nem sempre de bom humor, a atravancar ruas e amedrontar pessoas. Ao que me consta, nem a Índia (onde as vacas, por tradição religiosa, têm sagradas até as fezes e a urina) se viu igual pesadelo.

PARA UM BIFE, 15 MIL LITROS DE BOA ÁGUA

Devidamente traduzida e digerida a notícia, filosofei, a respeito do repórter: tão jovem, bem vestido, mas tão descuidado! Tudo ficaria simples e claro se ele dissesse que “o município” etc. etc., pois é regra conhecida que a pecuária não se pratica na cidade: é lá no campo que ela se exerce, sob protesto dos ambientalistas, que querem os bois extintos (um bovino, até que passe de bezerro a bife acebolado, bebeu milhões de litros de boa água – sendo que o tal bife acebolado “custa” cerca de 15 mil litros – mas esta é outra história). Voltando à pérola, é o que dizíamos na abertura deste tema: o repórter, por certo, está careca de saber que município e cidade são valores bem diferentes. Descuidou-se.

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DE TROPEIRO A ATOR, POETA E COMPOSITOR

Zé do Norte (por extenso, Alfredo Ricardo do Nascimento, em Cajazeiras/PB) trabalhou na enxada sob o sol do sertão nordestino, foi tropeiro e apanhador de algodão. Em 1921, alistado no Exército, foi servir no Rio de Janeiro e, a partir de um convite de Joracy Camargo, embrenhou-se no meio artístico e foi em frente: virou cantor, compositor, poeta, folclorista e ator. Jogava nas onze e chutava com as duas. Trabalhou nas principais emissoras de rádio da época, foi consultor do sotaque nordestino em O Cangaceiro (Lima Barreto) e, graças a esse filme, ficou conhecido mundialmente com Muié Rendera (ou Mulher Rendeira). Fez cerca de cem canções, algumas delas com revisitas modernas de Nana Caymmi, Raul Seixas, Maria Bethânia e Joan Baez. É tido como “descobridor” de Luiz Gonzaga.

CANGACEIRO-POETA OU POETA-CANGACEIRO?

O músico pernambucano (1926-2006) ensinou a arte a Baden Powell, Paulo Moura, Menescal, Sérgio Mendes, Nara Leão, João Donato. Não é pouca coisa. Dele, Vinícius disse (Samba da Bênção): “Moacir Santos/tu que não és um só, és tantos”. Sua estreia em gravação se deu com o álbum Coisas, “um dos melhores discos brasileiros de todos os tempos”, segundo a revista Rolling Stones. São dez faixas – Coisa nº 1, Coisa nº 2, Coisa nº 3 (e por aí vai), mas Coisa nº 1 não é a primeira faixa, é a 8ª, Coisa nº 8 é a 10ª e Coisa nº 5 é a 3ª. Coisa confusa, não? Coisa mais linda é Sônia Braga, que enfeita, acompanhada de figuras carimbadas da Globo em 1980, Coisas do mundo, minha nega, do elegante, fino, inteligente, discreto e terno Paulinho da Viola. Faltou alguma coisa? Então vá: genial.

LAMPIÃO: “TU ME ENSINA A FAZER RENDA”

Volta Seca e Zé do Norte foram contemporâneos (Zé do Norte era dez anos mais velho) e, ao que consta, chegaram a trabalhar juntos como consultores de O Cangaceiro. Mesmo assim, o ex-integrante do bando de Lampião não se mostrou incomodado com a Muié Rendera cantada pelo grupo paulistano Demônios da Garoa (a letra de Zé do Norte, não a dele). E não se pode ignorar a versão também corrente de que o autor não seria nenhum dos dois, mas o mítico Lampião, o Rei do Cangaço. Enfim, a autoria da letra simplória de Mulher Rendeira tem lá seus mistérios, mas a Zé do Norte cabe o mérito da adaptação conhecida por várias gerações de brasileiros, há quase 60 anos. A dupla Marco Pereira (violão) e Gabriel Grossi nos mostram o que a composição tem de melhor, a melodia.
(O.C.)

DILMA FALA DE ALIANÇAS E ENFRENTA AS "FERAS" NO JN

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Confira como foi o desempenho da ex-ministra Dilma Roussef, do PT, na estreia da série de entrevistas do Jornal Nacional (TV Globo) com os candidatos a presidente da República. A entrevista, ao vivo, ocorreu nesta segunda. Hoje, será a vez de Marina Silva (PV). Já a sabatina com José Serra (PSDB) está marcada para a quarta-feira.

ATOR ILHEENSE FÁBIO LAGO SOFRE ACIDENTE

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Ator ilheense interpreta Fabiano em Caras e Bocas (Foto João Miguel Júnior).

Ator ilheense interpreta Fabiano em Caras e Bocas.

Fábio Lago, o divertido Fabiano de “Caras & bocas”, foi atropelado no início da tarde, em Botafogo, e está sendo atendido no Hospital Miguel Couto, no Leblon.

Segundo sua empresária, Tânia, o ator estava andando de bicicleta, próximo à rua da Passagem, quando um Gol o atropelou.

“Na medida do possível, ele está bem, mas sente muitas dores”, contou Tânia. Segundo a assessoria do Hospital Miguel Couto, o ator Fábio Lago passou por exames e foi constatada uma luxação no ombro.

Foi colocado um cordão cervical e seu estado de saúde é estável. Fábio passa bem e será transferido para o Hospital Copa D’Or. Informações e foto do jornal Extra.

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