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30 de maio de 2020 | 02:09 am

UESC OFERECE MAIS DE 1.700 VAGAS EM 33 CURSOS DE GRADUAÇÃO PELO SISU

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Uesc oferece mais de 1.700 vagas pelo Sisu 2020.1 || Foto Divulgação

As inscrições para o 1º semestre de 2020 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foram abertas nesta terça-feira (21). Os estudantes podem se inscrever até as 23h59min do próximo domingo (26), já que o prazo foi prorrogado após erros nas correções de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) está disponibilizando, no Sisu 1.704 vagas nos 33 cursos de graduação em Bacharelado e em Licenciatura.

No momento da inscrição, é possível escolher até duas opções de curso, de acordo com a ordem de preferência. Alguns cursos, no entanto, têm certas restrições. O Sisu dá liberdade para as instituições de ensino definirem como usarão o Enem. Assim, determinado curso pode exigir, por exemplo, uma média mínima no Enem – que é a soma de todas as notas obtidas nas provas do exame, dividida por cinco – ou mesmo uma nota mínima em determinada prova. Isso faz com que, dependendo da nota obtida, estudantes não sejam classificados para determinados cursos.

É possível também conferir pesos diferenciados para as provas. A nota em Ciências da Natureza ou em Matemática pode valer mais para um curso de Física ou Química, por exemplo. Dessa forma, a nota do estudante pode variar dependendo do curso para o qual ele está concorrendo.

NOTA DE CORTE

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ESTUDANTE DA UESC PESQUISA A CURA PARA O MAL DE PARKINSON

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Eliseu Junior, da Uesc, pesquisa cura para o Mal de Parkinson || Foto Júlia Barreto

O estudante Eliseu da Cruz Moreira Junior, no quarto ano, do curso de Medicina, da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) durante o intercâmbio nos Estados Unidos, na University of Mississippi-Medical Center. Lá, desenvolveu uma hipótese sobre a gênese da Doença de Parkinson (Mal de Parkinson), Hyper-serotonergic state determines onset and progression of idiopathic Parkinson’s disease (Estado hiper-serotoninérgico determina início e progressão da doença de Parkinson idiopática), publicada na revista americana Medical Hypothesis, da Elsevier.

A hipótese escrita por Eliseu é única, por que foi primeira a correlacionar uma possível alteração na liberação de um neurotransmissor específico causando a morte axonal. Segundo o estudante, “apesar de décadas de pesquisa sobre a doença de Parkinson, a etiologia (estudo da causa) dessa doença permanece incerta. O artigo introduz uma nova hipótese, propondo um estado hiper-serotoninérgico como o principal mecanismo que leva ao comprometimento axonal, tanto nos neurônios dopaminérgicos quanto nos serotoninérgicos na doença de Parkinson.”

– A serotonina parece ser um candidato promissor para explicar vários dos sintomas precoces pouco compreendidos da doença de Parkinson, incluindo comprometimento do sono, ansiedade, alteração da motilidade gastrointestinal e alucinações – observa.

Eliseu Júnior e o professor e médico Marcelo Araújo || Foto Júlia Barreto

A hipótese desenvolvida por Eliseu enfatiza que um estado hiper-serotoninérgico causaria inicialmente interrupção do transporte axonal, um estado agudo no qual as alterações axonais são reversíveis e o processo neurodegenerativo pode ser interrompido. “À medida que o estado hiper-serotoninérgico persiste, o acúmulo de produtos neurotóxicos e um comprometimento sustentado no transporte axonal levariam à morte axonal e culminariam em um processo neurodegenerativo irreversível.”

Ele explica “que as implicações potenciais dessa hipótese são discutidas, bem como futuras pesquisas podem ser empregadas para elucidar ainda mais o papel da serotonina na progressão da doença de Parkinson.”

A sua orientadora, nos Estados Unidos, foi a doutora Laís Berro, que ajudou na escrita e submissão do artigo. Para Eliseu, talvez o que lhe espera à frente seja a parte mais difícil desse processo, pois precisa provar a sua hipótese ou refutá-la. “Tenho algumas certezas quanto a isso. E acredito que, se confirmada, mudaríamos totalmente a forma de ver as doenças neurodegenerativas e nos apontaria em direção à cura”.

HISTÓRIA

Eliseu da Cruz Moreira Junior é baiano de Itabuna. Antes de entrar na universidade, ele fez o ensino médio e fundamental usando os métodos do homeschool (Educação Domiciliar) e, por isso, permaneceu na escola apenas até a antiga segunda série. A sua trajetória até o ensino superior e durante o seu período na academia é bem marcado pelas skills (habilidades) que desenvolveu sendo autodidata e com pensamento crítico aguçado, reforçados pela escolha do método formativo pelos seus pais.

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UESC OBTÉM NOTA MÁXIMA EM ÍNDICE QUE AVALIA QUALIDADE DOS CURSOS

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Uesc obtém nota máxima no IGC do Inep || Foto Divulgação

A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), em Ilhéus, atingiu nota máxima no Índice Geral de Cursos (IGC), de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), ligado ao Ministério da Educação (MEC). A Uesc obteve nota 5, numa escala que vai de 1 a 5. O IGC avalia a qualidade das instituições de ensino superior no Brasil.

Na Bahia, além da Uesc, a Universidade do Estado da Bahia (UNEB) também teve a mesma nota. Evandro Sena Freire, reitor da universidade estadual sul-baiana, disse que o resultado é “muito bom”. “Demonstra que a instituição está compromissada com a sociedade e mantém a qualidade da educação. Os dados também reforçam a importância das universidades públicas estaduais no contexto da educação superior no estado e no país”.

O vice-reitor Elias Lins Guimarães vê no resultado do IGC “reflexo de uma trajetória em curso há muitos anos. “Os índices do IGC e o CPC divulgados pelo MEC são um reflexo de uma trajetória que já está em curso há muitos anos, na qual o Uesc tem como uma de suas missões primordiais proporcionar ensino de alta qualidade”.

Para Elias, a nota máxima é conquista de todos: “Alunos, professores e colaboradores e da comunidade externa. Além disso, a avaliação do próprio MEC revela o bom desempenho da Uesc em avaliações externas internacionais, como o Times Higher Education (THE)”.

Pró-reitor de Extensão da Universidade, Alessandro Santana cita a relevância do ensino, da pesquisa e da extensão da Uesc. “Os resultados dos índices demonstram que conseguimos realizar ensino, pesquisa e extensão de qualidade e de grande relevância para a sociedade. Ressalto, entretanto, a maior importância das avaliações no resultado das ações da Universidade Estadual de Santa Cruz no reconhecimento da sociedade”, concluiu.

PESQUISADORES BAIANOS ATUAM EM PROJETO QUE REVOLUCIONA ESTUDOS SOBRE DESMATAMENTO

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Pesquisa sinaliza revolução nos estudos de desmatamento || Divulgação

Por que algumas espécies de animais estão mais sujeitas à extinção, enquanto outras são capazes de se adaptar com mais eficácia? Esta foi a pergunta que norteou Deborah Faria, professora da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), que em parceria com Matthew Betts, da Universidade do Oregon, nos EUA, e outros 40 pesquisadores, desenvolveram um estudo para identificar como habitats fragmentados pela ação humana podem ter impacto na capacidade dos animais de sobreviverem às mudanças ambientais. Além de Deborah, outros cinco pesquisadores brasileiros fazem parte da equipe, vinculados a Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), Universidade Federal da Bahia (Ufba), Universidade Federal de Lavras (Ufla) e Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

O artigo é fruto de uma cooperação internacional (BioFrag), que se trata de um banco de dados feito a partir de estudos no mundo todo, abordando questões ligadas a perda da floresta e sua fragmentação, lançado em 2012 por pesquisadores da Imperial College de Londres. A degradação de ambientes naturais prejudica a fauna local, entretanto a resposta para esta perda de espaço pode variar de espécie para espécie. “Existem espécies que lidam bem com esta nova situação, conseguindo encontrar alimento e abrigo em cidades e áreas de agricultura, já outras são bem vulneráveis, sendo negativamente afetadas quando a paisagem é fragmentada”, explicou Deborah.

Diante desta realidade, surge a questão: o que determina que uma espécie seja vulnerável ou favorecida pela fragmentação? No artigo em questão, foi testada a hipótese de que algumas espécies são mais adaptáveis porque em um determinado momento já tiveram contato com situações como incêndios, desmatamento, glaciação e furacões que a tornaram mais resistentes em relação às outras espécies presentes em habitats que não tiveram contato com tais distúrbios. Na amostragem, foram utilizados dados de 4489 espécies animais.

Algumas conclusões do trabalho já trouxeram indicadores que exigem adotar medidas ecológicas. “O número de espécies sensíveis aumentou seis vezes em direção ao Equador, ou seja, em latitudes mais baixas. Portanto, as ações para evitar a fragmentação do habitat, como a formação de bordas, são particularmente importantes nas florestas tropicais”, destacou.

De acordo com a pesquisadora, a ideia não é nova, mas testá-la foi algo precursor, ainda mais levando em consideração a situação global relacionada a mudanças climáticas. “A ideia que foi testada tem a ver com o que chamamos de ‘filtro de extinção’, ou seja, se as espécies que hoje resistem e se beneficiam das modificações naturais o fazem é porque foram ‘filtradas’ ao longo de sua história evolutiva, enquanto outras são mais sensíveis porque nunca tiveram que enfrentar tais mudanças ao longo da sua evolução, mas estão tendo que fazê-lo agora”.

O co-autor do estudo, José Morante-Filho (Uefs), acredita que a pesquisa revelou que espécies evoluídas em regiões expostas a eventos crônicos de perturbação como incêndios, desmatamento, glaciação e furacões estão mais tolerantes e até são favorecidas em situações de fragmentação do seu habitat atual quando comparadas a espécies cujo passado evolutivo ocorreu em regiões de clima mais estável e com poucos distúrbios”.

A pesquisa também aponta que as florestas tropicais, que guardam a maior parte da biodiversidade no planeta, devido ao seu estado “mais intocável”, são, atualmente, as mais vulneráveis quando o assunto é extinção de animais. “Neste artigo, nós apresentamos uma importante contribuição para entender o que poderia explicar a variação da resposta das espécies de animais a um dos processos mais perversos e generalizados ligados a ação humana: a separação física dos habitats naturais que restaram. Hoje, podemos afirmar que o nível de vulnerabilidade das espécies a este processo antrópico é parcialmente explicado pelo contexto no qual cada espécie evoluiu”, apontou.

Dessa forma, Deborah faz um alerta à população sobre a importância de preservar a natureza: “O trabalho reitera a relevância dos ambientes tropicais, como as nossas florestas Amazônica e Atlântica, por exemplo, em abrigar espécies vulneráveis a fragmentação e a nossa responsabilidade de evitar esta erosão biológica em escala planetária”. Além disso, ela deixa claro que pretende dar continuidade no estudo junto ao BioFraga. “Este é o segundo artigo de grande impacto produzido pelo grupo, mas a ideia é que outras perguntas e mais bases de dados façam parte de análises futuras”, concluiu.

ELEIÇÃO DEFINE LISTA TRÍPLICE PARA A REITORIA DA UESC; VOTAÇÃO VAI ATÉ AS 21H

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Bahia, Guilhardes, Alessandro e Pedro disputam reitoria da Uesc

O novo reitor da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) deverá ser apontado em eleição nesta terça-feira (26). Quatro candidatos disputam a reitoria da instituição que possui o terceiro maior orçamento público do sul da Bahia, superado apenas pelos orçamentos de Itabuna e Ilhéus.

São candidatos a reitor Alessandro Santana pela Chapa 1, Cristiano Bahia pela Chapa 2, Guilhardes Júnior na Chapa 3 e Pedro Marinho na cabeça da chapa 4. A votação ocorre apenas no campus da universidade e será encerrada às 21h, com apuração sendo iniciada logo na sequência. A escolha é feita por professores, alunos e servidores técnico-administrativos.

Os três mais bem votados vão compor a lista tríplice que será levada ao governador da Bahia, Rui Costa, para escolha do novo reitor da Uesc para o período de 2020 a 2024, sucedendo, hoje, Evandro Freire. Evandro assumiu a reitoria, após saída da reitora reeleita Adélia Pinheiro, hoje secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação da Bahia (Secti) no primeiro semestre.

ALESSANDRO FERNANDES E MAURÍCIO MOREAU LANÇAM CANDIDATURAS A REITOR E VICE DA UESC

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Com reitor e ex-reitores, Maurício (centro) e Alessandro (à direita) registram candidaturas

Os professores Alessandro Fernandes e Maurício Moreau, protocolaram, na última terça-feira (2), o pedido de inscrição para os cargos de reitor e vice-reitor, respectivamente, da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc). Alessandro Fernandes é professor do Departamento de Economia e atual pró-reitor de Extensão da Uesc e Maurício Moreau é professor e ex-diretor do Departamento de Ciências Agrárias e Ambientais.

Os candidatos deram demonstração de força no ato do pedido de inscrição ao serem acompanhados pelo retiro Evandro Sena Freire e dos ex-reitores Aurélio Macêdo, Antônio Joaquim Bastos e Adélia Pinheiro, além do professor Elias Linas Guimarães. Também acompanharam servidores técnico-administrativos, docentes, diretores de departamentos, coordenadores de colegiados, discentes, representantes da sociedade civil e amigos dos candidatos.

Os pedidos de registro de candidatura iniciaram na segunda-feira (21) e as chapas estão autorizadas a fazer campanha no campus dos dias 4 a 22 de novembro. A votação, apuração e proclamação dos resultados serão no dia 26 de novembro.

O colégio eleitoral da UESC é composto pelos corpos docente, discente e técnico-administrativo e seus votos têm o peso de um terço (1/3) cada. Poderão votar os estudantes, professores substitutos, visitantes e técnico-administrativos, incluindo os em Regime Especial de Direito Administrativo, desde que comprovada à vigência de seus contratos pela Gerência de Recursos Humanos. São impedidos de votar os servidores técnico-administrativos em cargos comissionados com menos de cinco anos de exercício na Uesc.

SISTEMA PODE REINVENTAR A PRODUÇÃO INDUSTRIAL DE CACAU GOURMET NA BAHIA

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Sistema pode ajudar a desenvolver produção de cacau gourmet na Bahia

O professor Jauberth Abijaude, da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), decidiu aplicar um sistema baseado em Internet das Coisas para otimizar a produção de cacau, uma das maiores riquezas da Bahia. O objetivo é montar uma cadeia de monitoramento para avaliar os processos do fruto com foco nas fases de fermentação e secagem das amêndoas, período no qual se desenvolvem características fundamentais do cacau gourmet.

Jauberth explica que o conceito de internet das Coisas veio para facilitar tarefas do cotidiano que passam a ser realizadas com o auxílio de sensores e atuadores. “A tecnologia cria uma rede de objetos inteligentes que reúne e transmite dados para otimizar a vida das pessoas. O uso da Blockchain e dos contratos inteligentes adiciona uma camada de segurança nos dados coletados pelos sensores”.

O pesquisador acrescenta que a inspiração de trazer esta realidade virtual para o mundo do cacau veio do anseio de valorizar o fruto, que é uma joia baiana. “Eu e meu grupo de pesquisadores buscamos também driblar o declínio na produção causado por infestações como a vassoura de bruxa, fungo que atingiu a produção brasileira de cacau no final dos anos 1980”.

O novo sistema é composto de microcontroladores programáveis e um aplicativo capaz de monitorar e registrar atributos como temperatura, umidade, pH, além de acionar fontes de calor ou resfriamento.

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UESC OSCILA, MAS FICA ENTRE AS 60 MELHORES UNIVERSIDADES DO PAÍS; UFSB AVANÇA NO RUF

Uesc aparece entre as 60 melhores do país, apesar de queda no ranking
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A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), em Ilhéus, caiu oito posições no Ranking Universitário da Folha (RUF), de abrangência nacional, mas se manteve entre as 60 melhores instituições de ensino superior do País.

A universidade estadual sul-baiana aparece em 59º lugar em 2019, com nota 62,00, ante a 51ª posição em 2018 e a nota média 64,85, conforme comparativo anual feito pelo PIMENTA.

A melhor universidade baiana no ranking anual da Folha é a UFBA, com nota 86,95, na 14ª posição, seguida pela Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), com 62,04, em 68º lugar.

Já a Uesb, que tem campi em Vitória da Conquista, Itapetinga e Jequié, aparece em 84ª colocação, com nota 49,36. A Uneb, também multicampi, aparece em 89º lugar, com 47,92.

UFSB ainda tem reitoria em prédio alugado em Ferradas, Itabuna

UFSB AVANÇA, APESAR DE CORTE 

Fundada em 2014, a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) já aparece no ranking entre as 170 melhores do país. Avançou em relação a 2018. Com apenas cinco anos e enfrentando forte contingenciamento de recursos, ela é a 167ª no RUF, com nota 23,72. Ano passado, a UFSB era a 178ª colocada, com nota 17,92.

A superação da UFSB, apesar de ter sido a Federal em todo o país que mais sofreu corte orçamentário proporcionalmente, foi destaque em matéria da Folha, publicação responsável por elaborar o ranking. A UFSB possui campi em Itabuna, Porto Seguro e Teixeira de Freitas.

USP LIDERA

Nacionalmente, quem lidera o RUF é a USP, com nota 98,02. Na segunda posição, aparece a Unicamp, com nota 97,09, e a UFRJ em terceiro lugar, com nota 97,00.

O RUF é divulgado anualmente. A nota é a média obtida por cada uma das instituições nos quesitos Ensino, Pesquisa, Mercado, Inovação e Internacionalização.

CURSOS DE GRADUAÇÃO A DISTÂNCIA DA UESC OBTÊM CONCEITO 4 DO MEC

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Cursos de Graduação EaD da Uesc obtêm conceito 4 do MEC

Os cursos de Licenciatura na modalidade a distância da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) foram classificados com o conceito 4 pelo Ministério da Educação (MEC), numa escala que vai de 1 a 5. Com este desempenho, a Uesc coloca-se no mesmo patamar dos cursos de EaD das melhores instituições de ensino superior do país e se credencia para continuar ministrando o Ensino a Distância. São oferecidos cursos de licenciatura em Biologia, Física, Letras Matemática e Pedagogia.

Os cursos de EaD oferecidos pela Universidade Estadual de Santa Cruz contam com polos de formação nas cidades de Amargosa, Brumado, Ibicuí, Ilhéus, Itabuna, Itapetinga, Itamaraju, Teixeira de Freitas, Jequié e Vitória da Conquista.

Em março deste ano o Núcleo Universidade Aberta do Brasil da UESC licenciou 347 profissionais em Pedagogia, Letras, Biologia e Física, distribuídos pelos dez polos de abrangência da Universidade, em território baiano.

O sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB) é uma iniciativa do governo federal que tem como propósito formar professores para atuarem na Educação Básica. Este sistema conta com a participação das Universidades Federais e Estaduais do Brasil.

UESC É INCLUÍDA EM RANKING DAS MELHORES UNIVERSIDADES DO MUNDO

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Uesc aparece em ranking das melhores universidades do mundo

A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) passou a integrar um dos principais rankings universitários do mundo em 2019, o Times Higher Education (THE), assim como outras 10 universidades. O ranking mundial é liderado pela britânica Oxford. A instituição já figurava no ranking latino-americano da THE (relembre aqui).

Para este ranking global, são levados em conta indicadores de ensino e pesquisa, além de citações, visão internacional e transferência de conhecimento. O ranking deste ano avaliou 1.396 universidades de 92 países.

A ex-reitora da Uesc, Adélia Pinheiro, hoje secretária de Ciências, Tecnologia e Inovação da Bahia (Secti), comemorou a inclusão da universidade sul-baiana no ranking.

– Estou muito orgulhosa do resultado alcançado! Reflete o trabalho dedicado e comprometido de toda a comunidade acadêmica, ao longo de todos os anos de existência da Uesc, jovem e pujante. Políticas e escolhas acertadas. Orgulho-me de fazer parte dessa historia – disse ela, que deixou o cargo no primeiro semestre deste ano para assumir a Secti, atendendo a convite do governador Rui Costa.

Já o reitor, Evandro Freire, disse que o resultado coroa o esforço da comunidade acadêmica. “É um esforço de toda a comunidade acadêmica que está sendo reconhecido”.

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