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10 de julho de 2020 | 09:15 am

ALUNOS DA UESC PODEM TER CONTRAÍDO GRIPE SUÍNA NO PR

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Pelo menos 12 alunos do curso de Comunicação Social da Uesc estão com sintomas típicos da gripe suína (H1N1) depois de uma viagem a Curitiba (PR). Cerca de 40 estudantes universitários da região cacaueira estiveram no Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação (Intercom), realizado na cidade que é uma das regiões mais infestadas pelo vírus da gripe A.

Os alunos do curso de Rádio e TV da Uesc estão apresentando febre alta, moleza e dores no corpo. O que preocupa é o tempo em que muitos desses alunos passaram sem ser medicados. Apenas depois de voltarem a freqüentar a sala de aula os alunos se deram conta de que havia similaridade entre os sintomas que vários deles apresentavam com os da gripe suína.

“Estávamos inicialmente acreditando numa coincidência e, depois, numa possível virose, já que muitos viajaram juntos. Mas nos últimos dias, cresceu muito o número de colegas com um mesmo sintoma e isso tem preocupado a todos”, contou um dos alunos, que pediu o anonimato.

O Paraná já registrou cerca de 1.400 casos da doença e 220 mortes. Alguns dos estudantes que participaram da viagem já começam, inclusive, a procurar os hospitais de Ilhéus e Itabuna e alguns já estão sendo monitorados pelos serviços de saúde. Os principais sintomas da gripe suína são febre alta (39º), falta de apetite, dores musculares e tosse.

As informações são do Bahia Online

UNIVERSO PARALELO

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Ilton Cândido | iltoncj@hotmail.com

A assinatura do convênio de cooperação técnica entre a UESC e a Prefeitura de Ilhéus pode ser o pontapé para a saída do estado de letargia em que se encontra a universidade nos últimos anos, sobretudo no que diz respeito à interação com a sociedade regional. A ausência da UESC no debate sobre temas importantes para a região, como o gasoduto, a implantação do complexo intermodal Porto Sul, a demarcação de terras indígenas, a criação de uma Universidade Federal e outros de igual relevância, há muito vem provocando indagações.

Muitos jornalistas e blogueiros da região já abordaram o distanciamento da UESC dos assuntos de interesse das cidades da região e alguns chegam a afirmar que as faculdades particulares estão mais antenadas com o cotidiano. Muitos vêem a UESC como um universo paralelo, em que os assuntos de seu interesse não têm ponto em comum com as principais demandas regionais, apesar de situadas no mesmo plano.

Das “teorias” que tentam explicar tal fenômeno, pelo menos três chamam mais a atenção. A primeira tentativa de explicação se refere à localização geográfica da universidade. Para os defensores desta tese, o fato de encontrar-se relativamente longe dos centros urbanos justificaria o isolamento da universidade.

A segunda é a mais defendida e a menos assumida, pois envolve questão melindrosa que, se mal explicada ou mal interpretada, pode resultar em peleja das brabas. Diz respeito ao grande número de professores de outras regiões do país na universidade. Segundo os adeptos deste pensamento, “os estrangeiros”, por não possuírem vínculos culturais com a região, geralmente não se sentem parte dos problemas locais. Os mais radicais chegam a afirmar que a UESC tem servido apenas para turbinar os currículos lattes desses professores, que depois voltam para seus locais de origem ou se transferem para as federais, atraídos pelas vantagens salariais.

A terceira tentativa de explicação, não menos polêmica, afirma que o inegável crescimento da UESC nos últimos anos na área de pesquisa teve como ônus a diminuição da importância dos demais pilares que sustentam uma universidade, o ensino e a extensão, apesar da ampliação significativa no número de cursos, inclusive de pós-graduação. Para os que defendem esta tese, a UESC é o império da tecnocracia.

Professor ou estudante que não estiver envolvido em nenhum projeto de pesquisa e que se dedique apenas ao ensino é discriminado; que o diga o professor Walter Silva, quando da eleição para reitor. Se além de não pesquisar ainda for “metido em política”, a coisa fica pior do que doença contagiosa. Obviamente aqui não se pretende desmerecer a atividade de pesquisa no âmbito acadêmico, mas antes evidenciar e criticar a falta de relevância social de muitos projetos e até mesmo o excesso de tecnocracia.

O fato concreto é que das universidades estaduais da Bahia, a UESC é, inegavelmente, a mais conservadora e a menos articulada politicamente. A UESB, sobretudo com o campus de Vitória da Conquista, participa ativamente da política local (o ex-reitor é deputado estadual no segundo mandato e líder do governo; o ex-prefeito é doutor/professor/pesquisador com muitos trabalhos publicados). Na UESC, o máximo que se consegue em termos de participação política são aqueles debates insossos realizados com candidatos a prefeitos de Ilhéus e de Itabuna.

Nesse contexto uesquiano, como não poderia deixar de ser, as pessoas que ainda insistem em debater questões sociais ou que tentam resgatar entidades como o DCE, a ADUSC e a AFUSC encontram muitas dificuldades. A região espera muito mais da sua única instituição pública de ensino superior – mas tal expectativa esbarra na cortina de ferro erguida pelos grupos hegemônicos que compõem a comunidade acadêmica.

Ilton Cândido é economista

INSCRIÇÕES EM VESTIBULAR DA UESC COMEÇAM DIA 16

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Inscrições em vestibular da instituição começam dia 16.

Universidade teve conceito 4 no IGC do MEC.

Começam no próximo dia 16 as inscrições para o vestibular 2010 da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), em Ilhéus. A instituição oferece 29 cursos de graduação, sendo 18 de bacharelado e 11 de licenciatura. O estudante tem até o dia 10 de outubro para se inscrever, através do site da instituição (clique aqui).

As provas estão previstas para os dias 10, 11 e 12 de janeiro. Como a Uesc adotou o sistema de cotas, metade das 1.440 vagas é destinada a afrodescentes, indígenas, quilombolas e egressos de escolas públicas. O valor da taxa de inscrição é de R$ 85,00.

A universidade obteve conceito 4 no Índice Geral de Cursos, do Ministério da Educação (MEC), mas apresentou desempenho regular no Enade 20008 (confira as médias clicando aqui e aqui). A Uesc ainda não utiliza as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para o ingresso em seus cursos de graduação.

QUÍMICA É O MELHOR DA UESC NO ENADE

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DESEMPENHO GERAL DA UNIVERSIDADE

EM 2008 FOI REGULAR, SEGUNDO O MEC

Qual o melhor curso da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc)?

Os resultados do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) de 2008 foram divulgados no início da noite desta quinta-feira (3) pelo Ministério da Educação e revelam que o curso de química foi o de melhor desempenho da Uesc no exame. De acordo com o MEC, trata-se da quinta melhor faculdade de química do país.

O curso obteve nota máxima nos conceitos Enade e IDD. Numa escala de 1 a 5, o curso obteve 5. A média cai para 4 quando observado o Conceito Preliminar de Curso (CPC), que inclui fatores como desempenho dos alunos que estão ingressando e dos concluintes, estrutura de curso e nível de formação do quadro docente.

Outro curso que obteve conceito 4 no CPC foi o de física. Este, registrou 4 no conceito Enade, mas ficou sem conceito em relação ao IDD (índice revelador do quanto o aluno aprendeu durante a faculdade). Os alunos obtiveram bom desempenho no Exame do MEC foi o de pedagogia, que registrou nota 4 no Enade e no IDD, mas de CPC 3.

Um dos destaques negativos foi o curso de computação, que obteve conceito 3 no Enade, IDD e CPC. Esta nota é considerada apenas como “regular”.

Abaixo, os resultados dos cursos da Uesc que participaram do Enade 2008

Biologia – Enade 3 / IDD 3 / CPC 3 – 105º no geral

Ciências da Computação – Enade 3 / IDD 3 / CPC 3 – 189º no geral

Filosofia – Enade 3 / IDD 3 / CPC 3 – 59º no geral

Física – Enade 4 / IDD sc* / CPC 4 – 27º no geral

Geografia – Enade 3 / IDD 1 /CPC 3 – 127º no geral

História – Enade 4 / IDD 3 / CPC 3 – 88º no geral

Letras – Enade 4 / IDD 3 / CPC 3 – 77º no geral

Matemática – Enade 2 / IDD 3 / CPC 3 – 165º no geral

Pedagogia – Enade 4 / IDD 4 / CPC 3 – 96º no geral

Química – Enade 5 / IDD 5 / CPC 4 – 5º no geral

*sc – sem conceito

UESC CONVOCA ISENTOS DE TAXA DO VESTIBULAR 2010

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Os estudantes de escola pública que preencheram os requisitos para a isenção da taxa de inscrição no Vestibular 2010 da Uesc estão sendo chamados a entregar a documentação. O prazo vai até o próximo dia 9, mas até agora é baixo o número de contemplados que concluíram os trâmites.

A universidade divulgou uma lista com os nomes dos selecionados, que agora precisam entregar a documentação (veja aqui). Os contemplados devem encaminhar à instituição (via Protocolo Geral) os seguintes documentos: fotocópia autenticada do Documento de Identidade; fotocópia autenticada do Histórico Escolar do Ensino Médio; e fotocópia autenticada do Histórico Escolar do Ensino Fundamental.

O vestibular 2010 da Universidade Estadual de Santa Cruz receberá as inscrições no período de 16 de setembro a 10 de outubro, exclusivamente pelo site www.uesc.br .

OS DADOS DO IGC DO MEC

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Os dados utilizados pelo Pimenta para a nota Uesc e Ufba entre as melhores foi obtido a partir do site do Ministério da Educação (MEC). A planilha leva em conta dos dados do triênio 2006-2007-2008 e pode ser conferida aqui. Eles levam em conta os dados dos cursos de gradução e pós-graduação. A informação abaixo, que gera o link para os dados, foi extraída a partir do site do MEC:

“O IGC de cada instituição de ensino superior do Brasil foi apresentado pela primeira vez em 2008, a partir da dos resultados do CPC 2007, compreendendo todos os cursos das instituições avaliados pelo Enade dentro do triênio 2005-2006-2007. O IGC 2008, divulgado hoje, atualiza as informações de cada instituição, dentro do triênio 2006-2007-2008.”

ÍNDICE PÕE UFBA E UESC ENTRE AS MELHORES

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A Uesc, junto com a Ufba, obteve a melhor nota entre as universidades públicas na Bahia.

A Uesc, junto com a Ufba, obteve a melhor nota entre as universidades públicas na Bahia.

A Uesc e a Ufba foram as universidades públicas baianas que obtiveram os melhores conceitos no Índice Geral de Cursos do Ministério da Educação (MEC), divulgado nesta segunda-feira, 31. Numa escala que vai de 1 a 5, ambas alcançaram nota 4.

Apenas 6% das instituições de ensino superior avaliadas em todo o país obtiveram média 4. E somente 1% delas atingiu nota máxima (IGC 5).

A Universidade Estadual de Santa Cruz, em Ilhéus, foi a que se saiu melhor entre as estaduais. Quanto às federais, enquanto a Ufba obteve nota 4, a Universidade Federal do Recôncavo Baiano (Ufrb) atingiu nota 2. A média entre as faculdades privadas no sul da Bahia foi 2.

O Índice Geral de Cursos (IGC) é obtido a partir da nota dos alunos de graduação no Exame Nacional de Desempenho de Estudante (Enade), além de análise de corpo docente, programa pedagógico, infraestrutura e qualidade dos cursos de pós-graduação.

Ao final desta noite, docentes da Uesc avaliavam o índice como positivo para a realidade da estrutura de ensino superior na Bahia. O ponto negativo é a fuga de professores com níveis de mestrado e doutorado das universidades estaduais.

A Uesc é uma das vítimas desse processo. Os docentes saem em busca de melhores salários nas federais. Em geral, ficam apenas os que estão atrelados a projetos de pesquisa. Na Uesc, o resultado é atingido tendo que superar a falta de sincronia do magnífico reitor, Joaquim Viajando Bastos.

Abaixo, as notas das universidades públicas baianas:

Universidade Estadual da Bahia (Uneb) – 3

Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) – 3

Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) – 3

Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) – 4

Universidade Federal da Bahia (Ufba) – 4

Universidade Federal do Recôncavo Baiano – 2

UESC É CAMPEÃ EM QUEDA DE ENERGIA

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Professores, alunos e funcionários já não agüentam as constantes quedas de energia na Uesc. O transtorno é tão grande que já estão surgindo, em diversos setores, aquelas figuras que, como pouco fazem normalmente, se especializam em aconselhar os colegas: “já salvou? Salve seu trabalho, que a energia está instável”.

Hoje pela manhã, por exemplo, parecia que a Coelba queria bater algum recorde. Um funcionário ligado à reitoria afirma que esse é um problema que persiste há meuito tempo, sem solução. Ele afirma que os prejuízos são muitos, principalmente com fontes de computadores e de impressoras, além de periféricos e aparelhos de ar condicionado.

Quem também depõe é o leitor que assina como Sérgio Oliveira, professor da Uesc, em comentário postado na nota “Internet na rede elétrica”. Diz ele: “Por falar em rede elétrica, o que a Coelba tem feito com a Uesc é, no mínimo, uma falta de consideração. Os professores receberam notebooks e data show para trabalhar, tudo com o escopo de melhorar o nível das aulas, mas quando o professor arma toda a parafernália na sala e começa a ministrar a aula, a energia vai embora”.

O cartaz que ilustra essa nota é uma sugestão do Pimenta para ser afixado nas paredes dos departamentos, enquanto reitoria e Coelba não resolvem o problema.

SARNA PARA SE COÇAR

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O governo baiano vem enfrentando dificuldades para manutenção da estrutura de ensino superior, que conta com apenas quatro unidades e vários campi. É certo que aumentou o orçamento para estas instituições, mas os problemas persistem. Mesmo assim, já se discute a possibilidade de construção da Universidade do Vale do Rio das Contas. O campus seria erguido em Jequié, no sudoeste baiano.

Ampliar a estrutura de ensino superior sem a devida atenção às quatro universidades existentes é procurar sarna para se coçar. Os salários não são atraentes e a estrutura do ensino superior enfrenta fuga de mestres e doutores, que preferem remuneração melhor das federais, por exemplo.

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