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30 de novembro de 2020 | 12:26 am

REITORA DIZ QUE A UFSB SÓ TEM DINHEIRO PARA MAIS QUATRO MESES DE ATIVIDADES

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Reitora diz que tem dinheiro para mais quatro meses|| Foto Ailton Silva

A reitora da Universidade Federal do Sul Bahia (UFSB), Joana Angélica Guimarães, informou, nesta sexta-feira (24), que os recursos da instituição acabam em setembro. De acordo com Angélica, caso a decisão do Ministério da Educação (MEC) não seja revista, as atividades podem ser paralisadas no último trimestre do ano.

Joana Angélica acredita, no entanto, que o dinheiro será liberado. Ela disse que, por enquanto, as obras dos campi de Itabuna, Teixeira de Freitas e Porto Seguro estão sendo tocadas. No campus de Itabuna, os prédios onde funcionarão salas de aula e os laboratórios estão prontos. “Estamos trabalhando agora na infraestrutura no entorno do prédio”, afirmou a reitora.

Ela mantém a expectativa de transferir as atividades acadêmicas e de pesquisas para o novo prédio no início de 2020. “Hoje, pagamos cerca de R$ 800 mil de aluguel por ano. Esse dinheiro sai da nossa verba de custeio. Deixamos de destinar os recursos para outras necessidades para pagar o aluguel. Queremos sair desse aluguel o mais rápido possível para usar esse dinheiro para outras ações”.

CAMPANHA PARA TENTAR DESACREDITAR

Joana Angélica disse ainda que está muito preocupada com a campanha feita por um setor da sociedade com objetivo de desacreditar o trabalho e a qualidade do ensino nas universidades públicas brasileiras. “Além da falta de recursos, outro problema é essa tentativa de desacreditar a universidade, com essa campanha colocando as instituições de ensino como que não prestam, não servem”.

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UFSB ABRE 420 VAGAS NOS COLÉGIOS UNIVERSITÁRIOS NO SUL E EXTREMO-SUL

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UFSB publica edital de processo seletivo para colégios universitários

A Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) publicou, nesta segunda-feira (17), edital do processo seletivo para ingresso de estudantes em cursos de primeiro ciclo na Rede Anísio Teixeira de Colégios Universitários (Cuni). O ingresso dos novos alunos ocorrerá no segundo quadrimestre deste ano. Acesse aqui o edital.

São 420 vagas para os Cunis de Itabuna, Ilhéus, Ibicaraí e Coaraci, no sul da Bahia; e Teixeira de Freitas, Itamaraju, Porto Seguro e Santa Cruz Cabrália, no extremo-sul do estado. A inscrição deve ser feita pela internet, no período de 18 a 21 de março. A relação de aprovados na primeira chamada será publicada no dia 4 de abril e a matrícula presencial deverá ser feita de 9 a 11.

De acordo com o edital, serão selecionados os candidatos que obtiveram as melhores notas no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) referente aos anos 2017 ou 2018. A classificação será por ordem decrescente de nota final, conforme opção de local de oferta e modalidade de concorrência. O processo seletivo terá ampla concorrência e reserva de vagas (cotas), como previsto em lei federal.

IDENTIDADE TERRITORIAL, CAMINHO PARA O FORTALECIMENTO REGIONAL

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Rosivaldo Pinheiro || rpmvida@yahoo.com.br

 

 

Vencido o desafio da construção da agenda do cacau, devemos cobrar dos deputados votados em nossa região o compromisso de defender nossas bandeiras, contando, especialmente, com a participação dos mandatos de Josias Gomes, Rosemberg Pinto e Eduardo Salles, por terem maior vínculo com o nosso território.

Há muito a região cacaueira discute e, ao mesmo tempo, reclama da necessidade de se fortalecer politicamente para o enfrentamento dos nossos principais fatores limitadores do desenvolvimento. A cada eleição, essa mesma fala se repete e, por mais que elejamos figuras locais, esse vazio continua a ser registrado. Uma espécie de círculo vicioso de transferência de responsabilidade.

Faz-se necessária a compreensão de que essa situação precisa ser vencida para superarmos as nossas fragilidades socioeconômicas. Transferir única e exclusivamente para os ombros dos eleitos aos parlamentos estadual e federal não responde de forma correta a percepção das lacunas existentes entre discurso regional e a realidade concreta, uma vez que falta à nossa região cacaueira uma consciência de unidade de propósito com vistas a explorar as potencialidades e construir uma agenda capaz de alavancar um novo ciclo.

Ainda nos guiamos sobre a lógica das cidades-polo, não compreendendo os territórios de identidade como diretrizes para firmarmos um novo olhar. Algumas lideranças insistem em alimentar o bairrismo entre as duas maiores cidades da região, Itabuna e Ilhéus.

Chegamos ao século XXI e ainda não compreendemos o entrelaçamento das fronteiras dessas duas cidades – o fenômeno da conurbação. Por aqui, ainda brigamos por palmos de terras, sem a percepção necessária de que somos economias complementares e que precisamos unir força política e, juntos, puxarmos a discussão em favor de uma ampla e coletiva agenda regional – uma espécie de levante.

Itabuna e Ilhéus precisam compreender que se a região for bem serão elas quem mais se beneficiarão em função da estrutura de serviços, comércio, comunicação, educação, indústria, saúde, turismo de lazer e negócios. Enfim, em todas as áreas possíveis.

O início da construção de nossa agenda regional inevitavelmente acontecerá por força dos consórcios de saúde e dos consórcios territoriais. As células de conhecimento e com força propositiva terão que ajudar nessa sistematização: Uesc, UFSB, Ceplac, IFBA, Amurc, IBC e faculdades privadas, dentre outros. O desafio está sendo lançado e a nova safra de prefeitos e prefeitas exercerá papel fundamental nessa dinâmica, forçando as cidades-pólo a se reinventarem para não serem atropeladas como líderes desse processo.

Esse indicativo pode ser visto nas pesquisas de apoio popular, nas quais os gestores melhores avaliados estão nas cidades de menor porte, numa clara mensagem de necessidade de releitura e mudança de atitude de governança por parte dos gestores de Itabuna e Ilhéus. Devendo, inclusive, ter a percepção de que a união territorial é uma clara sinalização do nascimento de uma região metropolitana. Não dá mais para compreendermos o espaço das nossas cidades de forma isolada. O tempo atual não nos permite ser ilhas.

Vencido o desafio da construção da agenda do cacau, devemos cobrar dos deputados votados em nossa região o compromisso de defender nossas bandeiras, contando, especialmente, com a participação dos mandatos de Josias Gomes, Rosemberg Pinto e Eduardo Salles, por terem maior vínculo com o nosso território. A esses, pela identidade, representatividade e desempenho eleitoral, nossa confiança para juntos alcançarmos a materialização desses anseios.

Rosivaldo Pinheiro é economista e especialista em Planejamento de Cidades.

SISU: PRAZO DE MATRÍCULA TERMINA HOJE

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UFSB oferece vagas pelo Sisu neste primeiro semestre || Foto Gabriel Oliveira

Hoje (4) é o último dia para que os estudantes selecionados no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) façam matrícula nas instituições de ensino. Os estudantes devem verificar os horários e locais de atendimento definidos pelas instituição em edital próprio. No sul da Bahia, instituições como Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) oferecem vaga pelo Sisu.

Quem tiver o interesse e preencher os requisitos pode pleitear assistência estudantil para cobrir custos como transporte e moradia. Segundo o Ministério da Educação (MEC), os programas de assistência estudantil são implementados diretamente pelas instituições, por isso, os candidatos devem buscar informações na própria instituição de ensino.

O resultado do Sisu está disponível desde o dia 28, na página do programa. O período de matrícula começou no último dia 30.

LISTA DE ESPERA

Os estudantes que não foram aprovados em nenhuma das opções de curso podem integrar, até amanhã (5), a lista de espera do programa. A adesão pode ser feita na página do Sisu. Os candidatos podem escolher entrar na lista de espera para a primeira ou para a segunda opção de curso feita na hora da inscrição. Os alunos na lista serão convocados pelas próprias instituições de ensino a partir do dia 7 de fevereiro.

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UFSB ABRE 60 VAGAS EM CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PEDAGOGIAS DAS ARTES

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Ufsb oferece vagas em curso de especialização

A Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufsb) está com inscrições abertas para processo seletivo para ingresso em turmas de pós-graduação em Pedagogias das Artes: linguagens artísticas e ação cultural (EPArtes). São oferecidas 60 vagas para o sul e extremo-sul da Bahia.Acesse aqui o edital.

De acordo com o edital, são 30 para o campus Jorge Amado, em Itabuna, no sul da Bahia, outras 30 em Porto Seguro, no extremo-sul do estado. O processo seletivo será composto de exercício escrito (classificatório, com peso 1) e entrevista (classificatória, com peso 2). A inscrição é gratuita e pode ser feita aqui.

O curso tem duração mínima de 12 meses, com aulas aos sábados (períodos matutino e vespertino), no campus Sosígenes Costa (CSC) ; e no campus Jorge Amado (CJA), às sextas-feiras (período noturno) e aos sábados (período matutino e vespertino), ao longo de 2019.

A EPArtes é direcionada à formação continuada de portadores de diploma de ensino superior em qualquer área que atuem como professores, ativistas culturais, egressos das licenciaturas e bacharelados da Ufsb, educadores de espaços não-formais, mediadores, produtores culturais, além dos graduados interessados nas relações entre ensino de artes e ação cultural no sul e extremo sul da Bahia.

UFSB SELECIONA PROFESSORES PARA ITABUNA,PORTO E TEIXEIRA DE FREITAS

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Ufsb abre inscrição em processo seletivo

A  Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufsb) está com inscrições abertas para o processo seletivo que vai contratar professores para os campi de Itabuna, Teixeira de Freitas e Porto Seguro. As vagas são para docentes nas disciplinas de História, Letras Linguística – Línguas Estrangeiras Modernas (Inglês) e Ciências Biológicas II -Embriologia, Ciências Biológicas ou Física ou Química.
Para o campus Jorge Amado, em Itabuna, são duas vagas com 40 horas semanais de trabalho.  A remuneração – incluindo gratificações e auxílio alimentação – varia de R$ 2.671,00 a R$ 6.244,00, a depender da carga horária e titulação do aprovado. A inscrição custa R$ 100 e pode ser feita até o dia 30 deste mês. Acesse o edital aqui.
O processo seletivo simplificado será aplicado no dia 9 de janeiro, em etapa única. O processo compreenderá dois momentos avaliativos: prova didática, de caráter eliminatório e classificatório; prova de títulos, de caráter classificatório. O contrato de trabalho terá validade de um ano, podendo ser prorrogado por igual período.
De acordo com a Ufsb, a prova didática será realizada, preferencialmente, na unidade para onde está prevista a contratação seguindo programação e escala a serem divulgadas após a homologação das inscrições.No entanto, o candidato poderá solicitar, até o final das inscrições, no endereço processoseletivo@ufsb.edu.br, que a prova didática seja feita em outro dos campi da universidade.

UESC É 51ª EM RANKING NACIONAL E LIDERA ENTRE AS UNIVERSIDADES ESTADUAIS BAIANAS

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Uesc, em Ilhéus, é a líder baiana entre as universidades estaduais e a 51ª no País

A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) aparece em primeiro lugar entre as instituições de ensino superior estaduais na Bahia e em décima colocação no Nordeste brasileiro no Ranking Universitário Folha (RUF) de 2018. Quando consideradas todas as universidades do País, a Uesc aparece em 51º lugar. A nota média da Uesc é 64,85.
A universidade sul-baiana aparece em 51ª posição em nível nacional quando considerado apenas o item internacionalização. O ranking universitário leva em conta os desempenhos os indicadores ensino, pesquisa, mercado, inovação e internacionalização.
O RUF é liderado, no estado, pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), que aparece, no geral, em 14º lugar, com nota média 87,16. Líder na Bahia, a UFBA é superada pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) no Nordeste. A universidade pernambucana é 10ª no ranking nacional e apresenta média 90,34, quando consideradas todas as áreas aferidas pelo RUF.

Com quatro anos, UFSB aparece em 178º lugar || Foto Gabriel Oliveira

Ainda novata no ranking e com apenas quatro anos de idade e conceito diferenciado de licenciatura e bacharelado, a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), com campi em Itabuna, Porto Seguro e Teixeira de Freitas, obtém nota média 17,92, sendo avaliada apenas nas áreas de Ensino e Internacionalização. Aparece em 178º lugar.
O DESEMPENHO DAS ESTADUAIS BAIANAS
Depois da Uesc, a melhor posicionada entre as universidades estaduais baianas é a UEFS, em Feira de Santana, que aparece em 60º lugar, com nota média 62,50. Já em 89º lugar, a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), que tem campi em Vitória da Conquista, Jequié e Itapetinga, obtém nota 50,27. Em 99º lugar, a Universidade do Estado da Bahia (Uneb) apresenta nota 45,55.
O RUF avaliou 196 universidades brasileiras, públicas e privadas. A Universidade de São Paulo (USP) lidera o ranking, com nota 97,52, nota um pouco superior à obtida pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), 97,29, que ficou em segundo lugar. A universidade fluminense liderou o ranking nos anos de 2016 e 2017. (Do Pimenta.blog.br)

ALUNO DA UFSB DENUNCIA FRAUDE EM COTAS DE MEDICINA E É PROCESSADO POR PRÓ-REITOR

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Fraude em cotas do curso de Medicina da UFSB é investigada

A suspeita veio logo que saiu a lista de aprovados para o curso de Medicina. Na época, dezembro do ano passado, o estudante de Direito Moises Sant’Ana, 27 anos, estranhou o perfil de parte dos chamados para cursar a primeira turma dessa graduação na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), que tem campi em Porto Seguro, Teixeira de Freitas e Itabuna.

Na instituição, os cursos são divididos entre primeiro e segundo ciclos – Bacharelados (BIs) e Licenciaturas Interdisciplinares (LIs) seriam do primeiro, e cursos tradicionais, chamados lá de ‘profissionalizantes’ (como Medicina, Direito e Engenharias), do segundo ciclo. Para chegar aos profissionalizantes, obrigatoriamente, os estudantes precisariam ter passado pelo primeiro ciclo.

E foi nessa transição de um ciclo para o outro que Moises percebeu algo estranho: ele suspeitou que tinha gente que não deveria estar ali. Ao ver os nomes, acreditou que gente que não é negra estaria ocupando espaço reservado aos alunos que são. Era o início de uma denúncia de fraude nas cotas que chegou a envolver até o alto escalão administrativo da universidade e um processo por danos morais em R$ 10 mil.

“Notei, pelo nome, que tinha pessoas que não se encaixavam nem em cotas sociais, nem raciais. Durante a discussão sobre a radicalização do sistema de cotas, a maioria dessas pessoas se colocou contrária à política”, diz Moises, que, antes de estudar Direito na UFSB, se formou na licenciatura em Linguagens, Códigos e Suas Tecnologias na mesma instituição e é professor da rede estadual de educação.

Membro da comissão de políticas afirmativas da UFSB, ele participou dos debates e do processo de implementação das cotas para os cursos do segundo ciclo. Em setembro do ano passado, a UFSB aprovou uma resolução que faria com que se tornasse a instituição com o maior percentual de estudantes cotistas do estado. De acordo com uma decisão do Conselho Superior Universitário (Consuni), a partir do ano letivo de 2018, a universidade passaria a reservar 75% de suas vagas para cotistas.

“Porém, a universidade aprovou essa porcentagem, mas aplicou apenas 62% na entrada. Segundo eles, a gente deveria ter pensado nisso na primeira entrada, no Sisu, e não no segundo ciclo, e que eles iam fazer as cotas pelo perfil de egressos. Mas, quando saiu a lista dos aprovados de Medicina, não tinha nem 62% de alunos cotistas”.

Ao final, em janeiro, ele conseguiu detectar 15 pessoas que teriam entrado pelas cotas para negros mas que não teriam perfil para a reserva de vagas. A fraude estaria em duas categorias: candidatos negros e indígenas com renda per capita menor que 1,5 salário mínimo e candidatos negros e indígenas independente da renda. No Brasil, a lei de cotas leva em conta o mesmo critério que o IBGE para considerar que alguém é negro – se a pessoa se autodeclarou preta ou parda.

Na ocasião, dezenas de estudantes comentaram a publicação. “Que absurdo! É nítido que são afroconvenientes. Muito triste isso”, escreveu uma jovem. “Qual é a sua cor? Qual é a sua raça? E a cor do sangue… (sic). O jeitinho brasileiro define”, publicou outro.

A partir daí, segundo Moises, a Ouvidoria da UFSB teria recebido 116 denúncias sobre o caso – a instituição confirmou que recebeu a denúncia, mas não informou quantos estudantes teriam apresentado a queixa. Além disso, denúncias foram apresentadas ao Ministério Público Federal (MPF) e à Secretaria da Promoção da Igualdade Racial do Estado (Sepromi). “São pessoas que nunca se entenderam negras, mas se autodeclararam negras”, justifica o estudante.

Entre os 15 alunos do curso de Medicina que foram alvos da denúncia está a estudante Andreia Fernandes. A situação dela poderia ser como de qualquer um dos outros, mas ganhou destaque entre as postagens porque Andreia é casada com o pró-reitor de Tecnologia da Informação e Comunicação da UFSB, o professor Kennedy Fernandes.

Durante o processo seletivo, Andreia se declarou parda – como o critério para ter acesso à reserva de vagas é a autodeclaração, isso a qualificou para entrar no curso através das cotas. Após a publicação no grupo, o pró-reitor e a esposa decidiram mover um processo contra Moises por danos morais no valor de R$ 10 mil.

No processo, ao qual o Correio teve acesso, os advogados do casal afirmam que a estudante se considera de cor parda e “é de origem humilde e sempre estudou em estabelecimentos públicos. Assim, concorreu, licitamente, em ambas as cotas, vindo a ser selecionada, desde a primeira etapa do curso, nas vagas reservadas”, afirmam os advogados.

Os defensores ainda dizem que a menção de que a estudante teria fraudado o sistema de cotas e se aproveitado do fato de ser esposa do pró-reitor seria “falaciosa, mentirosa, causou constrangimento sem medida aos Requerentes, que são pessoas de índole e reputação ilibadas, que sempre pautaram sua conduta na ética e moral”, escrevem, requerendo, através de liminar, que Moises exclua imediatamente a postagem veiculada no Facebook. Clique e leia matéria completa

JOANA GUIMARÃES É NOMEADA REITORA DA UFSB

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Professora Joana Guimarães é nomeada reitora da UFSB

Seis meses e meio depois de ter vencido a eleição, a professora Joana Angélica Guimarães da Luz foi nomeada reitora da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). A nomeação está publicada na edição desta quinta-feira (24) do Diário Oficial da União.
Joana Guimarães enfrentou Fabiana de Lima Peixoto, vencendo-a com 64,9% dos votos válidos em 8 de novembro do ano passado. A legislação determina envio de lista tríplice ao presidente da República, que define, entre os mais votados, o novo reitor. Michel Temer acabou nomeando a escolhida pela comunidade acadêmica. O mandato tem duração de quatro anos.
Embora ainda não estivesse nomeada, Joana já despachava como reitora em exercício há alguns meses. Ela substituiu o reitor pro tempore Naomar Almeida, que renunciou ao cargo cerca de dois meses antes do pleito em um processo tumultuado e com acusações ao grupo que assumiu a UFSB.

Campus e reitoria da UFSB em Itabuna, no sul da Bahia

A universidade sul-baiana tem campi em Porto Seguro, Teixeira de Freitas e Itabuna, onde fica a reitoria, e colégios universitários em vários municípios no sul e extremo-sul do Estado. Embora em ritmo lento, a reitoria e o novo campus Jorge Amado estão sendo construídos numa região limítrofe de Itabuna e Ilhéus, nos arredores da Ceplac.

REITORES COBRAM DO MEC MAIS RECURSOS PARA UNIVERSIDADES

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Obras da UFSB em Itabuna foram atingidas com queda nos repasses

Durante reunião com o ministro da Educação, Rossieli Soares, promovida pela Associação Nacional dos Dirigentes de Instituições de Ensino Superior (Andifes), nesta quarta (16), reitores apresentaram a situação de dificuldade financeira do setor e cobraram mais recursos do governo federal este ano e em 2019.
O presidente da Andifes e reitor da Universidade Federal do Pará (UFPA), Emmanuel Tourinho, fez um alerta sobre a redução de recursos nos últimos anos decorrentes de cortes no orçamento. Segundo ele, em alguns casos houve redução nominal (nos valores absolutos), em outros congelamento (quando o orçamento se mantém em valores, mas as despesas sobem, gerando perdas de capacidade econômica da instituição).
De acordo com Tourinho, as universidades federais têm orçamento atual equivalente a um quinto do que tinham há quatro anos para investimento. No mesmo período, o custeio teria sido reduzido em 20%. Esses cortes, acrescentou, prejudicam o processo de expansão dos últimos anos, com criação de instituições, de campi e ampliação de vagas e áreas nas faculdades e institutos.
“Seja pelos processos de avaliação do Ministério da Educação ou externos, nosso sistema de universidades tem sido considerado o que oferece melhores cursos de graduação e de pós-graduação. Somos eficientes naquilo que é nossa função. Seja no ensino ou na produção de conhecimento”, argumentou Tourinho.
INVESTIMENTOS
Representantes da entidade informaram que diversas obras estão paradas em universidades de todo o país e criticaram decisão do Ministério da Educação (MEC) de concentrar verbas para investimento, retirando-as da administração das instituições.
“Já na gestão anterior, desde 2015, estamos atualizando banco de dados para pactuarmos uma retomada destas obras. A ordem de grandeza para concluirmos já foi levantada nos últimos anos. Seria algo em torno de R$ 3 bilhões. É algo fundamental frente à possibilidade de perda dos investimentos já feitos, já que são obras ameaçadas hoje”, disse o reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Roberto Leher.

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