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24 de junho de 2021 | 04:11 pm

PRESIDENTE DA UPB ALERTA PARA RISCOS DE AGLOMERAÇÃO NO SÃO JOÃO

Zé Cocá faz alerta para riscos de aglomeração e cobra vacinas do governo federal
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O presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Zé Cocá, faz um alerta sobre o risco de aglomeração nos municípios durante o período dos festejos juninos. Segundo o gestor, que também é prefeito de Jequié, os prefeitos pretendem reforçar a fiscalização nas cidades, mas a população precisa ter a consciência de não se aglomerar, sob o risco de haver colapso nos leitos de UTI.

“A gente viu um boom de casos logo após a Semana Santa, quando as famílias se reuniram, e o São João é preocupante. Se a população não tiver consciência, não tem órgão fiscalizador que conseguirá conter a situação. É momento de manter o distanciamento, não aglomerar, para que a gente não tenha uma terceira onda com muito mais força. Os leitos de UTI estão com ocupação oscilando em 80% e se tivermos um aumento drástico agora corremos sérios riscos de ter um colapso na rede de saúde do estado da Bahia”, recomendou o gestor.

Zé Cocá falou ainda da expectativa sobre a vacinação e disse que é preciso cobrar da União a compra de vacinas. Ele afirmou que o sistema de saúde tem registrado o aumento de internações da população na faixa etária de 30 a 40 anos e que é preciso ampliar a vacinação para conter a transmissão do coronavírus. “Quando chegarmos aos 30 anos, que é a população mais ativa, imagino que a gente tenha uma queda. Mas precisamos pressionar o governo federal para aquisição de mais vacinas. O que vai resolver nosso problema é a vacinação”, reforçou.

BAHIA RECEBE NOVAS REMESSAS DAS VACINAS PFIZER E CORONAVAC

Estado chegará ao total de 7.531.400 doses de vacinas recebidas
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A Bahia receberá novas remessas de vacinas contra a Covid-19. Na noite desta quinta-feira (17), chegarão 201.240 doses de imunizantes produzidos pela Pfizer/BioNTech. A previsão é deque o voo trazendo a carga pouse no aeroporto de Salvador às 20h45. Na manhã desta sexta-feira (18), chegarão, em um voo com pouso previsto para 9h35, 143.400 imunizantes produzidos pelo Butantan, Coronavac.

As vacinas da Pfizer/BioNTech serão destinadas para a primeira aplicação, enquanto que as do Butantan, além da primeira dose, serão utilizadas também para completar o esquema vacinal.

Os imunizantes começarão a ser enviados nesta sexta-feira (18) para as regionais de saúde em aeronaves do Grupamento Aéreo da Polícia Militar e da Casa Militar do Governador, após conferência da equipe da Coordenação de Imunização do Estado.

Conforme a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), elas serão remetidas, exclusivamente, aos municípios que aplicaram 85% ou mais das doses anteriores. Esta foi uma decisão da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), que é uma instância deliberativa da saúde e reúne representantes dos 417 municípios e o do Estado.

Com estas novas cargas, a Bahia chegará ao total de 7.531.400 doses de vacinas recebidas, sendo 3.179.200 da Coronavac, 3.794.150 da AstraZeneca/Oxford e 558.090 da Pfizer/BioNTech.

BAHIA RECEBE MAIS 297.300 DOSES DE VACINA CONTRA COVID-19 NESTA TERÇA

Bahia recebe novo lote de vacinas nesta terça-feira
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Mais 297.300 mil doses de vacina contra o novo coronavírus chegam à Bahia nesta terça-feira (18). O voo comercial trazendo a nova remessa tem previsão de pouso no aeroporto internacional de Salvador à 0h45min. Do total de doses, 246.300 mil foram produzidas pela Fiocruz e 51.000 mil pelo Butantan. Os imunizantes serão destinados para a segunda aplicação, completando o esquema vacinal de quem já recebeu a primeira dose.

As vacinas serão enviadas para o interior da Bahia em aeronaves do Grupamento Aéreo (Graer) da Polícia Militar e da Casa Militar do Governador (CMG), após a organização das doses feita pela equipe da coordenação de imunização do estado.

As vacinas serão encaminhadas para as centrais regionais no interior da Bahia e depois despachadas para os municípios. Com esta carga, a Bahia totalizará 5.980.740 doses de imunizantes recebidos, sendo 3.035.800 da Coronavac, 2.849.000 AstraZeneca/Oxford e 95.940 da Pfizer.

BAHIA RECEBE MAIS 629 MIL DOSES DE VACINAS CONTRA COVID-19

Apesar de nova remessa, cenário é muito preocupante, diz Fábio Vilas-Boas
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Uma nova remessa com 629.350 doses de vacinas contra a Covid-19 chegou à Bahia nesta sexta-feira (14). Os dois aviões que trouxeram os imunizantes pousaram no aeroporto de Salvador por volta das 9h40 e 11h10. Do total, 438.750 foram produzidas pela Fiocruz/AstraZeneca/Oxford e 190.600 pelo Butantan/Sinovac. Todas as vacinas serão destinadas para a segunda aplicação, completando o esquema vacinal de quem já recebeu a primeira dose.

Todos os municípios estão aptos a receberem os imunobiológicos. Os imunizantes começaram a ser enviados ainda na sexta-feira para as regionais de saúde em aeronaves do Grupamento Aéreo da Polícia Militar e da Casa Militar do Governador, após conferência da equipe da Coordenação de Imunização do Estado.

Com esta nova carga, a Bahia chega ao total de 5.683.440 doses de vacinas recebidas, sendo 2.984.800 da Coronavac, 2.602.700 AstraZeneca/Oxford e 95.940 da Pfizer.

APESAR DE NOVA REMESSA, CENÁRIO É MUITO PREOCUPANTE, DIZ VILAS-BOAS

O secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, ressalta que, em virtude do anúncio do Instituto Butantan de falta de insumos e paralisação da produção de vacinas a partir desta sexta, mesmo com a chegada de novas doses, o cenário é muito preocupante. “Caso seja necessário, teremos que adotar um plano de contingência emergencial para garantir as segundas doses de quem fez uso da Coronavac”, informa.

BRASIL DEVERÁ RECEBER LOTE COM 1 MILHÃO DE DOSES DE VACINA DA PFIZER HOJE

Primeiro lote de vacinadas da Pfizer deverá ter 1 milhão de doses || Foto Dado Ruvic/Reuters/Agência Brasil
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O primeiro lote de 1 milhão de doses de vacinas da Pfizer chega hoje (29) ao Brasil. O voo está previsto para aterrissar no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), às 19h.

As doses serão distribuídas aos 26 estados e ao Distrito Federal. Segundo o Ministério da Saúde, a orientação é que sejam priorizadas as capitais devido às condições de armazenamento da vacina, que exige temperaturas muito baixas.

Conforme o Ministério da Saúde, os entes federados receberão de forma proporcional e igualitária. Os frascos serão entregues em temperaturas entre -25ºC e -15ºC, cuja conservação pode ser feita apenas durante 14 dias. Após entrar na rede de frio, com temperaturas de armazenamento entre 2ºC e 8ºC, o prazo para aplicação é de cinco dias.

Por essa razão, o ministério informou que enviará duas remessas diferentes. Cada uma delas terá 500 mil doses e será referente, respectivamente, à primeira e segunda doses que cada cidadão deverá receber.

O Ministério da Saúde comprou 100 milhões de doses do imunizante. Em março, em reunião com a farmacêutica, a pasta apresentou a previsão de que até junho seriam entregues 13,5 milhões. Informações da Agência Brasil.

MINISTRO ANUNCIA 15,5 MILHÕES DE DOSES DA VACINA PFIZER ATÉ JUNHO

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante entrevista coletiva após reunião do Comitê Nacional de Enfrentamento à Pandemia de Covid-19 || Foto Marcelo Camargo/Agência Brasil
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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, informou hoje (14) que a Pfizer vai antecipar, para o primeiro semestre, a entrega de 2 milhões de doses da vacina contra covid-19 para o Brasil. O governo brasileiro tem um contrato com a farmacêutica para a entrega 100 milhões de doses até o final do ano.

Com a antecipação, segundo Queiroga, estão garantidos 15,5 milhões de doses da vacina da Pfizer para os meses de abril, maio e junho. No mês passado, o presidente Jair Bolsonaro se reuniu com o presidente da Pfizer, Albert Bourla, e pediu a antecipação dos imunizantes.

“Trago para os senhores uma boa notícia: a antecipação de doses da vacina da Pfizer, fruto de ação direta do presidente da República, Jair Bolsonaro, com o principal executivo da Pfizer, que resulta em 15,5 milhões da Pfizer já no mês de abril, maio e junho”, disse em pronunciamento após participar da segunda reunião do Comitê de Coordenação Nacional para Enfrentamento da Pandemia da Covid-19, no Palácio do Planalto, em Brasília.

Também participaram da reunião e do pronunciamento o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, o deputado federal Dr. Luizinho (PP-RJ), representando o presidente da Câmara, Arthur Lira, e a enfermeira Francieli Fantinato, que foi anunciada por Queiroga como secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministério da Saúde.

Francieli é funcionária de carreira do Ministério da Saúde e atual coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI). “Com essa indicação, sinalizamos que o nosso objetivo principal é fortalecer nossa campanha de vacinação”, disse Queiroga.

IMUNIZAÇÃO

De acordo com Pacheco, o cronograma de vacinas apresentado hoje pelo ministério prevê 520 milhões de doses de vacina em 2021, a maioria produzidas pelo Instituto Butantan (CoronaVac) e pela Fundação Oswaldo Cruz (Oxford/AstraZeneca).

O senador pediu que o ministro atue junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para viabilizar a autorização de outros imunizantes, como a vacina russa Sputnik V, que será produzida no Brasil pela União Química.

O comitê também discutiu a utilização de parques industriais de produção de vacina animal para produção do imunizante contra covid-19. Segundo Pacheco, essa é uma ideia do senador Wellington Fagundes (PL-MT) que vem sendo trabalhada pelo governo federal. “Embora não tenha apelo de curto prazo, é uma possibilidade de médio e longo prazo muito eficiente para a autossuficiência de vacinas no Brasil”, disse o senador.

O deputado Dr. Luizinho apresentou ao comitê o projeto que está em tramitação na Câmara que prevê a criação da carteira de vacinação online. Segundo ele, a proposta é que o Ministério da Saúde crie um aplicativo que acabe com a distorção entre os números da vacina enviadas a estados e municípios e o número de doses aplicadas nos cidadãos.

“O nosso sistema de informação, infelizmente é muito ruim”, disse. “Parece que estados e municípios não estão aplicando, quando estão”, destacou. Na primeira reunião do comitê, em março, o presidente da Câmara, Arthur Lira, cobrou que governadores e prefeitos melhorem a gestão da informação para transmitir com mais precisão a quantidade de vacinas contra covid-19 que já foram ofertadas à população.

De acordo com Dr. Luizinho, entre a dose aplicada e a dose informada no sistema há um atraso de quase 15 dias, o que dá uma insegurança à população sobre os dados. A ideia é que, com o aplicativo, o próprio enfermeiro ou técnico que aplica a vacina faça a inserção da informação no ato da vacinação.

Segundo o deputado, além de corrigir as distorções, a medida possibilitaria a criação do passaporte verde da imunidade. A União Europeia, por exemplo, já apresentou o chamado Passaporte Covid para facilitar as viagens na alta temporada e apoiar o setor de turismo, que sofre dificuldades em virtude das restrições da pandemia, da lentidão da campanha de vacinação no bloco e dos riscos que representam as novas variantes do novo coronavírus.

VACINAS E LEITOS

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, disse ainda que o projeto que autoriza a aquisição de vacinas pela iniciativa privada está encontrando resistência entre os senadores. “Estamos trabalhando no diálogo no Colégio de Líderes para avaliar a oportunidade de pauta do projeto no Senado”, disse. Na avaliação de alguns parlamentares, a matéria vai instituir uma fila dupla para vacinação no país.

De acordo com a Lei nº 14.125/21, pessoas jurídicas de direito privado, como empresas, podem comprar imunizantes para serem integralmente doadas ao Sistema Público de Saúde (SUS), enquanto estiver em curso a vacinação dos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde. Pelo novo projeto, que já foi aprovado na Câmara, o setor privado poderá ficar com metade das vacinas compradas desde que as doses sejam aplicadas gratuitamente; a outra metade deverá ser remetida ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Durante a reunião, Pacheco também pediu ao presidente Bolsonaro a sanção do projeto de criação do programa Pró-Leitos, que prevê a possibilidade de empresas contratarem leitos de entidades privadas para uso do SUS no tratamento da covid-19. Em troca, essas empresas e pessoas teriam isenção no Imposto de Renda. O texto já foi aprovado pelas duas Casas parlamentares.

O presidente do Senado disse ainda que vai tratar com o governo sobre uma nova rodada de auxílio às santas casas e hospitais filantrópicos para o enfrentamento à pandemia. No ano passado, essas unidades, que participam de forma complementar do SUS, receberam um total de R$ 2 bilhões da União.

Outra sugestão, apresentada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), na reunião, é a criação de um programa de distribuição de máscaras de proteção facial para pessoas de baixa renda. Agência Brasil.

BAHIA RECEBE MAIS 606 MIL DOSES DAS VACINAS CORONAVAC E ASTRAZENECA

Bahia assume lidera em percentual de vacinados contra a Covid-19
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Mais 606.950 doses de vacinas contra a Covid-19 chegaram ao hangar do Grupamento Aéreo da Polícia Militar da Bahia (Graer), em Salvador, nesta quinta-feira (1º). São 45.750 doses da vacina Astrazeeca/Fiocruz e 561.200 doses da vacina Coronavac/Butantan.

Segundo a coordenadora estadual de imunização, Vânia Vanden Broucke, as vacinas recebidas são em sua maioria remessas de segundas doses. “Iremos liberar hoje para os municípios duas remessas de segundas doses, referentes ao dia 10 de março. A remessa do dia 17 de março ficará retida ainda nas centrais regionais de Rede de Frio para que, na próxima semana, possa ser entregue também nos municípios”, explicou.

A coordenadora destacou que somente os municípios que já utilizaram 85% das doses recebidas estão habilitados para receber uma nova remessa de primeiras doses, que serão distribuídas também nesta quinta-feira (1º).

Até as 11h de hoje, 1.646.254 moradores do estado receberam a primeira dose da vacina, sendo que 317.231 tomaram também a segunda dose.

MAIS 178,6 MIL DOSES DA CORONAVAC CHEGAM À BAHIA

Bahia recebe mais de 178 mil doses da Coronavac || Foto Divulgação/Sesab
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A Bahia recebeu nova remessa de doses da vacinas Coronavac na noite desta terça (9). As 178.600 doses produzidas pelo Instituto Butantan chegaram em voo comercial às 23h10min, no aeroporto de Salvador. Com este sétimo envio de doses, incluindo também a Oxford, o estado totaliza 1.289.800 doses recebidas de imunizantes contra o novo coronavírus.

As vacinas começaram a ser enviadas para o interior do estado em caminhões e aviões pelo Grupamento Aéreo da Policia Militar (Graer), após a organização das doses feita pela equipe da coordenação de imunização do estado.

Segundo a coordenadora de imunização do Estado, Vânia Rebouças, somente os municípios que já utilizaram 85% das doses recebidas terão nova remessa. Ela explica que esta decisão foi definida em reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), instância que reúne representantes das secretarias municipais de saúde e da Secretaria da Saúde do Estado.

Esta nova remessa, segundo a Sesab, dará possibilidade de que continue sendo imunizado o público alvo da primeira fase do plano de vacinação contra Covid-19. “Ficou também definido em CIB que aqueles municípios que conseguirem alcançar as metas da primeira fase, poderão ampliar a aplicação das doses para idosos de 70 anos ou mais, de forma decrescente de idade”, aponta Vânia Rebouças.

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AUGUSTO PEDE AUTORIZAÇÃO DA CÂMARA PARA COMPRAR VACINAS

Além das vacinas contra a Covid-19, projeto de lei do Executivo também prevê compra de insumos e equipamentos para a saúde
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O prefeito Augusto Castro (PSD) encaminhou projeto de lei à Câmara de Vereadores de Itabuna com pedido de autorização para comprar vacinas contra a Covid-19, além de insumos e equipamentos para a Secretaria Municipal de Saúde.  O município aderiu ao protocolo de intenções da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), que prevê a aquisição de vacinas para imunizar mais de 120 milhões de brasileiros.

Na Mensagem nº 009/2021, Augusto relata aos vereadores que “há urgente necessidade de vacinação em massa da população brasileira, não só para frear o iminente colapso generalizado na área da saúde, evitando mortes por desassistência, como também para retomar a atividade econômica, a geração de emprego e renda e o convívio social”.

Também ressalta que o Programa Nacional de Imunizações (PNI) atribui ao Governo Federal a competência para a compra de vacinas, mas, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), estados e municípios podem adquirir os imunizantes de forma complementar. O Congresso Nacional aprovou projeto de lei com a mesma autorização.

Até o momento, a iniciativa da Frente Nacional de Prefeitos tem a adesão de 1.703 municípios.

RUI FAZ APELO A PRESIDENDE DA CÂMARA PARA VIABILIZAR COMPRA DE VACINAS POR ESTADOS

Governador também fez críticas à Anvisa
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O governador Rui Costa (PT) participou de reunião virtual, na tarde desta terça-feira (2), com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e demais governadores para discutir a liberação para que estados possam realizar a compra e aplicação de vacinas contra Covid-19.

Na ocasião, Rui destacou a necessidade de acelerar a imunização da população e barrar o avanço do novo coronavírus. Também fez críticas à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e à falta de coordenação e cooperação por parte do Governo Federal no combate à pandemia.

“Fico indignado com a falta de sensibilidade da Anvisa e do Governo Federal. Hoje tenho 300 pessoas aguardando regulação para leitos de UTI. Nos últimos 15 dias, abrimos 300 leitos e estes foram ocupados em sua integralidade. Estou com pessoas pedindo desesperadamente um leito de UTI, enquanto isso, temos que lidar com a absoluta insensibilidade de um presidente da República fazendo gracinha e enviando mensagens para sua tropa de choque atacar governadores e prefeitos”, desabafou o petista.

O governador ainda fez um apelo ao presidente da Câmara dos Deputados. “Eu quero pedir, em nome dos baianos, que o presidente da Câmara nos ajude a aprovar a liberação para a compra de vacinas e salvar a vida de baianos, nordestinos e brasileiros. É um apelo que faço tamanha a minha indignação e revolta com o comportamento do Governo Federal e da Anvisa. Não posso me calar, quando baianos estão morrendo e desesperados porque essa variante do coronavírus está reinfectando a população e não temos tempo a perder. Não preciso mais das brincadeiras do presidente, mas, sim, de uma lei ou autorização judicial que permita a compra e aplicação da vacina para salvar vidas humanas”, concluiu Rui.

INSUMOS PARA 12 MILHÕES DE DOSES DE VACINA CHEGAM AO BRASIL NO DOMINGO

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, anunciou previsão de chegada do material
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O ministro das Comunicações, Fábio Faria, confirmou hoje (25) a chegada de insumos para a produção da vacina contra covid-19, a Covishield, desenvolvida pela universidade de Oxford, em parceria com a farmacêutica britânica AstraZeneca, e produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). “O volume desembarcado deve gerar produção de mais de 12 milhões de doses”, escreveu em publicação nas redes sociais.

De acordo com o Ministério das Comunicações, os insumos virão da China com previsão de chegada ao Brasil no próximo domingo (28). Segundo a pasta, a medida faz parte “do esforço do governo federal” para garantir a imunização da população. Em viagem à Suécia no início deste mês, Faria conversou com o sócio majoritário da AstraZeneca, Marcus Wallenberg, e pediu que a empresa acelere o envio de insumos e vacinas para o combate da covid-19 no Brasil.

O acordo de cooperação da Fiocruz com a AstraZeneca prevê a produção e entrega 210,4 milhões de doses da Covishield até o final deste ano, sendo 110,4 milhões até julho. Para isso, serão enviados 14 lotes do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) da vacina. Esse será o segundo lote desses insumos enviado pelo laboratório chinês Wuxi Biologics, contratado pela farmacêutica AstraZeneca. O primeiro lote, que chegou no dia 6 de fevereiro, possibilitará a produção de mais 2,8 milhões de doses da vacina.

A previsão é que a primeira entrega dessas vacinas ao Ministério da Saúde, com 1 milhão de doses, ocorra na segunda quinzena de março.

No segundo semestre não será mais necessária a importação do IFA da vacina, que passará a ser produzido no laboratório Bio-Manguinhos da Fiocruz, após a conclusão da transferência de tecnologia pela AstraZeneca. De agosto a dezembro serão mais 110 milhões de doses de vacinas produzidas inteiramente na instituição.

Paralelamente a isso, o governo brasileiro também está recebendo doses prontas da Covishield, produzidas pelo Instituto Serum, da Índia, também parceiro da AstraZeneca. Agência Brasil.

COVID-19: CHEGADA DE VACINAS NÃO EXCLUI OUTRAS MEDIDAS PREVENTIVAS, ALERTA DIRETORA DO NRS

Ainda é cedo para abandonar medidas como o uso de máscara, afirma Domilene Borges
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O começo da vacinação contra a Covid-19 não é motivo para que as pessoas abandonem outras medidas preventivas, alerta a diretora do Núcleo Regional de Saúde (NRS) do Sul da Bahia, Domilene Borges. “Estamos apenas no início de um processo que vai demandar tempo e muito esforço. Por isso, é importante que a população reforce as medidas de prevenção, como distanciamento social, uso de máscaras e higienização permanente”.

As cidades que integram as regiões de Itabuna e Ilhéus receberam 5.420 doses da vacina de Oxford/Fiocruz. Somadas às vacinas da Coronavac, entregues na semana passada, o Sul da Bahia recebeu 19.631 doses.

“Com a vacinação iniciada”, explica Borges, “é de extrema importância que os municípios sigam as recomendações para garantir a imunização do público-alvo definido nesta primeira fase, fiscalizando a aplicação correta das doses disponíveis, já que existe um cronograma para que novos grupos de pessoas sejam atendidos até que toda a população possa ser imunizada”.

Os grupos prioritários dessa primeira fase são profissionais envolvidos diretamente nos esforços de combate à pandemia, em hospitais, unidades de pronto-atendimento e postos de saúde, além de idosos e indígenas.

BAHIA RECEBE MAIS DE 550 MIL DOSES DE VACINAS CONTRA A COVID-19

Bahia recebe mais de meio milhão de vacinas contra a covid-19 || Foto Mateus Pereira/GovBA
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Com nova remessa de 54,6 mil doses da Coronavac recebida no final da tarde dessa segunda (25), a Bahia atingiu 550.700 doses de imunizantes contra o novo coronavírus desde a semana passada. A terceira remessa chegou em um voo comercial no fim da tarde desta segunda-feira (25), no Aeroporto Internacional de Salvador.

A carga seguiu para a Central Estadual de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), em Simões Filho, para que possa ser distribuída para todos os municípios baianos. Esta nova leva faz parte do segundo pedido para uso emergencial da CoronaVac feito pelo Butantan à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A autorização foi dada pelo órgão federal na última sexta-feira (22).

MEIO MILHÃO DE VACINAS

A chegada deste novo lote ocorre exatamente uma semana após a primeira remessa de vacinas desembarcar na Bahia, com 376.600 doses da CoronaVac, no fim da noite da última segunda-feira (18).

Já a segunda leva de vacinas enviadas pelo Ministério da Saúde para imunizar baianos de Salvador e de todas as cidades do interior chegou na manhã deste domingo (24) e foi composta por 119.500 doses da vacina Oxford/Astrazeneca.

MINISTÉRIO DA SAÚDE SOLICITA 6 MILHÕES DE DOSES DA CORONAVAC

Vacina contra a Covid-19 foi desenvolvida pela fabricante chinesa Sinovac
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O Ministério da Saúde solicitou ontem (15) 6 milhões de doses da CoronaVac ao Instituto Butantan. A vacina está sendo desenvolvida pela instituição em parceria com o laboratório chinês Sinovac e foi solicitada por meio de ofício.

O ministério informou, no documento, que aguarda a liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para iniciar a distribuição para todos os estados ao mesmo tempo.

“Ressaltamos a urgência na imediata entrega do quantitativo contratado e acima mencionado, tendo em vista que este ministério precisa fazer o loteamento para iniciar a logística de distribuição para todos os estados da federação de maneira simultânea e equitativa, conforme cronograma previsto no Plano Nacional de Operacionalização da vacinação contra a covid-19, tão logo seja concedido autorização pela agência reguladora, cuja decisão está prevista para domingo, dia 17 de janeiro de 2021”, diz o ofício.

O Instituto Butantan enviou resposta ao ministério informando que entregará a totalidade das doses requeridas e solicita informações sobre o quantitativo que será destinado a São Paulo.

Segundo o instituto, é comum que parte das doses permaneça em São Paulo. Isso ocorre, por exemplo, com a vacina contra o vírus Influenza, causador da gripe. O Butantan aguarda a confirmação de data e horário sobre o início da campanha de vacinação que ocorrerá simultaneamente em todo o país. Informações da Agência Brasil.

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