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9 de julho de 2020 | 10:47 am

O RETORNO DE VANE

Tempo de leitura: 2 minutos

Marco Wense

 

Não resta aos geraldistas contrários outra conduta que não seja a de abrir as portas do PT com um “seja bem-vindo”, “bom retorno, companheiro!” ou, se alguém preferir, “Vane e o PT, tudo a ver”.

 

 

O retorno do ex-prefeito Claudevane Leite ao Partido dos Trabalhadores está sendo o assunto mais comentado nas redes sociais, principalmente nos grupos de WhatsApp de Itabuna.

Vane do Renascer, como é mais conhecido na vida pessoal e no campo político, sonha em ser novamente gestor do centro administrativo Firmino Alves, uma postulação legítima que encontra uma certa resistência no grupo do também ex-alcaide Geraldo Simões.

Se não conseguir se firmar como uma opção do petismo para a disputa da sucessão de 2020, Vane deve sair candidato a vereador com grandes possibilidades de ser eleito. O evangélico político já parlamentou por duas vezes na Casa Legislativa.

Geraldo Simões, que há muito tempo domina a legenda, mostrando sua força diante do petismo itabunense, diz que vai presentear o futuro companheiro com uma camisa do “Lula Livre”.

Vane, então prefeito de Itabuna, sempre foi criticado por não ter governado com a autoridade que o cargo exige, deixando a administração sob a forte influência do PCdoB, que ditava os rumos do governo, causando uma insatisfação no staff mais próximo do chefe do Executivo.

Os obstáculos para o retorno de Vane ao PT só não são maiores por causa do governador Rui Costa. O morador mais ilustre do cobiçado Palácio de Ondina tem uma boa relação com o ex-prefeito.

O então alcaide Vane do Renascer foi um dos primeiros a apoiar a pré-candidatura de Rui. Vale lembrar que a cria política de Jaques Wagner tinha menos de 3% nas pesquisas de intenções de voto. Os adversários diziam que o “poste” de Wagner não iria para lugar nenhum.

Outro detalhe é que Geraldo Simões foi contra a candidatura de Rui Costa. Aliás, o relacionamento de GS com RC nunca foi bom. De público, o silêncio e o teatro. Nos bastidores, o pega-pega.

Portanto, o caminho da volta de Vane ao PT está pavimentado. Tem o aval do governador Rui Costa, do comando estadual da legenda e do deputado federal licenciado Josias Gomes.

Não resta aos geraldistas contrários outra conduta que não seja a de abrir as portas do PT com um “seja bem-vindo”, “bom retorno, companheiro!” ou, se alguém preferir, “Vane e o PT, tudo a ver”.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

JUSTIÇA BLOQUEIA BENS DE VANE E EX-SECRETÁRIO TRINDADE

Tempo de leitura: < 1 minuto

Trindade e Vane têm bens bloqueados pela Justiça

O juiz da Vara da Fazenda Pública de Itabuna, Ulisses Maynard Salgado, determinou o bloqueios de bens do ex-prefeito Claudevane Leite (Vane do Renascer) e do ex-secretário de Assistência Social José Carlos Trindade. O bloqueio também atinge sócios da empresa Solução Inox Comércio Manutenção e Locação de Equipamentos Industriais em licitação de lixeiras para o Restaurante Popular.

O magistrado decidiu pelo bloqueio em ação civil pública que denunciou o ex-prefeito, colaborador e empresários na licitação para adquirir lixeiras para o Restaurante Popular de Itabuna, informa o site Políticos do Sul da Bahia. Vane foi prefeito de Itabuna no período de 2013 a 2016.

Segundo investigou o Ministério Público do Estado da Bahia, autor da ação, as lixeiras de inox (carro porta-detritos) nunca foram entregues ao Restaurante Popular. As lixeiras entregues foram bem mais baratas que as licitadas, fato confirmado pelo então diretor responsável pela gestão do Restaurante Popular, Edinaldo Francisco dos Santos.

EX-PREFEITOS DO SUL DA BAHIA RECEBEM ULTIMATO PARA PRESTAR CONTAS DE 2016

Tempo de leitura: 2 minutos
Prefeito de Itabuna é notificado para prestar contas.

Ex-prefeito de Itabuna é notificado para prestar contas.

Os ex-prefeitos de Itabuna, Claudevane Leite (Vane); Almadina, Alba Gleide; Barra do Rocha,Vera Lúcia; Buerarema, José Agnaldo Barreto (Guima); Dário Meira, José Caetano Sampaio; Itacaré Jarbas Barbosa; Itororó, Marco Antônio Brito; Jussari, Walnio Muniz; São José da Vitória, Roberto Francisco dos Santos;  e Uruçuca, Fernanda Silva, têm até o dia 31 deste mês para fazer a prestação de contas.

Guima deixou de prestar contas de agosto a dezembro.

Guima deixou de prestar contas de agosto a dezembro.

Segundo o Tribunal de Contas dos Municípios, o ex-prefeito de Itabuna, Vane, deixou de fazer a prestação de contas referente a dezembro do ano passado. A situação mais grave é do ex-prefeito de Jussari. Walnio Muniz “esqueceu-se” de enviar as informações referentes ao período de maio a dezembro.

O edital que fixou o prazo para prestação de contas foi publicado no Diário Oficial Eletrônico pelo TCM, que promete severas punições administrativas aos gestores que não cumprirem a determinação. O órgão de fiscalização informou que fará tomada de contas e  comunicará eventuais prejuízos aos cofres públicos ao Ministério Público Estadual, a quem cabe acionar os gestores na Justiça.

“MAIS ESQUECIDOS”

De acordo com o TCM,  27 prefeituras, seis câmaras de vereadores e sete entidades vinculadas (entre as quais seis consórcios intermunicipais) não fizeram a prestação de contas referentes a 2016 – que deveriam ser apresentadas, de acordo com a lei, até o dia 18 de junho deste ano.O presidente do TCM, conselheiro Francisco de Souza Andrade Netto, chamou a atenção para a gravidade da infração.

Ele observou que é dever constitucional de quem lida com dinheiro público prestar contas aos órgãos de controle externo e dar a maior transparência possível, de modo a permitir a fiscalização de seus atos pelos próprios cidadãos.

AUGUSTO: “VONTADE DO ELEITOR DEVE SER RESPEITADA”

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Augusto defende que se respeite vontade do eleitor.

Augusto defende que se respeite vontade do eleitor.

Num discurso semelhante ao do prefeito Claudevane Leite, o deputado estadual Augusto Castro (PSDB) disse há pouco “que a vontade do eleitor deve ser respeitada”. Terceiro mais votado na disputa pela Prefeitura de Itabuna, Augusto diz ter acolhido o resultado do pleito “com humildade e respeito”.

O tucano lembrou ter alertado para o quadro de indefinição política se o eleito fosse Fernando Gomes (DEM). Agora, ele considera o mais correto e democrático “respeitar o desejo do eleitor, que livremente escolheu seu prefeito”.

Augusto faz menção, ainda, à tática do candidato mais votado. “Todos diziam que os votos de Fernando não seriam computados, mas ele alegava que era mentira e muitas pessoas acreditaram”.

O tucano defende o respeito à vontade popular. “Isso faz parte da democracia, mas vamos ver o que o judiciário irá definir, porque a situação é mais complexa do que muitos imaginam”, finalizou.

VANE FALA DE TRANSIÇÃO E DIZ QUE “VONTADE POPULAR DEVE SER RESPEITADA”

Tempo de leitura: 2 minutos
Vane promete transparência na transição de governo (Foto Gabriel Oliveira).

Vane promete transparência na transição de governo (Foto Gabriel Oliveira).

O itabunense ainda não sabe quem será o próximo gestor de Itabuna, mas o prefeito Claudevane Leite (Vane do Renascer) prometeu, hoje (4), uma transição “transparente e democrática”. Para ele, “a vontade popular deve ser respeitada”. O candidato mais votado no município, Fernando Gomes (DEM), está com o pedido de candidatura indeferido e pode não assumir por ter contas rejeitadas nos tribunais de contas do Estado (TCE) e da União (TCU). Com 32,4% dos votos, Fernando depende de efeito suspensivo contra estas decisões para assumir em 1º de janeiro.

Vane diz ter orientado sua equipe a “manter as ações e programas até dia 31 de dezembro”. Avalia que entregará ao sucessor “uma cidade melhor do que encontrou”. E explica: “fizemos uma gestão baseada na austeridade, no zelo pelos recursos públicos e investimentos em obras prioritárias”.

– O processo (de transição) se dará de forma transparente e democrática, com a participação de representantes da atual e da futura administração, de maneira que os serviços básicos e os compromissos com servidores e fornecedores da Prefeitura não sejam prejudicados”.

MANUAL DE TRANSIÇÃO

A Controladoria-Geral do Município, disse o prefeito, já vem trabalhando nesse sentido, “inclusive com a preparação de um Manual de Transição Governamental do Poder Executivo Municipal”. Publicado em 29 de junho, no Diário Oficial do Município, o documento foi elaborado pelo diretor do Departamento de Controle Interno, Alex Souza, e aprovado pela Comissão Permanente de Controle Interno (Copeci) da Controladoria.

Segundo o controlador-geral do Município, Oton Matos, o Manual regulamenta um dispositivo expresso no artigo 87 da Lei Orgânica do Município de Itabuna (LOMI) e atende as providências recomendadas pela Resolução nº. 1.311/2012 do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA).

DEFINIDA DATA DE REABERTURA DO RESTAURANTE POPULAR DO CENTRO

Tempo de leitura: < 1 minuto
Vane vistoriou obras de reforma do restaurante central (Foto Wilson Oliveira).

Vane vistoriou obras de reforma do restaurante central (Foto Wilson Oliveira).

Após oito meses fechada por causa de vandalismo e embargo da Vigilância Sanitária, a unidade do Restaurante Popular de Itabuna no centro será reaberta no dia 18, segundo o prefeito Claudevane Leite (Vane do Renascer).

O município havia prometido reabrir em junho, mas houve atraso nas obras de reforma e aquisição de equipamentos do restaurante. A unidade do RP é a maior de Itabuna e deverá oferecer, por dia, mil refeições a R$ 3,00. O restaurante do Fátima foi reaberto em junho, oferecendo 600 refeições diárias.

A partir deste ano, as unidades passaram a ser administradas por uma empresa terceirizada. O prefeito e os secretários Gilvan Rodrigues (Comunicação), Evandro Santos (Assistência Social), Marcos Cerqueira (Fazenda) e Marcos Monteiro (Desenvolvimento Urbano) vistoriaram as obras de reforma do RP.

VANE CONFIRMA CONCESSÃO E DIZ QUE “CRISE HÍDRICA INVIABILIZOU A EMASA”

Tempo de leitura: 4 minutos
Prefeito ao anunciar, hoje, que fará concessão da Emasa.

Prefeito ao anunciar, hoje, que fará concessão da Emasa.

A crise hídrica tornou a Emasa inviável, segundo disse o prefeito Claudevane Leite (Vane do Renascer) em entrevista exclusiva ao PIMENTA. O baque financeiro provocado pela falta d´água e a forte queda na arrecadação da empresa seriam os motivos para decidir passá-la à iniciativa privada por meio de concessão.

Durante a entrevista, o prefeito rejeita especulações que ligam o interesse na privatização à campanha eleitoral e disse que medidas serão tomadas para garantir tarifa de água justa, mesmo diante da necessidade de investimentos de R$ 500 milhões no sistema. De acordo com ele, haverá reajuste, mas não aumento da conta de água.

Vane também explica porque considerou inviável repassar a Emasa para o comando do governo estadual, via Embasa. Conforme disse na entrevista, a empresa estadual não teria, neste momento, como assegurar a manutenção dos empregos e os investimentos necessários. Confira a íntegra da entrevista abaixo.

Blog Pimenta – O senhor disse em artigo que não privatizaria a empresa. Acabou optando pela concessão. Por que não devolvê-la à Embasa?

Vane do Renascer – Desde 2013, o governo estadual solicitava que nós repassássemos os serviços de água e esgoto para a Embasa. Quando a unidade estava com o Estado, era a terceira da Bahia. Só perdia [em arrecadação] para as unidades de Feira de Santana e de Salvador. Em 2013, quando assumimos, a Emasa devia R$ 85 milhões. A cidade tinha zero por cento de esgoto tratado. Mesmo assim, não desistimos dela. Fizemos investimentos, reduzimos gastos e o número de comissionados para 60%. A crise hídrica inviabilizou a empresa.

A situação está muito difícil. O sindicato [Sindae] é contrário. Mas, como prefeito, tenho que pensar nos funcionários e na cidade também, no que é melhor para o município.

Pimenta – Inviabilizou de que forma?

Vane – Com a água salobra, muitos [consumidores] deixaram de pagar a conta de água. A empresa ficou fragilizada financeiramente. Arrecadávamos R$ 3,8 milhões por mês. Hoje, não passa de R$ 2,6 milhões. Porém, os gastos aumentaram demais. Decretamos situação de emergência, mas esse decreto leva algum tempo para ser reconhecido. Os primeiros meses da crise nós tivemos que assumir sozinhos.

Pimenta – Quais as garantias de que a concessão vai melhorar o sistema de abastecimento e como ficam os funcionários da Emasa?

Vane – Conversamos com o servidor hoje. Para fazer a concessão, primeiro queremos a garantia de que a nova empresa vai absorver esse pessoal. Se a empresa [que ganhar a licitação] não assumir, [parte dos funcionários] ficará com a Emasa, que não deixará de existir. Vai atuar como agência  [de saneamento]. A empresa vencedora terá que investir R$ 500 milhões e isso estará no edital. A situação da cidade está muito difícil. O sindicato [Sindae] é contrário. Mas, como prefeito, tenho que pensar nos funcionários e e na cidade também, no que é melhor para o município.

Não houve garantia [da Embasa] para os funcionários nem para os investimentos necessários. A cidade não pode continuar nessa crise [de falta de água].

Pimenta – Voltando à questão Embasa. Devolver o sistema para o estado não seria a melhor solução?

Vane – Não, pois não houve garantia para os funcionários nem para os investimentos necessários. A cidade não pode continuar nessa crise [de falta de água].

Pimenta – Quais são os prazos com os quais o senhor trabalha para esta licitação?

Vane – A empresa será conhecida 90 ou, no máximo, 120 dias. Precisaremos de aprovação da Câmara. A cidade não está pensando em outra coisa que não seja a água.

Pimenta – Quais são as interessadas?

Vane – Participarão da PMI (Proposta de Manifestação de Interesse) quatro empresas. A Embasa, a Cana Nova, Águas do Brasil e a Odebrecht. A licitação é aberta. Outras empresas poderão participar.

Pimenta – Hoje, a questão é de onde captar, de onde virá a água. A empresa vencedora participará da construção e captação de água da Barragem do Colônia?

Vane – O processo da barragem é outro. A gente não vai poder esperar três, quatro anos até a barragem encher. A previsão é que a barragem fique pronta em novembro do ano que vem. Mas tem a captação de água, o desvio da estrada e das redes de transmissão. O governador [Rui Costa] está trabalhando muito por isso.

Para dessalinizar 200 litros por segundo, gasta R$ 2 milhões por mês. Itabuna precisa de 800 litros por segundos. Então, a gente não tem esse dinheiro.

Pimenta – Então, de onde virá a água até lá? 

Vane – A empresa que ganhar vai poder investir em dessalinização, captar em outros mananciais. Para dessalinizar 200 litros por segundo, gasta R$ 2 milhões por mês. Itabuna precisa de 800 litros por segundos. Então, a gente não tem esse dinheiro. A empresa que ganhar a licitação terá que fazer isso. Vamos colocar no edital.

Pimenta – Estamos em período de pré-campanha, justamente quando é anunciada a concessão do sistema. As especulações são de toda ordem, inclusive de que essa concessão poderá bancar campanhas. Como o senhor vê estes comentários?

Vane – Como prefeito, pensamos na cidade. Quando assumi a prefeitura, fizemos uma cerimônia modesta. Gastamos só R$ 1,2 mil com água. Disseram que eu tinha gastado R$ 40 mil. Então, a gente já se acostumou [com as especulações e boatos]. O que tenho que pensar é que, com a concessão, a mudança será imediata, com a dessalinização, pequenas barragens, novos mananciais.

Itabuna tem potencial. Já foi a terceira em arrecadação. O que precisamos é ganhar eficiência, reduzir as perdas de água. Hoje, a gente perde de 55% a 60% da água captada.

Pimenta – Qual o custo estimado para estas obras iniciais?

Vane – Será feito um estudo e isso estará no edital. É muito recurso.

Itabuna é atrativa para um empresa investir os R$ 500 milhões da concessão? Quais são as garantias de execução [das obras]?

Vane – Itabuna tem potencial. Já foi a terceira em arrecadação. O que precisamos é ganhar eficiência, reduzir as perdas de água. Hoje, a gente perde de 55% a 60% da água captada. A Emasa é uma empresa viável, desde que tenha investimento. Não conseguimos por causa dessa crise hídrica.

VANE PROMETE PAGAMENTO ATÉ SEXTA E CARROS-PIPA VOLTAM A OPERAR EM ITABUNA

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Carros-pipa voltam a abastecer tanques comunitários, após negociação com o prefeito de Itabuna (foto Lucas França)

Carros-pipa voltam a abastecer tanques comunitários, após negociação com o prefeito de Itabuna (foto Lucas França)

Após suspender os trabalhos devido a um atraso nos pagamentos, os motoristas de carros-pipa retomaram hoje (25) o abastecimento dos 130 tanques comunitários instalados em Itabuna. Devido à estiagem, a cidade hoje depende dessa operação, que traz água de reservatórios da Embasa em Ubaitaba e São José da Vitória. A despesa é custeada com recursos do Estado, o que foi viabilizado após o decreto que reconheceu a situação de emergência em Itabuna.

De acordo com a Secretaria de Comunicação do Município, o prefeito Claudevane Leite participou da negociação com os motoristas, e prometeu pagamento até sexta-feira (29). A informação da Coordenação Municipal da Defesa Civil é de que os recursos já estão em uma conta bancária, mas a liberação só pode ser feita por meio do Cartão de Pagamento de Defesa Civil.

A Secom informa que o cartão foi solicitado no dia 23 de março, mas o município ainda não o recebeu. Essa forma de pagamento é estabelecida pelo decreto que regulamenta o Sistema Nacional de Defesa Civil (Sindec).

MENINO SABIDO

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Na fila do desembarque, um dos ocupantes de cargo comissionado na Prefeitura de Itabuna faz planos para não ficar ao sol após a despedida. A ideia é viabilizar um contrato com o município, como forma de substituir o polpudo salário.

Para quem sabe lidar com as regras, há sempre um jeitinho pra tudo.

PREFEITO CONFIRMA CONCURSO PÚBLICO

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Vane diz que edital do concurso será publicado até quinta-feira (24)

Vane diz que edital do concurso será publicado até quinta-feira (24)

O prefeito de Itabuna, Claudevane Leite (PRB), confirmou hoje (22) que seu governo realizará um concurso público ainda neste semestre. Ele deu essa informação durante entrevista ao programa Balanço Geral (TV Cabrália).

Segundo o gestor, o edital do certame será publicado amanhã ou quinta-feira (24). A previsão, segundo ele, é de que sejam oferecidas cerca de 800 vagas para diversas áreas.

Como este é um ano de eleições, qualquer nomeação estará impedida nos três meses anteriores ao pleito. Ou seja, a data limite para convocar os aprovados será 5 de julho. Depois, só em 2017.

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