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13 de abril de 2021 | 05:29 pm

SHOPPING SUL-BAIANO INVESTE EM VENDAS PELA INTERNET COM O JEQUITIBÁ ONLINE

Tempo de leitura: 2 minutos

Danilo Abreu reforça equipe de versão online de shopping itabunense

O primeiro shopping center do sul da Bahia passou a investir nas vendas pela internet e anunciou o fortalecimento do seu marketplace, o Jequitibá Online, site em que lojas e clientes do centro de compras, lazer e entretenimento podem vender ou comprar produtos e serviços.

A aposta nas transações pela internet, em ambiente seguro, ocorre em momento de distanciamento social imposto pela pandemia do novo coronavírus e redução de horário para que o cliente possa fazer suas escolhas e compras. A versão online do shopping, assim como todo e-commerce, disponibiliza produtos e serviços com entrega no endereço do consumidor.

Jequitibá Online permite ao cliente a compra a qualquer hora e de onde estiver em Itabuna

Lançando inicialmente para atender Itabuna, mas com previsão de expansão para todo o sul, extremo-sul, baixo-sul e sudoeste do Estado, o Marketplace é uma plataforma em que vendedores e compradores realizaram transações comerciais online, sem as limitações impostas pelas lojas e transações físicas.

O cliente pode fazer suas compras pelo site do marketplace do Shopping, o www.jequitibaonline.com.br, a qualquer hora ou dia da semana. As vendas pela plataforma começaram com as lojas que fazem parte do empreendimento, dentre elas marcas famosas como Cacau Show, Kopenhagen e Chilli Beans.

Segundo a direção do shopping, o site de vendas online deverá agregar empresas que não têm operações no shopping, fortalecendo a cultura de compras online, um setor em franca expansão.

EQUIPE REFORÇADA

A equipe do marketplace do Shopping Jequitibá acaba de ser reforçada com a chegada de Danilo Abreu, fundador da JP Soft Tecnologia. Danilo Abreu tem expertise na área de desenvolvimento de projetos de software, com estratégias em vendas on-line.

– O Marketplace do Shopping Jequitibá é uma ferramenta para alavancar e complementar as vendas de sua loja, fazer sua marca ser reconhecida na internet e, assim, conquistar a confiança dos consumidores que estão cada dia mais criteriosos e buscam, além de um bom preço, uma ótima experiência de compra – afirma Danilo Abreu.

PEQUENOS NEGÓCIOS OFERECEM NOVOS PRODUTOS E ADOTAM VENDAS ONLINE

Pequenos negócios adotam aplicativos para vendas online || Imagem AB
Tempo de leitura: 4 minutos

A cabeleireira Aline Lima viu sua renda despencar 90% entre março e abril, no primeiro mês em que passou a vigorar a quarentena e o fechamento do comércio não essencial na maior parte do país, por causa da pandemia do novo coronavírus. Proprietária de um salão de beleza, ela paralisou as atividades de forma repentina e teve dificuldade de pagar as contas, que continuaram chegando.

“No começo, eu ainda tinha um resto de dinheiro que havia entrado no mês anterior, mas logo as reservas acabaram e foi bem difícil pagar o aluguel do ponto do salão”, afirma a microempreendedora paulista. Aline chegou a recorrer ao auxílio emergencial de R$ 600, mas não teve seu cadastro aprovado. Em meio ao cenário de incerteza, surgiu a oportunidade de um novo negócio. “A esposa de um amigo, que tem uma fábrica de pijamas, me ofereceu as peças de forma consignada, em que ganhava parte da comissão na venda de cada roupa, e tem dado muito certo. É o que tem salvado”, relata.

Assim como Aline, milhares de microempreendedores têm buscado alternativas para minimizar a perda de renda durante a pandemia. Uma pesquisa da startup SumUp, instituição financeira com foco nos pequenos negócios, mostra que 35% passaram a adotar a venda online, inclusive de outros produtos e serviços. A SumUp, que oferece principalmente maquininhas de cartão para microempreendedores, vem realizando o levantamento para acompanhar a situação de seus clientes em todo o território nacional.

A terceira rodada da pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 20 de maio, com 3.800 pequenos negócios, para entender o impacto da covid-19 sobre o segmento. São profissionais das mais diversas áreas, como uma manicure que também oferece cosméticos, um vendedor de roupas e bijuterias, uma tatuadora com estúdio próprio ou até mesmo um profissional de assistência e instalação. A média de transações dessas pessoas é de cerca de R$ 2 mil mensais, segundo a SumUp.

USO CRESCENTE DA INTERNET

Até março, menos da metade (35%) desses pequenos negócios usava a internet para vender produtos e serviços. Em pouco mais de três meses, já são 70%. Entre os novos produtos que passaram a ser vendidos pelos microempreendedores, os mais citados são máscaras e roupas, por exemplo.

É o caso de Dionísio da Silva Pereira, de Horizonte (CE), que vende cosméticos, mas que durante a pandemia viu a demanda pelo produto cair. Foi então que decidiu investir em novo negócio. “Eu trabalhava com venda direta de cosméticos, sem loja física, só que aí eu parei com os cosméticos, compramos umas máquinas e começamos a costurar para vender máscaras”, conta. O novo negócio não resolveu a queda na renda, mas reduziu seu impacto negativo e abriu a perspectiva de uma nova atividade. “A gente pretende investir no ramo de vestuário, agora que temos a máquina e estamos desenvolvendo a costura”, afirma.

Tanto para novos negócios digitais quanto para os que já funcionavam antes da pandemia, os aplicativos de mensagem, principalmente o whatsApp, são a principal ferramenta de vendas, utilizados em 67% dos casos, segundo a pesquisa. O Instagram é a rede social preferida por 22% dos microempreendedores que adotam a venda online.

Entre os negócios afetados pelo fechamento do comércio, serviços esportivos, serviços para eventos e fotografia foram os mais atingidos, com mais de 60% de paralisação temporária ou permanente. Dos negócios que estão paralisados, 27% passaram a adotar a venda online, mas 40% seguem sem a oferta desse tipo de serviço.

Mais do que oferecer pagamento a distância ou contar com uma loja virtual, o serviço de delivery foi considerado o item mais importante para quem passou a fazer venda online durante a pandemia. De acordo com a pesquisa, 40% dos microempreendedores disseram que o serviço de entrega é o mais importante, seguido de pagamento a distância (30%), ter uma loja virtual (20%) e anúncios nas redes sociais (10%).

“Como o comércio estava fechado, teve muita demanda por entrega. No meu caso, que estava vendendo pijama e entregava em casa, os clientes ainda podiam experimentar a roupa, para verificar o tamanho certo”, conta Aline Lima. Quase a totalidade dos pequenos negócios (95%) usa um serviço de delivery próprio e só 5% disseram utilizar os aplicativos de entrega.

SITUAÇÃO FINANCEIRA

O levantamento mostra que a queda na receita foi brutal para os pequenos negócios. A grande maioria (71%) dos entrevistados afirmou que a queda foi de mais de 60% na renda.

Em cidades que adotaram o lockdown, com regras mais rigorosas de isolamento social, um número ligeiramente maior de microempreendedores (74%) também registrou a mesma perda financeira. Entre os que tiveram o ponto de venda fechado por causa da pandemia, 63% relataram queda de mais de 80% no faturamento depois de um mês. Mesmo entre os empreendedores que puderam manter seu ponto de venda aberto, 58% amargaram perdas de mais de 60% na renda.

A pesquisa mostrou que 67% dos pequenos negócios mapeados tinham reserva financeira para a quarentena e, mesmo assim, vão precisar de auxílio financeiro nos próximos seis meses, principalmente para pagar contas do próprio negócio, como aluguel, luz, internet e contas pessoais. Cerca de 30% dos empreendedores afirmaram que já estão sem reservas.

Entre as pessoas que tiveram que fechar o negócio de forma permanente durante a pandemia, 56% solicitaram o auxílio emergencial e já tiveram o pedido aprovado ou ainda estão aguardando. Outros 21% tiveram o pedido negado. Do total de empreendedores que receberam o auxílio emergencial do governo, pelo menos 36% afirmaram que vão precisar de mais auxílio financeiro para sobreviver nos próximos meses. O auxílio emergencial do governo foi a única alternativa de renda emergencial para 95% dos entrevistados.

BLACK FRIDAY TEM PROMOÇÕES ATÉ DOMINGO NA BAHIA

Tempo de leitura: < 1 minuto

A sexta-feira de grandes descontos (Black Friday) levou à abertura de lojas mais cedo que o de costume nas principais cidades da Bahia e do país. Isso sem falar das promoções e vendas pela internet. Puxado por grandes redes nacionais e varejistas regionais, o dia tem descontos anunciados de até 80% em produtos na área de eletroeletrônicos, móveis, informática e até material de construção.

Os descontos podem ser conferidos em loja, mas também pela internet. As promoções vão até o domingo (30) para aproveitar que boa parte dos consumidores está recebendo a primeira parcela do décimo terceiro salário.

Lojas em Itabuna e Ilhéus também aderem ao Black Friday até na área de acabamento em construção, dentre elas, a Buriti, que promete descontos de 30% a 50% em alguns produtos. A lista inclui desde vaso sanitário e duchas a caixas d´água e móveis para banheiro. De acordo com Mauro Ribeiro, a loja espera aumento de até 70% nas vendas com a Black Friday, que se estenderá até amanhã.

Na capital baiana, os shoppings aderiram também ao movimento de vendas promocionais. O alerta para o consumidor é para, na compra online, procurar lojas que sejam conhecidas. Uma lista com sites duvidosos foi divulgada em julho pelos órgãos de defesa do consumidor. Estes devem ser evitados na Black Friday.

Loja em Itabuna vende materiais com até 50% de desconto.

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