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3 de agosto de 2020 | 12:15 pm

NO BRASILEIRÃO, BAIANOS CAUSAM ESTRAGOS

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Zé Ricardo caiu do comando do Flamengo || Foto Divulgação Gilvan de Souza/Fla

Zé Ricardo caiu do comando do Flamengo || Foto Divulgação Gilvan de Souza/Fla

Vitória e Bahia tiveram um domingo de triunfos e levaram (mais) dor aos adversários neste início de agosto. O Rubro-Negro sapecou 2 a 0 no Flamengo em plena Ilha do Urubu e derrubou o treinador da equipe carioca. Há menos de duas horas, o time da Gávea informou a saída de Zé Ricardo. O técnico estava há mais de um ano à frente do Flamengo.

O Bahia não causou terremoto parecido ao se impor diante do São Paulo e fazer 2 a 1, na Fonte Nova, mas ajudou a afundar o São Paulo na zona da degola. E, de quebra, deu uma mãozinha ao Vitória. O Leão venceu duas seguidas e agora soma 19 pontos, igual soma do Tricolor paulista (17º colocado). Já o rubro-negro da Boa Terra, também tem 19, mas fica em 18º pelos critérios de desempate (vitória, saldo de gols etc).

VITÓRIA BATE O FLAMENGO NA ILHA DO URUBU

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O Vitória conseguiu se impor diante do Flamengo, na Ilha do Urubu, e bater o time carioca por 2 a 0, neste domingo (11). Yago e Neilton fizeram os gols da partida.

A equipe baiana chega aos 19 pontos, mas permanece na zona de rebaixamento. Foi o segundo triunfo consecutivo da equipe no Brasileirão 2017. Na quarta, bateu a Ponte Preta, por 3 a 1, em Salvador.

Pelo lado carioca, o Flamengo manteve a sina dos últimos jogos e corre o risco de cair ainda mais na tabela de classificação. Hoje, com 29 pontos, está na quinta colocação. Pode ser ultrapassado pelo Cruzeiro, que tem 26, e joga contra o Botafogo, às 16h, no Mineirão.

O Leão voltará a campo no sábado (12), às 19h, contra o Avaí, no Barradão, em Salvador. Já o Flamengo, enfrentará o Atlético-MG, em Minas, às 16h do domingo (13).

FUTEBOL BAIANO NA ZONA…

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bahiavitoriaO Vitória foi à Arena da Baixada enfrentar o Atlético-PR e perdeu por 4 a 1. O Bahia também perdeu. Jogando na Fonte Nova, o Esquadrão levou 1 a 0 do Flamengo.

Os resultados da rodada jogaram o Bahia na Zona de Rebaixamento do Brasileirão 2017, onde passa a fazer companhia ao Leão da Barra. Com 10 pontos, o Esquadrão é o 17º, enquanto o Vitória, com 8, está em 18º.

CAMPEÃO INVICTO

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O Vitória faturou o bicampeonato baiano, neste domingo (7), de forma invicta, ao empatar em 0 a 0 com o Bahia, no Barradão, em Salvador. No jogo de ida, na Fonte Nova, na última quarta, as equipes empataram em 1 a 1.

O Vitória faturou Campeonato Baiano, neste domingo (7), de forma invicta, ao empatar em 0 a 0 com o Bahia, no Barradão, em Salvador. No jogo de ida, na Fonte Nova, na última quarta, as equipes empataram em 1 a 1. O Vitória derrotou o Bahia em finais pela 12ª vez, enquanto o Tricolor venceu 11. Neste Estadual, o Rubro-Negro venceu 11 e empatou 3 partidas.

VITÓRIA DERROTA BAHIA NA COPA DO NORDESTE

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O duelo entre Vitória e Bahia, válido pela primeira partida das semifinais da Copa do Nordeste 2017, foi vencido pelos rubro-negros. E de virada. Após permitir gol do Esquadrão, o Leão conseguiu sair em vantagem. Aplicou 2 a 1 no Bahia. Euller e André Lima fizeram os gols do Rubro-Negro. Edson fez o do Tricolor baiano.

Confira os melhores momentos do jogo no vídeo abaixo.

A FOLHA DOS SEMIFINALISTAS DO NORDESTÃO

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Vitória tem maior folha do Nordestão (Foto Arquivo).

Vitória tem maior folha do Nordestão (Foto Arquivo).

O Vitória tem a maior folha salarial dos times semifinalistas da Copa do Nordeste 2017. O Rubro-Negro baiano desembolsa R$ 4,5 milhões mensais. O Sport Recife aparece em segundo, com R$ 4 milhões, segundo o NordestãoFC.

O Bahia gasta R$ 3,2 milhões. Outro time pernambucano na fase semifinal, o Santa Cruz tem despesa que chega a ser quase 10% do desembolsado pelo Vitória para pagar o plantel: R$ 480 mil ao mês.

VITÓRIA FORA DA ZONA

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O Vitória saiu da Zona de Rebaixamento da Série A do Campeonato Brasileiro, hoje (28), ao bater o América-MG, na Fonte Nova, em Salvador. O Rubro-Negro venceu o time mineiro por 2 a 1,  alcançando a 15ª posição, com 26 pontos.

Quem abriu o placar foi Marcelo. Ele aproveitou rebote da entrada da grande área e mandou no cantinho do goleiro do América. David fez 2 a 0. Já no finalzinho do jogo, a equipe mineira – lanterna do Brasileirão – diminuiu, com Diego Barcelos.

Confira os principais lances no vídeo abaixo.

HÁ 10 ANOS, COLO-COLO FATURAVA O BAIANÃO

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Era um 28 de maio, mas não era mais um. Era o Dia D, o do título. Pela primeira vez na história, um time do sul da Bahia faturava o Baianão de Futebol.

Fora de casa, Gil, Ednei, Jânio, o paredão Marcelo & Cia premiaram o Vitória com um belo chocolate em pleno Barradão, a toca do rubro-negro: 4 a 2.

Era 28 de maio de 2006. O time caiu para a Segundona por duas vezes. A última delas ocorreu justamente neste ano, após campanha decepcionante. Porém, fica o sabor daquele título que fez Ilhéus parar.

VITÓRIA MANTÉM TABU E FICA PERTO DO TÍTULO

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O Vitória não perde para o Bahia no Barradão desde 2011 e mantém uma sequência de oito jogos de invencibilidade diante do Esquadrão. Ontem, o rubro-negro ficou mais próximo do título estadual ao derrotar o tricolor por 2 a 0, com Diego Renan marcando de penâlti e Amaral fazendo um golaço, de fora da área.

Com o placar deste domingo (1º), o Leão reverteu vantagem e pode até perder por um gol de diferença, na Fonte Nova, no próximo domingo (8), para levantar a taça. Já o Bahia, precisa vencer por, no mínimo, dois de diferença. Abaixo, confira os gols da partida no Barradão.

LÉO, O FERA

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Na semana passada, Itabuna perdeu figuras-símbolo de sua história centenária. Vivaldo Moncorvo, Adonias Oliveira, José Carlos “Bocão”, Benedito Soriano e Léo Briglia, craque do futebol brasileiro que fez chover nos gramados brasileiros. A seguir, um email enviado pelo jornalista e escritor Antonio Lopes ao também jornalista Marival Guedes, autor do texto “Valeu, Léo”, publicado no último sábado (27). Na sequência, encerrando a série de artigos em homenagem a Briglia, trazemos texto do advogado Allah Góes, amigo do ex-jogador. Confira.

antônio lopes pimentaAntônio Lopes | abcdlopes@gmail.com

 

Perguntei se ele sofreu com a possibilidade de o Bahia ser derrotado (o jogo foi zero a zero), e ele, contrariando minha expectativa, disse que não. “Afinal de contas, sou Vitória”, explicou, para meu espanto.

 

Oi, Marival! A sua foi a melhor matéria que vi na mídia, a respeito da fera Léo Briglia. As notícias omitiram coisas importantes, como ele ter jogado no América (Rio) e no Colo Colo (Ilhéus). Em geral, falam apenas em Fluminense e Bahia. Também não falaram que ele era um dos líderes do “ingênuo” carnaval da Ponta da Tulha, com um bloco, creio que As muquiranas, na tradicional fórmula de homens vestidos de mulheres.

Eu o conheci, quem diria, no Brasil de Buerarema, e disse, em algum lugar, nunca ter visto alguém que jogasse tanta bola. Pode ter sido uma visão distorcida de menino perna-de-pau? Talvez. Mas digo e provo que, mais tarde, já metido a entender do famoso esporte bretão (cheguei a cometer análises na Rádio Difusora, ao lado dos insuspeitos Orlando Cardoso e Geraldo Borges), vi Pelé e Zico, craques acima de qualquer suspeita, comparei-os com o Léo da minha infância e sequer me bateu a passarinha.

Sobre o América, também não falaram que o time de Orlando Cardoso foi a perdição do craque itabunense. Lá, ele conheceu o técnico Martin Francisco, de quem se fez grande amigo. E esse Martim Francisco (Ribeiro de Andrada, descendente daqueles Andradas famosos de Minas) sabia tudo de bola e de copo. Fome e vontade comer: Léo, chegado aos etílicos, encontrara o “chefe” que pedira a Deus.

MF, chamado de lorde dos gramados brasileiros, professor e cientista do futebol, morreu com apenas 54 anos, vítima de “doenças relacionadas com o álcool”.

Em 1988, A Tarde me escalou para acompanhar a decisão do Campeonato Brasileiro ao lado de Léo, na Ponta da Tulha. Lá fui, com o fotógrafo Zeca, encontrar o ex-jogador numa roda de cerveja e papo descontraído, num dos botecos que frequentava. Expliquei meu objetivo, e ele não se fez de rogado: “Vamos lá”, disse. Encerrou a conversa e nos levou para sua casa. Lembro que, no sagrado recesso do lar do craque, enxugamos duas ou três cervejas.

O resultado, todos sabem: o Bahia empatou, o que era suficiente para sair do Beira-Rio campeão brasileiro. Anotei, durante o jogo, alguns comentários de Léo, mas só depois do apito final “encontrei” minha matéria. Perguntei se ele sofreu com a possibilidade de o Bahia ser derrotado (o jogo foi zero a zero), e ele, contrariando minha expectativa, disse que não. “Afinal de contas, sou Vitória”, explicou, para meu espanto.

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