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9 de julho de 2020 | 05:03 am

EM CAMACAN, WAGNER DEFENDE ELEIÇÃO DIRETA EM OUTUBRO

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Wagner defende realização de eleições diretas em outubro deste ano (Foto Daniel Thame).

Ladeado por Rosemberg e Davidson, Wagner defende eleições diretas em outubro deste ano.

O ex-governador Jaques Wagner (PT) defendeu, hoje (29), em Camacan, no sul da Bahia, a votação de emenda constitucional que permita a antecipação da eleição direta a presidente da República, com o pleito ocorrendo em outubro deste ano. “A situação [do Brasil] é muito difícil”, disse ele, reforçando que o país precisa de presidente eleito com a “chancela do voto popular”.

– Nenhum presidente que sente na cadeira sem a chancela do voto popular terá o peso e a representatividade para fazer as modificações necessárias – justificou.

Hoje secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia, Wagner disse que, ao defender as eleições diretas, não está desqualificando o Congresso. “Se o Temer renunciar ou cair, qualquer nome que se apresentar será de brasileiros com valor, mas, [por eleição indireta, com o presidente sendo escolhido por deputados e senadores], faltará o essencial: a legitimidade do voto popular para conduzir o Brasil”.

Nesta segunda, Wagner esteve em Camacan para a entrega de galpão onde funcionará mais uma unidade da Lia Line. No município sul-baiano, serão produzidos calçados femininos de uma das marcas da empresa catarinense, os calçados Sua Cia. A estimativa é de que sejam produzidos mais de 600 mil pares de calçados ao ano.

WAGNER ENTREGA GALPÃO À LIA LINE; EMPRESA VAI GERAR 600 EMPREGOS EM CAMACAN

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Protocolo para instalação de indústria em Camacan foi assinado em março (Foto Divulgação).

Protocolo para instalação de indústria em Camacan foi assinado em março (Foto Divulgação).

Wagner fará a entrega do galpão em Camacan.

Wagner fará a entrega do galpão em Camacan.

Na próxima segunda-feira (29), às 10h, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jaques Wagner, fará a entrega de um galpão ao Grupo Lia Line no município de Camacan, sul da Bahia, para produção de calçados femininos da marca Sua Cia. O galpão fica na Avenida dos Pioneiros e será a 10ª unidade do grupo no estado.

De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, serão investidos R$ 5,8 milhões na fábrica que vai gerar 600 novos empregos na região, com a estimativa de produzir 600 mil pares por ano, quando a unidade estiver com sua capacidade plena de operação.

“Na preferência das empresas calçadistas, a Bahia atrai mais uma unidade do grupo Lia Line, nosso parceiro há quatro anos. Vamos levar incremento socioeconômico e produtivo para região, proporcionado a redução das desigualdades sociais”, afirma Wagner.

O grupo já produz cerca de 20 mil pares de calçados por dia no Estado, gerando 2.200 empregos diretos. Concentra mais de 90% de sua produção na Bahia, que é destinada para clientes em todo o Brasil e para o exterior.

A BRINCADEIRA DE WAGNER

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marcowenseMarco Wense

 

Esse “ponto final” é um recado para que não insistam no assunto. A “brincadeira” de Jaques Wagner não pegou bem. O barro não colou na parede.

 

O senador Otto Alencar, presidente estadual do PSD, não ficou irritado, mas achou a ideia de disputar o Senado uma “brincadeira” do ex-governador Jaques Wagner (PT): “Tenho mais quatro anos de mandato”.

Wagner, que é secretário de Desenvolvimento Econômico do governo Rui Costa, quer uma composição majoritária com Rui na reeleição, João Leão na vice, ele e Otto nas duas vagas para o Senado. Walter Pinheiro e Lídice da Mata seriam descartados.

A candidatura de Otto, aos olhos do eleitorado, já ressabiado com os conchavos políticos, com esses arranjos e jeitinhos, seria uma coisa estranha e desconectada. A sabedoria popular diria que é “um tiro no próprio pé”.

Portanto, o senador Otto Alencar tem toda razão quando diz que sua candidatura “seria uma redundância política”. E finaliza: “Wagner faz isso mais por amizade, até de brincadeira. Aí ele fala essas coisas, faz essas conjunturas. Não tenho interesse. Eu não vou disputar. Ponto final”.

Esse “ponto final” é um recado para que não insistam no assunto. A “brincadeira” de Jaques Wagner não pegou bem. O barro não colou na parede.

Marco Wense é editor d´O Busílis.

“O PT FUNCIONA NA CASA DO EX-PREFEITO”, DIZ JACKSON MOREIRA

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Jackson Moreira disputou comando do PT itabunense.

Jackson Moreira disputou comando do PT itabunense.

Candidato derrotado na disputa pela presidência do diretório do PT de Itabuna, Jackson Moreira defendeu uma união do partido e mudança de postura do principal líder da legenda no município, Geraldo Simões.

– Estamos no firme propósito de participar da direção colegiada, recuperar essa história rica do nosso partido, mas a postura do principal líder municipal da legenda e de um ex-petista e hoje filiado ao PSL não ajuda. Geralmente, o vencedor é magnânimo com o vencido – ensina Jackson em contato com o PIMENTA.

De acordo com o petista, o ex-filiado passou a tripudiar de pessoas que não votaram em Flávio Barreto, seu adversário na disputa interna. “O ex-filiado tripudiava e mandava imagem dizendo para ir chorar no Pé do Caboclo, em Salvador”, indigna-se. Jackson ressalva que a postura de Flávio é diferente (“o presidente se posta com bastante decência, é pessoa solidária, companheira”).

Jackson defende que Geraldo faça uma reavaliação e se reaproxime de nomes como o deputado estadual Rosemberg Pinto, “que hoje é nossa maior liderança regional, buscar o campo e tempo perdidos, conquistar mandato de deputado federal e, quem sabe, voltar à prefeitura em 2020. Mas, para que isso aconteça, não dá para conquistar desse jeito de hoje, tripudiando das pessoas e fazendo jogo de palavras”, afirma.

VOTAÇÃO EM QUEDA

Na opinião de Jackson, o PT itabunense precisa também de uma reavaliação. Dos 3,5 mil filiados, só 2.240 estavam aptos a votar no último domingo (9), segundo ele. “Porém, pouco mais de 470 pessoas foram votar”, acrescentou.

Jackson também observou que o PT já obteve 40 mil votos em Itabuna. “Na última eleição [a prefeito], tivemos apenas para 8 mil”. Segundo ele, “o PT funciona na casa do ex-prefeito”.

DESEMPENHO

Jackson também avaliou seu desempenho na disputa, quando obteve 31% dos votos válidos. “Passamos mais de 40 dias, junto com Geraldo, buscando uma unificação. Sinalizaríamos para a militância a responsabilidade que temos com a cidade e com a reeleição de Rui Costa e a eleição do presidente Lula”, diz. “É injusto o ex-prefeito criticar o nosso governador tendo cargos para as três cunhadas no governo”, alfinetou.

Segundo ele, na véspera do registro das chapas, Geraldo teria comunicado da “impossibilidade de marchar” juntos também na disputa pela Estadual, com Everaldo Anunciação, o que impediu a unidade municipal. “Ele não deu outra alternativa a não ser formar outra chapa”.

SEM MILITÂNCIA

Jackson também afirma que, neste processo eleitoral, não houve participação da militância. “Parte da militância não foi votar, mas filiados do partido. Foi mais votação de cartório. “Cem votos da outra chapa, foram de filiados que moram em Ferradas. Filiados, mas não militantes”.

RUI DÁ POSSE A NOVOS SECRETÁRIOS; MACHADO RETORNA À CONDER

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Rui empossa novos secretários hoje, sem Abal (Foto Mateus Pereira).

Rui empossa novos secretários hoje, sem Abal (Foto Mateus Pereira).

Os novos secretários estaduais, nomeados pelo governador Rui Costa, tomam posse em solenidade, hoje (23), no auditório da Fundação Luís Eduardo Magalhães (Flem), no Centro Administrativo da Bahia. A cerimônia está marcada para as 16 horas.

Dos nomes, quem chega ao secretariado são Jaques Wagner (Desenvolvimento Econômico), Fernando Torres (Desenvolvimento Urbano), Julieta Palmeira (Políticas para as Mulheres) e Vivaldo Mendonça (Ciência e Tecnologia).

Os demais foram remanejados de pastas. Carlos Martins deixa a Sedur e assume a Pasta da Justiça e Direitos Humanos, antes comandada por Geraldo Reis, que assume Meio Ambiente. Substituída por Julieta, Olívia Santana comandará agora a Secretaria do Trabalho, Emprego e Renda (Setre).

ANTIPETISTA NA EQUIPE

Após anunciar as mudanças no secretariado, Rui Costa precisou rever a nomeação de Abal Magalhães para a poderosa Conder, ligada à Sedur. Na madrugada de sábado (22), descobriu-se que Abal detonava o PT, partido do governador, Jaques Wagner, Lula e companhia. Um antipetista. Rui, então se viu obrigado a cancelar a nomeação. Convocou José Lúcio Machado para voltar ao cargo.

PROCURADOR PEDE INVESTIGAÇÃO CONTRA LULA, WAGNER E OUTRAS 27 PESSOAS

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Ex-presidente poderá ser investigado no âmbito (Reprodução).

Ex-presidente poderá ser investigado no âmbito (Reprodução).

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a inclusão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de três ministros do governo, do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, e de parlamentares do PMDB, entre outros acusados, no principal inquérito da Operação Lava Jato.

A petição chegou ao Supremo no dia 28 de abril, mas só foi tornada público hoje. Janot pediu ao ministro Teori Zavascki, relator dos processos da Lava Jato no Supremo, a inclusão das seguintes pessoas no inquérito que investiga os crimes de lavagem de dinheiro, corrupção e formação de quadrilha:

– Ex-presidente Lula;
– Ministros Jaques Wagner, Ricardo Berzoini e Edinho Silva;
– Senadores Jader Barbalho e Delcídio do Amaral;
– Deputados Eduardo Cunha, Eduardo da Fonte, Aguinaldo Ribeiro e André Moura; Arnaldo Faria de Sá, Altineu Cortes, Manoel Junior e Henrique Eduardo Alves;
– Assessor especial da presidência da República Giles Azevedo;
– Ex-ministros da Casa Civil Erenice Guerra e Antônio Palocci.

O procurador solicitou abertura de investigação contra o pecuarista José Carlos Bumlai, o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto e o banqueiro André Esteves, do BTG Pactual; Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras, Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, subsidiária da estatal, e Silas Rondeau, ex-ministro de Minas e Energia.

Ao pedir a inclusão de novos envolvidos no inquérito, que está em andamento desde o ano passado, Janot sustenta que houve um aprofundamento nas investigações. As acusações estão baseadas, principalmente, nas afirmações feitas pelo senador sem partido Delcídio do Amaral (MS) nos acordos de delação premiada.

“Esse aprofundamento das investigações mostrou que a organização criminosa tem dois eixos centrais. O primeiro ligado a membros do PT e o segundo ao PMDB. No caso deste, as provas colhidas indicam para uma subdivisão interna de poder entre o PMDB da Câmara dos Deputados e o PMDB do Senado Federal. Estes dois grupos, embora vinculados ao mesmo partido, ao que parece, atuam de forma autônoma, tanto em relação às indicações políticas para compor cargos relevantes no governo quanto na destinação de propina arrecadada a partir dos negócios escusos firmados no âmbito daquelas indicações”, argumentou Janot. Da Agência Brasil.

WAGNER DIZ QUE RELAÇÃO COM TEMER SERÁ EDUCADA, MAS POLITICAMENTE INTERROMPIDA

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Wagner comenta saída do PMDB do governo e acredita em repactuação (Foto Valter Campanato).

Wagner comenta saída do PMDB do governo e acredita em repactuação (Foto Valter Campanato).

Da Agência Brasil

O ministro-chefe do Gabinete Pessoal da Presidência da República, Jaques Wagner, disse hoje (29) que a relação política do governo com o vice-presidente Michel Temer fica “interditada”, e afirmou que “terá dificuldade ainda maior” um governo que não tem a “legitimidade” de 54 milhões de votos.

Wagner comentou o rompimento oficial do PMDB do governo, decidido nesta terça-feira. Segundo ele, a relação com Temer será educada, mas, após o anúncio de hoje, ficou “politicamente interditada”. O ministro disse que não sabe se a presidenta Dilma conversou com o vice-presidente após a notícia, nem o motivo pelo qual a reunião do diretório foi tão rápida. Em menos de cinco minutos, os peemedebistas decidiram abandonar a base aliada de Dilma por aclamação.

“A relação será sempre educada. Só. Espero que seja educada sempre, respeitosa sempre. Eu não tenho informaçaõ se eles se falaram, creio que não. Não sei qual era o objetivo [da reunião ter sido tão rápida], talvez um título no Guinness Book [livro dos recordes]”, disse.

O ministro evitou responder se a continuidade de Temer na Vice-Presidência seria uma contradição. Alegando não querer utilizar adjetivos para comentar o assunto, Wagner disse que o mandato é de Temer e cabe a ele se pronunciar sobre o assunto. “Essa é uma decisão pessoal do vice-presidente. Se vocês quiserem sugerir a ele [que entregue o cargo], sugiram, mas eu não vou entrar nessa seara. Não vou opinar nisso, o cargo é dele, é uma decisão dele. Não cabe a mim julgar, o mandato é do vice e cabe a ele”, disse.

Em entrevista a jornalistas para comentar a saída da legenda do governo, Jaques Wagner voltou a falar que não há crime de responsabilidade contra a presidenta e que as contas do seu governo relativas a 2015 “sequer foram apresentadas, apreciadas, votadas e julgadas”.

Sem mencionar diretamente o vice-presidente, o ministro disse que qualquer pessoa que assumir o governo sem legitimidade terá dificuldades maiores. “Eu entendo que qualquer atalho na democracia, ao contrário de encontrar soluções, vai, de um lado, fragilizar a democracia brasileira, de outro, aprofundar a crise. Porque se alguém que vem carregado por 54 milhões votos já tem dificuldade, creio que alguém que não vem com essa mesma legitimidade terá dificuldade ainda maior”, afirmou.

POSSE DE LULA É FRAUDE, DIZ ALELUIA

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Zombado por Wagner e Lula, Aleluia diz que posse é fraude.

Zombado por Wagner e Lula, Aleluia diz que posse é fraude.

Motivo de chacota em conversa entre os petistas Jaques Wagner e Lula, o deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA) considerou uma “fraude” a posse do ex-presidente como ministro da Casa Civil.

– A posse de Lula é fraudulenta. A nomeação dele como ministro da Casa Civil de Dilma foi uma fraude – disse o parlamentar em entrevista à Rádio Metrópole, de Salvador.

Na conversa de Wagner e Lula, divulgada pelo juiz Sérgio Moro, o ex-governador baiano e o ex-presidente riem ao comentar que Aleluia levou uma vaia “da porra” ao tentar discursar em uma manifestação pelo impeachment de Dilma, em Salvador (reveja aqui).

NÃO SOMOS SANTOS

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claudio_rodriguesCláudio Rodrigues | aclaudiors@gmail.com

Seguindo o exemplo de seu antecessor e hoje ministro Chefe da Casa Civil Jaques Wagner, o governador Rui Costa vem tratando as duas mais importantes cidades do Sul do Estado do mesmo jeito, na base das promessas. Nesses últimos dez anos, se fosse realizada apenas uma terça parte das obras prometidas, Itabuna e Ilhéus estariam entre as melhores cidades do Brasil.

As promessas são tantas, que mais parece uma novela mexicana, aquelas tipo dramalhão. O projeto intermodal, que inclui as construções da Ferrovia Oeste-Leste, do Porto Sul e do Aeroporto Internacional, é a “campeã de audiência”. Não tem um político ligado ao governo do Estado que não exalte essa obra, ou melhor, promessa. E a tão propalada duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna? Essa foi alardeada nas duas campanhas de Wagner e o script se repetiu na campanha de Rui Costa.

Outra que é de fazer rir para não chorar é a barragem do Rio Colônia. Exemplo do completo desrespeito para com a população de Itabuna e da nossa vizinha Itapé, a barragem que resolveria em definitivo o drama do abastecimento em Itabuna é a promessa que mais irrita a todos nós, que estamos consumindo água salgada. Tem também a promessa da nova ponte do Pontal, em Ilhéus. Essa obra (ops, desculpem, promessa) em seu lançamento teve fogos, apresentação de máquinas, instalação de canteiro e, quando todos acharam que a coisa iria acontecer, ficou só na, adivinha… Isso mesmo, na promessa.

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PARA WAGNER, LULA SOFRE ATAQUE SISTEMÁTICO E CAÇA CONSTANTE

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Wagner sai em defesa do ex-presidente Lula (Foto José Cruz/Agência Brasil).

Wagner sai em defesa do ex-presidente Lula (Foto José Cruz/Agência Brasil).

O ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, disse hoje (15) que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é alvo de “ataque sistemático” e de uma “caça constante”. Ele fez a declaração ao ser questionado sobre a reunião entre a presidenta Dilma Rousseff e Lula na sexta-feira (12) em um hotel em São Paulo.

Segundo Wagner, as conversas são constantes entre a presidenta Dilma e o ex-presidente Lula. “Evidentemente se falou desse ataque sistemático que está sendo feito em torno do ex-presidente. É uma coisa clara. É uma caça a uma liderança nacional. Nesse caso, é uma caça praticamente constante. E foram conversas mais gerais, tangenciando todas as questões, inclusive sobre a mobilização que ia acontecer no dia seguinte [sábado] sobre o vírus Zika”, afirmou o ministro.

No sábado (13), ao participar, no Rio de Janeiro, do Dia Nacional de Mobilização contra o Mosquito Aedes Aegypti, a presidenta disse que Lula está sendo objeto de “grande injustiça”.

“Acho que o presidente Lula está sendo objeto de grande injustiça. Respeito muito a história do presidente Lula. Tenho certeza de que esse é um processo que será superado, porque acredito que o país, a América Latina e o mundo precisam de uma liderança com as características do presidente Lula”, afirmou Dilma.

As conversas ocorreram no momento em que um sítio frequentado pelo ex-presidente no interior de São Paulo passou a ser alvo de inquérito da Justiça Federal, para investigar possíveis vínculos com empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato. Da Agência Brasil.

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