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6 de agosto de 2020 | 07:38 pm

DILMA SE ENROSCA NO BIGODÃO; WAGNER É SONDADO

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A ministra Dilma Rousseff pode não se sair muito bem das brigas em que se meteu recentemente e da associação política ao presidente do Senado, José Sarney. Motivos mais que sufucientes para acender a luz amarela no Planalto.

Alternativas ao nome da super-ministra à sucessão do presidente Lula começam a serem estudadas, e o governador da Bahia, Jaques Wagner, surge novamente como opção.

Wagner até hoje é reverenciado pela atuação como o ministro das Relações Institucionais – articulação política – durante o pior período vivido pelo governo Lula, no episódio do mensalão. O “ministro do Bolsa Família” – Desenvolvimento Social -, Patrus Ananias, também é sondado.

A decisão de Lula, que cuida pessoalmente dessas questões de sucessão, passa pela avaliação dos números nos próximos meses, levando-se em conta, ainda, o fator Marina Silva. As informções são do colunista Eumano Silva, do site Congresso em Foco.

DÁ PARA ACREDITAR?

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Deu na coluna Radar: “O governador da Bahia, Jaques Wagner, e o prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias, fecharam um trato que será proposto ao peemedebista Geddel Vieira Lima. Se Geddel retirar sua candidatura ao governo da Bahia, o petista Lindberg retira a dele ao governo do Rio de Janeiro. Do contrário, Lindberg vai em frente. É improvável que Geddel tope esse acordo em nome da união PT-PMDB.”

DECIFRA-ME OU…

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Wagner e o discurso enigmático.

Wagner e o discurso enigmático.

O discurso do governador Jaques Wagner, ontem, na posse dos novos secretários James Correia (Indústria, Comércio e Mineração) e João Leão (Infraestrutura), foi carregado de frases de efeito, mas uma delas parece ter passado despercebida de muitos. Foi, digamos, enigmática.

Wagner, numa indireta ao ministro Geddel Vieira Lima, disse não ter dúvida de qual será o seu palanque na sucessão presidencial que se aproxima. Será o escolhido pelo presidente Lula. É justamente aí que está o enigma. O governador deixou no ar uma espécie de dúvida em relação ao nome da ministra Dilma Roussef à sucessão de Lula, pelo PT.

– Eu não tenho dúvidas de onde estarei em 2010. Estarei no palanque da sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na figura da ministra Dilma ou de quem ele [Lula] determinar.

À primeira vista, deixa transparecer que as últimas pesquisas de opinião podem ter deixado o PT em dúvida sobre a melhor opção do partido para disputar a sucessão do presidente. Antes, era a ministra da Casa Civil, Dilma Roussef. O levantamento do Datafolha revelou que ela pouco ou nada cresceu em relação à pesquisa de maio (apenas 1 ponto percentual). Numa análise mais otimista, o discurso de Wagner seria apenas para reforçar a sua lealdade ao presidente Lula.

O PT E SEUS CONFLITOS

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As pendengas com os aliados não representam a única preocupação do governador Jaques Wagner. Na própria “cozinha” do PT – como de costume – os ilustres confrades não param de mexer seu caldeirão de diferenças e conflitos.

Com a proximidade do Processo de Eleição Direta, Wagner já se preocupa com a temperatura que as divergências podem atingir. E incentiva o PT baiano a marchar unido no PED, apoiando a reeleição de Jonas Paulo, da corrente Construindo um Novo Brasil.

Ocorre que outras tendências, como a Articulação de Esquerda (Walmir Assunção) e ADS (Walter Pinheiro) querem lançar candidatos à presidência do diretório estadual. A ADS, inclusive, se reúne neste fim de semana em Salvador para definir um candidato.

“ATIROU NO QUE VIU E ACERTOU NO QUE NÃO VIU”

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Geddel: dificuldades na Bahia e em Brasília

Geddel: dificuldades na Bahia e em Brasília

“Eu nunca vi um negócio que começou errado acabar dando tão certo”. É assim que um importante petista baiano define o rompimento entre PT e PMDB no estado.

Na análise desta fonte vermelha, o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, terá sérias dificuldades em sua tentativa de conquistar o governo baiano. E não só porque Jaques Wagner atraiu praticamente todos os partidos que o PMDB poderia ter como aliados…

Outro problema, ainda segundo a mesma fonte, é que a cúpula do PMDB nacional reprova as movimentações de Geddel na Bahia. E o ministro, que já não é visto com simpatia pela dupla José Sarney-Michel Temer, passou a ter dificuldades também no relacionamento com outros integrantes do seu partido em Brasília.

É aquela história: a rapadura é doce, mas não é mole…

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