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15 de julho de 2020 | 01:56 am

“A COLEÇÃO INVISÍVEL” É EXIBIDO NO SUL DA BAHIA

Tempo de leitura: 2 minutos
Vladimir Brichta é um dos protagonistas d´A Coleção Invisível (Foto Andrew Kemp).

Vladimir Brichta é um dos protagonistas d´A Coleção Invisível (Foto Andrew Kemp).

O premiado filme A coleção invisível, do diretor Bernard Attal, começa a temporada de exibição em cidades sul-baianas no dia 5 de março, às 17h30, no auditório principal da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), na Rodovia Ilhéus-Itabuna. A programação também inclui Camacan, com exibição às 19h do dia 6, na Câmara Municipal.

No sábado, 7, a exibição será em Buerarema na Casa de Cultura Jonas & Pilar. Essa temporada de exibições no interior recebe o apoio do Governo do Estado,por meio do Edital 2013 da Fundação Cultural da Bahia.

Vencedor de 14 premiações, entre as quais as de Melhor Filme em Gramado, Lisboa, Bogotá, Nova Iorque, Nashville, Anápolis, Newport Beach e Paris, A coleção invisível é uma adaptação de um conto do escritor austríaco Stefan Zweig, tendo como cenário a região cacaueira, com locações em Itajuípe, Itabuna, Uruçuca e Barro Preto.

A produção tem no elenco o saudoso ator Walmor Chagas, além de Vladimir Brichta, Ludmila Rosa, Clarisse Abujamra, Conceição Senna, Paulo Cesar Pereio, Frank Menezes, Luisa Prosérpio e João Lima.

Bernard transpôs para o Brasil contemporâneo a história original, que se passa na Alemanha dos anos 20. O protagonista é Beto (Vladimir Brichta), um playboy que tenta reerguer-se através de um negócio rápido, que o leva ao encontro de um colecionador de gravuras raras, numa cidade do interior. Nesta viagem, ele muda sua visão de mundo e a vida das pessoas com quem vai conviver na busca da “coleção invisível”. O longa tem 90 minutos de duração.

Co-escrito por Bernard Attal, Sergio Machado e Iziane Mascarenhas, A coleção invisível é uma produção da Santa Luzia Filmes e Ondina Filmes, tem produção executiva de Diana Gurgel, fotografia de Matheus Rocha, direção de arte de Joãozito Pereira e figurino de Alexandre Guimarães.

“A COLEÇÃO INVISÍVEL” LEVA TRÊS PRÊMIOS NO FESTIVAL DE GRAMADO

Tempo de leitura: 2 minutos
Elenco do filme e o secretário Robinson Almeida na premiação em Gramado (Foto Divulgação).

Elenco do filme e o secretário Robinson Almeida na premiação em Gramado (Foto Divulgação).

Rodado em Itajuípe, no sul da Bahia, A coleção invisível, de Bernard Attal, ganhou prêmio de melhor filme do Festival de Gramado, pelo júri popular, além de arrebatar os Kikitos de melhor atriz coadjuvante, com Clarisse Abujamra, e melhor ator coadjuvante, com Walmor Chagas, falecido em janeiro.

O filme conta a história de uma família dona de loja de antiquário. A crise leva Beto (Wladimir Brichta) a Itajuípe à procura de coleção de gravuras adquirida pelo colecionador Samir, interpretado por Walmor Chagas.

Último papel de Walmor antes de morrer, em janeiro, Samir é pressionado pela esposa e a filha Saada (Ludmila Rosa) a não fazer negócio. Em Itajuípe, é grande a expectativa pelo lançamento do filme, programado para setembro.

– É uma história comovente! Como uma doce ilusão, a generosidade humana se faz presente nas ruínas da economia cacaueira baiana – ressalta o secretário de Comunicação Social da Bahia, Robinson Almeida, que representou o governo estadual na festa de premiação.

Além de Brichta, Walmor, Clarissa, o filme tem no elenco Conceição Senna (Dona Iolanda), Ludmila Rosa (Saada), Clarisse Abujamra (Dona Clara), Frank Menezes (Néemias), Wesley Macedo (Wesley) e Paulo César Pereio (locutor de rádio).

Neres: expectativa (Foto Ubaitaba Notícias).

Neres: expectativa (Foto Ubaitaba Notícias).

LANÇAMENTO EM ITAJUÍPE

O comerciante Valmir Neres, que se tornou amigo e recepcionava o elenco durante as filmagens d´A coleção invisível, afirmou ao PIMENTA que é grande a expectativa em torno da estreia do filme.

Com vista para a lagoa que forma cartão-postal de Itajuípe, um dos restaurante de Neres exibe cartaz do diretor franco-brasileiro, Attal.

Neres fez amizade com o elenco nos quase dois meses de filmagem no município baiano e destaca a simplicidade do elenco e a familiaridade de Brichta com o sul da Bahia, principalmente Itacaré, onde a família do ator possui propriedade.

WALMOR CHAGAS E O SUL DA BAHIA

Tempo de leitura: < 1 minuto

O ator Walmor Chagas, 82, morto ontem em Guaratinguetá (SP), teve como um dos últimos trabalhos profissionais a interpretação do personagem Samir Luedy no filme A coleção invisível, de Bernard Attal. Parte do filme foi gravada em Itajuípe, no sul da Bahia.
Walmor intepretava o colecionador de gravuras e desenhos em filme que tem a participação do ator global Vladimir Brichta e revelou para as artes o talento do itajuipense Wesley Macêdo, de 14 anos. A história é baseada na obra homônima de Stefan Zweig .
Em um dos trechos, o personagem interpretado por Walmor diz : “eu pensava que estava morto para o mundo”.

AOS 82 ANOS, MORRE ATOR WALMOR CHAGAS

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Ator Walmor Chagas ....

Ator Walmor Chagas atuou em mais de 40 peças, 20 filmes e 30 novelas (Reprodução G1).

O ator Walmor Chagas, de 82 anos, foi encontrado morto na chácara onde vivia na cidade de Guaratinguetá, no interior de São Paulo, na tarde desta sexta-feira (18). As circunstâncias da morte ainda serão investigadas.
Com mais de 60 anos de carreira, o gaúcho Walmor de Souza Chagas atuou em mais de 40 peças, cerca de 20 filmes e mais de 30 novelas. Era considerado um dos grandes atores do teatro brasileiro.
Segundo o relato de um funcionário, o caseiro José Arteiro de Almeida, o corpo do artista foi achado caído na cozinha com um tiro na cabeça por volta das 16h30. Almeida disse ainda ao G1, por telefone, que, no momento da morte, Walmor estava sozinho dentro da casa. Ele diz também que uma empregada e uma cozinheira haviam acabado de deixar o local.
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