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5 de agosto de 2020 | 01:15 am

VITÓRIA DA CONQUISTA JÁ REGISTRA 2.350 CASOS DE DENGUE

Número de casos de dengue dispara em Vitória da Conquista
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O Centro de Controle de Endemias da Secretaria de Saúde de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, registrou 4.775 casos notificados de dengue. Destes, 2.351 tiveram diagnóstico confirmado para a doença, 622 foram descartados e 1.264 apresentam diagnóstico inconclusivo.

De acordo com a Secretaria de Saúde de Vitória da Conquista, 536 pacientes aguardam resultado laboratorial e duas mulheres foram a óbito por dengue grave hemorrágica no município.

ZICA E CHIKUNGUNYA

O número de casos suspeitos de zika também vem aumentando. São 854 notificações, com 10 casos confirmados, 212 aguardam resultado, 564 apresentam diagnóstico inconclusivo e 68 foram descartados.

Vitória da Conquista registra também 481 notificações de pessoas com os sintomas de chikungunya, sendo 23 casos confirmados e 458 pacientes seguem aguardando o resultado laboratorial.

As localidades com mais casos notificados e confirmados de contaminação por dengue, zika e chikungunya são Cruzeiro (759 notificados e 284 confirmados), Patagônia (320/137 confirmados), Alto Maron (298/148 ), Centro (242/101) e Vila América (339/83).

VITÓRIA DA CONQUISTA TEM 712 CASOS DE DENGUE CONFIRMADOS E TRÊS MORTES

Vitória da Conquista tem mais de 700 casos confirmados de dengue
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Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, registra 712 casos confirmados de dengue, do total de 3.284 pessoas notificadas com suspeita. O município tem 1.562 pessoas aguardando resultado de exame, 121 tiveram resultados descartados e 886 apresentaram diagnóstico inconclusivo em relação à doença. Além disso, três pessoas morreram por dengue grave hemorrágica.

ZIKA E CHIKUNGUNYA

De acordo com a Secretaria de Saúde de Vitória da Conquista, foram feitas 521 notificações de pessoas com suspeita de zika. Na última semana o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) não divulgou nenhum novo resultado laboratorial dos casos suspeitos da doença.

São sete pessoas que testaram positivo, 37 que tiveram resultados negativos e 103 apresentaram diagnóstico inconclusivo em relação à doença. Outras 374 pessoas seguem aguardando resultado laboratorial.

O município também registra 346 casos suspeitos de chikungunya, além de 14 casos confirmados para esta doença. Existem 332 pacientes aguardando o resultado laboratorial.

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EQUIPE DA FIOCRUZ MG TRABALHA EM VACINA BRASILEIRA PARA A COVID-19

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Cerca de 200 grupos de cientistas, no mundo, trabalham intensamente no desenvolvimento de uma vacina segura e eficaz contra a covid-19. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), pelo menos oito delas já iniciaram a fase clínica, de testes em pessoas.

A equipe brasileira, composta por 15 pessoas, é liderada pelo pesquisador Alexandre Vieira Machado, da Fiocruz em Minas Gerais, em parceria com outras instituições, como a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o Instituto Butantã, a Universidade de São Paulo (USP) e a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto.

Segundo Machado, o Instituto do Coração (Incor) de São Paulo também trabalha no desenvolvimento da vacina, liderado pelo médico Jorge Kalil, e há troca de informações entre as duas equipes. “Esperamos que nós possamos utilizar a deles junto com a nossa em alguns testes”, diz Machado.

CORONAVÍRUS

A atual pandemia de covid-19 é causada pelo novo coronavírus, chamado tecnicamente de Sars-CoV-2, uma mutação do vírus Sars-CoV-1, que provoca a Síndrome Respiratória Aguda Severa (Sars, da sigla em inglês). Segundo dados da OMS, a Sars registrou 8.098 casos e deixou 774 mortos em 26 países entre 2002 e 2003, com foco principal na Ásia.

Outro tipo de coronavírus causa a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers, da sigla em inglês), que deixou 858 mortos desde 2012, com um total de 2.494 casos em 27 países.

Covid-19 significa Corona Virus Disease, ou doença do coronavírus em português. O 19 se refere a 2019, ano em que foram divulgados os primeiros casos em Wuhan, na China. O Sars-Cov-2 já registrou quase 6 milhões de casos em todo o mundo, com mais de 360 mil mortos.

Machado explica que o vírus Sars-CoV-1 desapareceu depois do surto de 2002 e as pesquisas com ele foram interrompidas, por isso agora há mais dificuldade de se encontrar a vacina, com a pandemia em andamento e com um vírus muito mais contagioso e que causa uma doença grave. “É como ter que trocar o pneu de um carro em movimento descendo uma ribanceira”, diz o pesquisador.

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CIENTISTAS BAIANOS CRIAM ARMADILHA ELÉTRICA PARA COMBATER MOSQUITOS

Equipe criou armadilha elétrica para combater mosquitos
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Uma equipe de cientistas baianos trabalha com uma solução tecnológica no combate aos mosquitos, uma armadilha elétrica sustentável, principalmente em tempos de zika, dengue e chikungunya. A novidade é que o protótipo, feito em impressão 3D com composição plástica biodegradável, funciona por meio de um sistema solar, que reduz o uso de energia elétrica e pode ser utilizado em qualquer lugar atingido com a infestação de mosquitos.

“Nossa armadilha apresenta um design inédito, ao mesmo tempo decorativo e eficaz. Com amplitude de atração de 360 graus, tanto na vertical e horizontal, além de um duplo mecanismo de atração, um sonoro e outro por iluminação pulsada, os mosquitos ficam presos ao entrar e lá dentro desidratam e morrem”, explicou um dos responsáveis pela invenção, Arthur Ribeiro, estudante de engenharia elétrica do Instituto Federal da Bahia (Ifba), da cidade de Paulo Afonso.

SEM AGREDIR MEIO AMBIENTE

Ele se uniu a outros estudantes – Ana Clara, Thaís Caires e Fábio Filho, orientados pelo professor Weber Miranda, e tiveram a inspiração para criar o projeto durante um programa de fomento do Instituto. “Nosso orientador mostrou um protótipo da ideia e formamos uma equipe para desenvolvê-la. Fomos aprovados no Edital do Hotel de Projetos e estamos nessa pesquisa desde então”, disse o estudante.

As três principais estratégias de combate aos mosquitos, atualmente, são os inseticidas, repelentes e as armadilhas. “Queremos combater as doenças que são transmitidas através dos insetos sem agredir o meio ambiente ou a saúde das pessoas, sem necessidade de produtos químicos. Soluções como inseticidas podem causar efeitos como náuseas, dores de cabeça e alergias, então a armadilha sustentável pode ser a melhor solução para atender a diversas populações”, destacou.

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ITABUNA E ILHÉUS CORREM RISCO DE SURTO DE DENGUE, ZIKA E CHIKUNGUNYA, DIZ MINISTÉRIO DA SAÚDE

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Itabuna e Ilhéus correm risco de epidemia de dengue zika e chikungunya

O novo Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa), divulgado nesta sexta-feira (8), mostra que dezenas de municípios baianos correm sério risco de enfrentar um surto de dengue, zika e chikungunya. De acordo com o Ministério da Saúde, a situação é muito preocupante em localidades como Itabuna (13,1%) e Ilhéus (11,6%).
Em Itabuna, de cada 100 imóveis pesquisados, pelo menos 13 estão com larvas do mosquito Aedes aegypti. Em Ilhéus, a situação é parecida. Foram encontrados criadouros em 11 de cada 100 imóveis visitados pelos agentes de combate a endemias. O risco de surto  de dengue, zika e chikungunya é muito alto também em Buerarema (9,1%), Ibicaraí (10,2%) e Itapé (8,1%).
Há risco de surto ainda em Camacan, Itapintaga, Jussari, Canavieiras, Itajuípe e Mascote. Nessas localidades, os índices de infestação de larvas do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya variam de 4,9% a 7,1%. O município com o maior índice infestação no país é baiano. Em Itiúba, de cada 100 imóveis pesquisados, 28,6% estão com criadouros.
Os dados do Ministério da Saúde mostraram ainda que 1.153 (22%) municípios em todo o país apresentaram alto índice de infestação do Aedes aegypti. Além das cidades em situação de risco, o levantamento identificou 2.069 localidades em alerta, com o índice de infestação predial (IIP) entre 1% a 3,9% e 1.711 municípios com índices satisfatórios, inferiores a 1%.

MOSQUITO AEDES AEGYPTI PROVOCA EPIDEMIA DE TRÊS DOENÇAS EM COARACI

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Mosquito Aedes aegypti faz estrago em Coaraci || Foto Portal Mix

Se morar numa cidade com altos índices de dengue, zika e chikungunya é algo que ninguém quer, imagine, então, no  município da Bahia que passa por uma epidemia simultânea dessas três doenças, classificadas como arboviroses por serem transmitidas por insetos – neste caso, o temido mosquito Aedes aegypti.

Esse é o drama dos 19 mil moradores de Coaraci, no sul da Bahia, e a manicure Maria Augusta Silva Sales, 26 anos, conhece bem. “Três pessoas da minha família – um sobrinho, uma tia e um cunhado – tiveram dengue e foi um sufoco. Tenho muito medo de pegar também, e busco tomar cuidados para não deixar água acumulada”, disse.

Coaraci aparece no relatório anual de arboviroses da Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) como a única cidade baiana que o coeficiente de incidência de arboviroses foi maior ou igual a 100 casos por 100 mil habitantes em 2017.

“Dessa forma, o município de Coaraci apresenta uma tríplice epidemia, considerando parâmetro do Ministério da Saúde”, afirma a Sesab no relatório divulgado na semana passada.

Em 2017, o município notificou 20 casos suspeitos de zika, 75 de Dengue e 26 de chikungunya. No ano anterior, foi pior: 191 notificações de zika, 200 de dengue e 18 de chikungunya, atendidos no Hospital Geral de Coaraci, de baixa complexidade. A unidade possui 100 leitos. Leia mais no Correio  24 hs.

ITABUNA TEM 23,3% DOS IMÓVEIS INFESTADOS PELO AEDES AEGYPTI

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Aedes aegypti é o transmissor da zika, dengue e chikungunya (Foto Fiocruz).

Aedes aegypti é o transmissor da zika, dengue e chikungunya (Foto Fiocruz).

Lísias Miranda, secretária de Saúde de Itabuna.

Lísias Miranda, secretária de Saúde de Itabuna.

O índice de imóveis infestados por larvas do Aedes aegypti praticamente não caiu em Itabuna nos últimos dois meses. Agora em abril, a Secretaria de Saúde detectou que 23,3% deles tinham larvas do mosquito que transmite dengue, zika e chikunguya. Significa que, a cada grupo de 100 imóveis visitados, 23 estavam infestados pelo mosquito. Em fevereiro, eram 24 (24,1%).

A baixíssima queda fez reacender o sinal de alerta. A secretária de Saúde de Itabuna, Lísias São Mateus, pede “que a comunidade continue vigilante em relação aos cuidados” contra o mosquito.

Cuidados essenciais são aqueles para não manter água parada nem reservatórios destampados. Pneus, cascas de ovos, vasos de plantas e garrafas, por exemplo, pode se tornar criadouros do mosquito, se houver água parada neles.

Para se ter uma ideia, o índice registrado agora em abril é mais de 22 vezes superior ao aceitável pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A organização considera que o percentual satisfatório de infestação de larvas é menos que 1%. Ou seja, Itabuna continua muito longe do ideal.

ZIKA: OMS NEGA PEDIDO PARA ADIAR OLIMPÍADAS

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Aedes aegypti é o causador da zika, dengue e chikungunya (Foto Fiocruz).

Aedes aegypti é o causador da zika, dengue e chikungunya (Foto Fiocruz).

A Organização Mundial da Saúde (OMS) rebateu neste sábado (28) as declarações de um grupo de cientistas e afirmou que não há motivos para adiar ou cancelar os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, previstos para agosto, devido ao surto do vírus Zika, informa a Agência Brasil.

Na avaliação da OMS, eventual mudança no calendário da competição não alteraria significativamente a propagação do vírus. O Brasil é um dos 60 países que registraram a presença do Zika em seu território.

“Com base na avaliação atual do vírus Zika circulando em quase 60 países globalmente e em 39 nas Américas, não há nenhuma justificativa de saúde pública para adiar ou cancelar os Jogos. A OMS continuará monitorando a situação e atualizando as recomendações, se necessário”, afirmou a entidade, em comunicado.

A manifestação da OMS foi provocada por uma carta aberta na qual pesquisadores de pelo menos 15 países pediram à organização e ao Comitê Olímpico Internacional (COI) o adiamento do evento esportivo em nome “da saúde pública” devido à presença do vírus Zika na cidade.

Em nota, a OMS também ressaltou que está fazendo recomendações ao governo brasileiro e ao Comitê Olímpico sobre formas de reduzir o risco de atletas e turistas de contraírem o vírus durante os Jogos, como o combate ao mosquito Aedes aegypti,que além do Zika, transmite a febre chikungunya, febre amarela e a dengue.

Ontem (27), após a divulgação da carta dos cientistas, o Ministério da Saúde esclareceu que o mês de agosto, quando a competição será realizada, é o período do ano de baixa incidência das doenças provocadas pelo mosquito. O ministério ressaltou ainda o fato de a OMS não ter feito nenhuma recomendação para restrição de viagens, exceto às grávidas.

ANVISA APROVA TESTE RÁPIDO DA ZIKA DESENVOLVIDO PELA BAHIAFARMA

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Governador Rui Costa anuncia aprovação de teste rápido da zika (Foto Mateus Pereira/GovBA).

Governador baiano anuncia aprovação de teste rápido da zika (Foto Mateus Pereira/GovBA).

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o teste rápido desenvolvido pela Bahiafarma para detecção do vírus da zika. O teste foi desenvolvido pela empresa farmacêutica baiana em parceria com a sul-coreana Genbody Inc., no Brasil.

A novidade foi revelada pelo governador Rui Costa em seu perfil oficial no Facebook, hoje (25), que elogiou os servidores públicos da Bahiafarma, laboratório farmacêutico público.

De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), além de inédito, o teste também é o primeiro feito sem a participação da Fiocruz. O teste torna mais fácil e rápida a detecção do vírus no organismo de pessoas infectadas.

Ainda de acordo com a Sesab, a realização do teste rápido não apenas confirma o diagnóstico de possíveis pacientes, mas também colabora para o mapeamento de ocorrências da doença, facilitando ações de combate em locais específicos, e auxilia nas pesquisas sobre a doença.

O desenvolvimento do teste rápido para zika vírus teve início no primeiro semestre de 2015, quando começaram a ser detectados casos suspeitos da doença no sul da Bahia e na região de Feira de Santana, centro-norte do Estado.

APROVADA MP QUE PREVÊ MEDIDAS CONTRA DENGUE, ZIKA E CHIKUNGUNYA

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aedes a 2Tentando retomar a normalidade dos trabalhos, a Câmara dos Deputados aprovou hoje (18) a Medida Provisória 712/15, que trata de medidas de combate ao Zika vírus, à dengue e à febre chikungunya. O plenário da Câmara não votava nada desde o afastamento de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da presidência da Casa, no dia 5 de maio.

A proposta, que segue agora para o Senado, autoriza a entrada de autoridades em imóveis públicos e privados considerados foco de mosquitos transmissores das doenças. A medida será aplicada nos casos de imóveis em situação de abandono, na ausência de pessoa que possa permitir o acesso após duas visitas comunicadas dentro do intervalo de dez dias e nos casos de recusa, negativa ou impedimento de acesso do agente público ao imóvel.

O texto estabelece o sábado como dia de realização de atividades de limpeza dos imóveis, a necessidade de campanhas educativas, em especial às gestantes, de orientação à população e também cria o Programa Nacional de Apoio ao Combate às Doenças Transmitidas pelo Aedes aegypti (Pronaedes), de modo a financiar projetos com recursos de doações dedutíveis do Imposto de Renda. Da Agência Brasil

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