WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
cenoe





abril 2011
D S T Q Q S S
« mar   maio »
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930

editorias





itao bebeto

A NOVA ÁREA DO PORTO SUL

O blog Catucadas, de José Nazal, capturou imagem do Google Earth e identificou a nova área do Porto Sul em Ilhéus, na região de Aritaguá. A faixa de terra de 4.800 hectares teve seu decreto de desapropriação publicado nesta terça-feira, 12, no Diário Oficial do Estado. Ela fica cerca de cinco quilômetros ao sul da Ponta da Tulha, onde o porto seria construído.

De acordo com o governo baiano, a mudança na localização se deve ao menor impacto ambiental que o projeto terá em Aritaguá. A área não tem fragmentos de Mata Atlântica em regeneração, como era o caso da região de Ponta da Tulha. Também foi apontado que no trecho onde será construído o porto off-shore não haverá danos a corais e recifes.

Veja abaixo a delimitação da nova área do Complexo Intermodal (dentro do traçado vermelho).

12 respostas para “A NOVA ÁREA DO PORTO SUL”

  • Luisa says:

    É preciso começar a construir isso logo, Pimenta, os chineses chegarão mais e mais e tem também, a presença deles em Goiás, eles precisarão de toda uma logística para levar seus produtos, a Bahia está próxima assim como outros portos do NE, do Canal do Panamá e África, ou seja, desde os primórdios da colonização, a Bahia tem esta vantagem. Portanto, é preciso agilizar e preparar o estado para os investimentos que chegarão e ainda transportar o que será produzido no TO e em GO.

  • Alfredo says:

    Vamos lutar para acabar de vez com este projeto mau concebido.

  • Luisa says:

    É preciso, também, infraestrura da rodovia que liga Brasília – Maraú que os goianos e os tocantinenses também utilizam quando vêm para o litoral baiano, já que é a praia mais próxima deles. Mas não é apenas isto, virão chineses para o Centro Oeste e Oeste baiano. Não fiqem pensando que a geração de empregos será apenas para brasileiros, chineses virão também, claro que não serão maioria, mas eles virão também.

    O Centro Oeste e a Bahia são os territórios que, no momento, despertam grandes interesses para eles. Aliás, todo o Brasil, mas estas regiões têm abundância daquilo que eles compram em commodities. É preciso pensar nessa infraestrutura, pois irá requerer imensamente.

  • Giba II says:

    Pronto, agora o governo encontrou uma área que já está bem “mexida”pela mão do homem. Qual vai ser a próxima “bandeira” dos ambientalistas. Já se perdeu muito tempo. As obras da ferrovia se iniciaram e ela tem de descarregar os prodtos em algum lugar do litoral. Enquanto isso a região continua no atraso, sem emprego, sem oportunidades, descendo a ladeira ( se é que pode ser possível descer mais).
    Estive em Feira de Santana essa semana é o amigo muito ligado a pessoas da prefeitura local,me disse que por lá recebem cerca de 60 consultas mensais de empresas que querem se instalar na “princesinha do sertão”.
    Enquanto isso por aqui…

  • cleber says:

    Já que agora conseguiu a área, porque os políticos que tem interesse nessas obras, já que vai sair uma investida boa das multinacionais. Aproveitam e venha a publico esclarecer realmente o projeto. Até porque por enquanto só mudou a área de instalação do porto más o que se sabe é que mesmo assim estão trabalhando na surdina para pegar os moradores de três ou quatro condominios de surpresa para desapropriar as terras e casas a preço de bacatelas
    só para instalações de galpões para as empresas chinesas.
    Enquanto isso o governo da Bahia e meia dúzia de políticos da região vem tratando o feito com decaso e desrespeito aos moradores daquela região só por interesses próprios, tirar lar de um brasileiro e Bahiano para dar a chineses isso não é coisa de politico sério vocês foram eleitos pelo povo não pelas empresas chinesas. inclusive o deputado federal eleito que tem casa mais acima naquela região se diz de Itabunense porque estar ficando só por traz e não ajuda esclarecer esse projeto. Condôminios a serem desapropriados a preço de bacatela pelo governo da Bahia e politicos da região: verde mares, barramares, paraioso do atlântico parte do jóia do atlântioco e etc…
    Mas os moradores desses condôminios ainda espera pela senssibilidade do governo e politicos da região.

  • Weyll says:

    Água Branca (Aritaguá) fica a poucos quilometros ao sul da Ponta da Tulha.

  • grapina says:

    Não sei onde é esse povoado de Aritaguá, mas pela a posição do mapa, fica antes da “Minha Tulha, minha vida”. Sim, parece que na direção do sítio Teosópolis. E aí, hein?

  • murilo says:

    É preciso transparencia no projeto.

  • Robertonestor says:

    Porque houve mudança do local? Até agora não fui convencido. Quias são os interesses agora? Precisamos de explicações técnicas que viabilizem algo ou traga economia para nossos cofres.

  • To de olho says:

    Ilheus agora tem que lutar para ter uma usina nuclear.

  • Gilvan Martins - Buerarema says:

    Pelo que vi no mapa, o início fica logo após o Condomínio Japará e o final no acampamento Batista Teosópolis.(estou falando apenas no percurso do asfalto

  • Fernanda says:

    Acredito que antes de mais nada, antes de expressar uma opião, é necessário conhecer e estudar sobre o que está acontecendo em nosso páis. Somente assim, poderemos realmente entender um pouco do que é praticado e que reflete diretamente em nossas vidas.
    Atraves da historia, podemos entrar em contato com as praticas e com os reflexos de um porto para a comunidade local e para o país.
    Se defendem o porto com justificativa de emprego e riqueza, é importante saber historias de cidades portuárias no Brasil e verificar se existe pobreza aos redores do porto, se a prefeitura local tem acesso e relacionamento adequado com a admistração do porto e se os lucros são destinados realmente à população local.
    É preciso ver a constante nas práticas politicas de nosso país e então concluir como será após a implantação do porto de fato.
    Hoje a região do sul da Bahia, tem seu PIB concentrado em serviços, grande parte devido ao turismo na região. Mesmo assim, não existe nenhuma ou quase nenhuma politica adequada de planejamento e praticas para crescimento desse turismo. Ou seja, as verbas não são investidas no local. Porque seria diferente com o porto?
    O que acontece realmente, é uma politica extrativista historica, pois desde o descobrimento, perimitimos sem nenhuma resitencia, que se “retire” nossos recursos e que depois nos vendam bem caro. Além da devastação de nossos recursos naturais, que deveriam ser muito mais caros além de serem transformados em produto final por aqui mesmo. Dessa forma seríamos donos do recurso, donos do produto final e claro donos do mercado.
    Vamos então, permitir que devastem, explorem, retirem e nos mantenham porbres. Vamos nos contentar com pouco, como um emprego assalariado em um porto na frente da praia que viamos baleias, sentados em uma praia de floresta e rios atrás.
    Precisamos estudar, conhecer e começar a ter envolvimento. Isso poderá transformar essas praticas. O ambientalista não pode apenas dizer não. é preciso saber a melhor maneira de se fazer. O interesses economicos e ambientais devem trabalhar em conjunto.
    Segue abaixo doi trechos de fatos levantados sobre locais portuários.

    “Um dos grandes problemas que existe nas cidades portuárias é falta de entrosamento entre as administrações portuárias e as Prefeituras municipais, através dos seus Planos de Desenvolvimento e Zoneamento Portuário – PDZP e Diretor Urbano – PDU. Como não existe, na maioria dos casos, uma sintonia entre estes dois instrumentos, o entorno do porto está sempre congestionado com habitações desordenadas e com contingente populacional de baixa renda, trazendo dificuldade para a desocupação dessas áreas. Este último aspecto tornou-se relevante nas últimas três décadas, principalmente a partir do estabelecimento da Política Nacional do Meio Ambiente. Assim, as regiões portuárias apresentam cenários de conflito entre os aspectos ambientais, sociais e econômicos, constituindo um desafio para a sociedade e administradores nos distintos níveis do poder.”

    “A privatização fez o porto de Santos funcionar de maneira satisfatória ao longo de várias décadas. Porém, neste momento ao fator econômico da atividade teve simplesmente o caráter liberal e não do desenvolvimento nacional, pois os proprietários ganharam fortunas e não houve a preocupação por parte dos governantes em construir uma política de investimentos, e o País ficou debilitado em relação a atividades portuárias permanentes.”

Deixe seu comentário






WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia