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CÂMARA: PRESSÃO POPULAR DERRUBA A PEC 37

Mobilização popular levou dezenas de pessoas às galerias da Câmara hoje (Foto Agência Brasil).

Mobilização levou dezenas de pessoas às galerias da Câmara hoje (Foto Agência Brasil).

A Câmara dos Deputados derrubou há pouco a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 37, que restringia os poderes de investigação do Ministério Público Federal, por 430 votos a 9, além de 2 abstenções.

Também conhecida como a PEC da Impunidade, a proposta fez com que os promotores e procuradores públicos fizessem campanha nacional pela sua rejeição no Congresso Nacional. Com a derrubada no plenário, a PEC 37 será arquivada. Se aprovada, apenas as polícias civil e federal poderiam conduzir investigações criminais.

18 respostas para “CÂMARA: PRESSÃO POPULAR DERRUBA A PEC 37”

  • Júnior says:

    Veja a força das ruas. Derrubaram a PEC 37 e agora os deputados votarão pelo fim dos 14 e 15 salários. Aqui em Itabuna deveria acontecer uma pressão popular sobre os vereadores para que votem as contas da (indi)gestão do Sr. Azevedo.

  • Vynny says:

    Não nos esqueçamos dos Deputados da Comissão de Constituição e Justiça – CCJ, que deixaram esta famigerada Emenda passar. Deputados: Arthur Oliveira Maia(PMDB/BA); Eliseu Padilha(PMDB/RS); Fábio Trad(PMDB/MS); João Campos(PSDB/GO); Reinaldo Azambuja(PSDB/MS); Arnaldo Faria de Sá(PTB/SP); Ricardo Izar(PSD-SP); Eliene Lima(PSD-MT), Francisco Araújo(PSD-RR); Edio Lopes(PMDB/RR), Fernando Francischini; Vilson Covatti (PP/RS); Bernardo Santana de Vasconcellos(PR/MG); Acelino Popó(PRB/BA).

  • Crítico says:

    Quem foram os 9 ladrões que votaram a favor da impunidade e da corrupção? A sociedade precisa saber o nome deles, para ensinar eles a votar nas próximas eleições.

  • Vynny says:

    Nossas mobilizações não podem parar. Próximos passos: fim do foro privilegiado, fim de poderem votar aumentos dos próprios salários, jornada de trabalho conforme qualquer outro trabalhador brasileiro.

  • Vynny says:

    Vamos avante!!! Vamos agora avançar a pauta: “Reforma Política” antes das eleições de 2014; Redução no números de Vereadores, Deputados Estaduais e Federais; Senadores; extinção dos cargos comissionados.

  • Graças o clamor popular definiu o sepultamento da maldita PEC 37.
    A ratoeira nos caminhos dos ratos de esgotos,os mesmos queria tirá-los do caminho.

  • To de olho says:

    Mostraram que se pressionados se borram de medo e aprovam tudo. Se a moda pega….
    Ué GS votou contra ?

  • educadora says:

    Depois de tudo eles reconhecem que passaram dos limites, que exacerbaram nos trens da alegria. Menos ministérios, menos corrupção e mais responsabilidade no judiciário; verbas para ciência e tecnologia, prioridade para a educação, que é a raiz do bem ou do mal estar nesse país. Qualificar e restaurar o significado de Educação para que todos internalizem a importância desse fator que apenas os humanos são capazes de expandi-la como componente primordial do Progresso de um povo.

  • Professora says:

    Comentava-se em todo lugar, em Itabuna, que Geraldo Simões iria votar a favor da PEC 37. Um absurdo. já havia um movimento para divulgarmos tal atitude , visando derrubá-lo nas próximas eleições, pois um deputado deste tipo ninguém merece. Ontem, acompanhei a votação ao vivo pela televisão , e pasmem, não é que Geraldo Simóes não compareceu para votar? Preferiu não se comprometer com os políticos que têm medo do Ministério Público, inclusive ele. A ausência de Geraldo Simões foi um ato covarde. Será que ele pensou que, dessa forma, iria contribuir com a falta de quórum, ou seja, aprovação de 308 dos 513 deputados? Fora Geraldo Simões!!!

  • jose da silva says:

    Gostaria de propor uma nova “tese” para discussão: Portugal está mal, e tudo aponta para que continue a piorar, podendo chegar a uma situação “tipo Argentina”: Insolvência das finanças públicas, forte contracção do conjunto da economia, perda das poupanças detidas em Portugal, desemprego próximo dos 20%, redução generalizada do poder de compra dos cidadãos, convulsões sociais importantes. Em resumo, o meu ponto de vista em relação ao nosso país é que o “decaimento” económico e orçamental não tem solução, a menos que se trate de um verdadeiro milagre. Acho que: 1) A competitividade internacional da nossa economia vai continuar a piorar. 2) O saldo do investimento estrangeiro em Portugal (que neste momento já é nulo) vai continuar a diminuir, tornando-se a partir de agora negativo. 3) O deficit público vai continuar a rondar os 3% do PIB ao ano, ou pior (com picos negativos como o dos últimos anos, em que atinge valores reais da ordem dos 5% do PIB e picos “positivos” a rondar os 3% reais, em fases especialmente favoráveis da economia). 4) A produção riqueza nacional vai continuar a crescer abaixo da europeia, e a europeia vai continuar a crescer abaixo da mundial (e, por exemplo, da dos USA), até que a próxima crise económica nos atire para uma nova (e mais severa) recessão. 5) Mais cedo ou mais tarde o estado português deixará de conseguir pagar o serviço da dívida pública nacional. Na realidade acho que depois da destruição socialista/guterrista da competitividade nacional (que, em boa verdade, se deu a partir de uma base de partida já muito fraca), os recentes governos (apesar de eleitos precisamente devido à tomada de consciência nacional de que as coisas estavam num rumo insustentável) não tem conseguido resolver nenhum problema e parecem seguir um rumo que nunca conduzirá a isso (tendo até vindo a agravar, sob alguns aspectos, a situação da economia nacional). Perdida a actual oportunidade (em termos de capacidade nacional para aceitar sacrifícios) dificilmente será o governo seguinte que irá resolver os problemas com que nos deparamos, que começam a parecer endémicos (e, infelizmente, irresolúveis). Esta “tese”, que em que já acredito desde há alguns anos, tem-se vindo a reforçar e a ganhar adeptos ultimamente. Várias vozes tem começado a assumir este tipo de realidade nacional extremamente negra (por exemplo a voz insuspeita de Cavaco Silva), mas acho que a tomada de consciência ainda “vai no adro”. No meu caso, os problemas do nosso país eram algo que via como um rumo negativo potencial, ao qual era preciso estar atento, mas que ainda parecia corrigível por um esforço nacional. Mas ultimamente tenho começado a crer que a oportunidade de corrigir esse rumo está a acabar de passar sem que nada seja feito (e isto se não passou já definitivamente). A título de ilustração deixo dois links para notícias de 29/11/2004, do Jornal de Negócios, que penso serem sintomáticas: A primeira sobre a questão do fundo pensões da CGD: http://www.negocios.pt/default.asp?CpContentId=252132 A segunda sobre o OE para 2005: http://www.negocios.pt/default.asp?CpContentId=252134 (Naturalmente, as notícias que apontam no sentido desta “tese” são extremamente frequentes e surgem todos os dias. Estas duas são apenas uma amostra concentrada num quarto de hora do princípio da tarde de uma Segunda-Feira qualquer…) Nota: Este artigo foi escrito o­ntem, dia 29 de Novembro, antes do anúncio de dissolução do parlamento. Essa novidade não altera em nada o meu ponto de vista em relação a este tema. Em qualquer caso a opinião aquí expressa é apenas minha, não responsabilizando o Thinkfn. Autor – See more at: http://www.thinkfn.com/wikibolsa/Portugal_em_dificuldades#sthash.UUv7Fo6Q.dpuf

  • jose da silva says:

    Geraldo Simões foi o relator da UFESBA Universidade Federal do Sul da Bahia.
    Foi considerado pela Veja o duputado mais atuante.
    Então, professora vá trabalhar.
    Geraldo Simões o federal da Universidade

  • jose da silva says:

    Antes do PT a bahia tinha quantas universidade federal professora?

  • jose da silva says:

    SAMU, FARMACIA POPULAR, PAGAMENTO DE DIVIDA COM FMI E COPA DO MUDO , SÓ O PT FAZ

  • Crítico says:

    Estamos de olho em toda esta pilantragem política, ma nas urnas, já, já, está chegando 2014. Daremos a resposta necessária a todos estes traidores do povo.

  • Paulo says:

    Agora vamos aos pontos que interessam: fim de 2 meses d ferias aos honrados promotores e juízes, fim dos 14 e 15 salários dos congressistas, fim de foro privilegiado de todas as autoridades, e fim de todas as regalias deste povo. Que se siga o exemplo dos estados unidos q todos órgãos são investigados por todo mundo, que se acabe foro privilegiado para prefeitos, governadores, deputados juízes e promotores. Pois ver juízes e promotores corruptos serem aposentados com proventos integrais em caso de cometimento de crime e piada!!!! Vamos levantar a bandeira da pec da mortalidade e decência

  • Ricardo Seixas says:

    Se eles pensam que esse gesto de “bondade” vai nos anestesiar, estão completamente enganados.

    Queremos tudo o que temos direito e nos negaram durante 500 anos.

    Queremos escolas de qualidade, com professores qualificados e bem remunerados; queremos bibliotecas públicas e livros “à mão cheia”.

    Queremos melhor distribuição de renda e homens público idôneos.

    Queremos financiamento de campanha sem as aves de rapinas como financiadores (grande discussão essa).

    Queremos médicos preparados, hospitais equipados e um trânsito racional, onde predomine o transporte público.

    Queremos ver todos os corruptos condenados, e sem direito a recursos, depois de provadas suas rapinagens.

    Queremos que as grandes fortunas sejam tributadas, uma vez que todas foram formadas por exploração da mão de obra dos trabalhadores e financiadas com dinheiro público.

    Nunca mais queremos ouvir de renúncia fiscal pra dar dinheiro a montadoras de veículos e transformar as ruas de nossas cidades no inferno que hoje vivenciamos.

    Enfim, queremos um país justo e que seja de todos.

  • Fora puxa sacos de político says:

    Esse José da Silva, já vi que não estudou muito. Odeia professores! Respeite a opinião alheia. Não resta dúvida que você é um daqueles que sobrevive lambendo as botas de Geraldo Simões. Se tivesse um emprego digno, que não o de puxa-sacos, mostraria mais dignidade em seus comentários.

  • Francisco Aleluia says:

    Temos que incluir nesta pauta de reivindicações, o fim do serviço militar obrigatório e a obrigatoriedade nas eleições no Brasil. Que ela seja facultativa e parta da vontade explicita do povo e não da imposição do Estado por uma legislação caduca e antidemocrática.

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